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Loulé lança novo número da Revista Al-‘Ulyà e suplemento sobre “Repartição da Fruta” no século XV

O Arquivo Municipal de Loulé Professor Joaquim Romero Magalhães recebe, no dia 24 de outubro, às 17h00, o lançamento do Nº30 da Revista Al-‘Ulyà, bem como do suplemento “Livro da Repartição da Fruta 1450”, da autoria de Maria Valentina Ferreira. A apresentação da revista estará a cargo de Maria João Valente, professora da Universidade do […]

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MAR Shopping Algarve: Nem todas as compras se fazem com um clique

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Loulé lança N.º 30 da Revista Al-‘Ulyà e suplemento ‘Livro da Repartição da Fruta 1450’

O Arquivo Municipal de Loulé Professor Joaquim Romero Magalhães recebe, no dia 24 de outubro, às 17h00, o lançamento do N.º 30 da Revista Al-‘Ulyà, bem como do suplemento “Livro da Repartição da Fruta 1450”, da autoria de Maria Valentina Ferreira.

A apresentação da revista estará a cargo de Maria João Valente, professora da Universidade do Algarve, e o suplemento será apresentado por Saul António Gomes, da Universidade de Coimbra.

Fundada em 1992 pelo antigo Arquivo Histórico Municipal, a Revista Al-‘Ulyà consolidou-se como uma das maiores referências culturais na região do Algarve. Esta publicação de cariz científico e de divulgação cultural serve dois públicos distintos de forma equilibrada: os especialistas de várias áreas científicas e os leitores que partilham a paixão pela história local.

Os seus artigos académicos e de divulgação incidem sobre áreas fundamentais como Arqueologia e História local, Património, descobertas e análises do passado algarvio, Ciências Sociais e Humanidades, estudos dedicados às dinâmicas humanas da região ou legado arquitetónico, etnográfico e cultural.

Ao longo de 34 anos de existência, a Al-‘Ulyà tem promovido a difusão sistemática e rigorosa da investigação científica, através da publicação de artigos que ajudam a compreender a evolução deste território. Este trabalho contínuo transformou a preservação do património histórico-cultural num pilar estratégico para o desenvolvimento do concelho de Loulé e a valorização da sua identidade.

A nova edição vai ser disponibilizada para consulta. Os interessados podem aceder aos conteúdos e ao arquivo digital através do site do Município em www.cm-loule.pt

Sobre o suplemento “Livro da Repartição da Fruta 1450”

O livro de repartição da fruta e o do pagamento da fruta de Loulé registam a aquisição de grandes quantidades de fruta seca pelo concelho. Embora referidos, pela primeira vez, em 1375, só chegaram à atualidade dois exemplares datados do século XV.

Estes registos são únicos no país e revelam a originalidade dos escrivães ao serviço do concelho, devido a terem utilizado a adaptado nestes documentos os saberes, as práticas e os sinais que utilizavam nos livros de receita e despesa.

O concelho adquiriu os frutos secos para utilizá-los como moeda de troca pelo produto que mais escasseava no Algarve, o cereal. Com efeito, mais do que um caso isolado, os livros de contas da fruta de Loulé são testemunhos fundamentais para compreender melhor aquele que foi um dos principais motores da economia da região desde os tempos árabes: a produção e comércio de frutos secos.

Em 1985, a investigadora Maria Valentina Ferreira dedicou a sua dissertação de mestrado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa precisamente sobre o “Livro da Repartição da Fruta 1450”.

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PpDM afirma que habitação digna é um direito – sem ela, não há igualdade nem liberdade para as mulheres

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM), em comunicado enviado às redações, que se transcreve a seguir, afirma que «“Habitação digna é um direito. Sem ela, não há igualdade nem liberdade para as mulheres”, no qual alerta para o impacto da crise habitacional na autonomia, na segurança e nos direitos das mulheres.

A habitação é um direito fundamental e constitucional e uma condição indispensável à igualdade. O acesso a uma casa digna e acessível determina as possibilidades de autonomia económica, segurança e liberdade das mulheres.

Num contexto de crise habitacional, as desigualdades de género agravam as dificuldades de acesso e permanência numa habitação, comprometendo o exercício dos direitos das mulheres.

