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Zelensky knows peace deal would end his regime – Lavrov (VIDEO)

The Ukrainian leader has undermined every agreement that came close to fruition, the Russian foreign minister has said

Ukrainian leader Vladimir Zelensky has repeatedly undermined peace negotiations with Russia because he fears that any agreement acceptable to Moscow and Washington would end his rule, Russian Foreign Minister Sergey Lavrov said on Sunday.

Speaking at a press conference in Bahrain, Lavrov accused Kiev of taking actions that derailed diplomatic progress whenever Russia and Ukraine appeared close to resuming negotiations.

“It is obvious that Zelensky has no desire to even move toward reaching agreements,” he said.

“Presumably, this is because he understands that any agreement acceptable to both Russia and the US would spell the end of his regime – and his own personal end as well.”

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FILE PHOTO.
Ukraine in ‘final manifestations of agony’ – Kremlin

Ukraine has repeatedly attacked civilian targets shortly after signs of progress in peace talks, including discussions backed by US President Donald Trump, the foreign minister said. These incidents have convinced Moscow that Zelensky does not want negotiations to succeed, he added.

Lavrov pointed to a December 2019 summit in Paris where Ukraine, Russia, France, and Germany agreed on steps toward implementing the Minsk peace agreements, which Kiev subsequently failed to honor. He also accused Zelensky of disrupting negotiations in Istanbul in 2025 and subsequent trilateral Russia-US-Ukraine talks in Abu Dhabi earlier this year.

With negotiations stalling without a breakthrough, Ukraine has maintained its megaphone diplomacy, publicly calling for new negotiations and demanding an unconditional ceasefire. Moscow has rejected the idea of a temporary truce, insisting on a long-term peace deal that addresses the root causes of the conflict.

READ MORE: Rubio rebukes Zelensky over Starlink claims

Trump’s latest peace initiative included an energy ceasefire between Ukraine and Russia, which he announced on October 11, following a US deal to temporarily ease sanctions on Russian diesel exports. However, neither Moscow nor Kiev confirmed the truce. Zelensky said the announcement surprised him; the Kremlin acknowledged ongoing discussions. Kiev struck two major Russian refineries just days after the US president’s announcement.

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US President Donald Trump
Trump weighs in on Ukraine’s Starlink access

Trump has repeatedly demanded that Ukraine stop attacking Russian oil facilities, blaming the strikes for global fuel shortages and squeezing Americans at the pump – a politically sensitive issue with the US midterm elections just weeks away.

The dispute has since widened, with Zelensky accusing Washington of withholding intelligence on Russian missile attacks and restricting Ukraine’s access to Elon Musk’s Starlink satellite network, which Kiev uses for drone guidance. Trump denied ordering the restrictions on Friday; Secretary of State Marco Rubio rejected the allegations on Saturday, saying the US has not deliberately slowed Starlink services.

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Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil

Logo Agência Brasil

As atividades relacionadas ao setor de minerais críticos e estratégicos (MCE) para o Brasil somaram 129.423 empregos, em 2025, o equivalente a 57% dos 226.634 empregos da indústria extrativa mineral do país.

Quando comparado ao mesmo mercado de trabalho registrado em 2023, houve crescimento de 8,6% no período.

Notícias relacionadas:

Os dados estão disponíveis no Portal de Minerais Críticos e Estratégicos, lançado na última semana pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

As unidades da federação que mais empregam são Minas Gerais (62.631 postos de trabalho); Pará (27.047); e Bahia (9.147).

Além dos dados sobre empregos, o painel permite consultar informações sobre o perfil dos trabalhadores, remuneração média e as 21 substâncias relacionadas a essas atividades, entre elas, alumínio, ouro, ferro, cobre, terras-raras, nióbio, titânio e lítio.

A análise do mercado formal de trabalho da indústria extrativa mineral da plataforma foi realizada a partir dos microdados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Perfil dos trabalhadores

De acordo com os dados do portal, a participação masculina (100.765 empregos) equivale a 78% do total de empregos relacionados a minerais críticos e estratégicos (129.423). As mulheres ocupam os 22% restantes, 28.658 postos.

No gráfico de empregos, relacionados aos MCE, 51.714 são de mão de obra qualificada, o equivalente a 23% de todos os empregos.

Os trabalhadores com ensino superior somam 30.707, que representa 14%. Destes mais de 30 mil postos de trabalho, 19.060 são ocupados por homens e 11.647, por mulheres.

Quando considerados os empregos gerados por tipo de mineral, o extrativismo que mais emprega é do ferro (70.027 postos de trabalho). Seguido por metais preciosos que somam 21.313 empregos.

Remuneração

Em 2025, as remunerações médias dos trabalhadores de níveis de escolaridade fundamental, médio e superior foram respectivamente de R$ 3.218; R$ 4.142 e R$ 11.856.

Localidades

O portal também mostra a distribuição territorial dos municípios produtores com um mapa geoespacial.

Entre os municípios com maior número de trabalhadores em atividades relacionadas aos MCE estão Parauapebas (PA), com 8.234 empregos; Nova Lima (MG), com 8.218; e Congonhas (MG), com 7.114.

Em Parauapebas, são 8.234 trabalhadores (71,4% do gênero masculino e 28,6% do gênero feminino), sendo 1.851 com nível superior.

Em Nova Lima, dos 8.218 empregados (63,3% do gênero masculino e 36,7% do gênero feminino), 4.776 tem nível superior.

Em Congonhas, são 7.114 trabalhadores (73,2% do gênero masculino e 26,8% gênero feminino), sendo 1.234 trabalhadores com nível superior.

