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Corte de 50% na retenção de IRS de novembro… – as várias simulações avançadas pela Lusa

O preconizado corte de 50% na retenção de IRS em novembro, fará com que um salário de 1.000 euros fique sujeito a 34 euros de IRS para o conjunto do vencimento e subsídio de natal, em vez de 70 euros, segundo veicula o Notícias ao Minuto com base na publicação de hoje em Diário da República (DR).

O montante final a reter em novembro para refletir a descida intercalar do IRS em 2026, por despacho do Governo publicado hoje em DR, estabelece que, nesse mês, as entidades pagadoras de salários e pensões, em vez de cobrarem a percentagem habitual de IRS, só retêm metade desse valor.

Como o corte se aplica quer ao vencimento mensal quer ao subsídio de natal, que é sujeito a retenção de forma separada, a quantia de IRS a entregar ao Estado em novembro relativamente ao conjunto das duas remunerações – salário e subsídio – será semelhante àquela que em condições normais se aplicaria apenas ao salário mensal. As diferenças decorrem de arredondamentos a que as regras da retenção obedecem.

Saliente-se que o NM divulga os cálculos realizados pela Lusa os quais permitem visualizar esses efeitos em diferentes níveis de rendimento, como poderá observar adiante.

Confira as diferentes simulações dos salários

No caso de um trabalhador solteiro sem filhos que ganhe 1.000 euros brutos por mês, a retenção na fonte atual é de 35 euros.
Em novembro, com o corte de 50%, a retenção sobre o salário baixa para 17 euros – não para 17,50 euros, uma vez que o Código do IRS prevê que “a importância apurada mediante aplicação das taxas de retenção é arredondada para a unidade de euros inferior”.

Como o subsídio de natal é idêntico ao vencimento mensal, a retenção a fazer de forma autónoma sobre essa componente remuneratória também será de 17 euros.
Dessa forma, o valor global a reter de IRS nesse mês será de 34 euros. Sem o ajustamento agora fixado pelo Governo, seriam retidos 70 euros, 35 relativos ao salário e outros 35 ao subsídio.

A simulação é igual para um trabalhador casado com alguém que também aufere rendimentos.
Ou seja, num vencimento de 1.200 euros brutos por mês, a retenção mensal, atualmente nos 96 euros, baixa em novembro para 48 euros. Sobre o subsídio, a retenção será igualmente de 48 euros, colocando o total do IRS a entregar nos 96 euros.

Num vencimento bruto de 1.500 euros, a retenção passa de 168 euros para 84 euros, aplicando-se um valor idêntico ao subsídio.

Já para um rendimento mensal bruto de 2.000 euros, a retenção reduz-se dos atuais 301 euros para 150 euros, a que se soma uma cobrança igual sobre o subsídio de natal.

Para um trabalhador que recebe 3.000 euros brutos mensais, a entrega de IRS de novembro, em vez de 663 euros, recua para 331 euros, aos quais acrescem outros 331 euros sobre o subsídio de natal.

E num salário bruto de 5.000 euros por mês, a retenção mensal baixa de 1.452 euros para 726 euros, cobrando-se o mesmo sobre o subsídio.

Os cálculos são semelhantes para trabalhadores solteiros com filhos, com a diferença de que o valor de IRS a entregar é menor consoante o número de dependentes.

E acerca das pensões?

Numa pensão de 1.000 euros brutos mensais, de um reformado casado com alguém que também aufere rendimentos, o IRS a reter em novembro sobre a pensão será de 10 euros, em vez dos 20 habituais, sendo o pensionista chamado ainda a entregar 10 euros relativos à retenção do subsídio de natal.

Um pensionista com uma reforma de 1.500 euros, em vez de entregar 151 euros, fará uma retenção de IRS em novembro de 75 euros, a que acrescem 75 euros sobre o subsídio de natal.

Numa pensão de 1.800 euros, o valor a reter em novembro, em vez de 223 euros, será de 111 euros, acrescendo outros 111 sobre o subsídio de natal.

Um pensionista que receba 3.000 euros brutos, e que atualmente retém 678 euros por mês, irá entregar 339 euros em novembro, mais 339 sobre o subsídio de natal.

É de referir que tanto os salários como as pensões até aos 920 euros não fazem retenção na fonte, porque se encontram isentos de IRS por via do mínimo de existência, que exclui de tributação os rendimentos mais baixos.

A redução da cobrança de IRS em 50% só se aplica em novembro, para refletir nesse mês a descida das taxas gerais do 1.º ao 6.º escalão de rendimento.
Em dezembro, voltam a aplicar-se as taxas normais fixadas desde o início do ano, ou seja, sem a redução de 50%.

