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Meta CEO Mark Zuckerberg says Muse and Reality Labs are highly unprofitable — for now

Meta CEO Mark Zuckerberg
Meta CEO Mark Zuckerberg.

Finn Gomez/Getty Images

  • Meta's AI agent, Muse, is unprofitable due to "very high compute costs," CEO Mark Zuckerberg says.
  • Meanwhile, Meta expects Reality Labs, its AI glasses division, to lose $15 billion next year.
  • The social media giant has a plan to fix that.

Meta says some of its biggest cash incinerators could finally start turning profits.

The social media giant, which generated over 97% of its quarterly revenue from ads, has faced persistent questions from investors about the lack of profitability in its AI and hardware initiatives.

Meta CEO Mark Zuckerberg addressed those concerns head-on during its third-quarter earnings call on Wednesday.

Zuckerberg said that Muse, the AI assistant it launched last month, is unprofitable since it's "very compute intensive to run." Meta expects to start turning that around next year by massively improving Muse's efficiency.

"If compute efficiency continues improving quickly for another few years, which we think is highly likely, then Muse will be highly profitable over multiple years," he said.

Meta plans to make money from Muse by taking a small transaction fee off of purchases it drives, Zuckerberg said at Meta's Connect conference last month.

Zuckerberg added that Muse, which launched only in the US and Canada, wasn't launched globally due in part to the amount of compute it requires. (Meta's North American users are generally its most lucrative.)

Zuckerberg also struck a positive note about its cash-hemorrhaging Reality Labs division, which makes products like Meta Ray-Bans and virtual reality glasses.

Meta expects Reality Labs to narrow its losses to about $15 billion in 2027, down from the $18 to $19 billion it expects to lose this year. The division should start trending toward profitability next year, as Meta's AI systems make it more useful, Zuckerberg said.

"I continue to believe that the path to delivering holographic experience, of bringing together the physical and digital worlds and everyday glasses, will come through VR first," Zuckerberg said.

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Brad Pitt’s ‘Cliff Booth’ Reveals Action-Packed Scenes in New Tease Ahead of Netflix Launch

Elizabeth Debicki, Scott Caan and Carla Gugino are also featured in the latest look at David Fincher's follow-up to 2019's 'Once Upon a Time in Hollywood.'
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Ben Gvir déporte un Gazaoui vers un Paris dévasté ... et généré par IA

Itamar Ben Gvir, ministre israélien de la Sécurité nationale, a partagé sur X une vidéo générée par IA où il prend les traits d'un génie, accédant au "voeu" d'un Gazaoui en le déportant par magie vers un Paris en ruines après les manifestations du 17 octobre. Une provocation qui a déclenché une joute en ligne avec le Quai d'Orsay, et qui illustre l'omniprésence de l'IA dans la campagne électorale israélienne à l'aube du scrutin du 27 octobre.

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Um reality show da Netflix evoca um dos experimentos científicos mais controversos da história e o homem por trás dele

O Experimento da Prisão de Stanford durou menos de uma semana em 1971, mas suas conclusões sobre a natureza humana perduraram por décadas. Agora, uma nova série da Netflix traz de volta aos holofotes um dos estudos mais controversos da psicologia e algumas das maiores preocupações que o cercam.

Organizado pelo psicólogo americano Philip Zimbardo, o experimento consistia em uma prisão simulada instalada no porão de um prédio da Universidade Stanford. Ele selecionou 24 estudantes universitários do sexo masculino dentre mais de 70 pessoas que responderam a um anúncio de jornal para um “estudo psicológico sobre a vida na prisão” e os dividiu aleatoriamente em prisioneiros e guardas. No cerne desse trabalho estava uma questão fundamental sobre o bem e o mal.

“Basicamente, Zimbardo estava tentando descobrir se pessoas comuns estariam dispostas a dar e a seguir ordens em um ambiente específico, e qual era o papel da situação na formação do comportamento das pessoas”, disse Catherine Sanderson, professora de psicologia da família Poler no Amherst College e ex-aluna de Zimbardo. Ela não participou do experimento. “O que ele queria mostrar é que pessoas normais podem fazer coisas horríveis.”

Os 24 participantes do estudo foram divididos aleatoriamente em dois grupos: guardas e detentos. • PrisonExp.org

O experimento, que deveria durar até duas semanas, rapidamente saiu do controle pelo menos de acordo com a versão oficial. Em 36 horas, um dos prisioneiros teve um aparente colapso mental e, no segundo dia, os detentos se rebelaram. Os guardas reprimiram a rebelião com vigor, borrifando os rebeldes com extintores de incêndio, despindo-os e trancando-os em um armário escuro apelidado de “o buraco”.

Tudo isso se desenrolava em um contexto de agitação real no mundo real em relação às condições prisionais e ao tratamento dado aos encarcerados. Poucas semanas após o término do experimento, uma rebelião na Penitenciária de Attica, em Nova York, foi sufocada com força letal, resultando em 43 mortes . O evento trouxe a atenção da mídia para o trabalho de Zimbardo, levando-o para além do âmbito acadêmico e para o discurso social, onde permanece desde então.

