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Águas do Algarve lança 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’

Empresa reforça compromisso com a inclusão social e a sustentabilidade

Depois do sucesso das edições anteriores, a Águas do Algarve volta a desafiar as instituições da região a transformar a arte numa forma de expressão, participação e sensibilização ambiental, cuja 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’ decorre em 2026/2027, sob o mote ‘A Obra conta uma história’.

A iniciativa tem-se afirmado ao longo dos últimos anos como um projeto de referência na ligação entre a educação ambiental, a responsabilidade social, a criatividade e a inclusão.

Dirigido a instituições do Algarve que trabalham com pessoas idosas, pessoas com deficiência e outros públicos acompanhados por respostas sociais, o concurso procura dar voz e protagonismo a quem nem sempre encontra oportunidades de participação e reconhecimento na sociedade.

Nesta nova edição, o desafio mantém a sua essência: transformar um simples chapéu de chuva numa obra de arte, recorrendo à criatividade, à reutilização de materiais e às experiências de vida dos participantes, tendo a água e o mar como inspiração.

A inclusão como compromisso, a arte como forma de expressão

Numa sociedade cada vez mais envelhecida e perante a necessidade de construir comunidades verdadeiramente inclusivas, projetos como “A Água e o Mar para Mim” assumem uma importância que ultrapassa a dimensão ambiental.

A iniciativa procura valorizar as capacidades individuais, estimular a criatividade, promover o convívio e proporcionar momentos de participação ativa, reconhecendo que todas as pessoas, independentemente da idade ou condição, têm experiências, conhecimentos e histórias que merecem ser partilhados.

Mais do que criar obras de arte, pretende-se criar oportunidades. Oportunidades para participar, para ser ouvido, para desenvolver competências e, sobretudo, para sentir que se faz parte de um projeto coletivo.

Através da arte, os participantes são convidados a expressar a sua relação com a água e o mar, abordando questões como a preservação dos recursos hídricos, a biodiversidade, a poluição dos oceanos, as alterações climáticas e as memórias associadas à água.

Um projeto que cresce a cada edição

O crescimento de ‘A Água e o Mar para Mim’ demonstra o interesse e o envolvimento das instituições algarvias. Na 4.ª edição, realizada em 2025/2026, foram registadas 44 candidaturas e apresentados 55 projetos, o maior número de sempre, tendo a cerimónia de entrega de prémios, realizada na Fundação Pedro Ruivo, em Faro, reunido cerca de 300 participantes provenientes de vários municípios da região.

Estes números representam muito mais do que o sucesso de uma iniciativa. Refletem o empenho dos profissionais das instituições, a dedicação dos participantes e a vontade coletiva de contribuir para uma sociedade mais participativa, solidária e ambientalmente consciente.

O reconhecimento nacional chegou também em 2025, quando o projeto conquistou o 1.º prémio na categoria de Responsabilidade Social e Ambiental, nos Prémios Essência do Ambiente, reforçando a importância desta iniciativa enquanto exemplo de boas práticas de responsabilidade social e comunicação ambiental.

Uma obra, muitas histórias para contar

A 5.ª edição pretende continuar a valorizar não apenas o resultado artístico, mas também as pessoas e as histórias que estão por detrás de cada trabalho. Cada chapéu de chuva transformado representa um processo de descoberta, aprendizagem e colaboração. Nele encontram-se memórias, vivências, preocupações ambientais e diferentes formas de olhar para o mundo.

Os trabalhos desenvolvidos integram posteriormente exposições itinerantes em vários municípios do Algarve, permitindo que estas mensagens cheguem a um público mais alargado.

Esta componente é fundamental para o projeto: levar a arte para fora das instituições, dar visibilidade aos seus autores e aproximar a sociedade de realidades que merecem maior atenção e reconhecimento.

A sustentabilidade também se constrói com pessoas

Para a Águas do Algarve, a proteção dos recursos hídricos e a promoção de comportamentos ambientalmente responsáveis devem envolver toda a comunidade.

