Robô que classifica tumores em tempo real e análise de Alzheimer por amostra de sangue são destaques do novo Laboratório de Biomarcadores, financiado pelo PRR.
Num punhado de animais, os tumores podem transmitir-se como doenças infecciosas ou parasitas, a contrariar as ideias arrumadas da ciência Os seres humanos, pelo menos para já, têm só um mundo. E o mesmo acontece com a maioria dos cancros, presos no corpo onde nasceram, a multiplicar-se até esgotarem os recursos. Depois, diz Joel Brown, ecólogo evolutivo no Moffitt Cancer Center, em Tampa, na Florida, “morrem com o seu planeta“. Mas há alguns cancros que deram o grande salto. Colonizaram novos hospedeiros e espalharam-se por populações de animais como parasitas contagiosos. Estes “cancros transmissíveis” foram encontrados em diabos-da-tasmânia, cães, amêijoas
À medida que a ciência avança, o objetivo não pode ser apenas aumentar a sobrevivência. É também garantir que esse tempo é vivido com autonomia, dignidade e bem-estar.