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Subida Internacional do Rio Arade está de regresso com partida de Portimão e chegada a Silves

A Subida Internacional do Rio Arade está de regresso no próximo dia 25 de outubro, domingo, para mais uma edição que irá reunir atletas federados e entusiastas da canoagem num percurso de 12 quilómetros, marcado pela beleza natural do Rio Arade, com partida de Portimão, passagem por Lagoa e chegada a Silves.

A iniciativa é coorganizada pelos Municípios de Silves, Portimão e Lagoa e pelo Clube Naval de Portimão, com o apoio da Associação de Canoagem do Sul e da Federação Portuguesa de Canoagem. O evento contará com a participação de atletas de competição, distribuídos pelos diversos escalões, bem como de participantes na vertente turística da modalidade.

A partida está agendada para as 10h00, junto ao Clube Naval de Portimão, estando a chegada dos primeiros atletas à magnífica paisagem da cidade de Silves prevista para as 10h40.

Para mais informações e inscrições, os interessados deverão contactar o Clube Naval de Portimão através dos números 282 417 529 / 965 839 013 ou do endereço de correio eletrónico geral@clubenavaldeportimao.com.

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Jovens da Eurorregião AAA debatem resiliência democrática e celebram 40 anos de Europa

O V Encontro de Jovens da Eurorregião AAA decorre de 16 a 18 de outubro, em El Rocío, com um painel cidadão dedicado à democracia e atividades de sustentabilidade no Parque Nacional de Doñana.

Jovens do Alentejo, do Algarve e da Andaluzia reúnem-se, de 16 a 18 de outubro, em El Rocío, no município de Almonte, província de Huelva, para participar no V Encontro de Jovens da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia (AAA). Ao longo de três dias, os participantes irão debater os desafios da democracia europeia, sob a questão central: ‘Como podemos tornar as nossas democracias mais fortes e resilientes, juntos?’.

O programa tem como destaque o painel cidadão ‘Escudo para a Democracia’, uma iniciativa de participação que procura envolver os cidadãos na reflexão e na construção das políticas públicas europeias. Organizados em grupos mistos, constituídos por sorteio e acompanhados por mentores, os jovens irão identificar desafios, debater possíveis soluções e elaborar recomendações, fundamentando a sua relevância e as mudanças que consideram necessárias.

As propostas serão posteriormente apresentadas em sessão plenária, promovendo a partilha de perspetivas e a procura de consensos entre os participantes. As recomendações acordadas serão reunidas e publicadas na Plataforma de Participação dos Cidadãos da União Europeia, contribuindo para o debate europeu sobre a resiliência democrática.

Com base nas ideias desenvolvidas durante o painel cidadão, os jovens terão ainda a oportunidade de conceber e apresentar projetos concretos, viáveis e sustentáveis, com potencial de aplicação local para reforçar a democracia nas suas comunidades. Pretende-se que algumas destas propostas possam vir a ser concretizadas pelas entidades organizadoras.

O encontro termina no domingo, 18 de outubro, com um programa dedicado à sustentabilidade, à partilha de experiências e ao estabelecimento de contactos entre os participantes, no Parque Nacional de Doñana. A iniciativa permitirá também conhecer melhor a importância da Rede Natura 2000, da qual Doñana faz parte, enquanto instrumento europeu de conservação da biodiversidade e de proteção dos habitats e das espécies ameaçadas.

Uma iniciativa de cooperação europeia

O encontro conta com o apoio do Interreg Espanha-Portugal e da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia, através da Consejería de Presidência, Saúde e Emergências da Junta da Andaluzia.

A organização é assegurada pelo Conselho Andaluz do Movimento Europeu, entidade que promove o debate democrático sobre a União Europeia na sociedade andaluza, e pela rede de centros Europe Direct em Portugal e Espanha, nomeadamente os centros de Sevilha, Córdoba, Huelva, Alentejo Central e Litoral e Algarve, bem como pelo Centro de Documentação Europeia da Universidade de Sevilha.

A rede Europe Direct, uma iniciativa da Comissão Europeia, tem como objetivo aproximar as instituições e as políticas da União Europeia dos cidadãos, reforçando o conhecimento sobre a Europa e promovendo a participação cívica a nível local e regional.

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Município de Silves marca presença no Congresso Nacional AHRESP 2026 em Lagoa

O Município de Silves vai marcar presença no Congresso Nacional AHRESP 2026, que terá lugar nos dias 22 e 23 de outubro, no Centro de Congressos de Lagoa.

O evento reunirá empresários, especialistas, académicos, profissionais e decisores públicos para dois dias dedicados ao conhecimento, à partilha de experiências e à apresentação de ferramentas relevantes para os setores da restauração e do alojamento turístico.

Sob o tema «A Arte do Conhecimento — Onde a intuição encontra o algoritmo», o congresso irá abordar os principais desafios que se colocam às empresas, com destaque para a inteligência artificial, a gestão, a eficiência, a valorização do talento e as novas formas de trabalhar.

A edição de 2026 assume um significado especial, coincidindo com a celebração dos 130 anos da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.