Mas, ao longo dos anos, o perfil do Experimento da Prisão de Stanford mudou drasticamente, passando de uma visão sem precedentes da psique humana para um estudo amplamente criticado, cujos métodos e conclusões foram questionados.

Philip Zimbardo (primeiro à direita) assumiu o cargo de superintendente da prisão. • PrisonExp.org

“Nossa compreensão do que aconteceu evoluiu muito ao longo do tempo”, disse Sanderson. “Não só surgiram questionamentos éticos sobre o estudo, mas também sobre se os comportamentos ocorreram espontaneamente ou se foram, de certa forma, instruídos por Zimbardo.”

Com a estreia da versão repaginada do experimento pela Netflix, uma questão fundamental permanece: o estudo revelou algo essencial sobre autoridade ou a forma como foi conduzido contribuiu para os comportamentos que o tornaram famoso?

A nova série da Netflix, “The New Stanford Prison Experiment”, tem uma estrutura bastante diferente do notório estudo de 1971 que a inspirou. • Netflix

‘Um grande problema’

Zimbardo concebeu o estudo em parte como uma continuação dos famosos experimentos de obediência conduzidos pelo psicólogo americano Stanley Milgram no início da década de 1960. No primeiro desses estudos, os participantes foram instruídos a aplicar o que acreditavam serem choques elétricos cada vez mais dolorosos em uma pessoa invisível, por terem dado respostas incorretas em um teste de memória, e 65% dos participantes continuaram até o nível máximo, apesar de ouvirem o aparente sofrimento da pessoa.Na realidade, o sofrimento foi simulado por um ator e, se fossem planejados hoje, tanto o experimento de Milgram quanto o de Zimbardo enfrentariam sérios obstáculos sob as normas éticas modernas de pesquisa, devido a problemas com engano, danos psicológicos, conflito de interesses e falta de consentimento informado sobre a intensidade da experiência.

O professor Philip Zimbardo, da Universidade Stanford, discute o Experimento da Prisão de Stanford em 20 de agosto de 1971. • Duke Downey/San Francisco Chronicle/Getty Images

Para começar, os prisioneiros do experimento de Stanford não faziam ideia de que o estudo começaria com uma prisão realista realizada pela polícia local em suas casas. Ao entrarem na prisão simulada, os detentos foram submetidos a uma revista íntima e, em seguida, tiveram que vestir batas largas sem roupa íntima. Eles usavam meias de náilon sobre a cabeça, simulando cabelos raspados.

Os guardas usavam uniformes e óculos de sol espelhados para evitar contato visual. A equipe de pesquisa forneceu-lhes cassetetes de madeira e instruções para não agredirem fisicamente os prisioneiros, mas sim para manter a lei e a ordem. Zimbardo atuou como superintendente da prisão, observando e registrando o experimento.

Como os presos começaram a apresentar sinais evidentes de sofrimento logo no início, alguns familiares que tinham permissão para visitá-los manifestaram a intenção de contatar advogados para interromper o estudo. Nos primeiros quatro dias, três detentos foram liberados após apresentarem sinais de sofrimento.

No quinto dia, Christina Maslach, então recém-formada em psicologia social por Stanford e que mais tarde se casaria com Zimbardo, visitou a prisão e ficou horrorizada com o que viu. Zimbardo encerrou o experimento no dia seguinte.

As evidências de áudio e vídeo do experimento, bem como entrevistas posteriores com os participantes, revelaram que Zimbardo, que faleceu em 2024, influenciou diretamente o resultado do estudo ao interagir com os participantes e orientar os guardas, além de impedir que alguns detentos deixassem a prisão simulada quando solicitaram inicialmente.

“Uma das características de um bom projeto experimental é que o pesquisador responsável pelo estudo não interaja com os participantes”, disse Sanderson. “O fato de Zimbardo ter se envolvido tanto é um grande problema, porque ele tinha crenças e expectativas específicas — poderíamos até dizer objetivos — na condução do estudo.”Mas, na época, os resultados foram bem vistos e Zimbardo aproveitou a fama recém-adquirida: “Aos olhos do público, assim como ao dar uma palestra para uma turma grande, você é um artista e, portanto, deve fazer uma boa apresentação e aprender com os erros para ser mais eficaz da próxima vez”, disse ele em uma entrevista de 2009.

O estresse psicológico fez com que alguns dos alunos que interpretavam o papel de detentos abandonassem o estudo mais cedo. • PrisonExp.org

Segundo Sanderson, Zimbardo era um orador muito poderoso e convincente. “O estudo da prisão de Stanford lhe trouxe muita fama, e ele era muito carismático”, disse ela. “Esse tipo de carisma fez com que as pessoas não prestassem muita atenção a alguns detalhes sobre o que realmente aconteceu.”

Ainda assim, as revelações sobre seu envolvimento serviram para minar as descobertas sobre autoridade e natureza humana que Zimbardo defendia.