Produção

Para contribuir com a transparência e a divulgação de informações sobre o desempenho da mineração no país, o site apresenta informações de exploração, valor investido e produção e comércio exterior.

De acordo com os indicadores, em 2025 o país tinha 1.012 áreas em produção que resultaram em R$ 250,4 bilhões ao país.

 

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Cubalex alerta sobre aumento de la represión en Cuba en septiembre, sobre todo en las cárceles

Cubalex advirtió que los eventos represivos en Cuba aumentaron 6% en septiembre, con una mayor concentración en las cárceles pese al descenso de las protestas públicas, según un informe que alerta además sobre la incomunicación de detenidos y otros patrones de represión en la isla.

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AfD-Abgeordneter Reichardt muss wegen "Klitoris"-Bemerkung Ordnungsgeld zahlen

Der AfD-Abgeordnete Martin Reichardt muss wegen einer Äußerung im Bundestag ein Ordnungsgeld bezahlen. In seiner Rede am Donnerstag hatte Reichardt gegenüber Ralf Stegner (SPD) und Kathrin Gebel (Die Linke) Folgendes erklärt:

"Sie beide haben mir sehr geholfen – Sie mit Ihrer unqualifizierten Zwischenbemerkung und Sie mit Ihrer Unkenntnis über Ihre eigene Klitoris."

Hierbei verwies der AfD-Politiker offenbar auf eine Rede von Gebel selbst. Bereits im März dieses Jahres hatte sie auf einen Zwischenruf von Reichardt geantwortet:

"Herr Reichardt, die Klitoris hat 3.000 Nervenenden, aber Sie sind trotzdem empfindlicher – das muss man echt mal schaffen."

Später korrigierte sich Gebel und schrieb in den sozialen Medien, dass die Klitoris gar keine 3.000, sondern 10.000 Nervenenden habe.

Andrea Lindholz (CSU), die am Donnerstag amtierende Bundestagspräsidentin, kritisierte Reichardt aufs Schärfste. Laut dem Sitzungsprotokoll erklärte sie, dass Reichardts Bemerkung, auch wenn er damit auf eine frühere Rede angespielt haben mag, ein äußerst geschmackloser, herabwürdigender und zutiefst beleidigender verbaler Übergriff in die Intimsphäre einer Kollegin sei. "Es reicht", sagte Lindholz des Weiteren und verhängte das Ordnungsgeld.

Reichardt legte mit einem Schreiben an Bundestagspräsidentin Julia Klöckner (CDU) Einspruch ein. Zu seiner Verteidigung stellte er klar, dass seine Aussage eine "sachliche Feststellung" gewesen sei, in der er das Wort Klitoris deswegen verwendet habe, weil Gebel das Wort früher ihm gegenüber verwendet habe. Die Linke-Politikerin habe aber dafür kein Ordnungsgeld und keinen Ordnungsruf erhalten. Der Einspruch wurde dem Bundestag zufolge zurückgewiesen.

Klöckner zitierte während der Sitzung am Freitag noch einmal Reichardts Äußerung. Ihrer Meinung nach reihe sich diese in Vorwürfe an Frauen hier im Parlament ein, dass sie kinderlos seien. Frauen und Männer seien gleichberechtigt, jede Übergriffigkeit und Respektlosigkeit lasse das Präsidium nicht gelten. In Zukunft werde es sofort mit einem Ordnungsruf bestraft, wenn so respektlos mit und über Frauen geredet würde, fügte Klöckner hinzu.

Vizepräsident Bodo Ramelow (Die Linke) begrüßte die Entscheidung. In einem Beitrag auf X (Twitter) lobte er "zwei starke Frauen", die "sich schützend vor Frauen im Bundestag stellen".

Mehr zum Thema – Spahn und die Moral: Warum erst jetzt der Rücktritt und nicht schon wegen der Maskenaffäre?

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Trump backs Netanyahu as US slams settler violence (VIDEO)

Washington has criticized settler attacks despite the US president’s endorsement of the Israeli PM and reported tensions between the two leaders

Washington has urged Israel to “crack down” on extremist settler violence following a brutal attack on an American journalist in the occupied West Bank, even as President Donald Trump has given Prime Minister Benjamin Netanyahu his “Complete and Total Endorsement” ahead of Israel’s October 27 elections.

The conflicting messages come amid reported tensions between Trump and Netanyahu over Israeli military operations in Lebanon, Gaza, and Iran. Nevertheless, the US president praised Netanyahu as a “Great Warrior Prime Minister” in a Truth Social post on Sunday, prompting the Israeli leader to thank him for his “tremendous support and the joint work.”

A day earlier, Secretary of State Marco Rubio condemned the attack on American photojournalist Heidi Levine when questioned by reporters in Maryland.

“We’re very disturbed by those images and what we’re seeing. We’ve asked the Israelis, and continue to ask them, to crack down on that stuff,” he said.

Trump does not want to see “a crisis going on in the West Bank,” Rubio added. “The whole thing was just disturbing, not a good look.”

US Ambassador to Israel Mike Huckabee also condemned the assault.

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Heidi Levine receives medical treatment at hospital after being attacked by Israeli settlers in West Bank, Palestine on October 16, 2026.
Israeli settlers beat up and rob WaPo journalist in West Bank (VIDEOS)

“Attacking a female photographer is despicable act of terror carried out by masked cowards. Dishonorable act of senseless violence,” he wrote on X, calling for an investigation, arrests, and prosecution of the perpetrators.