O programa completo e as inscrições estão disponíveis clicando aqui.

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Escritor Joaquim Arena preenche vazios de Europa negra invisibilizada

Logo Agência Brasil

Revelar uma Europa negra, apagada das narrativas oficiais, é o que propõe o autor luso-cabo-verdiano Joaquim Arena, que revisita a presença de africanos e seus descendentes no continente europeu por meio do livro Debaixo da nossa pele (2017).

A partir de viagens por Portugal, arquivos e relatos, o escritor reconstrói trajetórias de personagens negros pouco conhecidos. A jornada também se cruza com a história da migração cabo-verdiana para Lisboa e com a trajetória do próprio escritor.

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Arena nasceu na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde, em 1964. É filho de pai português e de mãe cabo-verdiana e viveu grande parte da sua vida em Lisboa. Em Portugal, ele se formou em direito e iniciou a carreira em jornalismo.

O escritor está no Rio de Janeiro para participar do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-RJ), no centro da capital fluminense, às 17h30 desta quarta-feira (14).

Autor de seis romances, traduzidos em várias línguas, Arena escreveu Siríaco e Mister Charles, vencedor do Prémio Oceanos de Literatura, na categoria Prosa, em 2023. Atualmente, reside em Cabo Verde, na cidade de Praia.

Cabo Verde e Brasil

Com o tema “Romance histórico: onde a realidade encontra a ficção”, o encontro gratuito propõe uma conversa sobre memória, pertencimento, identidade e as marcas do passado colonial que permanecem no presente.

A partir da obra de Arena, o evento busca aproximar experiências históricas e culturais de Cabo Verde e do Brasil, dois países atravessados por deslocamentos populacionais, encontros entre diferentes culturas e pelas relações entre África e Europa.

O autor conta que Debaixo da nossa pele fala da miscigenação e da circulação dos povos da África para a Europa. O público poderá perceber semelhanças com a formação do Brasil.

“Debaixo da nossa pele fala dessa condição humana de deslocamento das pessoas de um país a outro, levadas por questões econômicas, sociais e políticas. O livro faz essa síntese, pois a circulação continua ainda hoje, é positiva, abre oportunidades de novas janelas de vida para muitas pessoas”, diz Arena.

 

Rio de Janeiro (RJ), 14/10/2026 – O escritor luso-cabo-verdiano, Joaquim Arena, que participará do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB-RJ),  fala à Agência Brasil, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Rio de Janeiro (RJ), 14/10/2026 – O escritor luso-cabo-verdiano, Joaquim Arena, que participará do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB-RJ),  fala à Agência Brasil, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O escritor luso-cabo-verdiano, Joaquim Arena, que participará do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB-RJ). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Preenchendo vazios

Para o escritor, a história tem um poder atrativo mais forte do que o presente.

“Sou levado a encontrar, no meio dos fatos históricos, os vazios. São esses vazios que eu pretendo preencher através da minha ficção. Aproveito episódios verídicos que são muito inspiradores para que nós imaginemos uma personagem. Fico com vontade de saber mais, senão eu invento a personagem”, afirma o autor.

Arena conheceu a literatura brasileira aos 12 anos, com a obra de Jorge Amado. Ele se identificou com o livro Meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos, que também fez parte da sua formação. Para ele, foi uma porta de entrada de uma literatura que não era portuguesa, europeia nem africana.

“Nós, das antigas colônias portuguesas, recebemos a literatura brasileira como uma janela para um mundo muito semelhante ao nosso".

"Jorge Amado, com sua Bahia, está na formação de muitos autores lusófonos na África. Depois, vamos crescendo e encontrando Guimarães Rosa, José Lins do Rêgo, Graciliano Ramos. O romance da década de 30 fala dos retirantes, da seca. É uma realidade muito próxima da nossa”, diz Arena.

O autor acredita que um clube de leitura é um reduto onde se mantém ainda uma magia e em que se ouve falar de invenções.

“Há um pacto do autor com o público. O escritor sabe que o que ele inventou não existiu. O leitor sabe que o romance saiu da imaginação. Isso cada vez mais num mundo acelerado, com redes sociais, com streamings”.

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V Festival de Música de Câmara VilaNova propõe quatro concertos em Monchique

O V Festival de Música de Câmara VilaNova realiza-se de 17 de outubro a 7 de novembro, às 16h00, em Monchique, com entrada livre, cujos quatro concertos, em dias diferentes, juntam guitarra portuguesa, violoncelo, guitarra clássica e canto lírico.

Todos os espetáculos que decorrem durante o mês de outubro realizam-se na Igreja Matriz de Monchique, já o de dia 7 de novembro será na sala Manuel Martins, na Junta de Freguesia.