“Acho que certamente existe uma visão geral de que pessoas boas podem fazer coisas ruins sob certas circunstâncias, como no anonimato ou quando recebem ordens para fazê-las”, disse Sanderson. “No entanto, o estudo da prisão de Stanford não é um bom exemplo que comprove isso.”

Esse ceticismo reflete uma reflexão mais ampla dentro da psicologia sobre a confiabilidade dos resultados dos estudos. Em 2015, uma tentativa de replicar 100 estudos publicados em importantes periódicos de psicologia resultou em apenas 36% das replicações alcançando resultados estatisticamente significativos, em comparação com 97% nos estudos originais. Essa “crise de replicabilidade” expôs falhas na forma como a pesquisa psicológica é conduzida e publicada, incluindo tamanhos de amostra pequenos e pressão para produzir resultados impactantes em vez de descobertas robustas e reproduzíveis.

A primeira grande tentativa de revisitar o experimento de Stanford, de fato, produziu um resultado completamente diferente. Mas essa reformulação inicial, encomendada pela BBC , também começou reformulando a abordagem.

Resultado alternativo

Em 2002, a BBC transmitiu sua versão da obra de Zimbardo em uma série de televisão chamada “The Experiment”.

O estudo envolveu 15 voluntários do sexo masculino seis guardas e nove prisioneiros em uma prisão construída nos terrenos de um estúdio de cinema. Mas os guardas não se tornaram tiranos, como no experimento de Stanford. Em vez disso, os prisioneiros desafiaram os guardas e levaram a melhor. Ainda mais surpreendente, eles construíram posteriormente uma comunidade unida.

Segundo Stephen Reicher, professor de psicologia da Cátedra Bishop Wardlaw na Universidade de St. Andrews, na Inglaterra, que conduziu a pesquisa juntamente com Alex Haslam, então psicólogo da Universidade de Exeter, a diferença marcante nos resultados se deveu em parte ao fato de os guardas não terem sido previamente treinados por uma figura de autoridade como Zimbardo.

“Normalmente, em um experimento, você é neutro”, disse Reicher. “Zimbardo, na verdade, se posicionou como chefe da guarda. Em termos gerais, ele diz a eles o que fazer. Ele diz para eles imporem poder. Ele diz para eles fazerem as pessoas se sentirem impotentes.”

Na versão da BBC, não há essa liderança: “Levamos a sério a ideia de simplesmente colocar pessoas em seus respectivos papéis e ver o que aconteceria. Sem uma liderança clara, descobrimos que os guardas não queriam impor poder, não queriam ser brutais e, portanto, tornaram-se impotentes. Eles não se uniram como grupo. Não sabiam o que fazer”, observou Reicher. “Por outro lado, os prisioneiros se uniram como grupo, tinham uma noção clara de como agir e, na verdade, isso inverteu as relações de poder em nosso estudo.”

O experimento revisitado, embora feito para a TV, foi concebido como um estudo científico, disse Reicher.

“Submetemos o estudo a um comitê de ética científica”, acrescentou. “O planejamento foi feito como o de qualquer outro estudo. Não nos limitamos a filmar as atividades dos participantes; realizamos pesquisas diárias. Inclusive, coletamos dados hormonais.”

No entanto, embora os prisioneiros se unissem para criar um sistema mais igualitário, eles não conseguiam controlar verdadeiramente o que estava acontecendo: “Então, eles se sentiam cada vez mais impotentes e se tornavam cada vez mais atraídos por um homem forte, pelo autoritarismo”, disse Reicher. “O que descobrimos foi que a incapacidade dos grupos de controlar seu próprio ambiente os torna atraídos por regimes autoritários, o que eu acho que é uma mensagem bastante importante, considerando o que está acontecendo no mundo hoje.”

A construção de Zimbardo de que uma situação ruim pode levar uma pessoa boa a cometer atos malignos, disse Reicher, é perigosa: “Quando se observam exemplos de brutalidade na história, os responsáveis ​​quase sempre tentam se eximir da responsabilidade posteriormente. A desculpa é que estavam apenas cumprindo ordens, que não tinham escolha”, afirmou. “A explicação dada por Zimbardo não é apenas cientificamente incorreta; é social e moralmente perigosa porque oferece uma desculpa aos perpetradores.”

Teatro versus ciência

As questões sobre abuso de prisioneiros e responsabilização ganharam renovada urgência em 2004, quando fotografias de soldados americanos e detentos iraquianos em Abu Ghraib, uma prisão nos arredores de Bagdá, chocaram o mundo. As imagens suscitaram comparações com o experimento de Stanford e Zimbardo tornou-se um comentarista proeminente sobre o escândalo de Abu Ghraib, argumentando que os abusos não podiam ser compreendidos unicamente como ações de alguns indivíduos.

Zimbardo chegou a testemunhar em defesa de um guarda de Abu Ghraib, e suas observações foram compiladas em um livro de 2007 intitulado “O Efeito Lúcifer: Entendendo como pessoas boas se tornam más”, no qual escreveu: “Qualquer ato que qualquer ser humano já tenha cometido, por mais horrível que seja, é possível para qualquer um de nós, sob as circunstâncias certas ou erradas”.