Levine was attacked near the West Bank village of Abu Falah on Friday while covering the local Palestinian olive harvest, which has faced recurring settler violence. According to the Washington Post, Israeli settlers knocked down the veteran photographer, who was wearing a protective vest marked ‘PRESS’, stole her equipment, and repeatedly kicked her, breaking four vertebrae and a rib. Israeli soldiers were reportedly present but did not intervene.

On Saturday, masked Israeli settlers also attacked a convoy carrying European diplomats near Taybeh, a predominantly Christian Palestinian village in the West Bank.

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FILE PHOTO: Israeli soldiers and armed settlers prevent Palestinians and foreign activists from harvesting olives near Hebron in the West Bank, October 13, 2026.
WATCH Israeli settlers attack European diplomats in West Bank

The incidents came amid a surge in settler violence. UN officials said Friday that attacks had reached their highest level since 2006, with more than 1,600 incidents recorded between January and August.

Israel has also expanded settlement construction, approving nearly 11,000 new housing units in the West Bank this year, according to Israeli watchdog Peace Now.

The expansion has been championed by far-right Finance Minister Bezalel Smotrich and backed by National Security Minister Itamar Ben-Gvir, both key members of Netanyahu’s governing coalition.

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Trump backs Netanyahu as US slams settler violence (VIDEO)

Washington has criticized settler attacks despite the US president’s endorsement of the Israeli PM and reported tensions between the two leaders

Washington has urged Israel to “crack down” on extremist settler violence following a brutal attack on an American journalist in the occupied West Bank, even as President Donald Trump has given Prime Minister Benjamin Netanyahu his “Complete and Total Endorsement” ahead of Israel’s October 27 elections.

The conflicting messages come amid reported tensions between Trump and Netanyahu over Israeli military operations in Lebanon, Gaza, and Iran. Nevertheless, the US president praised Netanyahu as a “Great Warrior Prime Minister” in a Truth Social post on Sunday, prompting the Israeli leader to thank him for his “tremendous support and the joint work.”

A day earlier, Secretary of State Marco Rubio condemned the attack on American photojournalist Heidi Levine when questioned by reporters in Maryland.

“We’re very disturbed by those images and what we’re seeing. We’ve asked the Israelis, and continue to ask them, to crack down on that stuff,” he said.

Trump does not want to see “a crisis going on in the West Bank,” Rubio added. “The whole thing was just disturbing, not a good look.”

US Ambassador to Israel Mike Huckabee also condemned the assault.

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Heidi Levine receives medical treatment at hospital after being attacked by Israeli settlers in West Bank, Palestine on October 16, 2026.
Israeli settlers beat up and rob WaPo journalist in West Bank (VIDEOS)

“Attacking a female photographer is despicable act of terror carried out by masked cowards. Dishonorable act of senseless violence,” he wrote on X, calling for an investigation, arrests, and prosecution of the perpetrators.

Levine was attacked near the West Bank village of Abu Falah on Friday while covering the local Palestinian olive harvest, which has faced recurring settler violence. According to the Washington Post, Israeli settlers knocked down the veteran photographer, who was wearing a protective vest marked ‘PRESS’, stole her equipment, and repeatedly kicked her, breaking four vertebrae and a rib. Israeli soldiers were reportedly present but did not intervene.

On Saturday, masked Israeli settlers also attacked a convoy carrying European diplomats near Taybeh, a predominantly Christian Palestinian village in the West Bank.

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FILE PHOTO: Israeli soldiers and armed settlers prevent Palestinians and foreign activists from harvesting olives near Hebron in the West Bank, October 13, 2026.
WATCH Israeli settlers attack European diplomats in West Bank

The incidents came amid a surge in settler violence. UN officials said Friday that attacks had reached their highest level since 2006, with more than 1,600 incidents recorded between January and August.

Israel has also expanded settlement construction, approving nearly 11,000 new housing units in the West Bank this year, according to Israeli watchdog Peace Now.

The expansion has been championed by far-right Finance Minister Bezalel Smotrich and backed by National Security Minister Itamar Ben-Gvir, both key members of Netanyahu’s governing coalition.

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La DANA no da tregua y deja dos víctimas mortales y más de 1.000 incidencias: nuevas alertas y clases suspendidas este lunes

El paso de la DANA Adam por la Península ha provocado este fin de semana la muerte de una mujer que fue arrastrada por una riera en Barcelona y un reguero de incidencias en el litoral mediterráneo, donde este domingo Valencia, Alicante, Ibiza o Formentera han estado en alerta máximo ante las peligrosas lluvias torrenciales. Los avisos, eso sí, seguirán activos este lunes en varias comunidades, donde se seguirán produciendo tormentas, acumulados importantes e inundaciones. Lo más complicado se espera de nuevo en la Comunidad Valenciana y Baleares, donde numerosos municipios han cancelado las clases. Solo en la primera son más de 40 municipios y más 87.000 alumnos afectados.

El temporal provocado por la DANA ha seguido produciendo así todo tipo de incidentes. En Cataluña, los equipos de emergencias han localizado este domingo el cuerpo de la mujer de 35 años que se encontraba desaparecida desde el sábado por la tarde tras haber sido arrastrada por una riera en la localidad barcelonesa de Cabrera del Mar. Los hechos ocurrieron sobre las 19:30 horas, cuando la mujer caminaba junto a su marido y sus dos hijos en la zona del pabellón municipal de Cabrera, ubicado en las inmediaciones de la riera, donde la familia había acudido para ver un partido de baloncesto.

