During one of his son’s hockey games, Nick Paumgarten watches as his eight-year-old is hit from behind, only to rise to his feet and use his stick to hit the side of his opponent’s head. Alongside his concern for his son’s head and neck, Paumgarten, who has written about his own hockey-related concussions, rapidly processes the outcomes of the exchange: a game-deciding penalty, his own reflexive rationalization, and the evaluation of other parents who “held me in some way responsible, as both father and coach, for the violence and loss of self-control.” Paumgarten’s essay is rich with such moments of parent-coach double-consciousness, and sensitive to the numerous ways, some of them awful, in which those two identities intrude upon each other.
That Sunday, it wasn’t yet 8 A.M. when a Rye player shoved James from behind into the boards. James went down awkwardly and stayed prone a moment, then leaped up and, with an implausible ferocity, cross-checked the other kid in the ear. The Rye boy collapsed to the ice, and the other kids poured in and began grappling with one another, while parents shouted and pointed. Soon there was a pile of mites, with the two referees pulling players off and flinging them aside like puppies. Through the windows, you could see that the sun had risen over the Long Island Sound. I thought of my son’s fellow second graders back in the city, likely still asleep or watching cartoons in their pajamas or getting dressed for church or whatever the unrinked got up to on weekend mornings, but here at Playland my boy had instigated a munchkin brawl.
Cristiano Ronaldo não foi utilizado frente à Noruega. Foto: José Sena Goulão/Lusa
O selecionador de Portugal, Jorge Jesus, reagiu, esta quarta-feira, à polémica em torno de Cristiano Ronaldo, negando a existência de qualquer problema com o capitão português, depois do incidente no jogo com a Noruega.
“É verdade que combinei com ele que não iria a jogo na Noruega nem na Dinamarca, mas depois pensei que se calhar até ia precisar dele nos últimos minutos. Mas o jogo disse-me outras coisas e eu não o coloquei no jogo. Eu decido sempre em função do que é melhor para a equipa e nunca vai haver um jogador, nem ninguém, que vai mudar as minhas ideias como treinador”, disse Jorge Jesus, em conferência de imprensa, assumindo ainda alguma responsabilidade pela instabilidade criada.
“Mandei-o aquecer aos 45 minutos, quando ainda não sabia o que ia fazer. Isso foi o que fiz mal, devia tê-lo metido a aquecer uns 15 minutos mais tarde”.
Depois de garantir que apenas responderia a duas perguntas sobre Cristiano Ronaldo, o selecionador recordou o passado com Ronaldo no Al Nassr. “Não cheguei há três meses à seleção e conheci o Cris, passei um ano com ele, conheço completamente as condições físicas dele e sei, porque já o fazia na Arábia Saudita, que quando havia jogos de três em três dias, raramente o Cris jogava. Além disso, o Cris nunca treina no primeiro nem no segundo dia após o jogo. Nunca”, acrescentou, garantindo que Cristiano Ronaldo nunca se recusou a treinar.
“Não há caso nenhum. Não se recusou a treinar. Não treinou o Francisco Conceição, que estava lesionado, o Félix, porque tentámos descarregar a fadiga e vamos ver amanhã. E o Cris fez trabalho de ginásio. Fez mobilização no campo e depois fez trabalho de reforço para o hotel. Não recusou. Acham que algum jogador de uma seleção se recusa a treinar? Não é de Portugal. De outra seleção. Só se se quiser ir embora e tiver outras ideias. Ninguém se recusa a treinar”, frisou Jesus.
Jorge Jesus confirmou também a reunião com Pedro Proença.
“O presidente Proença falou comigo e com o Cris porque é o papel de um presidente. Falar com capitão, com o treinador quando há ruído. Se não houvesse esse caso ele vinha na mesma, mas estivemos a falar os três. Já tinha falado com o Cris depois do jantar. O presidente não veio resolver nada porque não havia nada para resolver”, reiterou o sucessor de Roberto Martínez.
Questionado sobre quem será o avançado frente à Dinamarca, o treinador português anunciou que Cristiano Ronaldo continuará como suplente, enquanto Gonçalo Ramos será titular.
“Ronaldo? Não sei o que vai acontecer no jogo. Se precisar dele, entra. Se não precisar, não entra”.
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A Jamaica levou ao Fórum Económico Mundial uma proposta para repensar a forma como o sucesso do turismo é medido, defendendo que o setor deve deixar de ser avaliado apenas pelo número de visitantes e passar a considerar o impacto gerado nas economias e comunidades locais.