A renovada popularidade do experimento levou, em 2015, a um filme de Hollywood estrelado por Billy Crudup, intitulado “The Stanford Prison Experiment” (O Experimento da Prisão de Stanford), que contou com Zimbardo como consultor e segue em grande parte sua própria versão dos acontecimentos.

Uma cena do filme “The Stanford Prison Experiment”, de Hollywood, lançado em 2015, com o ator Billy Crudup (primeiro à esquerda) interpretando Philip Zimbardo. • Steve Dietls/Golpe de Estado/Banco de Areia/Abandon/Ifc/Kobal/Shutterstock

A crítica mais contundente ao trabalho de Zimbardo surgiu pouco depois, em 2018, quando Thibault Le Texier, historiador francês e pesquisador associado do Centro de Sociologia e Ciência Política Europeias em Paris, publicou primeiro um livro em francês sobre o experimento e, em seguida, o resumiu em um estudo de 2019 intitulado “Desmascarando o Experimento da Prisão de Stanford”.

Le Texier reconstruiu toda a cronologia do experimento após passar semanas analisando material de arquivo, como gravações e transcrições, na Universidade de Stanford.

“Desde o início, o Experimento da Prisão de Stanford foi organizado e planejado como um espetáculo”, disse Le Texier à CNN. “Era mais teatro do que ciência.”

Le Texier também afirmou que, embora Zimbardo tenha admitido ter dado instruções gerais aos guardas, na realidade, Zimbardo ou seus associados os instruíram de forma muito específica sobre como se comportar durante o experimento a ponto de os guardas terem recebido um “plano” de como agir.

“Eles não terão nenhuma privacidade, haverá vigilância constante nada do que fizerem passará despercebido”, disse Zimbardo durante uma sessão de orientação para guardas, gravada em vídeo . “Eles não terão liberdade de ação. Não poderão fazer nem dizer nada que não permitamos. Tiraremos a individualidade deles de várias maneiras.”

A aparente influência de Zimbardo frustra qualquer esperança que os cientistas possam ter de obter conclusões definitivas a partir do experimento da prisão de Stanford, acrescentou Le Texier. “A única conclusão científica que se pode tirar é a de que os cientistas podem fazer ciência muito ruim”, disse ele.

Um detento na prisão de Abu Ghraib, posteriormente identificado corretamente como Abdou Hussain Saad Faleh, em pé sobre uma caixa com fios conectados. • Comando de Investigação Criminal do Exército dos EUA

Segundo Le Texier, Zimbardo dificultou intencionalmente a saída dos prisioneiros do experimento, mesmo que eles pedissem, e criou condições de vida desconfortáveis ​​para eles: “Eles não podiam ler, não podiam assistir à TV, não podiam ir ao banheiro à noite, não tinham absolutamente nada para fazer durante o dia, as condições eram piores até do que em uma prisão de verdade, simplesmente porque Zimbardo temia que, se os prisioneiros se divertissem, nada aconteceria e o experimento seria um fracasso”, disse Le Texier.

Em 2018, Zimbardo publicou uma longa resposta às críticas ao experimento, incluindo a de Le Texier, na qual defendeu os métodos utilizados, argumentando que os participantes podiam sair e que o comportamento dos guardas não era roteirizado. Le Texier rejeita a resposta como “besteira”, afirmando que, embora tenha servido para “elogiar o experimento”, não abordou especificamente suas críticas.

Feito para a TV

Os frequentes paralelos entre a experiência e as produções teatrais acabaram por chamar a atenção de Stephen Scott-Bottom, professor de teatro contemporâneo, drama e cinema na Universidade de Manchester.

“Meu interesse inicial foi pensar nisso como uma situação construída onde as pessoas são solicitadas a desempenhar papéis”, disse ele. “Se você pedir às pessoas que representem um cenário e, em seguida, pedir a um grupo diferente de pessoas que representem esse cenário novamente, você obterá resultados completamente diferentes, dependendo da combinação específica de personalidades.”

Zimbardo e seus colegas, argumentou Scott-Bottoms, queriam enfatizar a importância da situação, minimizando assim a importância das personalidades individuais.

Para um estudo sobre o experimento que publicou em 2020, Scott-Bottoms localizou e entrevistou vários guardas e prisioneiros, incluindo o detento cujo aparente colapso, cerca de 36 horas após o início do estudo, tornou-se um de seus episódios mais famosos: “O primeiro colapso emocional que você ouve falar em toda a documentação foi fingido por um cara que só estava tentando sair”, disse Scott-Bottoms.

O prisioneiro em questão, Doug Korpi, também admitiu ao jornalista Ben Blum que sua agonia era uma farsa, e Blum incluiu a revelação em uma reportagem mais ampla criticando o experimento, publicada em 2018. Korpi queria abandonar o experimento porque não tinha permissão para estudar para uma prova de admissão à pós-graduação e estava preocupado em não estar preparado.