Ricardo Martins dá início ao festival ao subir ao palco no dia 17 de outubro com uma atuação de guitarra portuguesa; no dia 24 será a vez de Seibas Gamboa, em violoncelo e Juan León em guitarra clássica e no dia 31 Michele Tomaz e Denise Yamaoca encerram o mês com canto lírico a duas vozes.

No último dia de festival, 7 de novembro, a música sobe a palco aberto, a partir das 16h00. A única condição imposta aos participantes, quer sejam amadores, estudantes ou profissionais é que toquem música de câmara e se inscrevam, por SMS, através do telemóvel 925 130 231.

O festival teve início há cinco anos com a designação de VilaNova, numa alusão à designação de Monchique, mencionado no alvará de D. José I, de 16 de janeiro de 1773, aquando da criação do concelho.

“Este festival traz ao Algarve uma oportunidade de usufruir de música de câmara de grande qualidade num espaço com ótimas condições acústicas, que é a nossa Igreja Matriz. Este género musical desenvolveu-se na Europa a partir do século XVII, teve o seu auge nos períodos barroco e classicismo e permite uma grande proximidade entre os intérpretes e os ouvintes”, afirma José Gonçalo Duarte, presidente da Junta de Freguesia de Monchique.

A organização do Festival de Música de Câmara VilaNova é da Junta de Freguesia de Monchique e conta com o apoio da Paróquia. A direção técnica está a cargo de Svetlana Bakushina.

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Smart City Lagoa vence Prémio Cidades e Territórios do Futuro 2026

O projeto Smart City Lagoa – Living Lab de Inovação Colaborativa com Academia, promovido pelo Município de Lagoa, venceu o Prémio Cidades e Territórios do Futuro APDC 2026, na categoria de Desenvolvimento Económico.

Os vencedores da quinta edição desta iniciativa foram anunciados no dia 7 de outubro, durante a 6.ª edição do EVOLVE – Digital Transformation Summit, reconhecendo projetos que se destacam pela inovação e pelo contributo para o desenvolvimento dos territórios.

A distinção atribuída à Smart City Lagoa reconhece um modelo de transformação digital que promove a colaboração entre a administração pública, a academia e os estudantes, criando condições para desenvolver e testar soluções tecnológicas aplicadas a desafios concretos do território.

O projeto funciona como um verdadeiro laboratório urbano de inovação (living lab), integrando uma Sala de Operações que reúne, em tempo real, dados provenientes de sensores de Internet das Coisas (IoT) distribuídos pelo concelho.

Esta infraestrutura permite acompanhar informação relevante sobre o território e apoiar o desenvolvimento de soluções inovadoras, incluindo protótipos tecnológicos e modelos de previsão ambiental.

A participação dos estudantes constitui também uma dimensão central da iniciativa, aproximando o conhecimento académico das necessidades reais do concelho e incentivando a experimentação, a criatividade e o desenvolvimento de competências tecnológicas.

Na fundamentação da distinção, o júri destacou o caráter inovador do projeto, a capacidade de promover a colaboração entre diferentes entidades e o seu potencial para acelerar a inovação e o desenvolvimento económico do território.

Para o Município de Lagoa, este prémio representa um reconhecimento do trabalho desenvolvido na modernização dos serviços, na valorização do conhecimento e na criação de novas oportunidades através da tecnologia e da cooperação institucional.

A distinção reforça a importância de investir em soluções que aproximem o município das instituições de ensino e dos jovens, promovendo um território mais inovador, preparado para responder aos desafios atuais e futuros e capaz de transformar o conhecimento em valor para a economia e para a qualidade de vida da população.

Com este reconhecimento, Lagoa consolida o seu compromisso com a inovação, a transformação digital e o desenvolvimento sustentável do concelho.

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AIPAR celebra a vigésima família de acolhimento certificada com encontro na Conceição de Faro

O encontro juntou as famílias de acolhimento da associação para assinalar o marco e partilhar experiências

A AIPAR, Associação de Proteção à Rapariga e à Família, promoveu no passado domingo, 11 de outubro, um Encontro de Famílias de Acolhimento na Quinta do Meloal, espaço da associação na freguesia da Conceição de Faro. 

A manhã teve dois objetivos: celebrar a certificação da vigésima família de acolhimento da AIPAR e dar às famílias a oportunidade de partilharem experiências entre si. Há outras famílias atualmente em processo de certificação.

“Sentimos uma enorme gratidão pelas vinte maravilhosas famílias que se juntaram à AIPAR e abraçaram a missão de ser famílias de acolhimento. Quero que saibam que nunca estarão sozinhas. A nossa equipa acompanha-as em cada passo e, a partir de agora, têm também umas às outras“, afirmou Filomena Rosa, Presidente da Direção da AIPAR.

A manhã começou com uma sessão de ioga do riso e continuou à volta de um brunch preparado pelo serviço de catering da associação. Enquanto os adultos conversavam, as crianças participaram em atividades ao ar livre acompanhadas por uma equipa da AIPAR. No final, cada família recebeu um certificado e um saquinho de lufas, esponjas vegetais cultivadas e secas na própria quinta.

