“A Fazenda 18”: Jônatas Faro desiste do reality show
O ator Jônatas Faro, 39, desistiu do reality show “A Fazenda 18” nesta quinta-feira (22).
*Em atualização
O ator Jônatas Faro, 39, desistiu do reality show “A Fazenda 18” nesta quinta-feira (22).
*Em atualização
A quinta Roça de “A Fazenda 18” está formada. Catherine Bascoy, Gabriel Torres e Tina Calamba disputam a preferência do público para continuar no reality show da Record. O participante menos votado será eliminado na noite desta quinta-feira (22).
Segundo parcial da enquete da CNN Brasil, colhida às 11h desta quinta-feira (22), Tina Calamba é a favorita para permanecer no programa, com 63% dos votos. Gabriel Torres aparece em segundo lugar, com 20%, enquanto Catherine Bascoy soma apenas 10%.
Nesta semana, Catherine Bascoy, Gabriel Torres e Thaíde disputaram a Prova do Fazendeiro, realizada na quarta-feira (21). O desafio exigiu conhecimentos geográficos e agilidade para identificar estados brasileiros.
Thaíde foi o primeiro a avançar para a final e superou Gabriel na rodada decisiva, conquistando o chapéu de Fazendeiro e escapando da Roça.
Com a vitória do rapper, Catherine e Gabriel permaneceram na berlinda ao lado de Tina Calamba, que havia sido vetada da prova e já estava confirmada na disputa pela permanência no programa.
A eliminação será definida pelo voto do público, e o participante menos votado deixará o reality nesta quinta-feira (22).
Quem você quer salvar na 5ª Roça de “A Fazenda 18”?
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A quinta Roça de “A Fazenda 18” está oficialmente formada. Após a Prova do Fazendeiro desta quarta-feira (21), Catherine Bascoy, Gabriel Torres e Tina Calamba disputam a preferência do público para continuar no reality show.
Os três participantes enfrentam a votação popular, e o menos votado será eliminado na noite de quinta-feira (22).
Nesta semana, Catherine Bascoy, Gabriel Torres e Thaíde disputaram a Prova do Fazendeiro em um desafio que exigiu conhecimentos geográficos e agilidade para identificar estados brasileiros. Thaíde foi o primeiro a avançar para a final e superou Gabriel na rodada decisiva, garantindo o chapéu de Fazendeiro.
Com a vitória do rapper, Catherine e Gabriel permaneceram na Roça ao lado de Tina Calamba, que havia sido vetada da prova e já estava confirmada na berlinda.
+Saiba aqui como foi formação completa da 5ª Roça de “A Fazenda 18”
Vote abaixo na enquete da CNN Brasil em quem você quer que continue no reality show: Catherine Bascoy, Gabriel Torres e Tina Calamba.
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Thaíde venceu a Prova do Fazendeiro de “A Fazenda 18”, na noite desta quarta-feira (21). O rapper disputou o chapéu contra Catherine Bascoy e Gabriel Torres e garantiu mais uma semana no reality show, além de conquistar o comando da sede.
Com o resultado, Catherine, Gabriel e Tina Calamba estão oficialmente na quinta Roça e dependem da votação popular para continuar na competição. O participante menos votado será eliminado do programa na quinta-feira (22).
Nesta semana, a disputa exigiu conhecimentos geográficos, atenção e agilidade dos participantes. Os peões precisaram identificar estados brasileiros a partir de suas silhuetas exibidas em um telão, além de dicas que ajudavam a reconhecer cada destino.
Após identificar o estado, os competidores tinham que utilizar uma manivela para movimentar um caminhão com o produto anunciado e o destino escolhido, e apertar um botão para finalizar a entrega. Apenas quem acertasse o estado garantia a pontuação.
Na primeira etapa, os dois primeiros participantes a somar dois pontos avançavam para a final. Thaíde saiu na frente e foi o primeiro a garantir a classificação. Gabriel e Catherine chegaram a ficar empatados com um ponto cada, mas Gabriel levou a melhor e conquistou a segunda vaga.
