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NATO’s weapons-buying agency opens dedicated door for Ukraine, non-member, letting it buy arms through its contracts and its firms bid for tenders

Ukraine has just become the first country with which NATO’s weapons-buying agency has ever established a dedicated partnership. Under a new agreement, Kyiv has gained the right to purchase weapons through the NATO Support and Procurement Agency (NSPA), and Ukrainian firms can bid on its tenders, the Defense Ministry reports.

The deal, approved by the Ukrainian government in August and signed last week, is called the Security Cooperation Support Partnership. Through it, Ukraine can tap the agency’s 45 procurement partnerships, which cover the purchase, maintenance, and lifecycle support of weapons systems.

A single window into NATO’s arms market

For Ukraine’s military, the partnership is meant to make buying faster and cheaper. Orders can run through existing NSPA contracts or through new tenders, including an emergency-procurement track, and pooling Ukraine’s needs with those of other countries is designed to sharpen prices.

The purchases can be paid for from Ukraine’s state budget, by international partners, or through joint financing.

“Ukraine is the first and only country, and a non-member of NATO at that, for which a separate partnership was created as a single entry point to the agency’s work, and Ukrainian industry was given broad access to the agency’s tenders,” said Deputy Defense Minister Mstyslav Banik.

And a way in for Ukraine’s arms makers

The agreement cuts both ways, too. Ukrainian defense companies can now register in the agency’s supplier database, submit proposals, compete in tenders on equal footing with foreign firms, and sign contracts with NSPA under a mechanism that runs for five years from April 2025.

“We want our partners to gain access to this experience and these technologies, and Ukrainian producers to gain new opportunities for cooperation,” said Deputy Defense Minister Hanna Hvozdiar.

This is a partnership that benefits both sides, the Ukrainian official added.

The signing was announced on 14 October at an NSPA industry event in Kyiv that drew about 150 Ukrainian defense manufacturers.

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“Índice do medo” da bolsa brasileira dispara às vésperas da eleição

O “índice do medo”, que mede a expectativa de volatilidade do mercado brasileiro, voltou a bater recorde nesta quinta-feira (22), às vésperas da decisão do segundo turno e com pesquisas mostrando empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Por volta de 15h15, o S&P/B3 Ibovespa VIX subia mais de 7%, aos 45,42 pontos. Na véspera, o índice saltou 8%, fechando aos 42,42 pontos.

O indicador engatou uma sequência de recordes nas últimas sessões, em meio à expectativa dos mercados de uma disputa mais acirrada pelo Palácio do Planalto a partir de 2027.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostrou Flávio com 45% das intenções de votos nos segundo turno, contra 44% de Lula. Com margem de erro de dois pontos para cima ou para baixo, o cenário mostra empate técnico entre os concorrentes.

Este foi o primeiro levantamento realizado pela Quaest após o primeiro debate entre Lula e Flávio exibido pela TV Band no último domingo (18).

No primeiro turno da corrida eleitoral, Flávio conquistou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. O segundo turno da eleição presidencial ocorre no próximo dia 25.

Já pesquisa do Indexa/Broadcast divulgada nesta manhã mostrou o senadorcom 50,6% das intenções de voto, ante 49,4% de Lula.

O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos, assim como no critério adotado pelo TSE. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O mercado também aguarda por nova pesquisa do Datafolha, que será publicada após o fechamento do pregão.

A disparada do “índice do medo” reflete o clima negativo do mercado doméstico na sessão.

O Ibovespa opera com queda firme acima de 1%, enquanto o dólar aponta para cima, próximo de R$ 5,04. No mercado de juros, os contratos sobem em toda a ponta.

O que é o VIX Brasil?

Calculado a partir das Opções sobre o Ibovespa B3, o VIX Brasil mede a volatilidade implícita esperada para os próximos 30 dias.

Na prática, funciona como um termômetro da percepção de risco do mercado – por isso, também é chamado de “índice do medo” – e costuma ser acompanhado por investidores, gestores e analistas em momentos de maior incerteza, sobretudo para estratégias de proteção de carteira e gestão de risco.

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Ibovespa firma queda com eleições e balanços em foco; dólar sobe

Após abrir de forma estável, o Ibovespa opera em baixa durante os primeiros negócios desta quinta-feira (22), à medida que pesquisas de opinião sobre o segundo turno da eleição presidencial moldam os humores do mercado a poucos dias da última votação.

Investidores acompanham, ainda, o início da temporada de balanços.

Às 10h56 (de Brasília), o principal indicador do mercado brasileiro de ações tinha queda de 0,75%, aos 204.874,69 pontos. Já o contrato futuro com vencimento em dezembro de 2026 cedia 0,38%.

O dólar, por sua vez, tem alta ante o real, acompanhando o avanço da moeda norte-americana no exterior, enquanto no Brasil os investidores aguardam a divulgação de nova pesquisa do Datafolha sobre a eleição presidencial.

No mesmo horário, o dólar à vista subia 0,31%, a R$5,0398 na venda. Na última sessão, a divisa americana à vista encerrou a quarta-feira com alta de 0,18%, aos R$5,0272.

IBOV acompanha cena internacional

No exterior, os investidores mostravam mau humor em meio a preocupações com o setor de inteligência artificial e a novas altas nos preços internacionais do petróleo devido ao impasse no conflito no Oriente Médio.

A commodity opera perto dos US$ 112, maior cotação desde o início de maio deste ano. Ainda assim, as ações das petroleiras brasileiras não conseguem se destacar no pregão.

O dia também é marcado por quedas nos rendimentos dos Treasuries, títulos de dívida emitidos pelo governo norte americano.

Pela manhã, o rendimento do Treasury de dez anos – referência global para decisões de investimento – caía 11 pontos-base, a 5,034%; enquanto os juros futuros no Brasil avançavam a rendimento de 12,88%.

Nessa linha, Wall Street não consegue sustentar ganhos e cai em todos os índices.

A Meta, a primeira gigante de IA a divulgar seu balanço na temporada atual, anunciou que sua receita de terceiro trimestre superou as expectativas, mas o otimismo gerado pela notícia durou pouco, pois a empresa anunciou um plano de emitir ações sem direito a voto — medida que reacendeu preocupações quanto aos seus crescentes compromissos de capital.

Durante abertura, o Índice ‌Dow Jones Industrial Average caiu 0,13%, para 52.788,41 pontos. O S&P 500 recuou ⁠0,81%, para 7.694,62 pontos, enquanto o ​Nasdaq Composite recuou ​1,48%, para 26.308,407 pontos.

Agenda brasileira

Na cena nacional, investidores aguardam pela divulgação dos resultados do terceiro trimestre do banco Bradesco, que deve publicar o seu balanço após o fechamento de mercado. Os novos desdobramentos sobre as eleições de 2026, marcadas para domingo (25), também fazem preço.

Perto das 11h, a Receita Federal compartilhou dados sobre a sua arrecadação. O resultado teve alta real de 5,62% em setembro sobre igual mês do ano anterior, a R$239,384 bilhões, no melhor resultado para o mês da série histórica iniciada em 1995.

No acumulado de janeiro a setembro, a arrecadação cresceu 6,97% acima da inflação em comparação com o mesmo período de 2025, a R$2,351 trilhões, valor também recorde para o período

*Com informações da Reuters

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