Salários mais baixos, precariedade laboral e a distribuição desigual do trabalho doméstico e dos cuidados limitam a capacidade das mulheres para aceder a uma habitação independente. Mulheres jovens, mães em famílias monoparentais, mulheres mais velhas, mulheres com deficiência, mulheres em situação de pobreza e mulheres em situação de sem-abrigo enfrentam obstáculos acrescidos.

A situação de sem-abrigo entre as mulheres permanece frequentemente invisível, incluindo quando vivem em alojamentos temporários ou dependem de terceiros, por vezes em contextos de violência e exploração.

Nenhuma mulher deve ser obrigada a permanecer numa situação de violência por não ter para onde ir

A falta de alternativas habitacionais seguras e acessíveis compromete a proteção das sobreviventes de violência doméstica e o seu direito a uma vida livre de violência. Garantir habitação segura é uma responsabilidade pública.

Para as mulheres com filhos e filhas a cargo, a insegurança habitacional pode ainda traduzir-se no receio de perder a guarda das crianças, agravando a vulnerabilidade e dificultando a procura de apoio ou a saída de relações violentas.

A precariedade habitacional pode também ser instrumentalizada para exercer coação e violência sexual, nomeadamente através do sex for rent – propostas de alojamento em troca de relações sexuais.

A necessidade de uma casa não pode ser explorada para obter acesso sexual ao corpo das mulheres

O racismo, o antigitanismo e a segregação habitacional agravam estas desigualdades, afetando particularmente as mulheres migrantes, mulheres ciganas e as que vivem em bairros informais ou alojamentos precários, muitas vezes sem condições dignas, infraestruturas essenciais ou segurança habitacional.

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM), que reúne 35 organizações, incluindo a Mulheres na Arquitetura, defende políticas públicas de habitação que coloquem os direitos humanos e a igualdade entre mulheres e homens no centro. Para tal, considera prioritário:

  • Aumentar a oferta de habitação pública, social e acessível, garantindo rendas compatíveis com os rendimentos e proteção contra despejos sem alternativa habitacional digna.
  • Promover a autonomia habitacional das pessoas jovens, através de arrendamento acessível e alojamento estudantil que não dependa dos recursos familiares.
  • Garantir alojamento de emergência e soluções habitacionais duradouras para mulheres em situação de sem-abrigo, sobreviventes de violência doméstica e mães com filhos e filhas a cargo.
  • Garantir que a pobreza e a precariedade habitacional não constituem, por si só, motivo para a retirada de crianças às suas famílias ou para a sua institucionalização, assegurando respostas habitacionais dignas e apoios sociais. A falta de uma casa adequada exige uma resposta pública de habitação e proteção social, sem penalizar as mães pela pobreza em que vivem.
  • Prevenir e combater a violência e a exploração sexual associadas à insegurança habitacional, incluindo o sex for rent, assegurando mecanismos de denúncia, proteção e apoio às mulheres afetadas.
  • Combater a discriminação e a segregação habitacional, incluindo o racismo e o antigitanismo, garantindo condições dignas e respeito pelos direitos humanos.
  • Integrar uma perspetiva feminista nas políticas de habitação, com avaliação dos seus impactos sobre mulheres e homens, dados desagregados por sexo e idade, metas verificáveis e participação efetiva das organizações de mulheres.

A habitação deve ser assumida pelo Governo e pelos municípios como uma prioridade de direitos humanos e de igualdade, reconhecendo o seu impacto na autonomia das mulheres e na prevenção da violência.

Garantir habitação digna e acessível exige políticas públicas concretas, investimento adequado e um compromisso efetivo com a igualdade e a liberdade de todas as mulheres.

Sem casa, não há autonomia; sem autonomia, a liberdade das mulheres fica comprometida. Os direitos das mulheres exigem ação, investimento e resultados concretos», termina assim a missiva da PpDM.