“Cada família tem o acompanhamento da nossa equipa, mas há coisas que só outra família de acolhimento compreende. É necessário criar momentos como este“, acrescentou a Presidente da Associação.

O objetivo da AIPAR é certificar o maior número possível de famílias, porque cada uma tem uma disponibilidade própria. Muitas famílias com filhos preferem acolher uma criança de determinada idade ou género, para facilitar a convivência em casa, enquanto outras estão preparadas para receber grupos de irmãos ou crianças mais velhas. Quanto mais famílias houver, mais situações a AIPAR consegue acompanhar e mais fácil se torna encontrar a família certa para cada criança.

O acolhimento familiar é uma medida de proteção temporária que permite que crianças e jovens retirados à família de origem cresçam num ambiente familiar, e não numa instituição.

Segundo o relatório CASA 2024, das 6.349 crianças e jovens em acolhimento em Portugal, 361 viviam com famílias de acolhimento, cerca de 6% do total. A maioria continua em casas de acolhimento residencial.

A AIPAR é uma instituição de enquadramento do acolhimento familiar, ao abrigo de um acordo de cooperação com o Instituto da Segurança Social celebrado em novembro de 2022. Qualquer pessoa ou casal com mais de 25 anos e residência em Portugal pode candidatar-se. As famílias recebem formação, acompanhamento técnico permanente e apoio financeiro mensal.

Sobre a AIPAR

Fundada em 1932 e Instituição Particular de Solidariedade Social desde 1988, a AIPAR tem sede em Faro. Trabalha na proteção de crianças, jovens e famílias através do Acolhimento Familiar, da Casa de Acolhimento, do CAFAP, do Apartamento de Autonomização, do CACI e da Cantina Social.

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Águas do Algarve lança 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’

Empresa reforça compromisso com a inclusão social e a sustentabilidade

Depois do sucesso das edições anteriores, a Águas do Algarve volta a desafiar as instituições da região a transformar a arte numa forma de expressão, participação e sensibilização ambiental, cuja 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’ decorre em 2026/2027, sob o mote ‘A Obra conta uma história’.

A iniciativa tem-se afirmado ao longo dos últimos anos como um projeto de referência na ligação entre a educação ambiental, a responsabilidade social, a criatividade e a inclusão.

Dirigido a instituições do Algarve que trabalham com pessoas idosas, pessoas com deficiência e outros públicos acompanhados por respostas sociais, o concurso procura dar voz e protagonismo a quem nem sempre encontra oportunidades de participação e reconhecimento na sociedade.

Nesta nova edição, o desafio mantém a sua essência: transformar um simples chapéu de chuva numa obra de arte, recorrendo à criatividade, à reutilização de materiais e às experiências de vida dos participantes, tendo a água e o mar como inspiração.

A inclusão como compromisso, a arte como forma de expressão

Numa sociedade cada vez mais envelhecida e perante a necessidade de construir comunidades verdadeiramente inclusivas, projetos como “A Água e o Mar para Mim” assumem uma importância que ultrapassa a dimensão ambiental.

A iniciativa procura valorizar as capacidades individuais, estimular a criatividade, promover o convívio e proporcionar momentos de participação ativa, reconhecendo que todas as pessoas, independentemente da idade ou condição, têm experiências, conhecimentos e histórias que merecem ser partilhados.

Mais do que criar obras de arte, pretende-se criar oportunidades. Oportunidades para participar, para ser ouvido, para desenvolver competências e, sobretudo, para sentir que se faz parte de um projeto coletivo.

Através da arte, os participantes são convidados a expressar a sua relação com a água e o mar, abordando questões como a preservação dos recursos hídricos, a biodiversidade, a poluição dos oceanos, as alterações climáticas e as memórias associadas à água.

Um projeto que cresce a cada edição

O crescimento de ‘A Água e o Mar para Mim’ demonstra o interesse e o envolvimento das instituições algarvias. Na 4.ª edição, realizada em 2025/2026, foram registadas 44 candidaturas e apresentados 55 projetos, o maior número de sempre, tendo a cerimónia de entrega de prémios, realizada na Fundação Pedro Ruivo, em Faro, reunido cerca de 300 participantes provenientes de vários municípios da região.

Estes números representam muito mais do que o sucesso de uma iniciativa. Refletem o empenho dos profissionais das instituições, a dedicação dos participantes e a vontade coletiva de contribuir para uma sociedade mais participativa, solidária e ambientalmente consciente.

O reconhecimento nacional chegou também em 2025, quando o projeto conquistou o 1.º prémio na categoria de Responsabilidade Social e Ambiental, nos Prémios Essência do Ambiente, reforçando a importância desta iniciativa enquanto exemplo de boas práticas de responsabilidade social e comunicação ambiental.