O papel de Zimbardo na prisão, disse Scott-Bottoms, era focado em impedir que o experimento estagnasse: “Eu o considero tanto um artista da mídia quanto um cientista”, disse Scott-Bottoms. “Ele era muito bom em encontrar um ângulo ou um gancho para chamar a sua atenção, para que você ouvisse aquilo sobre o que ele realmente queria falar, certo ou errado.”

Philip Zimbardo posa para um retrato em sua casa em São Francisco, em 2015. Lea Suzuki/The San Francisco • Chronicle/Getty Images

Apenas um mês após a morte de Zimbardo, em outubro de 2024, estreou no canal National Geographic um documentário em três partes intitulado “O Experimento da Prisão de Stanford: Revelando a Verdade” . O documentário incluía uma das últimas entrevistas de Zimbardo.

No documentário, vários guardas e prisioneiros do estudo original contestam a versão de Zimbardo sobre o ocorrido e se referem a ele como “um vendedor”, “uma espécie de palhaço”, “um charlatão”, além de usarem repetidamente a palavra “fraude” em associação com o experimento.

Dave Eshleman, que se destacou na prisão simulada como o guarda mais mal-humorado, ganhando o apelido de “John Wayne”, chega a chamar seu papel no experimento de “um trabalho de atuação” e fala sobre “entrar no personagem” antes de entrar na prisão. Ele afirma que Zimbardo deu a entender que os guardas não eram considerados sujeitos do experimento: “Se tivesse ficado claro para nós que estávamos lá para sermos estudados, e não para ajudar a estudar os prisioneiros, teríamos agido de forma completamente diferente”, disse ele.

Em sua entrevista, Zimbardo responde a essas acusações dizendo que Eshleman e os outros tiveram que justificar o que fizeram, e a maneira mais fácil de fazer isso é dizer que estavam atuando. Eles também não conseguiam mais distinguir “a improvisação de impulsos sádicos reais”, acrescentou o psicólogo. O fato de todos terem se encaixado em seus papéis, disse Zimbardo, demonstra “a validade do experimento”.

Ele também não fez segredo da natureza teatral do experimento: “Pensei no experimento como um drama improvisado, o pátio do porão era o palco, os atores eram prisioneiros e guardas com uniformes diferentes e a câmera de vídeo era a plateia.”

Os 30 participantes do programa da Netflix aguardam a designação de suas funções na prisão após sua chegada. • Netflix
O programa foi filmado em uma seção desativada do Centro de Detenção de Adultos do Condado de Cherokee, em Canton, Geórgia. • Netflix

A nova série da Netflix, “The New Stanford Prison Experiment”, que foi filmada em uma prisão real e consiste em seis episódios de 45 minutos, não tem a mesma estrutura da original, e seus criadores não estão tentando realizar um experimento científico.

“Se estivéssemos simplesmente recriando o experimento original, isso seria inconcebível”, disse Jane Lipsitz, produtora executiva do programa, em um comunicado . “Mas este é um momento diferente, com participantes diferentes, medidas de segurança diferentes e, em última análise, uma jornada muito diferente.”

“Pareceu-nos o momento certo para revisitar essa questão com uma nova geração e perguntar se o poder inevitavelmente nos transforma, ou se somos capazes de resistir aos papéis, às regras e aos sistemas em que somos colocados. O que descobrimos durante esse processo foi algo que jamais imaginávamos”, acrescentou ela.

Os produtores do programa da Netflix afirmaram ter implementado “diversas medidas de segurança” para proteger os participantes, incluindo avaliações psicológicas e a possibilidade de sair a qualquer momento apenas pronunciando uma palavra de segurança. As 30 pessoas envolvidas, incluindo três mulheres, também formam um grupo muito mais diverso do que o estudo original ou o trabalho da BBC.

Na série da Netflix, os guardas realizam um “simulado” com equipamento antimotim, e os detentos são algemados no chão. © 2026. • Netflix

Os guardas são divididos em dois grupos e recebem um treinamento inicial, durante o qual são instruídos a “assumir o controle”. Mas, em nítido contraste com a versão da BBC e as exigências de um experimento científico, a série da Netflix é altamente estruturada e introduz mudanças radicais em sua configuração à medida que avança com resultados divertidos, ainda que irreais.

Mesmo meio século depois, ainda existem aspectos interessantes do experimento original de Stanford, apesar de suas falhas, observou Reicher. A nova série talvez seja uma prova disso.

“O estudo ainda consta nos livros didáticos. Há também quem o rejeite completamente. E há outros que dizem que há lições a serem aprendidas com ele, especificamente sobre o papel da liderança”, disse Reicher. “No fim das contas, em qualquer estudo, você não descreve tudo. Você descreve o que considera importante.”

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‘La Bola Negra’ Was Personal for Breakout Star Guitarricadelafuente. He’s Still Unpacking Why

The popular Spanish musician makes a beguiling acting debut in the buzzy Oscar contender, and he's already seeing its impact: "I saw a 16-year-old gay couple holding hands and hugging each other and crying."
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Meta narrows capex forecast as it leans into the AI agent wars

Mark Zuckerberg, chief executive officer of Meta Platforms Inc., during the Allen & Co. Media and Technology Conference in Sun Valley, Idaho, US.
Meta, led by Mark Zuckerberg, has spent big on infrastructure for its AI development.