Na decisão, Thaíde e Gabriel se enfrentaram em uma rodada única, na qual bastava marcar um ponto para vencer. Thaíde levou a melhor e conquistou o chapéu de Fazendeiro, escapando da Roça.
Thaíde é o novo fazendeiro da F18
#ProvaDoFazendeiro https://t.co/tt8xnnW1Dk
— A Fazenda (@afazendarecord) October 22, 2026
A formação da berlinda aconteceu na noite de terça-feira (20). O então Fazendeiro Alfredo Amaral indicou Catherine Bascoy diretamente para o primeiro banco.
Na votação da sede, Tina Calamba recebeu nove votos e foi a mais votada pelos participantes. Em seguida, Thaíde foi puxado da Baia por Ana Bruna, que recebeu o poder vermelho do Lampião.
Gabriel Torres completou a Roça após sobrar na dinâmica do Resta Um. Com o direito de vetar um dos adversários da Prova do Fazendeiro, ele escolheu Tina, que foi enviada diretamente à votação popular.
Com a vitória de Thaíde na disputa desta quarta-feira (21), a quinta Roça foi oficialmente definida. Agora, os três roceiros Catherine, Gabriel e Tina, enfrentam a votação pela permanência no programa.
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Apesar do volume previsto, o custo máximo estimado para a compra de todo esse montante seria de R$ 9 bilhões, considerando o desconto mínimo de 90% exigido pelo programa.
“Estamos fazendo uma chamada aos bancos para que eles se organizem e apresentem o exato volume pelas diferentes faixas dos credores. Nessa chamada de interesse vamos permitir que várias faixas de renda sejam apresentadas, mas nosso foco são faixas de renda menores”, afirmou Durigan.
O chamamento público será destinado a bancos, instituições financeiras e fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs). Para participar da etapa seguinte, os credores deverão apresentar carteiras de dívidas que atendam aos critérios do programa e aceitar as condições mínimas de desconto.
O procedimento será dividido em etapas:
Segundo o ministro, o governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e microempreendedores individuais (MEIs). No entanto, caso o volume de dívidas de baixa renda seja menor que o previsto, o governo poderá comprar mais dívidas de alta renda.
A estimativa inicial é que os credores apresentem até R$ 90 bilhões em dívidas. Como o programa exige deságio mínimo de 90%, a União pagaria, no máximo, 10% do valor nominal das carteiras adquiridas.
Na hipótese de compra de todo o montante estimado, o desembolso seria de até R$ 9 bilhões.
“Se, no limite, esses R$ 90 bilhões de dívidas forem ofertados, de partida a gente saberia que no máximo consumiriam R$ 9 bilhões para a gente adquirir tudo”, disse o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.
O governo, porém, não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas. A intenção é estabelecer um orçamento para o leilão e estimular a concorrência entre os credores, o que pode resultar em descontos superiores ao mínimo exigido.
“A depender do que a gente receber nessas carteiras que os bancos e as instituições financeiras tenham, a gente pode exigir desconto de 93%, 95% no leilão. E aí, no leilão, a depender de como correr o leilão, eu posso conseguir descontos ainda maiores”, disse Durigan.
O Desenrola 3.0 foi criado por medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro. O programa prevê a compra, pela União, de carteiras de crédito com dívidas antigas para viabilizar a renegociação dos débitos com os consumidores.
Entre as condições previstas estão:
No lançamento da iniciativa, o governo estimou que o volume total de dívidas elegíveis poderia chegar a R$ 150 bilhões, com desembolso de aproximadamente R$ 15 bilhões. A previsão de R$ 90 bilhões divulgada agora corresponde à expectativa inicial de dívidas que os credores poderão apresentar na primeira chamada.
Após o leilão, as dívidas adquiridas pelo governo poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras.