A Accor nomeou Francisco Pleguezuelos López vice-presidente de desenvolvimento para a Península Ibérica, ficando responsável pela estratégia de crescimento das marcas dos segmentos Premium, Midscale e Económico do grupo em Portugal e Espanha.
Numa altura em que o Brasil espera receber cerca de 320 mil turistas portugueses, Bruno Reis admite que o mercado português “é muito importante” não só pela chegada de novos turistas, mas também pela “possibilidade de atração de investimentos”.
Os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 57,3 milhões de dormidas nos primeiros oito meses de 2026, mais 1,5% do que no mesmo período do ano anterior, enquanto os proveitos totais cresceram 5,1%, para 5.129 milhões de euros.
A Abreu Events lançou o e-book “Congresso Médico de Sucesso – Um Guia Prático para Médicos Especialistas”, um guia destinado a apoiar médicos envolvidos na organização de congressos, conciliando a componente científica com os desafios de planeamento, organização e gestão dos eventos.
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O grupo espanhol Oca Hotels anunciou um investimento previsto de 400 milhões de reais (cerca de 67 milhões de euros) no projeto Riviera Maragogi, uma expansão integrada no Grand Oca Maragogi Beach & Leisure Resort, no litoral de Alagoas, no Brasil.
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Sur les terres émergées, les ressources s'épuisent. Alors les regards des dirigeants, des militaires et des investisseurs se tournent vers l'océan. Et, plus précisément, vers les fonds marins. Une nouvelle ère s'ouvre : celle de l'exploitation des abysses. Le journaliste Guillaume Pitron y a consacré trois années d'enquête et un livre, dont nous publions les extraits en exclusivité.
Toutes les marines nationales d'Asie semblent s'être donné rendez-vous, en ce printemps 2025, dans un vaste hall d'exposition attenant à l'aéroport Changi, à Singapour, à l'occasion de l'International Maritime Defence Exhibition (Imdex) Asia 2025. Leurs émissaires portent beau dans leurs uniformes parés de galons, prenant langue avec une myriade de représentants de commerce. L'exposition est en effet un point de ralliement des leaders industriels du naval de défense, venus présenter leurs dernières innovations : le britannique Rolls-Royce (systèmes de propulsion pour sous-marins et frégates), l'israélien Elbit Systems (sonars), le singapourien ST Engineering (systèmes électroniques embarqués), le constructeur de navires de guerre américain Lockheed Martin, l'autrichien Schiebel et son Camcopter S-100, un drone aérien de reconnaissance tactique…
Également présent, le groupe allemand Euroatlas promeut son Greyshark. Long de huit mètres et pesant quatre tonnes et demie, ce drone sous-marin, silhouette de squale, museau effilé et propulsion à hélices, est taillé pour une grande variété de tâches, civiles comme militaires. « Cela dépend des besoins de l'opérateur », expliquent les deux commerciaux s'affairant autour du véhicule. Cartographie du plancher océanique, protection d'infrastructures sous-marines, récupération de munitions abandonnées… : ces missions sont permises par l'autonomie de seize semaines du Greyshark, qui en décuple les performances. Pour sûr, arguent les deux chargés d'affaires, l'avenir est à ces nouveaux engins, car « les hommes cèdent peu à peu la place, dans les océans, aux technologies autonomes ».
Une variété d'engins autonomes
Embarqué dans des sous-marins et autres bathyscaphes, l'homme côtoie les fonds océaniques situés à plus de mille mètres de profondeur depuis la seconde moitié du XXe siècle. Pourtant, 80 % de ces contrées restent inexplorées. Il faut dire que passer au peigne fin les moindres recoins du plancher océanique à bord de Nautilus habités coûte des sommes insensées. De plus, c'est dangereux. Enfin, cela prend un temps fou. Dès lors, l'exploration des fonds marins a avancé à pas comptés… Ce triple obstacle pourrait être contourné grâce à la multiplication des drones. Le mot renvoie à une variété d'engins autonomes : des robots sous-marins filaires téléguidés, de petits vaisseaux naviguant en surface et surtout des véhicules sous-marins, souvent désignés par leur sigle anglais AUV (Autonomous Underwater Vehicles).
