Abandoning racial justice won’t save our democracy — reimagining elections will



VTM
A segunda tentativa falhada para executar esta mulher do Estado americano do Tennessee deu novo fôlego ao debate sobre a pena de morte. Este caso começa por colocar muitas dúvidas até sobre a metodologia usada, que alguns asseguram que é eficaz e indolor, mas na verdade não resultou assim. Não foi eficaz e poderá ter causado sofrimento extremo à vítima. E depois de uma primeira tentativa falhada, voltou-se a sujeitar a condenada ao mesmo suplício com o mesmo resultado. É altamente questionável tudo o que se passou.
Os bispos católicos do Estado do Tennessee, juntamente com os bispos da Comunhão Anglicana, apressaram-se a pedir uma comutação da pena e que não se procedesse a uma nova tentativa de execução, não desvalorizando a gravidade do crime que foi cometido e o sofrimento da família da vítima, que ela foi acusada de matar. Os bispos sublinham, sobretudo, que a necessária atribuição de responsabilidade por um crime muito grave não deveria exigir outra morte. Na base deste entendimento está a dignidade que pertence a cada pessoa, criada à imagem de Deus. A vida humana é sagrada. Nem mesmo os crimes mais graves podem anular essa dignidade ou excluir definitivamente a possibilidade de arrependimento e redenção. A justiça não é vingança. Como é que se compreende que uma sociedade condene alguém por ter tirado a vida a uma pessoa e depois essa mesma sociedade pratica o que condena?
Para a Igreja Católica a pena de morte é inadmissível e defende a sua abolição em todo o mundo, porque é um ataque à dignidade da pessoa humana e não é protetora da sociedade. A dignidade da pessoa não se perde após a prática de crimes muito graves. Além do mais, os Estados atuais já têm formas de detenção eficazes, sem necessidade de tirar a vida e que não anulam a possibilidade de redenção aos culpados. O Estado deve defender a vida sempre e em todos os casos. Os países que a defendem e praticam alegam que a pena de morte é dissuasora, mas, na verdade, não há provas claras de que assim seja e apesar de praticarem a pena de morte, continuam a registar altos índices de criminalidade.
O Papa Francisco apelou a “todos os cristãos e homens de boa vontade” que lutem, “não só pela abolição da pena de morte, legal ou ilegal, em todas as suas formas, mas também para melhorar as condições carcerárias, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas da liberdade”.
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U.S. President Donald Trump was halfway through his speech at a campaign rally in Clarksville, Tennessee, this Saturday, surrounded by his usual supporters: mostly white, dressed in red, wearing MAGA hats, and displaying messages of support for the Republican. “It’s amazing. I could say the stupidest things and you’d clap me,” he boasted. On cue, the crowd, amid laughter, applauded.

© Eric Lee (REUTERS)
Christa Pike was supposed to be executed on September 30 at a Tennessee prison for the 1995 murder of a fellow student. But after receiving two supposedly lethal doses of pentobarbital, the 50-year-old survived. A week later, she remains hospitalized in Nashville. Her attorneys say she is now conscious and able to speak, though she continues to require medical care and faces a lengthy and uncertain recovery.

Christa Pike, 50, has been hospitalized for almost a week after receiving two injections that allegedly contained lethal pentobarbital. On Tuesday, her lawyers said she had regained consciousness and speech, though her prognosis remains uncertain. The state of Tennessee had attempted to execute her for the 1995 murder of a fellow student, but Pike survived and was taken to hospital. If she stabilizes and is discharged, the state could send her back to death row and try to execute her again.
© EPV

When attorney Vanessa Potkin learned about the botched execution of inmate Christa Pike, she worried that her client, Melissa Lucio, would hear what had happened in Tennessee and think about what might happen to her. The Latina has spent nearly 18 years on death row in a Texas prison trying to prove she is innocent of causing her two-year-old daughter’s death.
Tennessee Governor Bill Lee has halted the one remaining execution for 2026 after a woman named Christa Pike on Wednesday survived two injections of pentobarbital, a situation described as unprecedented.

© Correccionales De Tennessee (EFE)
The state of Tennessee has ordered a stay on the execution of a woman who was sentenced to death for the murder of a fellow student when she was 18. If it had been carried out as planned on Wednesday, Christa Pike, now 50, would have been be the first woman put to death in the mid-southeastern state in more than two centuries.

© George Walker IV (AP Photo/George Walker IV)