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Esta é a chave do Euromilhões. Jackpot é de 49 milhões de euros

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By: ECO

Com um primeiro prémio no valor de 49 milhões de euros, decorreu esta sexta-feira mais um sorteio do Euromilhões. O valor do jackpot subiu depois de não ter havido vencedores do primeiro prémio no sorteio anterior.

Veja a chave vencedora do sorteio desta sexta-feira, dia 16 de outubro.

Números: 7, 15, 16, 22 e 35

Estrelas: 8 e 11

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Habitação. Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”

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By: Lusa

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou esta sexta-feira que o problema da habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina”, nem com tumultos e avisou que o Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”.

As declarações foram feitas durante uma interpelação ao Governo agendada pelo PCP sobre a subida do custo de vida, na qual o deputado do CDS-PP Paulo Núncio trouxe ao debate a intervenção policial no protesto pela habitação no Porto, na madrugada desta quinta-feira.

O líder da bancada centrista apelou ao executivo, à Câmara do Porto e às forças de segurança que tenham “determinação e coragem” para “pôr na ordem” o que caracterizou como uma “minoria de arruaceiros que ocupou ilegalmente o espaço público, enchendo a Praça D. João I de tendas, graffiti e de toda a espécie de lixeira”.

Na réplica, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou que o Governo defende o direito à manifestação, mas que todos os direitos devem obedecer a regras.

"Encaramos o problema da habitação como um problema muito sério, […] mas que se desenganem todos aqueles que julgam que as soluções para esse tipo de problemas nascem do tumulto, da turbulência e da desorganização, da falta de ordem pública.”

Ao longo do debate, em resposta às críticas da esquerda, o ministro acusou ainda o líder do BE, José Manuel Pureza, de ter apelado à insurreição e deixou um aviso: “O Governo não vai ceder aos gritos que vêm da rua”.

“Este Governo resolve problemas com políticas públicas, com soluções sérias, com soluções construídas (…). Nós resolvemos os problemas com os ingredientes da realidade e tentando sempre e conseguindo resolvê-los dentro do espírito da moderação, do humanismo e da defesa do Estado de Direito”, acrescentou.

Abreu Amorim defendeu que este problema “resolver-se-á com políticas públicas sérias, calibradas e que é isso que o Governo está a fazer”, acrescentando que a crise na habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina, que não têm o condão de construir casas”.

“O problema da habitação não se resolve com ‘slogans’, não se resolve com a alteração da ordem pública e por isso este Governo estará sempre na primeira linha da defesa da ordem pública, da segurança e da tranquilidade dos cidadãos”, insistiu.

PS quer saber se “uso da força foi adequado e proporcional”

Já o líder do PS pediu que se assumam “todas as responsabilidades” e se apure se o uso da força policial “foi adequado e proporcional” na manifestação da habitação do Porto, acusando o Governo de “só trabalhar empurrado”.

“Este primeiro-ministro e este Governo só trabalham empurrados. Foi precisa a indignação dos cidadãos para que o Governo só agora tenha decidido abrir o inquérito por parte da IGAI aos acontecimentos vividos no Porto”, disse José Luís Carneiro numa posição enviada à agência Lusa.

Para o secretário-geral do PS, “é fundamental apurar com rigor se o uso da força [policial] foi adequado e proporcional e assumir todas as responsabilidades”.

"A defesa da segurança e da ordem públicas tem de ser compatível com o exercício das liberdades cívicas, entre elas o direito de manifestação.”

De acordo com o jornal Público, a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) informou esta sexta-feira que “abriu um processo administrativo” à intervenção policial ocorrida na madrugada desta quinta-feira, num protesto pela habitação, no Porto.

Na quinta-feira, José Luís Carneiro já tinha pedido “explicações urgentes” do ministro da Administração Interna sobre a intervenção policial nas manifestações pela habitação no Porto, que considerou comprovarem “o falhanço” do Governo nesta área.