Bloomberg/Getty Images

  • Meta spent $34.91 billion in capital expenditures in its third quarter.
  • The company is spending big on data centers and other infrastructure for its AI development.
  • Meta predicted $135-145 billion in capex for 2026, aligning with analyst expectations.

Meta is making it rain for AI.

The company spent $34.91 billion in capital expenditures during the third quarter of 2026. That's up from the second quarter's sum, $31.08 billion.

For the year 2026, Meta said it expects to spend between $135-145 billion in capital expenditures, narrowed from its prediction of $130-145 billion last quarter.

Meta's forecast includes the yearly capex prediction that analysts expected: $139.79 billion.

As Meta bets big on AI, it is investing heavily in its development. It has built massive, costly data centers and spent big on computing power.

The spending uptick was expected. On the "Cheeky Pint" podcast earlier this month, CEO Mark Zuckerberg recounted early conversations about the investment — and said he'd bet up to $200 billion on AI, before he knew the models would work.

Investors haven't loved Meta's massive capex forecasts in past quarters. The stock tumbled almost 10% last quarter after earnings per share missed Wall Street estimates, and sank 6% the quarter before on raised capex guidance.

This quarter, Meta has a new hero product: Muse.

The AI assistant has reached over 2 million daily users and 3 million downloads. It quickly scaled the App Store. Muse users told Business Insider they chatted with it to help plan trips and ace exams.

The energy around the company is ebullient, as Alexandr Wang, Meta's chief AI officer, continues to post memes of Muse's squishy-looking mascot.

At Meta's Connect keynote event in September, Zuckerberg said Muse "has a novel business model."

"We believe that Muse will make you money, and we're standing behind this by making Muse free for a huge number of tokens with the expectation that over time, we will profit by taking a small fee from transactions," he said.

Muse could help justify the capex guidance for some investors. The stock was trading up 4.12% after-hours at the time of publication.

Read the original article on Business Insider

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Onix, Corolla e T-Cross lideram mercado de carros usados em setembro

O mercado brasileiro de veículos seminovos e usados registrou movimentações relevantes nas intenções de compra e vendas durante o mês de setembro de 2026.

Segundo os dados do Índice de Veículos Usados, elaborado pelo Data OLX Autos em parceria com a Fenauto (Federação dos Revendedores de Veículos Usados), Chevrolet Onix, Toyota Corolla e Volkswagen T-Cross mantiveram o protagonismo em suas respectivas carrocerias no segmento de modelos de até três anos de uso.

O estudo mapeia o comportamento do consumidor por meio do cruzamento de dados de procura e comercialização nas plataformas, dividindo os resultados por tipo de veículo e faixa etária de fabricação. Confira abaixo.

Hatches: Onix ganha espaço entre modelos mais antigos

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    Polo GTS deixa de ser produzido no Brasil • Divulgação

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    BYD Dolphin ganhou cinco estrelas na avaliação do Green NCAP europeu • BYD/divulgação

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    Renault Kwid • Divulgação/Renault

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    Fiat Argo Drive AT: hatch é uma das opções automáticas mais baratas do Brasil • Thiago Ventura/Esp CNN Brasil

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    Hyundai HB20 Copa do Mundo II (2018) • Divulgação

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    Agora, apenas Fiat Mobi, Renault Kwid, Volkswagen Gol (foto) e Fiat Uno são enquadrados como carros de entrada • Divulgação

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    Fiat Palio (Segunda geração, 2011-2017) • Divulgação

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    Fiat Uno Rua (2014) • Divulgação

No segmento de hatches, o Chevrolet Onix manteve a liderança nas faixas de seminovos de 0 a 3 anos e de 4 a 8 anos. Entre os modelos mais recentes, o pódio é completado pelo Volkswagen Polo, em segundo lugar, e pelo elétrico BYD Dolphin, na terceira colocação. Na faixa de 4 a 8 anos de uso, o destaque foi o avanço do Renault Kwid, que assumiu a terceira posição e superou o Fiat Argo.

A principal mudança na categoria ocorreu na faixa de 9 a 12 anos de fabricação, em que o Chevrolet Onix assumiu a primeira posição do ranking, desbancando o Hyundai HB20 para o segundo lugar. Já entre os veículos com 13 anos ou mais de uso, o cenário permanece liderado pelo Volkswagen Gol, seguido pelos irmãos Fiat Palio e Fiat Uno.