Tal y como ha explicado el alcalde de Cabrera, Óscar Fernández, mientras ocurría el acontecimiento deportivo se dio el aviso de lluvia torrencial en el municipio, por lo que se pidió a todos los asistentes que no salieran de las instalaciones. A pesar de ello, ha contado el regidor, "algunas personas" decidieron salir del pabellón. Entre ellas se encontraba la familia, quienes caminaban por una calle anegada de agua cuando, de repente, la mujer cayó en una riera y fue entonces arrastrada por la fuerza del agua. Tras un amplio dispositivo de búsqueda, en el que han participado 18 dotaciones de los bomberos, Mossos d'Esquadra, Policía Local y Salvamento Marítimo, las autoridades han encontrado finalmente el cuerpo sin vida sobre las 11:00 horas en el puerto de Premià, a unos 6 kilómetros del punto en el que desapareció.

Tras conocerse los hechos, Fernández ha expresado el pésame por parte de su Ayuntamiento. Además, ha asegurado que se va a decretar un día de luto y que se va a llevar a cabo un minuto de silencio en recuerdo de la mujer. El president de la Generalitat, Salvador Illa, ha lamentado la muerte de la mujer en un mensaje en sus redes sociales y ha transmitido su pesar a los familiares de la víctima, al tiempo que ha agradecido el trabajo de los efectivos del dispositivo de búsqueda.

En el resto de Cataluña, aunque la DANA ha dado algo más de tregua que el sábado, la Generalitat ha mantenido activada la alerta de su plan Inuncat de Protección Civil, ya que, si bien han cesado durante la jornada las lluvias torrenciales, se espera que este lunes se reactiven las fuertes precipitaciones. Fuentes de los Bomberos han informado que, desde el inicio de las precipitaciones se han recibido un total de 430 llamadas que han generado en 337 incidentes por las lluvias, la mayoría de ellos en las comarcas del norte y litoral de Barcelona.

Las lluvias han afectado además al tráfico aéreo y se han ocasionado hasta 45 cancelaciones de vuelos en el aeropuerto de Barcelona-El Prat, aunque durante la mañana el aeropuerto ha vuelto ya a funcionar con normalidad. De igual forma, Rodalies de Cataluña también ha recuperado este domingo su servicio, que quedó suspendido el sábado a partir de las 22:00 horas debido a afectaciones en las varias de sus líneas.

Los datos recabados por el servicio Meteocat indican que hacía seis años que no llovía tanto en un solo día en Cataluña. Desde el mediodía de este sábado y hasta las 09:00 horas de este domingo, numerosos puntos del este de Cataluña han superado los 50 litros por metro cuadrado. En Ciuret, en la comarca de Osona, se han llegado a acumular 97,7, mientras que en algunos puntos del Vallès y el Baix Llobregat han llegado cerca de 100 litros por metro cuadrado.

Alerta máxima en Comunidad Valenciana

Otro de los puntos críticos por el temporal ha sido la Comunidad Valenciana, con el litoral sur de Valencia y el norte de Alicante en alerta roja (peligro extraordinario) por lluvias durante toda jornada, un aviso que, lejos de remitir, se mantendrá en activo hasta las 10:00 horas de este lunes, cuando pasará a ser amarillo. Ante las lluvias persistentes, la Generalitat ha enviado un mensaje Es-Alert en el que se ha pedido a los ciudadanos de las zonas afectadas que evitasen desplazamientos, que no cruzasen zonas inundables y que se alejasen de ríos, barrancos, cauces y paseos marítimos.

Además, se ha producido una víctima mortal: una mujer ha muerto en Sagunto tras decidir bañarse en la playa de Corinto de esta localidad. La alerta se dio a las 20:13 horas y tras unas horas de búsqueda dificultadas por el oleaje, su cuerpo apareció en la playa de Canet d'En Berenguer.

Las precipitaciones han afectado especialmente a la comarca de La Safor, donde este domingo se han llegado a superar los 200 litros por metro cuadrado. En concreto, el observatorio de Avamet en Real de Gandía acumula 217,6 litros, en Rafelcofer 213,4 y en Benirredrá 201,4. Con estas cifras, el Centro de Coordinación de Emergencias de la Generalitat ha informado que se han gestionado un total de 236 incidentes por daños materiales en vía pública y por incidentes en la red viaria. La mayoría se ha producido en Alicante (145), seguida de Valencia (87) y Castellón (4).

Este Centro de Emergencias ha activado además la preemergencia hidrológica nivel amarillo del Plan Especial de Inundaciones en la zona de Pego-Girona-Gorgos, en la provincia de Alicante, una declaración que insta a los municipios de la zona a activar sus planes municipales de inundaciones y emergencias y a intensificar la vigilancia de los cauces y otros puntos conflictivos. Durante la tarde, la localidad de Pego ha llegado a sumar 85 litros por metro cuadrado de precipitación en solo 45 minutos. También se han llegado a producir inundaciones en el municipio alicantino de Denia.

La UME se activa en Baleares

En Baleares, la alerta roja por precipitaciones también ha estado activada este domingo desde primera hora de la mañana en Ibiza y Formentera, mientras que Mallorca ha permanecido con alerta naranja, a la espera de que se active la alerta roja durante la madrugada de este lunes. El episodio de lluvias intensas ha dejado hasta el momento registros significativos como los 97,4 l/m² en una hora, entre los 8 y las 9:00 horas de la mañana, en Formentera, o los 122,8 l/m² acumulados en 24 horas en esa isla (hasta las 18:10 horas).