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Loulé lança website dedicado às suas cinco áreas protegidas

Lançado a 18 de outubro, no 16º aniversário das Paisagens Protegidas Locais da Rocha da Pena e da Fonte Benémola Loulé, 18 de outubro de 2026 O Município de Loulé lançou hoje o website areasprotegidas.cm-loule.pt dedicado à promoção e divulgação das cinco áreas protegidas locais do concelho: a Paisagem Protegida Local da Rocha da Pena, […]

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Loulé lança website sobre áreas protegidas

O Município de Loulé lançou um website dedicado às cinco áreas protegidas locais do concelho, com informação sobre o património natural e cultural, projetos científicos, percursos pedestres e iniciativas de conservação. A plataforma, disponível em areasprotegidas.cm-loule.pt, foi apresentada a 18 de outubro, data em que se assinalou o 16.º aniversário das Paisagens Protegidas Locais da Rocha da Pena e da Fonte Benémola.

O novo portal pretende concentrar num único espaço a informação sobre as áreas protegidas do concelho, facilitando o acesso da população, da comunidade científica e de outras entidades aos conteúdos e às atualizações relativas a estes territórios.

A plataforma disponibiliza páginas dedicadas a cada uma das cinco áreas: a Paisagem Protegida Local da Rocha da Pena, a Paisagem Protegida Local da Fonte Benémola, a Reserva Natural Local da Foz do Almargem e do Trafal, a Reserva Natural Local da Nave do Barão e o Monumento Natural Local da Gruta de Vale Telheiro.

Cada página reúne informação técnica, conteúdos sobre o património natural e cultural, fotografias e vídeos. Estão também disponíveis dados sobre projetos científicos e ações de monitorização, propostas de percursos pedestres, paisagens sonoras e rotas integradas no Geoparque Algarvensis, além de notícias relacionadas com a atividade desenvolvida nestes espaços.

“Investir no ambiente e na preservação dos recursos naturais é investir num futuro de qualidade”, afirma Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.

O autarca acrescenta que o objetivo passa por “aproximar as pessoas das nossas áreas protegidas, para que as conheçam, as valorizem e nos ajudem a cuidar delas”.

Segundo o município, a criação do portal responde à necessidade de reunir num único local a informação anteriormente dispersa, tornando-a mais acessível e reforçando a transparência e a proximidade com a população.

A iniciativa conta com o apoio de fundos europeus, através do Programa Regional Algarve 2030.

O website pode ser consultado em areasprotegidas.cm-loule.pt.

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Loulé | Ciclo de conferências “Museus Hoje. de que Museus Precisamos?”

O Museu Municipal de Loulé retoma o ciclo de conferências “Museus Hoje. De que museus precisamos?”, com uma sessão dedicada à participação da comunidade e à transformação dos modelos museológicos contemporâneos. A iniciativa terá lugar esta segunda-feira, dia 19 de outubro, às 18h00, no espaço dos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, com entrada […]

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Da Rocha da Pena à Gruta de Vale Telheiro: Loulé mostra cinco áreas protegidas num site

Nova plataforma disponibiliza informação sobre património natural e cultural, projetos científicos e propostas de percursos nas áreas protegidas do concelho.

O conteúdo Da Rocha da Pena à Gruta de Vale Telheiro: Loulé mostra cinco áreas protegidas num site aparece primeiro em Barlavento.

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Loulé e Guiné-Bissau reforçam cooperação nas áreas da educação e saúde

O presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, recebeu no dia 14 de outubro, a cônsul-geral da Guiné-Bissau, Josefina Kosta, para abordar o reforço da cooperação entre os dois territórios, com destaque para a formação académica de jovens guineenses e o apoio técnico ao município de Bissorã.

A visita de cortesia decorreu nos Paços do Concelho e contou também com a presença de Elizé Semedo Monteiro, terceiro secretário da representação consular, e de Fernando Carvalho, professor e músico guineense residente no concelho de Loulé há várias décadas, com um percurso ligado à comunidade guineense no Algarve.

Durante o encontro, foram recordados os laços de cooperação entre Loulé e a Guiné-Bissau, nomeadamente a geminação com a cidade de Bissorã, estabelecida em março de 2001 e reativada em 2024. Um dos sinais desta ligação é a existência de um bairro em Bissorã com o nome de Loulé.

