Na análise à proposta do Orçamento do Estado para 2027 a UTAO aponta que a previsão do crescimento do emprego de 1,4% em 2027 "é difícil de conciliar com o abrandamento recente da imigração líquida".
"O consumo privado, o consumo público e o investimento deverão crescer a um ritmo mais moderado, sendo o abrandamento mais acentuado no investimento", sinaliza a UTAO