L'industrie pétrolière a été parmi les premières à manier ces engins légers et compacts, capables notamment de se substituer aux plongeurs lors d'interventions sur les fondations de plates-formes offshore. Leur autonomie permet également de rallonger la durée, donc l'efficacité, de missions d'exploration de gisements, et ce à des coûts compétitifs (un drone coûte « seulement » entre 1 et 10 millions d'euros). Leur force est d'agréger sous leur coque une variété de briques technologiques : une batterie lithium-ion offrant une autonomie allongée et un vaste rayon d'action, des sondeurs multifaisceaux permettant de capter des téraoctets de données à chaque plongée, une centrale inertielle pour le guidage et la navigation et, demain, toujours plus d'intelligence artificielle (IA) pour leur conférer une capacité de décision étendue.
« Les flottes d'AUV permettent de collecter trois à quatre fois plus de données qu'avec des moyens de surface équivalents », convient M. Jean-Marc Sornin, président d'Abyssa, une société d'exploration des grands fonds marins. On comprend pourquoi les drones sont devenus des opérateurs de choix pour une myriade d'industries mondiales — dont certaines promettent de répondre aux besoins grandissants en ressources générés par la croissance de la population mondiale. Ils servent ainsi à localiser des bancs de poissons, à explorer des gisements de diamants et d'hydrogène naturel, à prélever de l'acide désoxyribonucléique (ADN) environnemental, à repérer une fuite dans la coque d'un navire pétrolier échoué, à collecter du plastique, à inspecter les fondations de parcs éoliens offshore et même à dresser la carte de l'intégralité des fonds marins. Les drones sous-marins sont les émissaires de notre espèce dans les abysses, au point d'être, selon Jan Opderbecke, chercheur à la direction de la flotte océanographique au sein de l'Institut français de recherche pour l'exploitation de la mer (Ifremer), « devenus tout simplement irremplaçables ».
Un engouement que tempère le contre-amiral Éric Lavault, chargé de la maîtrise des fonds marins : « Plein de trucs “sexy” circulent à propos des drones, mais, comme de nombreux industriels, je demeure dubitatif. Cet élan technologique va, comme dirait l'autre, coûter “un pognon de dingue”. » La colonisation des mers par des outils souvent pompeusement qualifiés d'« avatars » par les réclames commerciales prendra longtemps… Quoi qu'il en soit, « des milliers d'AUV opèrent déjà aux quatre coins des océans », rappelle le scientifique portugais João Sousa.
Leur importance pourrait encore s'accroître lorsque, dotés d'une plus grande autonomie, ils se montreront capables d'effectuer des missions de plusieurs mois en haute mer, s'évitant d'intempestifs retours à terre. Révolution ultime, l'océan pourrait être, un jour, peuplé de « drones résidents » qui auront complètement rompu le cordon avec la terre ferme. Cette émancipation totale nécessitera l'installation de stations d'amarrage alimentées par l'énergie houlomotrice, jusque dans les replis des canyons immergés : les AUV s'y relaieront pour décharger leurs disques durs, recharger leurs batteries, subir des opérations de réparation automatisées, hiberner… avant d'être réactivés pour de futures missions. João Sousa voit dans ces relais abyssaux l'amorce de la colonisation d'un nouveau Far West. « Rappelez-vous la conquête de l'Ouest, soutient le scientifique. Au départ, il n'y avait rien. Puis on a édifié des villages, les relais de poste du Pony Express. Puis sont arrivés les chemins de fer… Je vois l'expansion océanique suivre cette même dynamique. »
« Leur armada est hallucinante »
Que la colonisation des océans soit une affaire de robots, cette évidence est acquise lorsque M. Anthony Clake et ses deux associés fondent Ocean Infinity (OI) en 2017. Aussi les trois hommes vont-ils investir dans des systèmes technologiques… proprement fous. « Dès sa création, les représentants d'OI ont déclaré : “Nous pouvons déployer simultanément huit AUV à 10 millions de dollars l'unité et couvrir ainsi des régions immergées immenses”, précise un concurrent. Aujourd'hui encore, personne n'a eu les reins financièrement assez solides pour faire cela. » Le groupe exploiterait à ce jour entre quinze et vingt drones sous-marins autonomes, ce qui en fait, selon certains, « le plus gros essaim mondial d'AUV ». S'ajoutent des véhicules filaires commandés à distance capables de descendre à six mille mètres de profondeur, plusieurs navires de ravitaillement et de prospection océanographique, des engins autonomes de surface, des navires télé-exploités… « Leur armada est hallucinante, leurs moyens gigantesques », explique, sous le couvert de l'anonymat, un scientifique qui les a vus à l'œuvre. Ces leviers font rapidement taire la concurrence ; Ocean Infinity décroche des missions de recherche d'épaves à fort impact médiatique : en 2018, la société retrouve le sous-marin argentin San Juan, disparu un an plus tôt dans l'Atlantique sud. La même année, elle participe — sans succès — à la recherche des boîtes noires du MH370, l'avion de la Malaysia Airlines disparu en 2014 dans l'océan Indien.