O movimento pela habitação que tem protestado no Porto denunciou uma carga policial, na madrugada de quinta-feira, que causou ferimentos em 39 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave. De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.

A PSP confirmou entretanto um polícia ferido e a existência de feridos entre os manifestantes, sem precisar quantos, atribuindo a razão da intervenção a “comportamentos de resistência”. Já o presidente da Câmara do Porto disse que a PSP se viu “forçada” a atuar, perante a atitude dos manifestantes, tendo lamentado o incidente.

Na quinta-feira à noite, os manifestantes que desde sábado protestam a crise da habitação na Praça D. João I, no Porto, regressaram a este local após terem levado o protesto à porta da Câmara do Porto, durante a concentração após a carga policial registada na madrugada anterior.

 

 

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IC19 vai estar cortado na manhã de domingo

RAP GRANDE LISBOA – EXERCÍCIO DE PROTEÇÃO E SOCORRO NO IC19 (“IC-QUELUZ’26”)

IC19 ao km 5+900 – Condicionamento de trânsito

No próximo dia 18 de outubro, terá lugar no IC19, ao km 5+900, no sentido Lisboa–Sintra, o exercício de Proteção e Socorro “IC-QUELUZ’26”. A iniciativa destina-se a testar a resposta operacional dos diferentes Agentes de Proteção Civil perante um acidente rodoviário complexo, segundo as autoridades.

A realização do exercício implicará a interdição da circulação no troço entre as 09h00 e as 13h00. O trânsito será desviado pelo ramo de saída para o Palácio Nacional de Queluz, com reentrada junto à Escola Prática da GNR.

Solicita-se a melhor compreensão pelos incómodos e inconvenientes que esta situação possa causar, na certeza de que a iniciativa contribui para a melhoria das condições de segurança da infraestrutura e dos seus utilizadores.

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16/10/2026
Por: Dino Frazão

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Exposição sobre Macau inaugura na UAlg

A Biblioteca da Universidade do Algarve, no Campus de Gambelas, em Faro, inaugura amanhã, 16 de outubro, às 17h30, a exposição «Macau, Êxitos de “Um País, Dois Sistemas”», dedicada aos resultados alcançados pela Região Administrativa Especial de Macau em diferentes áreas.

A mostra apresenta uma visão abrangente do desenvolvimento de Macau sob o princípio “Um País, Dois Sistemas”, abordando domínios como a política, a economia, a sociedade e o bem-estar da população. A exposição estará patente na universidade durante o mês de outubro.

No dia da inauguração, a Comissão de Desenvolvimento de Quadros Qualificados da Região Administrativa Especial de Macau irá também apresentar o regime de captação de quadros qualificados, dando a conhecer oportunidades de emprego e perspetivas de desenvolvimento profissional em Macau.

A iniciativa é organizada pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau, pela Delegação Económica e Comercial de Macau em Lisboa e pelo Gabinete de Comunicação Social de Macau.

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Gamma. Segundo modelo da Lancia é um SUV coupé com 4,67 m

Com apenas o utilitário Ypsilon no mercado, a Lancia lança finalmente o Gamma, o seu segundo modelo. Trata-se de um sofisticado SUV com 4,67 metros, que parece partilhar a base com o DS Nº7.

O novo Lancia Gamma pode ser encomendado a partir do final de 2026, para as entregas começarem logo no início de 2027
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Motorista português de 51 anos morre em colisão com quatro camiões na A6 em Zamora

Um motorista de pesados português, de 51 anos, perdeu a vida na sequência de um grave acidente de viação ocorrido no quilómetro 259 da autoestrada A6, no sentido Madrid, na região de Zamora, Espanha.

A vítima mortal foi identificada como Alexandre Morais, residente em Águas Santas, no concelho da Maia. O profissional ficou encarcerado na cabine do seu veículo na sequência do embate, que envolveu no total quatro veículos pesados de mercadorias, incluindo três camiões com reboque. Apesar da rápida mobilização dos meios de socorro, Alexandre Morais acabou por não resistir à gravidade dos ferimentos, tendo o óbito sido declarado no local.