Sedãs e SUVs: Corolla e T-Cross mantêm hegemonia

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    Volkswagen Virtus Highline 2024 foto Thiago Ventura. 14 • Thiago Ventura/CNN

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    Modelo chega à Argentina em duas versões • Hyundai/Divulgação

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    Honda Civic de 9a geração • Divulgação Honda

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    Volkswagen Nivus Highline 2026: versão topo de linha com motor 200TSI • Thiago Ventura/CNN

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    Novo Fiat Pulse 2026 • Fiat/Divulgação

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    Jeep Compass Série S MHEV • Divulgação

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    Nissan Kicks • Foto: Divulgação

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    Renault Duster • Foto: Divulgação

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    Ford EcoSport • Divulgação

Entre os sedãs, o Toyota Corolla confirmou sua consolidação de mercado ao liderar todas as categorias de idade até os 12 anos de uso. No grupo de 0 a 3 anos, o Volkswagen Virtus avançou para a segunda colocação, acompanhado pelo Hyundai HB20S em terceiro. Já na faixa de modelos com 13 anos ou mais de rodagem, a liderança permaneceu com o Honda Civic.

Na categoria de utilitários esportivos (SUVs), o Volkswagen T-Cross lidera entre os seminovos mais recentes (0 a 3 anos), seguido pelo irmão menor Volkswagen Nivus na segunda posição e com o Fiat Pulse ingressando no grupo dos dez mais procurados. Entre os modelos de 4 a 8 anos, o Jeep Compass segue na ponta, enquanto o Nissan Kicks subiu para a terceira colocação.

As alterações mais expressivas nos SUVs concentraram-se na faixa de 9 a 12 anos de uso, na qual o Renault Duster assumiu a liderança, seguido pelo Jeep Renegade. Entre as opções com mais de 13 anos de mercado, o Ford EcoSport permanece na primeira posição.

Vale a pena comprar carro elétrico usado com bateria fora da garantia?

 

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SpaceX offers employees 20% extra pay to help bring its Memphis supercomputers online

Elon Musk is in a black T-shirt that reads "Occupy Mars." He has two thumbs up and is standing next to the factory floor at SpaceX.
Elon Musk wants some SpaceX workers to move temporarily to Memphis.

Marvin Joseph/The Washington Post via Getty Images

  • SpaceX is offering employees a 20% pay bump to volunteer to help build its data centers in Memphis.
  • The company is looking for "leaders" who can "remove blockers," according to emails seen by BI.
  • Elon Musk said on Tuesday he often spends "four days a week" in Memphis working on SpaceX's data center buildout.

SpaceX is offering employees a pay bump to temporarily move to Memphis and help build its data centers.

Elon Musk's rocket company is giving employees a 20% pay increase if they volunteer to spend six weeks assisting its critical supercomputer buildout, according to an email seen by Business Insider.

"We now need leaders — current and emerging — to guide teams and remove blockers as we bring more supercomputers online," read the email, which was sent in early October to all SpaceX employees.

It specified that volunteers did not need to be managers already, adding that construction experience is a plus and that "drive matters most."

Employees who put themselves forward should expect to spend six weeks on-site in Memphis, Tennessee, or Southaven, Mississippi, where SpaceX is currently expanding its huge Colossus 1 and 2 data centers to meet surging demand for its compute business.

Volunteers "must be in good performance standing," with more than one year of tenure preferred, the email said. Employees who volunteer will receive a 20% premium on their base salary or on their hourly rate of pay for the period of their assignment, and be eligible for "bonuses tied to program success."

SpaceX did not respond to a request for comment.

The email described the reallocation of employees from other parts of SpaceX to assist the company's data center buildout as a "surge," a tactic employed by the company to divert employees and resources to mission-critical projects.

In 2022, CNBC reported that SpaceX offered employees pay bumps of between 10%-25% to temporarily relocate to Texas as it attempted to launch its Starship megarocket.

The company has been offering "surging" employees a 20% premium on their salary to move to Memphis since at least August, according to another email seen by Business Insider that called for "SpaceX experts and aces" to work for the next three months on the data center buildout. The email said the program is intended to end on December 31, 2026, but could be extended.

SpaceX will cover travel expenses and logistics, both emails said.

SpaceX's compute cash cow

The supercomputers in Tennessee and Mississippi, which were originally built by xAI before the startup was folded into SpaceX in February, have become a critical part of the company's business.

In SpaceX's earnings on Tuesday night, the rocket giant said AI revenue that includes leasing out its compute to other companies — including Anthropic and Google — had soared to more than $7 billion, nearly half SpaceX's entire quarterly revenue.

On the analyst call, CEO Elon Musk said that SpaceX was being "hounded relentlessly" by companies looking to rent out its compute, adding that they could have rented it out several times over.

SpaceX has been shifting executives in addition to rank-and-file employees to oversee its aggressive expansion. Business Insider previously reported that the company had placed a former Starship executive in charge of building out its compute capacity in Memphis.

Musk told investors on Tuesday he was also spending most of his time in the city as he looked to push SpaceX toward a target of bringing an extra 10 gigawatts of compute online by the end of 2027.

"I've been spending, personally, a lot of my time in Memphis, often four days a week," the SpaceX CEO said. He previously said he was living in an Airstream trailer on the site.

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Gen X and Boomer ‘Progressives’ Are Conditioned to Support Open Borders

Boomer and Gen X 'progressives' have been conditioned to view mass immigration through the outdated lens of 1980s race politics and much smaller 20th century flows, preventing constructive debate, says Andrew Devine.