O consumidor poderá quitar o débito à vista ou parcelar o pagamento, conforme as condições a serem estabelecidas. No caso do parcelamento, haverá cobrança de juros.
Os prazos, as taxas e as demais condições operacionais ainda dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável.
Neste momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar da etapa de chamamento. O governo ainda deverá divulgar as regras e os procedimentos para o acesso às renegociações.
Questionado sobre a continuidade do programa independentemente do resultado das eleições presidenciais, Durigan afirmou que a iniciativa tem caráter permanente de política pública.
O ministro também criticou sugestões de congelamento temporário de dívidas de pessoas físicas e empresas, que classificou como “uma espécie de calote generalizado no sistema financeiro”.
Segundo Durigan, o governo pretende manter o Desenrola 3.0 como uma política de Estado para enfrentar o endividamento e facilitar a recuperação do acesso ao crédito.
A próxima etapa será a análise das carteiras apresentadas pelos credores. Somente depois desse levantamento a Fazenda deverá definir o volume de dívidas a ser efetivamente adquirido e as condições do leilão.
O governo federal deve publica nesta quinta-feira (22) o edital para que instituições financeiras possam aderir ao Desenrola 3.0, disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta quarta (21).
A publicação deve formalizar a consulta de bancos que demonstrem interesse enquanto credores em ofertar carteiras para compra do governo.
A terceira versão da medida foca em pessoas físicas e MEIs (Microempreendedores Individuais) que tenham dívidas entre 2 a 4,5 anos.
O novo programa para renegociação de dívidas do governo petista foi anunciado no fim de setembro, em meio à seríe de medidas lançadas em um “pacote de bonades” durante a disputa pela Presidência da República.
A expectativa é que até R$ 90 bilhões sejam registrados ao longo o edital – no lançamento, a previsão era de R$ 150 bilhões em renegociações.
Em seguida, o governo deve avaliar o tamanho do leilão a ser realizado dependendo dos valores apresentados. Segundo Durigan, o leilão deve ocorrer entre novembro e dezembro.
“Queremos entender o tamanho das carteiras e sair até o fim do mês que vem com um leilão. Todas as instituições credoras que querem participar do leilão terão que se manifestar agora”, afirmou o ministro.
Após a publicação, as instituições terão até cinco dias úteis para apresentar o volume da carteira.
Durigan afirmou que o foco deve ser em dívidas de 2 a 4 anos e meio de pessoas físicas e MEIs (Microempreendedores Individuais).
“Há uma dívida que ainda impede o acesso a crédito de dívidas mais antigas, vamos tratar como uma cura dessas dívidas”, disse.
O ministro também esclareceu que nessa chamada o governo deve permitir que várias faixas de renda sejam apresentadas, incluindo devedores acima de cinco salários-mínimos.
O foco, no entanto, são dívidas menores. A determinação é que essa aquisição se dê com pelo menos 90% de desconto, mas poderão ser exigidos mais descontos a depender do resultado do edital.
“Nesse edital informa se a carteira que tem interesse aceita oferecer 90% no mínimo no deságio. A partir desse valor vamos fazer um recorte para haver competição e chegar em 93% ou 95%”, explicou o secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron.
A primeira versão do programa Desenrola foi lançada em 2023, primeiro ano de governo Lula (PT). A medida foi voltada para dois grupos:
Em maio de 2026, o governo lançou o Desenrola 2.0, com o mesmo objetivo de reduzir o endividamento das famílias. Desta vez, o governo autorizou ainda o uso do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar débitos.
O programa que contemplou famílias com renda até 5 salários-mínimos (R$ 8.105), que tivessem dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e 2 anos, da categoria de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).
Entretanto, na segunda versão do programa, aqueles que entraram no Desenrola tiveram o bloqueio do CPF em casas de apostas por 12 meses. A avaliação do governo Lula (PT) é que as apostas impulsionaram o endividamento das famílias.