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Mais de 300 crias de baleia morreram na Patagónia. Ainda não se sabe porquê

Os cientistas correm para explicar porque é que centenas de crias de baleia-franca-austral morreram este ano na Patagónia argentina. Começam a surgir as primeiras pistas. Desde junho, morreram mais de 300 crias de baleia-franca-austral (Eubalaena australis) na Patagónia argentina. Foi uma mortandade “excecional”, dizem os cientistas. O número preliminar já ultrapassa de longe o recorde anual anterior, de 2012, quando morreram 113 crias de baleia-franca-austral, o maior valor alguma vez documentado para a espécie, tanto a nível local como global. Agora, os cientistas correm para perceber ao certo o que está a causar esta mortandade sem precedentes. As análises laboratoriais

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Encontro promoveu ciência e saúde mais próximas da comunidade

VTM

Numa parceria entre o município de Chaves e a Universidade do Minho, Nuno Vaz, presidente da câmara municipal, destacou a importância deste encontro como espaço de aproximação entre ciência, comunidade e território.

“O objetivo passa por valorizar os nossos recursos humanos e qualificar os nossos ativos, sejam empresas, sejam pessoas ou instituições, através do conhecimento”, num evento que de uma forma próxima e informal “permite colocar em diálogo investigadores, professores, jornalistas e outros profissionais”.

O autarca sublinhou que esta partilha é importante para criar novas formas de pensar e encontrar soluções para os desafios atuais. “Conhecimento é errar, mas errar é acrescentar e evoluir naquilo que possam ser novas soluções e novas formas”, sustentou, adiantando que a presença de personalidades reconhecidas do mundo científico e académico representa “qualidade, valor e diversidade” para transmitir conhecimento à comunidade.

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Antigo quartel florestal do Fojo vai transforma-se num espaço de investigação

VTM

Durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra do Parque da Biodiversidade do Alvão — Living Lab, o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Bruno Ferreira, salientou a importância da transformação do antigo quartel florestal do Fojo num espaço dedicado ao conhecimento, à investigação e ao desenvolvimento territorial, que aproxime a natureza, a ciência e a investigação da realidade local. “Um território do interior não tem de ser apenas um objeto de estudo, pode ser um local onde se pode produzir conhecimento”.

O projeto, com um investimento de cerca de um milhão de euros financiado pelo programa Norte 2030, é uma iniciativa conjunta da Câmara de Mondim de Basto, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-Norte) e do ICNF.

Bruno Ferreira explicou que o projeto nasceu da vontade de atrair instituições como a UTAD e o ICNF para o território, criando condições para a investigação em áreas como “a água, o clima, os solos, a floresta e a agricultura”. Referiu ainda que “o Parque Natural do Alvão, sendo o mais pequeno do país, é aquele onde se encontra a maior concentração de biodiversidade”, acrescentando que “a investigação também pode ser feita em territórios como este”.

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