Christiane Amanpour deixa a CNN depois de 43 anos

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O Município de Mértola iniciou a reabilitação da Casa Fagulha, no Centro Histórico da vila, num investimento de 1,375 milhões de euros, naquela que será a primeira obra da estratégia municipal de habitação a entrar em funcionamento.
Com esta intervenção serão criadas seis novas habitações, distribuídas por duas frações T1 e quatro frações T2, reforçando a oferta de habitação acessível no concelho e contribuindo para responder às necessidades habitacionais identificadas no território.
A empreitada, com um prazo de execução de 730 dias, integra a estratégia local de habitação do Município, que tem vindo a desenvolver um conjunto de investimentos destinados a aumentar a oferta habitacional e a criar condições para a fixação de população, atração de novos residentes e valorização do Centro Histórico de Mértola.

Para além da importante recuperação de um edifício emblemático da vila, a intervenção permitirá devolver ao mercado novas habitações adequadas às necessidades de jovens, famílias e trabalhadores que procuram estabelecer-se no concelho.
A Casa Fagulha constitui apenas a primeira etapa de uma estratégia mais abrangente. Nos próximos meses, o Município prevê lançar a empreitada de reabilitação da Casa Anselmo, que permitirá disponibilizar mais seis habitações em formato apartamento, seguindo-se a construção de oito moradias no Bairro da Cooperativa.
Com estes investimentos, o Município de Mértola prevê disponibilizar, no médio prazo, um total de 20 novas habitações, reforçando significativamente a oferta habitacional pública e criando novas oportunidades de residência no concelho.
Paralelamente, encontra-se concluído o projeto de loteamento da expansão da Zona ZE3, que permitirá disponibilizar 16 lotes para autoconstrução, criando condições para que mais famílias possam construir a sua própria habitação e contribuindo para o crescimento sustentado da vila.
Segundo o Município, a habitação constitui atualmente uma das principais prioridades da ação municipal, assumindo-se como um fator determinante para a atração e fixação de população, para a dinamização da economia local e para a construção de um concelho mais coeso, inclusivo e sustentável.
Com o avanço destas intervenções, Mértola dá mais um passo na concretização de uma estratégia integrada que combina a reabilitação do património edificado, a criação de nova oferta habitacional e a disponibilização de solo urbano para construção, reforçando as condições para viver, trabalhar e investir no concelho.
Desenvolvido pela Perto Arquitetura e pela A Engenharia da Taipa, o banco do Jardim da Alameda integra o projeto «Matéria Adentro».
O conteúdo CCDR Algarve apresentou em Faro protótipo de mobiliário urbano em taipa aparece primeiro em Barlavento.

O Presidente da República apelou esta segunda-feira a que um entendimento alargado entre Governo PSD/CDS-PP e partidos da oposição para que se adotem medidas urgentes e outras duradouras para a habitação “com o contributo de todos”.
“Há de facto um problema de habitação no país e, portanto, ele precisa de ser resolvido. E se há contributos de todos, Governo, partidos da oposição, então é útil que todos se entendam para encontrarem as melhores soluções para resolver os problemas“, declarou António José Seguro aos jornalistas, no Campus XXI, em Lisboa.
O chefe de Estado, que falava no fim da sessão de apresentação do livro “Álvaro Siza Vieira — Arquiteto de Sonhos” de Fátima Campos Ferreira, e tinha perto de si o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, referiu que “há vários partidos e também o Governo” com iniciativas sobre esta matéria.
“Agora é necessário dar o passo seguinte: é entenderem-se sobre essas propostas, umas através de políticas duradouras – é esse o entendimento a que eu tenho apelado -, e outras com medidas urgentes“, defendeu.
“Por exemplo, de estudantes que têm dificuldades em pagar o quarto quando estão deslocados, de pessoas que mesmo tendo trabalho têm dificuldades em pagar a renda porque elas têm subido, os preços das casas têm aumentado. Portanto, é necessário olhar para esse problema com seriedade e com o contributo de todos. É esse o meu apelo”, acrescentou.
António José Seguro mencionou que tem “chamado a atenção para a necessidade de se resolver esse problema” desde o seu discurso de posse, em 09 de março deste ano. Nessa ocasião, perante a Assembleia da República, anunciou que iria convidar os partidos a iniciar os trabalhos para obter um compromisso interpartidário sobre a saúde, que ultrapasse ciclos políticos, e manifestou o desejo de que o mesmo “fosse alcançado noutras áreas essenciais como, por exemplo, o acesso à habitação”.
Esta segunda-feira, no discurso que fez na sessão de apresentação do livro da jornalista Fátima Campos Ferreira sobre o arquiteto Álvaro Siza Vieira, o chefe de Estado também abordou o tema da habitação, enquadrando-o como “um problema concreto, humano”, que exige “respostas igualmente concretas e humanas”, e como “uma das preocupações centrais” do país.
O Presidente da República considerou que, neste momento, “é fundamental ouvir Álvaro Siza Vieira quando dizia ter dúvidas sobre a expressão ‘habitação social’, porque ‘toda a habitação é social'”.
“A habitação é uma das preocupações centrais do nosso tempo e do nosso país. É aqui que a dignidade humana e a casa se encontram. E a casa, aqui, não é uma metáfora. A casa é o centro do mundo, assim como a rua, o bairro e a cidade são o centro da vida em comum”, disse.
Segundo António José Seguro, toda a obra de Siza Vieira “fala dessa ligação entre o espaço e os humanos que o ocupam” e a sua arquitetura “faz do mundo um lugar melhor, mais atraente, mais simples e mais habitável – para todos”.
Esta sessão contou com a presença do anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Pela parte do Governo, estiveram presentes o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, e o secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos.

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O Sindicato Nacional da Polícia (Sinapol) deu ao Governo até dia 28 para apresentar “propostas concretas, sérias e verdadeiramente valorizadoras dos polícias“, prometendo ações de protesto caso não haja avanços em negociações.
Em comunicado divulgado esta segunda-feira, o Sinapol adianta que tem marcada para 28 de outubro uma reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, “que poderá ser decisiva para o futuro das negociações sobre a valorização profissional e salarial dos polícias”, estabelecendo essa data como prazo para apresentação de propostas efetivas.
“Até ao momento, as reuniões realizadas não produziram resultados concretos capazes de traduzir-se numa verdadeira valorização das carreiras e das condições remuneratórias dos profissionais da PSP”, afirma o sindicato, acrescentando que “os polícias continuam à espera de respostas, enquanto as reivindicações do Sinapol, apresentadas há anos, e as sucessivas promessas políticas continuam sem passar das palavras aos atos”.
O Sinapol manifesta no comunicado a sua “crescente preocupação com a ausência de propostas concretas por parte do Governo” e garante que “não aceitará que o processo continue indefinidamente sem soluções efetivas, num prolongamento artificial das negociações”.
O sindicato adianta que se não houver progressos no processo negocial “avançará para (…) ações de protesto, começando pela realização de plenários nos diversos aeroportos e comandos policiais, durante as horas de serviço, no respeito pela legalidade aplicável”.
“Chegou o momento de passar das promessas às decisões. Os polícias não podem continuar à espera da valorização que lhes é devida e merecida”, afirma o sindicato.
O Sinapol “mantém-se disponível para negociar, mas não confundirá diálogo com adiamento, nem aceitará que a ausência de resultados continue a ser apresentada como progresso”, afirma.

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