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Homem detido por tentar agredir agente da PSP

VTM

Fonte da PSP adiantou que os agentes da polícia deslocaram-se, quarta-feira, a um estabelecimento comercial, porque o homem estava a “importunar clientes”.

Quando os agentes o tentavam identificar, “o indivíduo adotou uma postura hostil e pouco colaborante, tendo proferido ameaças e tentado agredir um dos policias intervenientes”, ainda de acordo com a mesma fonte.

O homem acabou detido e vai ser presente a primeiro interrogatório para aplicação das medidas de coação.

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Tua Festival de Percursos Pedestres reforça impacto turístico e económico no Vale do Tua

VTM

O TFPP terminou este fim de semana, em Mirandela, a edição 2026 novamente com inscrições esgotadas . Ao longo de cinco fins de semana, o festival percorreu os cinco municípios do Vale do Tua (Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor), com forte envolvimento das comunidades locais e uma aposta crescente na sustentabilidade e no  conceito turismo em família.

Promovido pelo Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT) e organizado em parceria com os Municípios e o serviço especializado da  PORTUGALNTN, o festival volta a afirmar-se como uma referência nacional no turismo de natureza e no pedestrianismo, conjugando a descoberta da paisagem com a valorização da identidade, da cultura e dos produtos de base local.

Para António Luís Marques, diretor do PNRVT, esta edição confirma a dimensão e a capacidade de atratividade do evento, o maior festival de percursos pedestres de Portugal. “Falamos de cinco fins de semana, cinco municípios e 1250 participantes, com inscrições esgotadas em todos os momentos. É um sinal muito claro do interesse que o festival desperta e da capacidade do Vale do Tua para atrair visitantes de norte a sul do país. Um produto que não sofre de sazonalidade”, destaca.

Mais do que caminhar, participar no TFPP é conhecer o território através de quem nele vive. O envolvimento das comunidades locais constitui uma das principais marcas do evento, com as localidades anfitriãs a assumirem um papel ativo no acolhimento dos visitantes e na dinamização de atividades complementares.

Workshops dedicados aos saberes tradicionais, visitas guiadas ao património, histórias contadas pelos residentes, apresentação e venda de produtos da terra e participação de produtores, empresários e associações locais contribuem para criar uma experiência autêntica, ao mesmo tempo que geram oportunidades económicas para as comunidades.

“O festival tem vindo a fortalecer a identidade das comunidades e é cada vez mais evidente a proximidade entre quem recebe e quem participa”, sublinha Domingos Pires, da PORTUGALNTN, empresa parceira envolvida na organização desde a primeira edição.

Esta dinâmica tem um impacto direto forte na economia do território. Mais de 60% dos participantes são provenientes de fora da região e muitos aproveitam o festival para permanecer no Vale do Tua durante dois ou três dias, numa época do ano em que a atividade turística é habitualmente mais reduzida. A procura chega, em alguns municípios, a esgotar a capacidade de alojamento local, estendendo-se mesmo a concelhos vizinhos.

A restauração, o alojamento, o comércio e os produtores locais beneficiam desta procura, num modelo que procura fazer com que o valor gerado pelo turismo permaneça no território. Para além de participarem nas caminhadas, muitos visitantes aproveitam a estadia no Vale do Tua para descobrir a gastronomia, os vinhos, o património e outras propostas de turismo de natureza disponíveis na região.

Famílias

A edição deste ano ficou também marcada por uma novidade: a criação de oficinas criativas e pedagógicos destinados aos mais pequenos. Enquanto os pais participavam nos percursos pedestres, os mais novos podem aprender, brincar e descobrir novas experiências ligadas ao território, acompanhados por uma equipa dedicada. A iniciativa reforça a dimensão familiar que o festival pretende consolidar, alargando as possibilidades de participação e tornando o evento mais acessível a diferentes públicos e gerações.