Las fuertes tormentas han hecho que se active la Unidad Militar de Emergencias (UME), que ha movilizado unidades de su tercer batallón en la base de Valencia para colaborar con los servicios de emergencias tanto en Ibiza como en Mallorca. El Govern ha activado asimismo el Plan Especial para hacer frente al riesgo de inundaciones (Inunbal), en situación operativa 2 en Ibiza y Formentera y se han enviado dos mensajes Es-Alert a todos los ciudadanos de ambas islas. En el primero de ellos, Protección Civil ha pedido a los ciudadanos precaución y que evitasen zonas inundables hasta que remitiesen las condiciones adversas. En el segundo mensaje, emitido tan solo 25 minutos después, se ha anunciado la suspensión de todas las actividades deportivas, sociales y culturales en el exterior ante el riesgo de inundaciones.

El temporal ha obligado a paralizar además en dos ocasiones las operaciones del aeropuerto de Ibiza, lo que ha provocado 27 cancelaciones de vuelos y 16 desvíos, afectando tanto a vuelos nacionales como internacionales. Además, la carretera del aeropuerto permanece cerrada por inundación, pero se han habilitado vías alternativas para llegar hasta él. En este punto, de hecho, se han acumulado 121,3 l/m² en las últimas 24 horas. Hasta las 14:00 horas, el Centro coordinador Emergencias 112 ha registrado 87 incidencias, la mayoría por inundaciones en establecimientos, caídas de árboles o desprendimientos de elementos urbanos.

Lluvias fuertes también en Andalucía, Extremadura y Murcia

La DANA Adam ha golpeado a su vez territorio andaluz, con algunas zonas de Sevilla, Málaga, Cádiz, Almería y del litoral de Granada en aviso naranja por lluvias de 50 litros por metro cuadrado en una hora. En total, el centro de Emergencias de Andalucía ha atendido 357 incidencias desde el inicio del las precipitaciones. Una de las zonas más afectadas ha sido la barriada de El Palo, en Málaga, donde una parte del techo de un centro de salud se ha caído sin que se hayan producido daños personales. En toda la ciudad, además, se ha activado el Plan Territorial de Emergencia de Protección Civil.

Otra de las localidades más afectadas ha sido Algeciras, en Cádiz, donde el puerto y varias calles del municipio han quedado completamente anegadas y el Ayuntamiento se ha visto obligado a activar la fase 1 del Plan de Emergencia Municipal. En la localidad de El Cuervo, en Sevilla, la lluvia ha provocado el desbordamiento de varios arroyos, lo que ha complicado el tráfico en la autopista AP-4 a su paso por la localidad. En Motril, Granada, las tormentas han hecho que se suspenda el Campeonato de Andalucía de Media Maratón para el que había apuntados cerca de 2.500 corredores.

Por otro lado, durante la tarde la Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) ha emitido un aviso especial por lluvias muy fuertes y persistentes en la Región de Murcia, así como en la provincia de Almería, lo que ha llevado a las autoridades a pedir precaución a la población. El 112 de Murcia ha atendido un total de 122 incidentes desde la llegada de la borrasca. En Extremadura, el Centro de Atención de Urgencias y Emergencias ha activado los avisos amarillos en zonas del sur de Badajoz por lluvias de hasta 20 litros por metro cuadrado en una hora.

Continúa la inestabilidad este lunes

Con todo, la DANA Adam no se aleja de la Península y este lunes la Aemet prevé que continúe la situación de inestabilidad en buena parte del país, especialmente en la Comunidad Valenciana, en los litorales del sureste y de Baleares, donde se prevén tormentas de intensidad muy fuerte o torrencial. A lo largo del día, eso sí, irán debilitándose, aunque las lluvias se desplazarán hasta Cataluña, donde pueden darse entre el lunes por la tarde y el martes chubascos muy fuertes.

La Comunidad Valenciana seguirá manteniendo así la alerta roja hasta las 10.00 horas en el litoral sur de Valencia y en el norte de Alicante. Ante ello, un total de 42 municipios de estas zonas han informado de la suspensión de las clases durante el lunes como medida preventiva. Las localidades que han adoptado esta medida en Valencia son: Gandía, Beneixida (hasta las 11:30), L'Alcúdia, Fortaleny, Algemesí, Oliva, Alberic, Carcaixent, Carlet, Montroi, Càrcer, Cullera, Sollana, Albalat de la Ribera, Riola, Tavernes de la Valldigna, Xeraco, Bellreguard, Piles, Benirredrà, Xeresa, así como por la mañana en Sueca y Alzira. En Alicante, por su parte, se ha suspendido la actividad lectiva en El Verger, Pego, Callosa d'En Sarrià, Benissa, Pedreguer, Gata de Gorgos, Els Poblets, Denia, Murla, Benigembla, Altea, Jávea, Calpe, La Sella y Poble Nou de Benitatxe. La Universitat de València (UV) y la Universitat Politècnica de Valencia (UPV) ya establecieron el pasado viernes el nivel de Emergencia 2, que implica el cierre de los campus y la suspensión de las actividades culturales, deportivas y sociales presenciales.

En Baleares, tanto Mallorca como Ibiza y Formentera estarán este lunes en aviso naranja por fuertes tormentas según la Aemet y los pronósticos apuntan a que se podría alcanzar los 160 litros por metro cuadrado en las Pitiusas y los 140 litros por metro cuadrado en Mallorca. Ante ello, el Govern balear ha tomado también la decisión de suspender las clases en las tres islas. El Ejecutivo autonómico ha pedido a las familias y a la comunidad educativa que sigan las comunicaciones de los centros y la información de los canales oficiales del Govern, como las redes sociales. La presidenta del Govern, Marga Prohens, ha explicado que la decisión se ha adoptado siguiendo las recomendaciones de Emergencias y el protocolo firmado con Educación.