Pour exploiter une telle flotte, Ocean Infinity emploie plus de cinq cents personnes : « Des opérateurs de navires sans équipage, des pilotes de robots sous-marins téléguidés, des opérateurs d'AUV, des ingénieurs en robotique, (…) des analystes de données, des géomètres, des océanographes et des hydrographes », éparpillés en Amérique du Nord, en Europe ou encore en Asie, indique la société sur son site Internet. Ses activités convergent vers un quartier général situé à Southampton, dans le sud de l'Angleterre. Bien entendu, nous avons adressé une demande de visite, restée lettre morte… Un scientifique qui a arpenté les lieux nous décrit un campus aux airs de centre de la National Aeronautics and Space Administration (NASA). « Il faut imaginer un immeuble ultrasécurisé avec contrôle d'accès par reconnaissance d'empreinte rétinienne et, à l'intérieur, des postes de pilotage identiques à ceux que vous avez à bord des bateaux », relate-t-il. Une description qui résonne avec le film hollywoodien d'Andrew Niccol Good Kill (2014), lequel mettait en scène des pilotes de drones bombardant l'Afghanistan depuis des conteneurs situés dans le désert du Nevada… « Eh bien, là, c'est pareil, décrypte le scientifique : les mecs sont dans une pièce, entourés d'écrans géants, à commander des robots qui évoluent au milieu de l'océan Pacifique. »
À partir de 2021, Ocean Infinity rachète des concurrents et prend des participations dans des sociétés d'analyse géotechnique, de moteurs électriques pour navires, de services de sécurité maritime… L'objectif est d'être présent sur l'ensemble des métiers de l'exploration offshore et de se diversifier. Ocean Infinity est devenu un groupe multisectoriel, contractualisant avec des entreprises de télécommunications (pour l'optimisation du tracé des câbles sous-marins) et d'énergie (prospection, maintenance d'infrastructures…), comme en 2024 avec le pétrolier britannique Shell pour la fourniture de données géophysiques et géotechniques. Certains les voient également prendre pied sur le marché, en devenir, de l'exploration de gisements miniers sous-marins, ainsi que sur celui, en expansion, de la récupération d'actifs stratégiques.
Car les mers ne sont pas seulement le royaume de la méduse lumineuse, du calmar colossal et du poisson-lune trompeur ; elles sont également un cimetière de vieux câbles Internet et électriques, de fûts de déchets radioactifs, de réacteurs atomiques, de munitions abandonnées pendant la seconde guerre mondiale… Les fonds marins sont aussi jonchés de technologies de pointe que les armées veulent récupérer à tout prix : satellites espions, débris spatiaux contenant des alliages conçus dans le secret d'un laboratoire militaire, missiles, avions de chasse embarquant des systèmes d'encodage stratégiques. En 2022, les États-Unis mandatent la société américaine Phoenix International pour qu'elle repêche un F-35C Lightning II de l'US Navy abîmé en mer de Chine méridionale. L'avion militaire est récupéré avant que Pékin mette la main dessus et en espionne les technologies embarquées. L'ensemble de ces marchés tend les bras à Ocean Infinity, devenue l'une des rares entreprises d'exploration océanique à parler, aujourd'hui, d'égal à égal avec les États. Au point que certains pourraient faire le choix de lui déléguer des missions régaliennes de maîtrise des profondeurs, aux fins d'y surveiller des câbles ou des gazoducs. « Pourquoi ne pas associer Ocean Infinity à ce rôle de défense nationale ? », interroge un ingénieur du service hydrographique et océanographique de la marine (SHOM).
