❌

Reading view

Município de Silves reforça apoio financeiro à intervenção precoce na infância

Novo protocolo com os Amigos dos Pequeninos aumenta a comparticipação municipal para 50.742,72 euros anuais, assegurando a continuidade de uma resposta que acompanha 63 crianças do concelho.

O Município de Silves reforçou o apoio financeiro à resposta social «Bem Crescer», assegurada pelos Amigos dos Pequeninos, IPSS, através da celebração de um novo protocolo de cooperação, assinado no passado dia 15 de outubro de 2026.

O acordo estabelece uma comparticipação municipal mensal de 4.228,56 euros, correspondente a um apoio anual de 50.742,72 euros, representando um aumento de 32.998,16 euros por ano face ao valor anteriormente previsto no protocolo celebrado em 2006.

Este reforço permite adequar o apoio municipal à evolução das necessidades da resposta social, que acompanha atualmente 63 crianças do concelho de Silves, com idades compreendidas entre os zero e os seis anos, que apresentam alterações no desenvolvimento ou se encontram em situações de risco grave.

A atualização do financiamento reconhece a importância desta resposta para as crianças e respetivas famílias, num contexto marcado pelo aumento das sinalizações, pelo crescimento da procura e pela necessidade de reforçar os recursos técnicos e humanos especializados, de forma a proporcionar um acompanhamento atempado e adequado.

Uma resposta essencial para as crianças e as famílias

A intervenção precoce na infância assume um papel determinante na promoção do desenvolvimento infantil, particularmente nos primeiros anos de vida, contribuindo para a prevenção ou minimização de atrasos no desenvolvimento, o reforço das competências cognitivas, motoras, linguísticas, emocionais e sociais e o apoio às famílias.

A resposta social «Bem Crescer» tem uma presença consolidada no concelho de Silves. A sua origem remonta a outubro de 2001, com a implementação do projeto «Quebra-Nozes», no âmbito do Programa «Ser Criança», tendo sido convertida em resposta social em outubro de 2004.

Desde então, o crescimento das necessidades da população abrangida tornou necessário um reforço progressivo da capacidade de intervenção. A resposta, inicialmente dimensionada para 28 crianças, acompanha atualmente 63, evidenciando a relevância deste serviço e a necessidade de garantir os meios indispensáveis à sua continuidade.

Para o Município de Silves, assegurar respostas sociais adequadas às necessidades da população constitui uma dimensão fundamental da promoção do bem-estar e da qualidade de vida no concelho. Neste âmbito, o apoio à intervenção precoce representa um investimento nas crianças, nas famílias e na construção de uma comunidade mais inclusiva, coesa e solidária.

Reforço da cooperação e do investimento social

O novo protocolo atualiza as condições de comparticipação municipal, tendo em conta a evolução da resposta e os encargos associados à prestação dos serviços. O reforço do financiamento visa contribuir para a sustentabilidade desta intervenção, reconhecendo o papel dos profissionais especializados e a importância da articulação entre as instituições sociais e as entidades públicas.

A garantia de respostas de proximidade, acessíveis e ajustadas às necessidades concretas da população exige um compromisso continuado das entidades com responsabilidades na área social.

Neste sentido, importa assegurar que o crescimento das necessidades de intervenção seja acompanhado pelos meios financeiros e humanos necessários, numa responsabilidade partilhada entre a Administração Central, o poder local e as instituições sociais.

Com este apoio, o Município de Silves reafirma o seu compromisso com a proteção da infância, a valorização das respostas sociais e a promoção da igualdade de oportunidades, contribuindo para que todas as crianças possam beneficiar de condições adequadas ao seu desenvolvimento, independentemente das dificuldades que enfrentam.

[the_ad id="555438"]

O protocolo tem efeitos a partir de 1 de janeiro de 2027 e uma duração inicial de um ano, renovável por iguais períodos, garantindo um enquadramento atualizado para a continuidade da resposta social «Bem Crescer» no concelho, que adota assim o lema ‘investir na infância é investir no futuro de Silves’.

  •  

Retirada una polémica campaña en Irlanda que pide el consentimiento de los nietos a los abrazos de sus abuelos

La escena es cotidiana. Unos abuelos llegan a una casa y abrazan a su nieto con entusiasmo, pero, cuando se acercan a su nieta adolescente, esta los mira con recelo. Así empieza un polémico anuncio para redes sociales que ya ha sido retirado en Irlanda, que ha despertado numerosas críticas pues tras ese momento cotidiciano aparece en pantalla el siguiente mensaje: “No todo el mundo quiere un abrazo. Ni siquiera de las personas que los aman”. También se escucha una voz en off que dice: “¿Incómodo? Tal vez. ¿Importante? Sin duda". Según informan medios británicos como la BBC, la campaña ha sido elaborada por el Centro de Atención a Víctimas de Violación de Dublín (DRCC, por sus siglas en inglés) para “educar a la sociedad, especialmente a los más pequeños, sobre el consentimiento”. Sin embargo, el resultado no ha sido el esperado.

Seguir leyendo

© Sally Anscombe (Getty Images)

Tener abuelos cariñosos en la vida de un niño es algo sumamente positivo que debemos valorar, ha asegurado el ministro de Justicia irlandés.
  •  

Héctor Ruiz Martín, investigador: “Padres y docentes no deben confiar en que la dificultad lectora mejore simplemente con la edad”

Para el divulgador científico Héctor Ruiz Martín, uno de los problemas más perjudiciales en torno a la dislexia es creer que aprender a leer es algo espontáneo como hablar.

Octubre es el mes de la concienciación sobre la dislexia, una oportunidad para poner el foco en una dificultad específica del aprendizaje que todavía está rodeada de mitos y confusión. “Soy estúpida. Nadie dirá nunca que tengo un talento brillante con las palabras. Me esfuerzo. Pero eso no se nota”, comienza un poema que se hizo viral en redes sociales en 2016 y que refleja algunas de las ideas negativas que pueden acompañar a quienes padecen dificultades lectoras. Más allá de esas percepciones, la dislexia puede afectar a la precisión, la fluidez y la comprensión lectora, y su detección temprana resulta clave para poder intervenir.

Seguir leyendo

  •  
❌