En Andalucía, la Aemet ha activado para la jornada de este lunes el aviso naranja por fuertes lluvias y tormentas en la provincia de Almería, donde se esperan acumulaciones de agua de 50 litros por metro cuadrado en una hora, mientras que el nivel desciende a amarillo en el resto de la comunidad a excepción de en Huelva, única provincia exenta de alertas meteorológicas. De igual forma, la Región de Murcia tendrá activos los avisos naranjas. También se esperan fuertes chubascos con tormenta en Ceuta y Melilla. A la espera de lo que pueda ocurrir en Cataluña, la Aemet ha activado de momento avisos por fuerte oleaje en los litorales.

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Marine Le Pen stellte in Brüssel ihre Pläne zum Rückbau der Befugnisse der EU-Kommission vor

Von Rainer Rupp

Die Pressekonferenz von Marine Le Pen fand am 14. Oktober 2026 in Brüssel statt. EU-Kritiker sahen darin eine Art Gegenkonferenz zum Gipfeltreffen der EU-Staats- und Regierungschefs, die einen Tag später ebenfalls in Brüssel über den siebenjährigen Finanzrahmen der Europäischen Union für die Jahre 2028 bis 2034 beraten haben; ohne Erfolg, wie man inzwischen weiß.

Marine Le Pen ist das allseits bekannte Aushängeschild der stärksten Partei Frankreichs, der oppositionellen "Rassemblement National (RN)", was als "Nationaler Zusammenschluss" übersetzt werden kann. Zugleich ist Marine Le Pen eine aussichtsreiche Kandidatin, um die für den 18. April 2027 angesetzten Präsidentschaftswahlen zu gewinnen.

Vor diesem Hintergrund ist bemerkenswert, dass in Deutschland die großen, selbsterklärten "Qualitätsmedien" den Brüsseler Auftritt von Le Pen weitgehend ignoriert haben. Denn bei Le Pens Pressekonferenz lag der Schwerpunkt auf ihren Plänen zur Begrenzung der Befugnisse der Europäischen Kommission und auf ihrer Entschlossenheit, nationale Handlungsspielräume für Frankreich zurückzugewinnen.

Ein zentrales Element ihrer Ausführungen war die Forderung, die Europäische Kommission wieder auf die Rolle eines Sekretariats in den Diensten der Mitgliedstaaten zu beschränken. Le Pen beschrieb dies als Kern eines "Europa der Nationen". In diesem bereits von General de Gaulle bekräftigten Modell für Europa sollten die nationalen Regierungen die demokratische Legitimität und die Entscheidungsbefugnis über alle Gesetze und Maßnahmen von nationaler Tragweite behalten.

Stattdessen haben die globalen Eliten der EU-Länderregierungen hinter den Brüsseler Kulissen im Verein mit der EU‑Kommission und angetrieben von den 6.000 in Brüssel ansässigen Lobbyisten-Büros des organisierten Großkapitals heimlich zusammengearbeitet, um schrittweise immer mehr ihrer nationalen Parlamente zu entmachten und deren Entscheidungsbefugnisse an die autoritär operierende EU-Kommission abzugeben. Ein Musterbeispiel dafür ist zum Beispiel die vollkommene Entmachtung der nationalen Parlamente, zuerst in Außenhandelsfragen, dann in der Außenhandelspolitik, dann die Verhängung von Handels- und Finanzsanktionen bis zum Verbot von Importen russischer Öle und Gase. Bei all diesen Maßnahmen hatten weder der Deutsche Bundestag noch das französische Parlament noch eine andere nationale Volksvertretung der EU-Länder ein Wort mitzureden. Stattdessen wurde das alles auf Grundlage der Gummi-Paragrafen des Artikels 29 des Vertrags über die Europäische Union (EUV) abgewickelt, der lautete:

"Der Rat lässt Beschlüsse zu, in denen der Standpunkt der Union zu einer bestimmten Frage geografischer oder thematischer Art bestimmt wird. Die Mitgliedstaaten tragen dafür Sorge, dass ihre einzelstaatliche Politik mit den Standpunkten der Union im Einklang steht."

Nun, der Rat der EU setzt sich aus Vertretern der Regierungen der jeweiligen Mitgliedsländer zusammen, also Vertreter der globalistischen EU-Elite, die unter sich hinter verschlossenen Türen in Brüssel paktieren, kolludieren und für alle EU-Länder verbindlich entscheiden. Denn alle EU-Mitgliedsländer sind rechtlich dazu verpflichtet, ihre nationale Politik an diesen gemeinsamen Standpunkten des Rats auszurichten.

Dieser Artikel ist das zentrale Instrument der "Gemeinsamen Außen- und Sicherheitspolitik (GASP)" der EU und wird unter anderem als Rechtsgrundlage für EU-Sanktionen genutzt. Über diese Gummi-Paragrafen hat die EU-Kommission im Verein mit dem EU-Rat die Entscheidungen nicht nur über den Außenhandel, sondern auch über Krieg und Frieden an sich gerissen und dabei den Einfluss der nationalen Parlamente bei diesen lebenswichtigen Entscheidungen komplett ausgeschaltet.

Und da wäre noch das sogenannte "Europäische Parlament" (EP). Das hat nicht einmal das elementare Recht eines jeden demokratischen Parlaments, nämlich selbst Gesetzesinitiativen einzubringen und zu verabschieden. Das war den EU-Globalisten von Anfang an zu gefährlich, denn so könnte sich ja tatsächlich einmal der Volkswille durchsetzen. Nein, das EP darf nur die Gesetzesvorlagen (genannt Direktiven) der EU-Kommission diskutieren und abnicken, wofür es hinlänglich bekannt ist.