Mais combien de temps Ocean Infinity conservera-t-elle cette avance ? Ne serait-il pas temps de vendre cette multinationale des abysses, parée de ses splendides atours technologiques ? Des interrogations sur sa viabilité surgissent. Le groupe, qui ne communique pas sur son chiffre d'affaires, ne serait toujours pas rentable… De plus, le marché de l'étude des fonds marins est aujourd'hui investi par un nombre croissant d'acteurs privés — qu'ils soient constructeurs ou opérateurs de drones : les américains Phoenix International et Ocean Aero, les français Exail Technologies et Abyssa, le norvégien Eelume, le chinois Qingdao Ever Maritime… Sans oublier les États, qui, en développant leurs propres armadas, pourraient sérieusement contester l'autorité d'Ocean Infinity d'ici à une dizaine d'années.
« Toutes les grandes puissances maritimes sont en train de rattraper leur retard dans la course aux fonds marins, en s'équipant avec des moyens équivalents à ceux d'OI », constate un spécialiste de l'« économie bleue ». Traditionnellement peu intéressées par les abysses, les armées opèrent un revirement stratégique. La prise de conscience par la marine française de la nécessité de se doter de drones remonte à l'année 2019. Faute de moyens propres, celle-ci sous-traite alors les opérations de localisation de La Minerve, un sous-marin disparu en 1968 au large de Toulon avec, à son bord, cinquante-deux marins, à Ocean Infinity. Une campagne menée en un temps record. « Ils ont ratissé une surface équivalant à la ville de Paris en même pas trois jours ! », relate, encore éberlué, un témoin requérant l'anonymat. Le submersible fut retrouvé peu après.
Ce tour de force a laissé des souvenirs doux-amers dans les rangs des généraux… « Ça a été un choc », convient le contre-amiral Lavault. « Nous avons pris alors conscience du retard accumulé par l'armée française dans sa stratégie de maîtrise des fonds marins, et de la nécessité de mieux nous les approprier. » Bien au-delà du cas français, « la “dronisation” dans le domaine naval de défense se généralise, confirme la représentante d'un fabricant de systèmes autonomes. Les pays lançant des initiatives dans ce domaine se multiplient ».
Un espace vertical
Aux mains des armées, les drones peuvent participer à des activités de déminage des grands fonds, détecter des intrusions ennemies dans une zone économique exclusive (ZEE), surveiller et protéger les câbles sous-marins et même engager des combats — les militaires parlent de seabed warfare, la « guerre des fonds marins ». Et, dans la perspective d'un conflit avec la Chine, ces outils pourraient également permettre aux Américains de compenser leur infériorité numérique. « Avec cinq cents drones, je couvre le golfe Arabo-Persique pour huit fois moins cher que le prix d'un croiseur », a ainsi déclaré l'amiral Charles Bradford Cooper, ex-commandant des forces navales américaines au Proche-Orient. Nul doute, dès lors, qu'« il va se passer sous la mer ce qui s'est passé dans les airs : une démocratisation, une banalisation de cette technologie », prédit le dirigeant d'une société de robotique sous-marine.
Cette réalité confirme tout d'abord l'écrasante domination exercée par quelques grandes puissances dans la maîtrise des fonds marins. « Seuls une quinzaine de pays disposent de la capacité industrielle de descendre à six mille mètres de profondeur, parmi lesquels les États-Unis, le Royaume-Uni, la France, le Canada, la Chine… Les Indiens et les Néo-Zélandais commencent tout juste à se doter des capacités adéquates », confirme, lors d'un entretien conduit en 2024, un haut fonctionnaire chargé de la politique maritime de la France.
La prolifération des drones s'insère en effet dans ce qu'il convient d'appeler une « verticale du pouvoir technologique », c'est-à-dire une chaîne ininterrompue de machines se relayant des fosses marines jusqu'à l'espace (satellites) en passant par la surface de l'eau (flotteurs connectés, frégates) et les airs (drones aériens) afin de capter et de se transmettre des informations, et in fine d'offrir à l'homme la connaissance la plus acérée de la réalité des océans. « La mer, aujourd'hui, c'est l'espace, l'atmosphère, la colonne d'eau et les fonds marins », insiste M. Thierry Duchesne, directeur du département maritime de la Fondation méditerranéenne d'études stratégiques (FMES), et toutes ces dimensions se révèlent complémentaires.
Ce continuum technologique livre un enseignement-clé : les mers ne se conquièrent désormais plus comme les marines l'ont fait durant des millénaires, c'est-à-dire en contrôlant des coordonnées géographiques faites d'une longitude et d'une latitude ; elles se colonisent dorénavant par des robots déployés à toutes les profondeurs et toutes les altitudes possibles. Disons-le autrement : l'océan est fondamentalement un espace vertical ; et il appartiendra aux armées qui l'appréhenderont comme tel.
