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Quem foi Lua Blanco, atriz de ‘Rebelde Brasil’ que morreu aos 39 anos
Morreu neste domingo, 18, a atriz Lua Blanco, conhecida por seu papel como Roberta na versão brasileira da novela Rebelde, aos 39 anos. A informação foi confirmada por familiares da atriz nas redes sociais. Segundo Daniel Blanco, irmão de Lua, ela fazia um tratamento contra um câncer nos últimos meses.
A atriz marcou uma geração com seu papel na novela entre 2011 e 2012 e colecionava fã-clubes. Roberta era uma jovem questionadora de personalidade forte. Na versão original do sucesso mexicano, a personagem foi interpretada por Dulce María.
Lua dividiu o protagonismo da novela ao lado de Sophia Abrahão, Micael Borges, Arthur Aguiar, Mel Fronckowiak e Chay Suede.
Lua nasceu em São Paulo e começou a carreira artística como vocalista da banda Lágrima Flor. Ela era neta do arquiteto e músico, Billy Blanco, grande nome da bossa nova.
A artista começou a atuar como atriz no teatro e, em 2008, migrou para a televisão na novela Três Irmãs, da Rede Globo. Na emissora, Lua também chegou a integrar o elenco de Malhação, Aventuras do Didi e apresentou o programa infantil TV Globinho.
Após o sucesso na TV, ela voltou a investir na carreira como cantora. Ao todo, ela lançou dois álbuns: Mão no Sonho, de 2016, e Órbita, de 2023. Nas redes sociais, Lua compartilhava registros de sua rotina, mas não chegou a comentar sobre o diagnóstico de câncer.
Integrantes do elenco lamentam morte
A atriz mexicana Dulce María e integrantes do elenco da versão brasileira da novela Rebelde lamentaram a morte de Lua Blanco.
"Completamente em choque", escreveu Dulce em um story no Instagram. "Peço a Deus que dê força e resignação aos seus familiares, amigos e fãs. Envio um abraço com todo o meu carinho Voa alto, Lua bonita."
Sophia Abrahão, que interpretou a personagem Alice na novela, fez uma publicação na rede social relembrando a trajetória ao lado de Lua. "Foram tantos anos dividindo uma história, tantos momentos, tantas risadas, tantos desafios... Crescemos juntas em meio a tudo aquilo e vivemos coisas que vão estar para sempre guardadas em um lugar muito especial da minha memória e do meu coração", escreveu.
Micael Borges, que interpretou o personagem Pedro, gravou um vídeo em que falou sobre "gratidão" aos momentos vividos com Lua e desejou condolências aos familiares. "Todo o meu respeito, carinho e amor", disse.
Arthur Aguiar, que viveu Diego, par romântico da personagem da atriz na novela, compartilhou um registro da última vez em que se encontrou com Lua. "Que bom que ainda tivemos a oportunidade de conversarmos e falarmos tudo. Que Deus te receba de braços abertos e conforte o coração de todos os que ficaram", escreveu


© Reprodução/Instagram
Morre Lua Blanco, atriz que interpretou Roberta na novela Rebelde Brasil, aos 39 anos
A atriz, cantora e compositora brasileira Lua Blanco, conhecida por interpretar a personagem Roberta Messi na novela Rebelde Brasil em 2011 e 2012, faleceu neste domingo (18), aos 39 anos.
A morte foi confirmada por familiares da artista, através das redes sociais. Segundo a publicação, Lua Blanco lutava contra um câncer nos últimos meses de vida.
"Ela se foi em paz, preenchida de amor e com a fé plena de que ia direto pras mãos de Deus. Ela estará conosco para sempre, nos iluminando com a sua forte luz eterna. Peço respeito pelo nosso luto e silêncio nesse momento desafiador. Obrigado por todo carinho de sempre", diz o texto.
Lua Maria Blanco nasceu em 5 de março de 1987, em São Paulo. Como atriz, integrou o elenco de Malhação e Aventuras do Didi, além dos filmes Socorro e Turbulência, e como apresentadora, esteve à frente do programa infantil TV Globinho.
Lua também investiu na carreira como cantora e lançou dois álbuns: Mão no Sonho, em 2016, e Órbita, em 2023.


© Reprodução/Instagram
Morre Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do judô brasileiro

“Hoje, o judô brasileiro se despede de uma de suas maiores referências. Chiaki Ishii foi um pioneiro que acreditou no potencial do Brasil e ajudou a mostrar ao mundo a força da nossa modalidade. Sua história não está apenas nas medalhas que conquistou, mas também nos atletas que formou, nos ensinamentos que compartilhou e no caminho que abriu para tantas gerações. Sua contribuição jamais será esquecida. Que sua memória permaneça viva em nosso esporte e continue inspirando todos aqueles que vestem um judogi”, disse Paulo Wanderley, presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ).
Nascido em Ashikaga (Japão), Chiaki Ishii chegou ao Brasil em 1964, aos 22 anos, em busca de novas oportunidades, após perder a seletiva de judô para os Jogos Olímpicos daquele ano. Chegou a trabalhar como agricultor em uma colônia japonesa em Presidente Prudente (SP), mas não demorou muito para voltar aos tatames. Em 1969, Chiaki Ishii optou por se naturalizar brasileiro e dois anos depois assegurou bronze no Mundial de Ludwigshafen, a primeira do Brasil na competição.
Além do pódio mundial e olímpico, Ishii foi quatro vezes campeão em Jogos Pan-Americanos. Em nota oficial, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) destacou a trajetória de Chiaki Ishii mesmo após a aposentadoria dos tatames como atleta.
“Seu legado, porém, vai muito além dos resultados como atleta. Na academia que manteve na Lapa, em São Paulo, Ishii formou e influenciou judocas que levaram adiante sua contribuição para a modalidade” disse a entidade. “Neste momento de profunda tristeza, o COB expressa suas sinceras condolências aos familiares, amigos, alunos e a toda a comunidade do judô”, concluiu.
Membro do Hall da Fama do COB, o pioneiro do judô nacional contribuiu ainda na formação da novos talentos que depois também brilharam como medalhistas olímpicos, como Walter Carmona e Rafael Silva, o Baby. Chiaki Ishii serviu de inspiração para as próprias filhas, Tânia Chie Ishii e Vânia Yukie Ishii, que seguiram no judô e representaram o país nos Jogos de Barcelona 1992, de Sidney 2000 e Atenas 2004.
Em 2023, Chiaki Ishii foi contemplado com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, oferecido aos atletas brasileiros que se destacaram e construíram um legado consistente e eterno. Pela história vitoriosa, Chiaki Ishii foi reconhecido com a a graduação de Kodansha 9º Dan - condecoração de Ordem ao Mérito da CBJ -, a maior honraria do judô nacional.