Uma obra, muitas histórias para contar

A 5.ª edição pretende continuar a valorizar não apenas o resultado artístico, mas também as pessoas e as histórias que estão por detrás de cada trabalho. Cada chapéu de chuva transformado representa um processo de descoberta, aprendizagem e colaboração. Nele encontram-se memórias, vivências, preocupações ambientais e diferentes formas de olhar para o mundo.

Os trabalhos desenvolvidos integram posteriormente exposições itinerantes em vários municípios do Algarve, permitindo que estas mensagens cheguem a um público mais alargado.

Esta componente é fundamental para o projeto: levar a arte para fora das instituições, dar visibilidade aos seus autores e aproximar a sociedade de realidades que merecem maior atenção e reconhecimento.

A sustentabilidade também se constrói com pessoas

Para a Águas do Algarve, a proteção dos recursos hídricos e a promoção de comportamentos ambientalmente responsáveis devem envolver toda a comunidade.

Através de “A Água e o Mar para Mim”, a empresa reforça a sua estratégia de educação ambiental e responsabilidade social, demonstrando que a sensibilização para a importância da água pode assumir diferentes formas e chegar a públicos que nem sempre são contemplados pelas iniciativas tradicionais.

A 5.ª edição representa, assim, a continuidade de um compromisso que se pretende cada vez mais abrangente, participativo e próximo das pessoas.

Porque cuidar da água é também cuidar das pessoas. E construir um futuro sustentável significa garantir que todos têm a oportunidade de fazer parte dele.

Como participar?

As instituições interessadas em participar na 5.ª edição, referente a 2026/2027, poderão consultar o regulamento do concurso, em www.aguasdoalgarve.pt onde se encontram disponíveis as condições de participação, os procedimentos e os prazos aplicáveis.

Para mais informações, poderá ser contactada a Área de Comunicação e Educação Ambiental da Águas do Algarve, através do endereço: comunicacao.ada@adp.pt .

Arte, Sustentabilidade e Inclusão. A Obra conta uma história.

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Sofia Hoffmann apresenta Christmas Jazz em Lagoa

O Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe no dia 12 de dezembro, pelas 19h00, o concerto Christmas Jazz by Sofia Hoffmann, cujos bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

Após o lançamento do seu novo álbum de originais “[In]LOVE” no final de 2024, a reconhecida cantautora Sofia Hoffmann sobe aos palcos neste Natal com um espetáculo muito especial: Christmas Jazz.

Neste concerto intimista e sofisticado, Sofia Hoffmann interpreta alguns dos mais icónicos temas natalícios do Great American Songbook – o célebre reportório que reúne os grandes clássicos da música popular americana e standards de jazz do início do século XX. Canções que resistiram ao tempo e continuam a encantar gerações.

Sofia Hoffmann

Acompanhada por um quinteto de excelência, composto por alguns dos melhores músicos de jazz em Portugal, Sofia recria a magia do Natal com temas como: White Christmas, The Christmas Song, Santa Claus is Coming to Town, Jingle Bells, entre outros clássicos, sem esquecer o seu tema original: Carta ao Pai Natal. Certamente vai ser um espetáculo envolvente, com arranjos elegantes e uma atmosfera calorosa, ideal para celebrar a quadra natalícia de uma forma especial.

Os bilhetes para este espetáculo custam 8,00€ (desconto disponível para portadores do Passaporte Cultural, disponível nas bilheteiras do Município de Lagoa) e estão à venda na Bilheteira Online, nas bilheteiras dos CTT, da Fnac, Worten, Auditório Carlos do Carmo, Centro Cultural Convento de S. José e Balcão Único da Câmara Municipal de Lagoa.

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ALGARVE 2030 promove encontro regional para reforçar a qualificação de adultos

Encontro Regional dos Centros Qualifica do Algarve reuniu entidades e responsáveis para analisar resultados, partilhar experiências e identificar desafios na qualificação e empregabilidade da população adulta.

A Autoridade de Gestão do Programa Regional (PR) ALGARVE 2030 e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, I.P. (CCDR Algarve), em parceria com o Município de Loulé e o EduQA, I.P., promoveram, a 9 de outubro, na Escola Secundária de Loulé, o Encontro Regional dos Centros Qualifica do Algarve, dedicado à análise dos resultados, à partilha de experiências e ao reforço da articulação regional em matéria de qualificação de adultos.

A sessão contou com a participação de José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé, Alexandra Gonçalves, vice-presidente da CCDR Algarve com competências na área da Educação, Teresa Rocha, da Associação de Municípios do Algarve.

Também presente esteve Elsa Cordeiro, delegada regional do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Cristiana Bessa, da Direção-Geral do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Inclusão da Comissão Europeia, e Renata Afonso, diretora da Escola Secundária de Loulé, tendo a iniciativa sido conduzida pela secretária técnica do PR ALGARVE 2030, Patrícia Neto Martins, tendo contado ainda com as comunicações de representantes do EduQA, I.P. e dos Centros Qualifica da região.