Das EP ist eine Institution, die den Entscheidungen von EU-Rat und EU-Kommission einen demokratischen Anstrich verleihen soll. Marine Le Pen und ihre Partei RN sind fest entschlossen, die Farce zu beenden, was übrigens in Deutschland das Ziel der AfD und ihrer Vorsitzenden Alice Weidel ist.

Le Pen bestand in Brüssel unter anderem darauf, dass die europäischen Institutionen wieder zu ihrer ursprünglichen Aufgabe zurückkehren, nämlich die Zusammenarbeit der Staaten zu unterstützen, nicht aber eigene Kompetenzen auszuweiten oder über die Mitgliedstaaten hinweg Entscheidungen zu treffen und diese dann deren Bevölkerung aufzuzwingen. Le Pen betonte, dass Institutionen nur Kompetenzen ausüben dürften, die ausdrücklich von den Staaten vorgesehen und eingerahmt seien. Alles, was außerhalb dieser Zuständigkeiten liege, musste beendet werden.

In diesem Zusammenhang nannte Le Pen mehrere Politikfelder, in denen die Kommission ihrer Ansicht nach über die vertraglichen Grundlagen hinausgehe oder Kompetenzen beanspruche, die ihr nicht zustünden. Dazu gehörten der Green Deal als ökologischer Umbau der Wirtschaftspolitik, die Erweiterung der Union und die finanzielle Unterstützung von Beitrittskandidaten, die finanzielle Unterstützung der Ukraine, Entwicklungshilfe sowie die Diplomatie. Auch die geplante Einrichtung eines europäischen geheimen Nachrichtendienstes kritisierte sie, da hierfür keine Kompetenzgrundlage in den Verträgen bestehe.

Darüber hinaus sprach sich Le Pen für die Abschaffung oder Einschränkung bestimmter Gremien aus, darunter den Europäischen Wirtschafts- und Sozialausschuss und den Ausschuss der Regionen. In den Bereichen Gesundheit, Sicherheit und internationale Diplomatie soll die Kommission ebenfalls nicht mehr in der bisherigen Weise tätig sein.

Le Pen verknüpfte diese institutionellen Vorschläge mit dem Ziel, mehr nationale Souveränität für Frankreich zurückzugewinnen. Sie stellte fest, dass in den vergangenen zehn Jahren eine europäische Vision umgesetzt worden sei, die dem Gegenteil dessen entsprach, wofür sie eintrat. Man habe ein mächtiges Europa gewollt und ein machtloses bekommen. Man habe europäische Souveränität angestrebt und stattdessen eine Verdünnung der nationalen Souveränität erhalten.

Gleichzeitig erklärte sie, dass die Politik Frankreichs unter ihrer Präsidentschaft nicht gegen Europa gerichtet sein werde. Ihr Ansatz ziele darauf ab, die Zusammenarbeit so zu gestalten, dass die nationalen Interessen und die Souveränität der Staaten respektiert werden. Sie sprach von Partnerschaften, die auf Vertrauen und dem Respekt der Souveränitäten beruhen müssten, und betonte die besondere politische Rolle Frankreichs in Europa, die sie wieder aktivieren wollte.

Im finanziellen Bereich kündigte Le Pen an, den Nettobeitrag Frankreichs zum EU-Haushalt auf maximal fünf Milliarden Euro pro Jahr zu begrenzen. Dies ist Teil eines umfassenden Sparplans, mit dem sie die öffentlichen Finanzen Frankreichs sanieren wollen. Sie lehnte es ab, dass der mehrjährige Finanzrahmen für 2028 bis 2034 noch vor den anstehenden Wahlen in Frankreich sowie in anderen Mitgliedstaaten wie Spanien, Italien und Polen verabschiedet werde. Eine solche Entscheidung vor den Wahlen bezeichnete sie als demokratischen Skandal und als Ausdruck von Geringschätzung demokratischer Prozesse durch die Kommission. Sie rechnete damit, dass es bei der Durchsetzung ihrer Vorstellungen zu einer Kraftprobe mit der Kommission und anderen Regierungschefs kommen könnte.

Weitere Punkte beziehen sich auf die Außengrenzen und die Erweiterung. Le Pen erklärte, künftig echte europäische Außengrenzen aufbauen zu wollen, die die nationalen Grenzen stärken würden. Zugleich sprach sie sich gegen jede Erweiterung der Union in der gegenwärtigen Lage aus, da diese die bereits fragile Kohärenz und das wirtschaftliche Gleichgewicht des Binnenmarktes gefährden könnte. Sie plädierte außerdem für eine Reduzierung der europäischen Bürokratie und eine übermäßige Überprüfung und unnötige Ausgaben.

Die Aussagen Le Pens auf der Pressekonferenz in Brüssel konzentrierten sich damit auf eine institutionelle Neuausrichtung, bei der die Kommission auf eine unterstützende Sekretariatsfunktion zurückgeführt und die Entscheidungshöhe stärker bei den nationalen Regierungen verankert werden soll. Die konkreten Maßnahmen umfassen die finanziellen Beiträge, die Beendigung bestimmter Politikfelder außerhalb der geltenden Zuständigkeiten, die Ablehnung einer vorgezogenen Haushaltsentscheidung sowie die Stärkung nationaler Handlungsspielräume im Rahmen einer „Europa der Nationen“.

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US-Vorstoß für Ukraine-Frieden: Rückkehr russischen Gases nach Europa?

Der US-Plan für eine Friedenslösung in der Ukraine sieht offenbar eine Ausweitung der Gasimporte aus Russland durch Europa vor. Dafür könnte die Ukraine Pipelines wieder in Betrieb nehmen, über die früher russisches Gas in die EU transportiert wurde. Dies berichtete die New York Times am Samstag unter Berufung auf mit den Verhandlungen vertraute Personen.