Através de “A Água e o Mar para Mim”, a empresa reforça a sua estratégia de educação ambiental e responsabilidade social, demonstrando que a sensibilização para a importância da água pode assumir diferentes formas e chegar a públicos que nem sempre são contemplados pelas iniciativas tradicionais.

A 5.ª edição representa, assim, a continuidade de um compromisso que se pretende cada vez mais abrangente, participativo e próximo das pessoas.

Porque cuidar da água é também cuidar das pessoas. E construir um futuro sustentável significa garantir que todos têm a oportunidade de fazer parte dele.

Como participar?

As instituições interessadas em participar na 5.ª edição, referente a 2026/2027, poderão consultar o regulamento do concurso, em www.aguasdoalgarve.pt onde se encontram disponíveis as condições de participação, os procedimentos e os prazos aplicáveis.

Para mais informações, poderá ser contactada a Área de Comunicação e Educação Ambiental da Águas do Algarve, através do endereço: comunicacao.ada@adp.pt .

Arte, Sustentabilidade e Inclusão. A Obra conta uma história.

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ALGARVE 2030 promove encontro regional para reforçar a qualificação de adultos

Encontro Regional dos Centros Qualifica do Algarve reuniu entidades e responsáveis para analisar resultados, partilhar experiências e identificar desafios na qualificação e empregabilidade da população adulta.

A Autoridade de Gestão do Programa Regional (PR) ALGARVE 2030 e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, I.P. (CCDR Algarve), em parceria com o Município de Loulé e o EduQA, I.P., promoveram, a 9 de outubro, na Escola Secundária de Loulé, o Encontro Regional dos Centros Qualifica do Algarve, dedicado à análise dos resultados, à partilha de experiências e ao reforço da articulação regional em matéria de qualificação de adultos.

A sessão contou com a participação de José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé, Alexandra Gonçalves, vice-presidente da CCDR Algarve com competências na área da Educação, Teresa Rocha, da Associação de Municípios do Algarve.

Também presente esteve Elsa Cordeiro, delegada regional do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Cristiana Bessa, da Direção-Geral do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Inclusão da Comissão Europeia, e Renata Afonso, diretora da Escola Secundária de Loulé, tendo a iniciativa sido conduzida pela secretária técnica do PR ALGARVE 2030, Patrícia Neto Martins, tendo contado ainda com as comunicações de representantes do EduQA, I.P. e dos Centros Qualifica da região.

Ao longo do encontro, foi destacada a importância da qualificação de adultos e o seu contributo para a empregabilidade e melhoria profissional, numa região que procura alcançar metas europeias na qualificação de adultos.  A sessão incluiu a apresentação de dados sobre o financiamento comunitário e a evolução dos indicadores de acompanhamento, seguindo-se a partilha de experiências pelos Centros Qualifica, financiados na região através do PR ALGARVE 2030.

Entre os temas abordados estiveram a adequação das equipas, a atualização da Carta da Qualidade, a evolução da procura e do perfil dos inscritos, a adequação dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), os encaminhamentos e as parcerias estabelecidas, confirmando-se o papel dos Centros Qualifica na transformação de vidas, no debate que se seguiu.

O presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, destacou o contributo do ALGARVE 2030 para a melhoria das qualificações da população adulta. O Programa financia 11 Centros Qualifica, com o objetivo de elevar as qualificações de quase 16.000 adultos até ao final de 2026, através de um investimento de 2,5 milhões de euros do Fundo Social Europeu Mais (FSE+).

A este apoio acrescem cerca de 7 milhões de euros do FSE+ destinados a outras modalidades de educação e formação, nomeadamente cursos de Educação e Formação de Adultos, Formações Modulares Certificadas e Cursos de Especialização Tecnológica.

A Vice-Presidente para a Educação, Alexandra Rodrigues Gonçalves, defendeu que a CCDR Algarve continuará empenhada em promover a articulação entre entidades, a valorização das qualificações e a aprendizagem ao longo da vida, assumindo a consolidação das parcerias regionais com esta responsabilidade partilhada.