Ao longo do encontro, foi destacada a importância da qualificação de adultos e o seu contributo para a empregabilidade e melhoria profissional, numa região que procura alcançar metas europeias na qualificação de adultos.  A sessão incluiu a apresentação de dados sobre o financiamento comunitário e a evolução dos indicadores de acompanhamento, seguindo-se a partilha de experiências pelos Centros Qualifica, financiados na região através do PR ALGARVE 2030.

Entre os temas abordados estiveram a adequação das equipas, a atualização da Carta da Qualidade, a evolução da procura e do perfil dos inscritos, a adequação dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), os encaminhamentos e as parcerias estabelecidas, confirmando-se o papel dos Centros Qualifica na transformação de vidas, no debate que se seguiu.

O presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, destacou o contributo do ALGARVE 2030 para a melhoria das qualificações da população adulta. O Programa financia 11 Centros Qualifica, com o objetivo de elevar as qualificações de quase 16.000 adultos até ao final de 2026, através de um investimento de 2,5 milhões de euros do Fundo Social Europeu Mais (FSE+).

A este apoio acrescem cerca de 7 milhões de euros do FSE+ destinados a outras modalidades de educação e formação, nomeadamente cursos de Educação e Formação de Adultos, Formações Modulares Certificadas e Cursos de Especialização Tecnológica.

A Vice-Presidente para a Educação, Alexandra Rodrigues Gonçalves, defendeu que a CCDR Algarve continuará empenhada em promover a articulação entre entidades, a valorização das qualificações e a aprendizagem ao longo da vida, assumindo a consolidação das parcerias regionais com esta responsabilidade partilhada.

Reforçar a articulação e a cobertura territorial

As conclusões do encontro apontaram para a necessidade de transformar a capacidade de mobilização da rede regional em percursos de qualificação concluídos e certificações sustentadas, com respostas flexíveis e ajustadas às necessidades da economia e da população. A mobilidade laboral, a sazonalidade e a evolução do mercado de trabalho reforçam a importância de uma articulação mais estruturada entre as entidades e as políticas públicas de qualificação de adultos.

Foi também salientada a necessidade de reforçar a cobertura territorial dos Centros Qualifica, em particular nos concelhos do interior. A itinerância pode facilitar o acesso à qualificação nos territórios de baixa densidade, contribuindo para a coesão territorial e a igualdade de oportunidades.

Para dar continuidade a este investimento, está aberta, até 13 de novembro de 2026, uma nova fase de candidaturas para apoiar o funcionamento dos Centros Qualifica da região entre 2027 e 2029, com uma dotação de 2,4 milhões de euros do FSE+.

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Autoridade Marítima Nacional apresenta novo vídeo institucional

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) apresenta o novo vídeo institucional, uma produção que pretende dar a conhecer, de forma próxima e integrada, a missão, as competências e a atividade desenvolvida diariamente pela AMN e pelos diferentes organismos que a integram.

Através de imagens captadas em diferentes contextos de atuação, o vídeo acompanha o trabalho desenvolvido no mar, no litoral e em terra, dando destaque às mulheres e aos homens que, diariamente, asseguram a salvaguarda da vida humana no mar, a segurança da navegação, a fiscalização e a autoridade do Estado nos espaços marítimos sob jurisdição nacional.

O vídeo institucional procura, desta forma, retratar a diversidade das missões da AMN, bem como a articulação permanente entre as diferentes estruturas, meios e valências que contribuem para o cumprimento da mesma missão.

Esta produção pretende ainda reforçar o conhecimento da sociedade sobre a atividade da instituição, aproximando a mesma dos cidadãos e dando visibilidade ao trabalho desenvolvido em prol da segurança e da proteção das pessoas no mar e na orla costeira. O vídeo​ encontra-se disponível no destaque desta publicação, bem como nas redes sociais e website da AMN.

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Uma alimentação saudável também começa por cuidar do fígado

O Dia Mundial da Alimentação, assinala-se a 16 de outubro, este ano, sob o mote ‘Inovar hoje para nutrir o amanhã’.

Quando pensamos numa alimentação saudável, pensamos frequentemente na saúde cardiovascular, na diabetes ou no controlo do peso. Mas há um órgão que muitas vezes fica fora desta conversa: o fígado.