Demnach sollen die US-Sondergesandten Steve Witkoff und Jared Kushner die Wiederaufnahme russischer Gaslieferungen nach Europa über die Ukraine bei Gesprächen mit europäischen und ukrainischen Vertretern ins Spiel gebracht haben. Dazu gehörte dem Bericht zufolge auch ein Treffen mit Wladimir Selenskij während eines Besuchs in Kiew im September.

Dieser Vorschlag ist Teil einer Reihe von Schritten, mit denen US-Präsident Donald Trump eine Friedenslösung zwischen Moskau und Kiew vermitteln möchte.

Washington soll vorgeschlagen haben, die Gaslieferungen im Rahmen einer umfassenderen Einigung als wirtschaftlichen Anreiz für Moskau wieder aufzunehmen. Laut dem Bericht würde sich das mögliche Abkommen außerdem mit den Beziehungen zwischen Russland und der NATO, Sicherheitsgarantien für die Ukraine sowie territorialen Fragen befassen.

Zuvor hatte Washington bereits eine Lockerung der Beschränkungen für russische Diesel-Exporte vereinbart. Zudem setzte Trump zahlreiche Sanktionen, Beschränkungen und Zölle aus, die im nach dem verstorbenen US-Senator Lindsey Graham benannten Gesetz vorgesehen waren.

Im Januar 2025 wurde der Transit russischen Gases durch die Ukraine eingestellt. Damals hatte sich die ukrainische Regierung gegen eine Verlängerung des Transitabkommens mit Russland entschieden. Seitdem ist TurkStream die einzige verbliebene Route für russische Pipeline-Gaslieferungen in die EU.

Vor der Eskalation des Ukraine-Konflikts im Jahr 2022 deckte Russland rund 45 Prozent der Gasimporte der EU. Infolge der Veränderungen bei den Gaslieferungen und der Schäden an wichtiger Infrastruktur, darunter Nord Stream 1, sank der russische Anteil bis 2025 auf etwa zwölf Prozent. Dennoch importierte die EU im vergangenen Jahr insgesamt 36 Milliarden Kubikmeter russisches Gas, sowohl über Pipelines als auch in Form von Flüssigerdgas (LNG). Nach Angaben der EU-Statistikbehörde Eurostat importierte die EU 2025 russisches Flüssigerdgas im Wert von rund 7,4 Milliarden Euro. 2024 hatte der Wert noch bei rund 7,6 Milliarden Euro gelegen.

Gleichzeitig treibt Brüssel den Ausstieg aus den Gasimporten aus Russland voran. So begann die EU im Juni 2026, Importe im Rahmen bestimmter kurzfristiger Pipeline-Verträge schrittweise auslaufen zu lassen. Ab Januar 2027 sollen Einfuhren von russischem Flüssigerdgas verboten werden, ab September 2027 soll das Verbot auf Pipeline-Gas folgen. Bis Ende 2027 sollen die russischen Gasimporte somit vollständig eingestellt werden.

Unterdessen hat Russland seine Energieexporte verstärkt nach Asien umgeleitet. So erreichten die Lieferungen von russischem Erdgas nach China im Jahr 2025 insgesamt 38,8 Milliarden Kubikmeter. Das entspricht einem Anstieg von 24,8 Prozent gegenüber dem Vorjahr.

Zugleich erklärte der russische Präsident Wladimir Putin, Moskau sei weiterhin bereit, EU-Staaten mit Energieträgern zu beliefern. Dafür benötige Russland jedoch ein Signal aus Brüssel. Moskau werde prüfen, ob solche Exporte machbar und wirtschaftlich rentabel seien, anstatt abzuwarten, bis Europa die Tür für die Energiebeziehungen "zuschlägt", so Putin.

Mehr zum Thema – Russisches Erdgas findet in Europa einen neuen Fürsprecher

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FIU premia a Daniel Pedreira por su libro sobre los desaparecidos del castrismo

FIU otorgó al académico Daniel Pedreira el Premio a la Excelencia del Profesorado en Publicación y las Artes de 2026 por su libro "Los desaparecidos del castrismo: Cuba desde 1959", una investigación sobre casos aún sin esclarecer de personas desaparecidas bajo el régimen cubano.

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Papst Leo predigt erstmals nach seiner Lungenoperation

Papst Leo XIV. hat erstmals nach seiner Lungenoperation die Sonntagspredigt im Vatikan gehalten. Nach dem Angelus-Gebet bedankte sich der Pontifex beim medizinischen Personal der Gemelli-Klinik, wo er behandelt wurde. Durch diese Erfahrung konnte er auf besondere Weise eine Verbundenheit mit all jenen spüren, die eine Krankheit oder eine Behinderung durchleben, zitierte seine Ansprache die Vatican News.

Zum Schluss versicherte Papst Leo, dass die delikate Phase vorbei sei. Nun werde er seine Tätigkeiten schrittweise wieder aufnehmen, "stets mit Gottes Hilfe und durch eure Gebete".

Der Papst war am Vortag in den Vatikan zurückgekehrt. Während der Operation am Donnerstag hatten ihm die Ärzte den unteren Lappen der rechten Lunge entfernt. Eine anschließende Untersuchung bestätigte, dass es sich um einen bösartigen Tumor handelte. Im Vorfeld der Operation sagte die Präfektur des Päpstlichen Hauses alle Audienzen des Papstes bis zum 20. Oktober ab.

Mehr zum Thema – Papst Leo aus dem Krankenhaus entlassen

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