A sustentabilidade é outro dos pilares do TFPP, traduzindo-se em medidas concretas para reduzir o impacto ambiental do evento e incentivar comportamentos responsáveis. Por exemplo, todos os participantes recebem uma garrafa e uma caneca reutilizáveis. A organização aboliu a utilização de garrafas de água descartáveis, assegurando pontos de reabastecimento ao longo dos percursos. A gestão dos resíduos é igualmente uma preocupação, com a organização a recolher o lixo encontrado durante a passagem pelos trilhos. Nos reforços alimentares e nas refeições, privilegiam-se produtos de origem local e, sempre que possível, o envolvimento de empresários e associações das próprias localidades.

A avaliação dos participantes é uma componente importante da melhoria contínua do festival. Em cada etapa, os caminhantes são convidados a responder a inquéritos de satisfação, podendo partilhar opiniões, sugestões e eventuais reparos sobre a organização e as atividades e, segundo a organização, as avaliações confirmam o bom caminho que se está a seguir.

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Autarca expectante quanto à possível VMER no concelho

VTM

A instalação de uma VMER no concelho deu novos passos, na sequência de uma reunião de trabalho que juntou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-Norte), o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e a Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste.

O encontro contou com a participação do vice-presidente da CCDR-Norte, Jorge Mendes, do presidente do Conselho Diretivo do INEM, Luís Mendes Cabral, e do presidente do Conselho de Administração da ULS do Nordeste, Miguel Abrunhosa. A instalação da VMER em Mirandela foi uma das duas prioridades analisadas pelas entidades, tendo sido avaliados os procedimentos necessários para concretizar esta resposta de emergência médica no território transmontano.

A reivindicação tem sido acompanhada pelo município de Mirandela, que considera a criação desta resposta uma medida importante para melhorar as condições de assistência à população. O presidente da câmara, Vítor Correia, manifesta satisfação com os desenvolvimentos conhecidos, embora mantenha alguma prudência quanto à concretização do projeto.

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Oportunidades e desafios da água estiveram em debate

VTM

Foi a partir desta ideia que a Ecoteca de Mirandela recebeu a iniciativa “Onde a Água Flui, as Oportunidades Crescem… – Desafios e Oportunidades para o Nordeste Transmontano”, que colocou em debate o papel estratégico da água e os desafios que se colocam à sua preservação e valorização na região.

Em declarações à VTM, Maria do Rosário Norton, presidente da Academia Portuguesa da Água, destacou que a iniciativa pretendeu “reforçar o conhecimento sobre os recursos hídricos e transmitir à população o papel da água na saúde e na qualidade de vida”.

A responsável salientou também que a academia ambiciona atuar como uma ponte entre o conhecimento científico e a sua aplicação no terreno. “Fazemos a ligação entre a ciência e a sua aplicação prática para valorizar as pessoas e melhorar a sua qualidade de vida”.

O presidente da Câmara de Mirandela, Vítor Correia afirmou à VTM que é importante valorizar a água como “recurso estratégico para a saúde, a qualidade de vida e o desenvolvimento do território”.

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Estação das Artes é finalista dos Prémios dos Fundos Europeus

VTM

O projeto de reabilitação da antiga Estação Ferroviária de Mirandela, que deu origem à atual Estação das Artes, é finalista da 2.ª edição dos Prémios dos Fundos Europeus, na categoria “Portugal + Próximo dos Cidadãos”.

Segundo o município, a distinção reconhece “a transformação de um dos edifícios mais emblemáticos da história ferroviária de Mirandela num equipamento público multifuncional, dedicado à cultura, criatividade, educação, encontro e participação”.

A intervenção teve como objetivo preservar a identidade arquitetónica e histórica do edifício, dando-lhe novas funcionalidades. De acordo com a autarquia, as obras contribuíram para “a regeneração urbana, valorização do património ferroviário e dinamização cultural da cidade”.

A Estação das Artes é um espaço aberto a toda a comunidade, acolhendo exposições, atividades educativas, iniciativas culturais e projetos desenvolvidos em colaboração com associações, artistas, escolas e outras entidades.

A recuperação do edifício foi concretizada através de duas operações complementares cofinanciadas pelo Programa Operacional Regional do Norte – NORTE 2020.

Desde segunda-feira está aberta a votação do público, através do site dos Prémios dos Fundos Europeus.

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