Assim, é importante recordar que a nossa alimentação de hoje tem impacto no nosso amanhã. Uma alimentação saudável e equilibrada é essencial para garantir um estado nutricional adequado e a manutenção das funções essenciais do fígado, como o metabolismo dos nutrientes (produção de proteínas, armazenamento de energia e vitaminas), a produção de bílis e o processamento de diversas substâncias que circulam no organismo, afinal o fígado é um órgão central no processamento do que comemos e bebemos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a European Association for the Study of the Liver (EASL) recomendam que a alimentação assente, maioritariamente, em alimentos pouco ou minimamente processados, privilegiando o consumo de fruta, legumes e leguminosas, de preferência respeitando a sazonalidade, aliado ao consumo de cereais integrais e fontes de proteína de qualidade. Adicionalmente, deve ser limitado o consumo de alimentos com elevado teor de açúcar, sal e gorduras pouco saudáveis.

A esteatose hepática (a acumulação excessiva de gordura no fígado) é um exemplo concreto de como os hábitos alimentares e a condição metabólica podem ter consequências para a saúde do fígado.  A esteatose hepática, que cursa frequentemente com excesso de peso, obesidade e alterações metabólicas como a diabetes tipo 2 e níveis elevados de colesterol e triglicéridos, está frequentemente associada a uma alimentação mais ocidentalizada, com elevado consumo de alimentos de elevada densidade energética e a um baixo aporte de hortícolas, fruta e cereais integrais.

Assim, a alimentação desempenha um papel importante na prevenção e na abordagem terapêutica desta doença. O padrão alimentar mediterrânico, está alinhado com as recomendações da OMS e da EASL, e está associado a um perfil metabólico mais favorável, sendo uma das abordagens recomendadas para pessoas com doença hepática associada à disfunção metabólica.

A adoção deste padrão alimentar pode contribuir para travar a progressão da doença e, em conjunto com uma perda de peso gradual e sustentada, reduzir a gordura acumulada no fígado e contribuir para melhorar as alterações metabólicas.

E cuidar do fígado não passa apenas pelo que colocamos no prato, mas também pelo que bebemos: o consumo de álcool é um importante fator de risco para a saúde hepática.

Inovar e cuidar do amanhã, como indica o mote do Dia Mundial da Alimentação, não significa necessariamente mudar tudo. Podemos começar por olhar para as nossas rotinas e identificar oportunidades de melhorar, olhar para o que já foi tentado e pensar o que posso fazer de forma diferente? Isto pode traduzir-se numa escolha diferente na próxima refeição, em recuperar hábitos que deixámos para trás ou simplesmente tentar novamente.

Neste Dia Mundial da Alimentação, a Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) reforça uma mensagem simples: cuidar da alimentação é também cuidar do fígado, e nutrir o amanhã.

* Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica, ULS Santa Maria, Faculdade de Medicina Universidade de Lisboa, membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)

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Biblioteca Municipal de Lagoa acolhe exposição ‘Objetos que contam histórias’

O átrio da Biblioteca Municipal de Lagoa recebe a exposição Objetos que Contam Histórias, integrada no Projeto Colecionador de Memórias, de Bruno Batista, e que ficará patente de 20 de outubro a 6 de novembro, cuja entrada é gratuita.

A exposição Objetos que Contam Histórias, surge no âmbito do projeto ‘O Colecionador de Memórias’, concebido e coordenado por Bruno Batista, realizado pela Biblioteca Municipal de Lagoa e pelo Centro Popular de Lagoa.

Reúne uma seleção de objetos e de histórias que lhes estão associadas, partilhados pela população sénior ao longo do projeto. Através destes objetos, dá-se espaço às recordações, experiências e vivências dos participantes, valorizando os seus percursos e saberes.

Mais do que apresentar objetos, esta exposição procura valorizar, partilhar e preservar memórias, reconhecendo a população sénior como guardiã de experiências e saberes que fazem parte da história da comunidade.

Ao serem partilhadas, estas memórias individuais contribuem para a preservação e construção da memória coletiva local.

A abertura da exposição Objetos que Contam Histórias acontece no dia 20 de outubro, pelas 14h00, podendo depois se visitada, gratuitamente, de segunda-feira a sexta-feira entre as 10h00 e as 18h00.

A autarquia sugere que se levar por esta viagem no tempo e fique a conhecer ou recorde os objetos que são parte da história e das vivências da população sénior.

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Mais de duas centenas de idosos juntos em festa de alegria e partilha

VTM

Anselmo Martins, vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Chaves, sublinhou que o objetivo “é envelhecer com qualidade de vida, colocando as pessoas em contacto, através de atividades que as mantêm ativas e não ficam tão isoladas num lar. É ainda uma forma de elas conviverem e estarem com pessoas de outras instituições”.

Uma das participantes, Odete Portugal, de 90 anos, veio do Lar de Santa Marta mostrar os dotes para a dança com outros utentes. “Vamos dançar, mas não treinamos muito. E nem precisamos, pois somos velhos, mas aprendemos depressa”.

Esta utente não esconde que se sente bem no lar onde está instalada. “Estou lá há dois anos e gosto de estar no lar a conviver com os outros idosos. Se estivesse em casa tinha de estar sozinha e ali convivo com outras pessoas, o que é bom”.

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