Reforçar a articulação e a cobertura territorial

As conclusões do encontro apontaram para a necessidade de transformar a capacidade de mobilização da rede regional em percursos de qualificação concluídos e certificações sustentadas, com respostas flexíveis e ajustadas às necessidades da economia e da população. A mobilidade laboral, a sazonalidade e a evolução do mercado de trabalho reforçam a importância de uma articulação mais estruturada entre as entidades e as políticas públicas de qualificação de adultos.

Foi também salientada a necessidade de reforçar a cobertura territorial dos Centros Qualifica, em particular nos concelhos do interior. A itinerância pode facilitar o acesso à qualificação nos territórios de baixa densidade, contribuindo para a coesão territorial e a igualdade de oportunidades.

Para dar continuidade a este investimento, está aberta, até 13 de novembro de 2026, uma nova fase de candidaturas para apoiar o funcionamento dos Centros Qualifica da região entre 2027 e 2029, com uma dotação de 2,4 milhões de euros do FSE+.

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Autoridade Marítima Nacional apresenta novo vídeo institucional

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) apresenta o novo vídeo institucional, uma produção que pretende dar a conhecer, de forma próxima e integrada, a missão, as competências e a atividade desenvolvida diariamente pela AMN e pelos diferentes organismos que a integram.

Através de imagens captadas em diferentes contextos de atuação, o vídeo acompanha o trabalho desenvolvido no mar, no litoral e em terra, dando destaque às mulheres e aos homens que, diariamente, asseguram a salvaguarda da vida humana no mar, a segurança da navegação, a fiscalização e a autoridade do Estado nos espaços marítimos sob jurisdição nacional.

O vídeo institucional procura, desta forma, retratar a diversidade das missões da AMN, bem como a articulação permanente entre as diferentes estruturas, meios e valências que contribuem para o cumprimento da mesma missão.

Esta produção pretende ainda reforçar o conhecimento da sociedade sobre a atividade da instituição, aproximando a mesma dos cidadãos e dando visibilidade ao trabalho desenvolvido em prol da segurança e da proteção das pessoas no mar e na orla costeira. O vídeo​ encontra-se disponível no destaque desta publicação, bem como nas redes sociais e website da AMN.

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Uma alimentação saudável também começa por cuidar do fígado

O Dia Mundial da Alimentação, assinala-se a 16 de outubro, este ano, sob o mote ‘Inovar hoje para nutrir o amanhã’.

Quando pensamos numa alimentação saudável, pensamos frequentemente na saúde cardiovascular, na diabetes ou no controlo do peso. Mas há um órgão que muitas vezes fica fora desta conversa: o fígado.

Assim, é importante recordar que a nossa alimentação de hoje tem impacto no nosso amanhã. Uma alimentação saudável e equilibrada é essencial para garantir um estado nutricional adequado e a manutenção das funções essenciais do fígado, como o metabolismo dos nutrientes (produção de proteínas, armazenamento de energia e vitaminas), a produção de bílis e o processamento de diversas substâncias que circulam no organismo, afinal o fígado é um órgão central no processamento do que comemos e bebemos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a European Association for the Study of the Liver (EASL) recomendam que a alimentação assente, maioritariamente, em alimentos pouco ou minimamente processados, privilegiando o consumo de fruta, legumes e leguminosas, de preferência respeitando a sazonalidade, aliado ao consumo de cereais integrais e fontes de proteína de qualidade. Adicionalmente, deve ser limitado o consumo de alimentos com elevado teor de açúcar, sal e gorduras pouco saudáveis.

A esteatose hepática (a acumulação excessiva de gordura no fígado) é um exemplo concreto de como os hábitos alimentares e a condição metabólica podem ter consequências para a saúde do fígado.  A esteatose hepática, que cursa frequentemente com excesso de peso, obesidade e alterações metabólicas como a diabetes tipo 2 e níveis elevados de colesterol e triglicéridos, está frequentemente associada a uma alimentação mais ocidentalizada, com elevado consumo de alimentos de elevada densidade energética e a um baixo aporte de hortícolas, fruta e cereais integrais.