A formação académica de jovens guineenses constitui uma das principais vertentes desta cooperação. Entre os exemplos está José Sadjo, natural de Bissorã, que frequenta a licenciatura em Ciências Biomédicas na Universidade do Algarve. O estudante iniciou o percurso académico no ano letivo de 2025/2026, ao abrigo de um protocolo de financiamento estabelecido com a autarquia louletana, e tem registado um bom aproveitamento.

A reunião permitiu ainda analisar as áreas prioritárias previstas no protocolo de cooperação, que incluem a formação nas áreas científica, pedagógica e da saúde, nomeadamente Ciências Biomédicas, Enfermagem, Fisioterapia e Nutrição.

O documento contempla igualmente a prestação de assessoria técnica à Câmara Municipal de Bissorã e o desenvolvimento de estudos destinados a apoiar aquela região guineense.

Com esta receção, o Município de Loulé e o Consulado-Geral da Guiné-Bissau procuram dar continuidade aos projetos conjuntos nas áreas da educação, saúde, cultura e capacitação técnica, reforçando os laços de cooperação entre os dois territórios.

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Museu de Loulé debate participação da comunidade na preservação do património

O Museu Municipal de Loulé retoma esta segunda-feira, 19 de outubro, o ciclo de conferências “Museus Hoje. De que museus precisamos?”, com uma sessão dedicada ao papel das comunidades na construção e valorização do património. A iniciativa decorre às 18h00, nos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, com entrada livre.

Intitulada “Do museu de território ao Acervo de Comunidade: reflexões sobre participação, coprodução e mediação patrimonial”, a conferência será conduzida por João Duarte, doutorado em Estudos do Património e História da Arte e investigador.

A sessão propõe uma reflexão sobre a evolução dos modelos museológicos, defendendo uma abordagem que vá além da preservação e exposição de coleções e valorize a ligação ao território, às memórias e às experiências das populações locais.

Entre os temas em análise estará o conceito de “Acervo de Comunidade”, entendido como uma ferramenta de mediação patrimonial que permite cruzar a investigação científica com a memória coletiva e os conhecimentos dos cidadãos. A curadoria participativa, a criação partilhada de conhecimento e a valorização do património material, imaterial e digital estarão igualmente em debate.

A conferência abordará ainda os desafios associados à construção de museus mais participativos e inclusivos, nomeadamente a forma de envolver os cidadãos nos processos de valorização do património sem comprometer o rigor científico, os critérios de seleção e a sustentabilidade das práticas museológicas.

Com esta iniciativa, o Museu Municipal de Loulé pretende promover a reflexão sobre a função social dos museus e a relação entre património e comunidade, dirigindo o convite a investigadores, profissionais do setor cultural, estudantes e público em geral.

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Ciclo de conferências em Loulé “Museus Hoje. De que museus precisamos?” arranca hoje

Com uma sessão dedicada à participação da comunidade e à transformação dos modelos museológicos contemporâneos, o Museu Municipal de Loulé retoma o ciclo de conferências “Museus Hoje. De que
museus precisamos?
”.

A iniciativa vai arrancar hoje, segunda-feira, dia 19 de outubro, às 18:00 horas, no espaço dos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, com entrada livre.
Sob o título “Do museu de território ao Acervo de Comunidade: reflexões sobre participação, coprodução e mediação patrimonial”, a apresentação estará a cargo do doutor em Estudos do Património, História da Arte, e investigador, João Duarte, que propõe uma reflexão aprofundada sobre a transição de museus focados exclusivamente em coleções para abordagens centradas no território e nas populações locais.

A conferência aborda o conceito de Acervo de Comunidade enquanto ferramenta de mediação patrimonial capaz de cruzar a investigação científica com a memória coletiva, os saberes e as vivências dos cidadãos. Em debate estarão temas prementes da museologia contemporânea, tais como a curadoria participativa, a cocriação de conhecimento e a valorização de patrimónios materiais, imateriais e digitais.

Importa sinalizar que para além de perspetivar novas formas de envolvimento dos cidadãos nos processos de patrimonialização, a sessão irá falar igualmente sobre os desafios metodológicos e científicos desta abordagem: como promover um museu participativo e inclusivo sem comprometer o rigor, a coerência na seleção e a sustentabilidade das práticas museológicas?