Le Somaliland obtient son indépendance du Royaume-Uni en 1960 et est alors reconnu par plus d'une trentaine d'États avant de fusionner avec l'ex-Somalie italienne. Le premier ministre du Somaliland devient en 1967 premier ministre de la Somalie unifiée, avant d'être renversé par le coup d'État dirigé par Mohamed Siad Barre en 1969. Une rébellion contre ce dernier éclate au début des années 1980 au Somaliland, brutalement réprimée : Hargeisa quasiment rasée par les bombardements, 400 000 Somaliens fuient le pays. (…) L'Érythrée, qui a une histoire similaire [à celle du Somaliland], est reconnue par la communauté internationale : partie de l'Éthiopie puis colonie italienne, annexée par l'Éthiopie en 1962 puis indépendante en 1993 après un long conflit. Pourquoi reconnaître l'Érythrée et pas le Somaliland ?
M. Frédéric Landy a voulu compléter le tableau brossé dans « La faim qui vient » (septembre), en abordant la question des stocks :
La Chine aurait des stocks dépassant les 200 millions de tonnes de maïs — les deux tiers des réserves mondiales — et, selon le géographe Jean-Paul Charvet, ses « stocks de report de blé se situent pratiquement au niveau d'une année entière de consommation ». La sécurité alimentaire pour un milliard et demi de Chinois et peut-être aussi les prévisions d'un blocus international en cas d'attaque sur Taïwan rendent peu prévisibles de grosses exportations de ce pays. (…) Le cas indien est plus clair. Pour le pays le plus peuplé du monde, l'objectif de sécurité alimentaire demeure prioritaire. C'est pourquoi sa législation a des stocks de sécurité définis à 12 millions de tonnes de riz et 20 millions de tonnes de blé (quantités devant être atteintes chaque année au 1er juillet). Or, au 1er juin dernier, l'Inde possédait des réserves publiques de 68 millions de tonnes de paddy (soit environ 45 millions de tonnes de riz décortiqué) et 53 millions de tonnes de blé. En gros, trois fois les stocks nécessaires… Ce pays, qui compte couramment pour 40 % des exportations mondiales de riz, a donc levé ses dernières restrictions à l'export en mars 2025. Pour le blé, les exportations étaient totalement interrompues depuis 2022 et la guerre en Ukraine. Elles viennent d'être autorisées à nouveau. Cela suffira-t-il à réduire un peu les risques de spéculation mondiale et de pénuries alimentaires ?
L'article me fait penser à un triptyque fermé avec le tableau complaisant brossé [sur la viticulture]. Mais quand on l'ouvre, sur le panneau droit il y a les pesticides, sur le panneau gauche la santé, et au milieu un tableau apocalyptique à la Brueghel avec tous les ravages du vin. Pesticides : 20 % du volume épandu pour un total de viticulteurs représentant 3,7 % du total des agriculteurs. (…) La santé : l'alcool et le vin en particulier sont mauvais en dehors même des pesticides (…). Et le Brueghel central avec les accidents de voiture, les violences faites aux femmes, les surfréquentations hospitalières et le cortège de maladies associées, la place faite au vin dans les exportations interdisant toute critique (…), l'exploitation des ouvriers confinant parfois à de l'esclavage moderne…
Détenu à la maison centrale d'Arles, M. Thierry Coppola nous écrit pour soulever le problème du vieillissement de la population carcérale (lire aussi « Vivre et mourir en cellule ») :
En 2024, d'après les chiffres de la direction de l'administration pénitentiaire, on comptait 470 détenus de plus de 70 ans et 70 de plus de 80 ans en prison. (…) Pour une part de ces personnes, la fin de vie est proche. Leur profil pénal et psychologique ou leur état physique, souvent dégradé par les conditions carcérales, ne permettent pas leur libération. (…) Mon inquiétude est qu'une fois de plus les personnes détenues soient exclues des dispositifs législatifs [relatifs à la fin de vie] qui ont été adoptés par l'Assemblée nationale le 15 juillet 2026. (…) L'accès à un Ehpad [établissement d'hébergement pour personnes âgées dépendantes] susceptible d'accueillir une personne détenue en fin de vie est assujetti à des ressources souvent incompatibles avec la situation des intéressés. Ils seront donc contraints de se satisfaire des soins censés être prodigués par les services médicaux des établissements pénitentiaires, notoirement sous-dotés.