No apoio à ocorrência estiveram envolvidos os bombeiros de Benavente, elementos do serviço de trânsito e equipas médicas do Sacyl (serviço regional de saúde).

Segundo as autoridades locais, as circunstâncias em que ocorreu o acidente estão a ser investigadas.

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Por: Dino Frazão
Data: 14 de Outubro de 2026

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Jovens do Alentejo, Algarve e Andaluzia debatem resiliência democrática

Jovens do Algarve, Alentejo e Andaluzia reúnem-se, de 16 a 18 de outubro, em El Rocío, no município de Almonte, província de Huelva, para debater os desafios da democracia europeia, sob a questão: “Como podemos tornar as nossas democracias mais fortes e resilientes, juntos?”.

O V Encontro de Jovens da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia (AAA) terá como destaque o painel cidadão “Escudo para a Democracia”, uma iniciativa com vista à reflexão e construção de políticas públicas europeias. Organizados em grupos e acompanhados por mentores, os jovens vão “identificar desafios, debater possíveis soluções e elaborar recomendações”.

Posteriormente, as propostas serão apresentadas numa sessão plenária, sendo que as recomendações acordadas serão reunidas e publicadas na Plataforma de Participação dos Cidadãos da União Europeia. Com base nas ideias desenvolvidas, os jovens vão ainda conceber e apresentar projetos “concretos, viáveis e sustentáveis, com potencial de aplicação local”.

O encontro termina no domingo, 18 de outubro, com um programa dedicado à “sustentabilidade, partilha de experiências e estabelecimento de contactos”, no Parque Nacional de Doñana.

A iniciativa vai também dar a conhecer a Rede Natura 2000, da qual Doñana faz parte, enquanto instrumento europeu de conservação da biodiversidade e de proteção dos habitats e das espécies ameaçadas.

O encontro conta com o apoio do Interreg Espanha-Portugal e da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia, através da Consejería de Presidência, Saúde e Emergências da Junta da Andaluzia. A organização está a cargo do Conselho Andaluz do Movimento Europeu e da rede de centros Europe Direct em Portugal e Espanha, bem como do Centro de Documentação Europeia da Universidade de Sevilha.

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Nove pessoas regressam a casa após incêndio no bairro da Horta da Areia

Nove das 29 pessoas que ficaram desalojadas devido ao incêndio de ontem, no bairro da Horta da Areia, em Faro, regressaram a casa, enquanto 20 continuam em alojamentos temporários.

“Queremos uma solução rápida para alojar definitivamente as pessoas”, afirmou à Lusa Davide Fernandes, diretor técnico do Centro Comunitário Horta da Areia, acrescentando que a Câmara de Faro não dispõe de habitação social para as colocar.

Nove das 29 pessoas “puderam regressar às suas habitações”, que não foram afetadas pelas chamas, sendo que os elementos do centro comunitário prestaram apoio às famílias desalojadas através de “medicamentos e refeições”.

As 20 pessoas restantes, entre as quais quatro crianças e dois bebés, de três meses e um ano, ficaram desalojadas e foram instaladas temporariamente nas piscinas municipais e pelo Centro de Alojamento de Emergência Social do Movimento de Apoio à Problemática da Sida (MAPS).

O incêndio deflagrou ao início da tarde de terça-feira e foi dominado cerca de duas horas depois, destruindo duas casas, mas sem ferir a população.

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“Uma cidade de todos contra todos”: livro de Paolo Funassi analisa o primeiro ano de mandato em Albufeira

Do seu ponto de vista – “que não é sagrado” – e depois de frequentar assembleias e reuniões, de participar ativamente na vida política e social de Albufeira e de “sentir o humor das pessoas nas redes sociais”, Paolo Funassi escreveu um livro sobre o primeiro ano de mandato de Rui Cristina, que destronou o PSD nas últimas autárquicas, com 40,51% dos votos.