O Museu Municipal de Loulé pretende desta forma reforçar o seu compromisso com a reflexão crítica sobre a função social dos museus, convidando investigadores, profissionais do setor cultural, estudantes e o público em geral a participarem num debate essencial sobre o património e a sua relação com a comunidade.

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Município de Loulé inaugura website das suas Áreas Protegidas

Sítio na internet lançado a 18 de outubro, no 16º aniversário das Paisagens Protegidas Locais da Rocha da Pena e da Fonte Benémola

O Município de Loulé lançou hoje o website areasprotegidas.cm-loule.pt dedicado à promoção e divulgação das cinco áreas protegidas locais do concelho.

São cinco a áreas do concelho de Loulé que têm essa denominação: a Paisagem Protegida Local da Rocha da Pena, a Paisagem Protegida Local da Fonte Benémola, a Reserva Natural Local da Foz do Almargem e do Trafal, a Reserva Natural Local da Nave do Barão e ainda, o Monumento Natural Local da Gruta de Vale Telheiro.

Cada área protegida tem uma página dedicada, com o seu património natural e cultural, informação técnica e galerias de fotografias e vídeos. Estão também disponíveis os projetos científicos e de monitorização desenvolvidos nestas áreas, propostas para as explorar através de percursos pedestres, paisagens sonoras e rotas do Geoparque Algarvensis, e as notícias sobre a atividade nas áreas protegidas.

“Investir no ambiente e na preservação dos recursos naturais é investir num futuro de qualidade. Com este website, queremos aproximar as pessoas das nossas áreas protegidas, para que as conheçam, as valorizem e nos ajudem a cuidar delas”, afirma Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.

O website responde a uma lacuna há muito identificada pelo Município de Loulé, agregando num só lugar toda a informação disponível sobre estas áreas e facilitando o seu acesso. Afirma-se, assim, como uma ferramenta de transparência e proximidade, que permite à população, à comunidade científica e a todas as entidades envolvidas consultar e acompanhar a informação e as atualizações sobre cada uma destas áreas.

Refira-se ainda que esta iniciativa do Município de Loulé é apoiada pelos Fundos Europeus, no âmbito do Programa Regional ALGARVE 2030.
Para entrer no website das Áreas Protegidas louletanas clique aqui > areasprotegidas.cm-loule.pt

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Ciclo de Conferências “Museus hoje.De que Museus precisamos?”

O Museu Municipal de Loulé retoma o ciclo de conferências “Museus Hoje. De que museus precisamos?”, com uma sessão dedicada à participação da comunidade e à transformação dos modelos museológicos contemporâneos.

A iniciativa terá lugar esta segunda-feira, dia 19 de outubro, às 18h00, no espaço dos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, com entrada livre.

Sob o título “Do museu de território ao Acervo de Comunidade: reflexões sobre participação, coprodução e mediação patrimonial”, a apresentação estará a cargo do doutor em Estudos do Património, História da Arte, e investigador, João Duarte, que propõe uma reflexão aprofundada sobre a transição de museus focados exclusivamente em coleções para abordagens centradas no território e nas populações locais.

A conferência aborda o conceito de Acervo de Comunidade enquanto ferramenta de mediação patrimonial capaz de cruzar a investigação científica com a memória coletiva, os saberes e as vivências dos cidadãos. Em debate estarão temas prementes da museologia contemporânea, tais como a curadoria participativa, a cocriação de conhecimento e a valorização de patrimónios materiais, imateriais e digitais.

Além de perspetivar novas formas de envolvimento dos cidadãos nos processos de patrimonialização, a sessão irá falar igualmente sobre os desafios metodológicos e científicos desta abordagem: como promover um museu participativo e inclusivo sem comprometer o rigor, a coerência na seleção e a sustentabilidade das práticas museológicas?

Com esta iniciativa, o Museu Municipal de Loulé reforça o seu compromisso com a reflexão crítica sobre a função social dos museus, convidando investigadores, profissionais do setor cultural, estudantes e o público em geral a participarem num debate essencial sobre o património e a sua relação com a comunidade.

O conteúdo Ciclo de Conferências “Museus hoje.De que Museus precisamos?” aparece primeiro em Sempre à Mão.

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