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Bem-vindas, “mães beta”; dêem espaço aos filhos

Espécie de resposta ao método “helicóptero”. Porque a maternidade não tem de ser controladora – e não é perfeita. Primeiro, a distinção. O método “helicóptero” na educação lá em casa é quando os pais controlam muito os filhos, estão sempre “em cima” deles. Não dão autonomia. É um estilo de parentalidade e acompanhamento caracterizado pela superproteção e pelo controlo excessivo. Os pais estão sempre a “sobrevoar” a vida dos filhos, monitorizando cada passo. Agora, as “mães beta”. É uma resposta, em jeito de contraste, ao método anterior: defende que os filhos precisam de espaço para experimentar, cometer erros e ganhar

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Dois passageiros chegaram a Miami com 21 aves escondidas na roupa

Dois homens estão a ser acusados de contrabando depois de agentes aduaneiros do Aeroporto Internacional de Miami terem descoberto aves vivas escondidas sob a roupa dos passageiros, em dois incidentes distintos ocorridos com dois dias de intervalo.  Quando Alberto Hernandez Castillo chegou de Cuba, a 4 de outubro, declarou não transportar animais selvagens para os EUA. No entanto, os agentes da Alfândega e Proteção de Fronteiras detetaram uma “protuberância inexplicável na parte da frente da zona pélvica e da cintura” e observaram que o homem parecia nervoso. Durante uma revista, os agentes descobriram bolsas pretas cosidas na roupa interior de

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As millennials já não querem ser chefes

A geração das girlboss que queriam ter tudo está a mudar de ideias. Durante uma década, o conselho foi “façam acontecer”: agarrem a carreira, sentem-se à mesa, cheguem ao topo. Agora, parte das mulheres está a fazer o contrário, diz Sheryl Sandberg ao Business Insider. E a antiga número dois da Meta não tem dúvidas: as empresas são as culpadas. A viragem tem números. No relatório Women in the Workplace 2025, da consultora McKinsey com a organização LeanIn.Org, que inquiriu cerca de 9500 trabalhadores em 124 empresas norte-americanas, as mulheres surgem, pela primeira vez em 11 edições, menos interessadas do

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EUA como Irão, Arábia Saudita, Coreia do Norte. O que ver uma execução faz a uma criança

Transmissão pública de execução nos EUA cancelada por Trump preocupou especialistas. O perigo vai além da transmissão em direto da execução de Nidal Hasan, marcada para 3 de dezembro. A possibilidade de transmissão em direto da execução de Nidal Malik Hasan, marcada para 3 de dezembro, em Fort Hood, nos Estados Unidos, suscitou preocupações quanto ao impacto psicológico que as imagens poderiam ter nas crianças e nos adolescentes. O secretário da Defesa Pete Hegseth tinha indicado que a execução militar, por fuzilamento, seria transmitida em direto, por iniciativa do Pentágono, após autorização do presidente Donald Trump. Hasan, antigo psiquiatra do

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