Assim, a alimentação desempenha um papel importante na prevenção e na abordagem terapêutica desta doença. O padrão alimentar mediterrânico, está alinhado com as recomendações da OMS e da EASL, e está associado a um perfil metabólico mais favorável, sendo uma das abordagens recomendadas para pessoas com doença hepática associada à disfunção metabólica.

A adoção deste padrão alimentar pode contribuir para travar a progressão da doença e, em conjunto com uma perda de peso gradual e sustentada, reduzir a gordura acumulada no fígado e contribuir para melhorar as alterações metabólicas.

E cuidar do fígado não passa apenas pelo que colocamos no prato, mas também pelo que bebemos: o consumo de álcool é um importante fator de risco para a saúde hepática.

Inovar e cuidar do amanhã, como indica o mote do Dia Mundial da Alimentação, não significa necessariamente mudar tudo. Podemos começar por olhar para as nossas rotinas e identificar oportunidades de melhorar, olhar para o que já foi tentado e pensar o que posso fazer de forma diferente? Isto pode traduzir-se numa escolha diferente na próxima refeição, em recuperar hábitos que deixámos para trás ou simplesmente tentar novamente.

Neste Dia Mundial da Alimentação, a Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) reforça uma mensagem simples: cuidar da alimentação é também cuidar do fígado, e nutrir o amanhã.

* Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica, ULS Santa Maria, Faculdade de Medicina Universidade de Lisboa, membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)

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ALGARVE 2030 financia 11 Centros Qualifica para formar quase 16 mil adultos

O apoio de 2,5 milhões de euros do FSE+ tem como horizonte o final de 2026. Estão abertas candidaturas com mais 2,4 milhões para o funcionamento dos centros entre 2027 e 2029.

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No próximo sábado na Tôr vai caminhar-se pela igualdade com vertente solidária

No âmbito das comemorações associadas à temática da Igualdade e do Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação (PMIND), a Câmara Municipal de Loulé, em parceria com a Junta de Freguesia da Tôr, promove, no próximo dia 17 de outubro, sábado, a iniciativa “Caminhar pela Igualdade”.

O evento, que repete o sucesso de edições anteriores, desafia a comunidade a juntar-se por uma causa social e humanitária. A caminhada terá um percurso circular de aproximadamente 6,5 quilómetros, com início e término programados para a frente da Junta de Freguesia da Tôr.

Para além da promoção da igualdade e do desporto, a iniciativa assume também um forte caráter solidário. Todos os/as participantes são convidados a entregar um bem alimentar no momento da concentração.

Os bens recolhidos serão posteriormente distribuídos a uma instituição de solidariedade social local, apoiando as famílias mais vulneráveis do concelho. A concentração dos/as participantes está marcada para as 14h30.

As inscrições estão abertas e devem ser efetuadas até ao dia 16 de outubro, sexta-feira, através dos seguintes contactos: 289 414 908 ou geral@freguesiadator.pt . A autarquia sugere que se junte a esta causa e caminhe pela igualdade e pela solidariedade.

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Caminhada pela Igualdade na Tôr apela à solidariedade da população

A freguesia da Tôr, no concelho de Loulé, recebe no próximo sábado, 17 de outubro, a iniciativa “Caminhar pela Igualdade”, que alia a promoção da igualdade e da atividade física à recolha de bens alimentares para apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.

Organizada pela Câmara Municipal de Loulé, em parceria com a Junta de Freguesia da Tôr, a caminhada integra as comemorações dedicadas à igualdade e o Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação (PMIND).

O percurso circular terá cerca de 6,5 quilómetros, com partida e chegada junto à sede da Junta de Freguesia da Tôr. A concentração dos participantes está marcada para as 14h30.

A vertente solidária da iniciativa prevê que cada participante contribua com um bem alimentar, que será posteriormente entregue a uma instituição de solidariedade social local, para apoiar as famílias mais vulneráveis do concelho.

As inscrições decorrem até sexta-feira, 16 de outubro, através do número 289 414 908 ou do endereço de correio eletrónico geral@freguesiadator.pt.

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“O que se passa na infância não fica na infância”: Obra de 52 autores apresentada em Loulé

É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida. 

O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.

«Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.

 “O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.

A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)

Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.

Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.

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