Paolo Funassi reside em Albufeira há quase 10 anos, considera-se um ativista social e defensor dos albufeirenses e ao longo dos anos construiu uma comunidade online de centenas de milhares de pessoas, incluindo a página de Facebook “Albufeira Paradise”. É também autor de vários livros e foi o primeiro estrangeiro a exercer, há alguns anos, em períodos de substituição, o cargo de deputado municipal. Para o próprio, Albufeira está “sem rumo” e é, atualmente, uma cidade onde foram criadas “divisões” e onde estão “todos contra todos”.

No seu mais recente livro, “Albufeira 12 meses pedidos”, defende que o concelho “não está bem nem para os turistas, nem para os residentes” e que a governação foi feita para um “destino turístico diferente”.

Um exemplo disso, conta ao Jornal do Algarve, foi a “governação contra os empresários” através das restrições de horários, fazendo com que estabelecimentos fechassem uma hora antes do habitual. “Essa é a hora de fecho, a «hora de pico» onde mais se concentram pessoas na rua e em bares, o que prejudicou a faturação que muitas vezes permite que os estabelecimentos sobrevivam durante os meses de inverno”, explica, acrescentando que no próximo verão quer perceber “quantos turistas gostaram do que viram e decidem voltar”, já que este ano “muitos já tinham comprado a viagem antes da mudança de regras e restrições”.

Para Paolo Funassi, um ano depois a cidade “está pior” e “não se percebe que mensagem passa este executivo, nem o que pretende fazer”, estando uma “confusão generalizada” num município onde o presidente “proíbe, embarga e multa” em vez de “falar, ajudar, cooperar e unir”.

A obra frisa que Rui Cristina herdou problemas relacionados com a sazonalidade, habitação, mobilidade, segurança, limpeza urbana, diversificação económica, qualificação da oferta turística, reabilitação urbana e a necessidade de encontrar um equilíbrio entre moradores, turistas e empresários. No entanto, “quanto tempo pode o executivo continuar a ser avaliado pelos problemas que diz que encontrou e não por aquilo que mudou?” é uma das questões presentes.

O livro analisa também “duas cidades”: Albufeira de agosto e Albufeira de janeiro. Segundo o ativista, é “essencial” fazer com que a economia viva durante todo o ano. Apesar de “não existirem soluções simples”, deveria existir uma “estratégia”: “Congressos, eventos, turismo desportivo e sénior, cultura, acontecimentos internacionais, incentivos ao investimento, revitalização dos centros urbanos, novas atividades económicas e melhores ligações”, sugere.

Uma Câmara Municipal não começa do zero no dia da tomada de posse. Nesse sentido, “Albufeira 12 meses perdidos” reflete também sobre as obras herdadas e posteriormente concluídas; os projetos herdados, mas “modificados ou impulsionados” pelo novo executivo; e os projetos “concebidos, decididos e iniciados” pela nova gestão.

Outra das críticas passa pelo estilo de comunicação nas redes sociais. Uma Democracia beneficia quando “os eleitos explicam aquilo que fazem”. O problema, para Paolo, começa quando surge uma “confusão perigosa”: “comunicar uma decisão não é o mesmo que executar uma política. E mostrar um problema não é o mesmo que resolvê-lo”.

Rui Cristina “ainda não demonstrou, na minha avaliação, uma transformação proporcional às expectativas criadas pela mudança política. Não significa que não tenha feito nada, mas que Albufeira podia estar a fazer muito mais”.

“O bom de Albufeira é que hoje estamos pior do que ontem, mas melhor do que amanhã”, diz Paolo Funassi, com um tom irónico, ao Jornal do Algarve, frisando ainda que o livro é intitulado “12 Meses Perdidos” e não “Quatro Anos Perdidos”, pelo que “Rui Cristina ainda pode construir um grande mandato”.

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