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Inaceptable Milei

Javier Milei, presidente de Argentina, en el Foro Nueva Economía, en el Casino de Madrid.

No habían pasado ni cinco minutos de su primer acto público en Madrid este miércoles cuando Javier Milei, presidente de Argentina, insultó gravemente al presidente del Gobierno de España. Ante un auditorio de empresarios, políticos y académicos de la órbita de la derecha española, habló del “siniestro socialismo del siglo XXI” y puso como ejemplo del mismo al “impresentable dictador Pedro Sánchez”. Entre el público del Casino de Madrid se oyeron aplausos. Se volvieron a oír cuando dijo que “hay que sacar a los socialistas a patadas”.

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Cambios quirúrgicos en unas listas continuistas: Vox garantiza a sus diputados puestos de salida y ficha de dentro para el 29-N

Quero y Figaredo repiten en el número uno por Málaga y Asturias, y el partido evita riesgos y premia a quienes acumulan años de fidelidad a las siglas Leer

Quero y Figaredo repiten en el número uno por Málaga y Asturias, y el partido evita riesgos y premia a quienes acumulan años de fidelidad a las siglas
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AI rivals are thirsty for SpaceX's compute, Elon Musk says

Elon Musk raising an eyebrow.
Elon Musk made the remarks during SpaceX's earnings call.

Andrew Harnik/Getty Images

  • Elon Musk said AI rivals are clamoring to rent SpaceX's compute.
  • SpaceX plans to split compute between its internal uses and outside customers.
  • The company could rent out its compute "several times over if we said yes to everyone," Musk said.

SpaceX's AI rivals are clamoring to rent computing power from the artificial intelligence and rocket company, CEO Elon Musk said.

"We are also, frankly, hounded relentlessly by every hyperscaler and by dozens of smaller companies to rent more of our compute," Musk said during SpaceX's third-quarter earnings call Tuesday.

Musk said SpaceX could rent out the company's compute "several times over if we said yes to everyone."

SpaceX, however, is reserving a chunk of that capacity for its own AI ambitions, including scaling its AI chatbot Grok and Cursor, the coding startup it recently acquired.

Musk said SpaceX is seeking to devote roughly half of its compute to internal uses and rent out the other half to third parties. That balance could change month to month, he said.

"It's going to be dynamic," said Musk. "And obviously, our approach is to rent at the — effectively the spot market rate as opposed to sign these long-term deals."

The company expects the value of compute to increase as AI models improve and ultimately generate "more useful intelligence per watt," said Musk.

"And the value of that compute is proportionate to the useful intelligence per watt," Musk said, adding that rental rates for older Nvidia H100 chips have climbed from when they were new.

"I think that's likely to continue," said Musk. "I think we're going to face a shortage of super intelligence compute. And that shortage is going to remain for a long time."

Musk likened the situation to Monty Python's famed cheese shop sketch, in which a customer repeatedly asks for different cheeses only to find that none are available.

"We've actually tried to offload some of our inference compute to other cloud providers so that we can use more compute for training," the CEO said. "And we get the cheese shop sketch."

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Milei, a Abascal, en una videollamada: “Es un placer patear culos zurdos”

“Amigo, ¿cómo estás? Che, dicen que no me querés más”, comenzó diciendo Javier Milei por si quedara algún charco más por pisar. “Por eso estás en mi despacho”, respondió irónicamente Santiago Abascal, antes de empezar a reír. El primero estaba en la fundación Disenso y el segundo, metido en una furgoneta en Avilés a punto de comenzar un mitin electoral.

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© Santiago Abascal y Javier Milei (RRSS)

Capturas de los vídeos publicados por el presidente argentino y el líder de Vox de la videollamada que han mantenido este miércoles.
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Ayuso y Milei, un encuentro inoportuno zanjado con un abrazo entusiasta

La Comunidad de Madrid cuenta con un equipo de comunicación de primer nivel que informa de todos los pasos que da Isabel Díaz Ayuso. La presidenta de Madrid habla prácticamente a diario y se somete a las preguntas de los periodistas de una forma que solo hacen algunos mandatarios latinoamericanos y Donald Trump. No hay ningún tema de relevancia nacional sobre el que no opine. Su agenda funciona como un reloj y se conoce siempre la tarde de antes. Puede anunciar una visita a la feria del melón o un discurso inaugural en un simposio del colegio de notarios. Sin embargo, su encuentro con todo un jefe de Estado se ha celebrado sin mucha pompa institucional y, de hecho, ha permanecido oculto hasta última hora.

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© EPV

Isabel Díaz Ayuso y Javier Milei, presidente de Argentina, se abrazan este miércoles en Madrid, donde han mantenido un encuentro a puerta cerrada.
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Marco Rubio: Elon Musk Decides Ukraine's Access to Starlink, Not the White House

Ukraine's access to Starlink is up to SpaceX and Elon Musk, not the White House, U.S. Secretary of State Marco Rubio said on Wednesday.

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