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This startup raised $34 million to help security teams keep up with AI threats. Read the pitch deck.

Two smiling bearded people in cream shirts pose side by side against a teal studio background.
Guy Eshel and Raziel Oren founded Mave in 2025.

Mave

  • Mave has raised $34 million to bring AI agents to companies' security operations.
  • CEO Raziel Oren said old systems can't keep up with how quickly AI is transforming cyberattacks.
  • Business Insider got an exclusive look at the pitch deck Mave used to raise its Series A round.

Mave, a cybersecurity startup that uses agents to counter the rise in AI-powered cyberattacks, has raised $34 million in funding.

The Israel-based startup says its AI agents pull together information from a company's existing security systems, investigate alerts, filter out false alarms, and take actions approved by human teams.

"Security operations is the last gate in any organization," cofounder and CEO Raziel Oren said, comparing it to the physical security guards who monitor a building's live camera footage. "This thing is really broken from the inside. The roots of the solutions there are just not keeping the relevant pace with the emerging threats."

AI has transformed cyber threats at a dizzying pace. Attacks can happen much faster and on a much larger scale, and Oren predicted that the increase in agent-powered incidents will be "exponential."

Mave says its own agents help human security teams keep up. "You can't hire your way out of this," Oren told Business Insider. "There must be a change in how you do [security operations] in order to protect your organizations."

Oren cofounded Mave with Guy Eshel in 2025 after years of friendship. The two met when Oren was Eshel's mentor in unit 8200 of the Israel Defense Forces, which sits under the intelligence corps and gave them firsthand experience with cybersecurity issues.

AI agents have come under the spotlight after a string of high-profile security breaches. Corporate leaders have grown increasingly worried about the cybersecurity risks AI poses, and some of Wall Street's executives spent third-quarter earnings calls explaining how they're defending against rogue AI agents.

The technology has also been used by researchers to uncover security flaws: this week, OpenAI said one of its AI models had helped identify a vulnerability that puts 70% of the world's websites at risk.

Oren said it takes some customers time to become comfortable handing over security operations to agents, but that the product's transparency is key to building trust. Mave says its agents track each step of their thousands of workflows, giving human employees insight into the agents' reasoning and actions.

Mave charges its customers a flat rate, depending on the company's size and needs. Other startups have also jumped at the opportunity Mave sees, including agentic cybersecurity companies Dropzone and Prophet Security.

Mave's $34 million funding consists of $28 million from a recent Series A round, led by Red Dot Capital Partners and with participation from Lumir Growth Partners, and an earlier $6 million seed round.

The startup currently has 30 employees and plans to use some of the fresh capital to continue expanding the team, mainly for go-to-market roles and AI research.

Read the pitch deck Mave used to raise its Series A round:

The co-founders met in the army.
Slide for MA>E agentic security operations platform showing portraits of Raziel Oren and Guy Eshel with founder titles.

Mave

Cyberattacks are happening much faster.
Green cybersecurity infographic shows attacker breakout time dropping from 62 minutes in 2023 to 29 minutes in 2025.

Mave

Mave consolidates security operations.
Slide diagram shows Mave security operations platform layers connected to existing SIEM, data lake, SOC, and analytics tools.

Mave

In one instance, Mave says it stopped ShinyHunters, a cybercriminal group.
Marketing slide says a Fortune 200 company took its SOC in-house with Mave and stopped ShinyHunters.

Mave

Customers include Fortune 200 and Fortune 500 companies.
Dark presentation slide highlights Mave traction metrics, funding amounts, and investment rounds with a Mave logo.

Mave

Read the original article on Business Insider
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Competição europeia de foguetes em Portugal distingue equipas de oito países. Saiba quem venceu


A equipa austríaca Aerospace Team Graz (ASTG) conquistou o EuRoC Award, atribuído à equipa com o melhor desempenho global na competição organizada pela Agência Espacial Portuguesa.Agência Espacial Portuguesa

A sétima edição do European Rocketry Challenge (EuRoC), competição universitária de foguetes organizada pela Agência Espacial Portuguesa, terminou com dez prémios atribuídos a equipas europeias, num ano marcado pela estreia de uma categoria para novos participantes e por um resultado inédito para Portugal. A equipa austríaca Aerospace Team Graz voltou a conquistar a principal distinção, enquanto a portuguesa da Universidade do Minho conseguiu lançar e recuperar um foguete na sua primeira participação.

A Aerospace Team Graz (ASTG) da Áustria conquistou o EuRoC Award, atribuído à equipa com o melhor desempenho global, considerando a conceção do foguete, a documentação técnica, o trabalho de equipa e os resultados em voo. A formação austríaca, que já tinha vencido em 2023 e 2025, arrecadou ainda o prémio de melhor voo na categoria de propulsão líquida para 9.000 metros.

“O EuRoC tornou-se uma referência europeia porque conseguimos criar um ambiente em que as novas gerações desenvolvem tecnologia em condições próximas da indústria. Muitos dos estudantes que passaram pelo EuRoC estão hoje a trabalhar em empresas do setor ou criaram os seus próprios negócios. É esse o impacto da competição: formar o talento de que a indústria espacial europeia precisa, tornando-a mais forte e mais autónoma”, destaca Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa, citado em comunicado.

Outro dos destaques foi a grega White Noise, que conquistou dois prémios na sua estreia: o Rookie of the Year, que distingue a melhor equipa estreante, e o Payload Award, atribuído à melhor carga útil, tendo em conta a inovação, a fiabilidade e o potencial de aplicação da tecnologia desenvolvida.

A competição decorreu em Constância entre 15 e 21 de outubro e reuniu cerca de 700 estudantes de 13 universidades europeias, contando com o apoio da Câmara Municipal de Constância e do Exército Português.Agência Espacial Portuguesa

Portugal esteve representado na fase final da competição de foguetes por duas equipas universitárias, depois de sete formações nacionais terem sido selecionadas para competir.

A Minho Aerospace Students’ Team (MAST), da Universidade do Minho, levou o foguete Mirage ao objetivo de 3.000 metros de altitude. Fundada em 2024, a equipa tornou-se a primeira formação portuguesa a conseguir lançar e recuperar um foguete, numa edição da competição que marcou a sua estreia.

“Esta edição demonstrou que é possível abrir a competição a novas equipas sem comprometer a exigência técnica que caracteriza o EuRoC. Para estes estudantes, foi primeira oportunidade de transformar meses de desenvolvimento num projeto real, sujeito aos mesmos desafios técnicos e de segurança que encontram na indústria”, afirma Marta Gonçalves, gestora dos programas de Educação e Ciência da Agência Espacial Portuguesa, citada na nota de imprensa.

Já a Rocket Experiment Division (RED), do Instituto Superior Técnico, que participa na competição ininterruptamente desde 2021, não conseguiu realizar o lançamento devido a problemas técnicos que não foram resolvidos dentro do prazo da competição. A North Space, que reúne estudantes de várias faculdades da Universidade do Porto e da Universidade de Lisboa, também não chegou à fase final, apesar de ter sido selecionada, devido a contratempos no desenvolvimento do foguete.

A participação portuguesa surge num ano em que o país voltou a destacar-se pelo número de equipas interessadas na competição. Em maio, altura em que encerrou o período de candidaturas, Portugal tornou-se o país mais representado no EuRoC pelo segundo ano consecutivo, num contexto de recorde de inscrições.

A competição decorreu em Constância entre 15 e 21 de outubro e reuniu cerca de 700 estudantes de 13 universidades europeias. Ao longo de quatro dias de operações, 12 foguetes saíram das rampas de lançamento, numa edição que ficou marcada pela diversidade tecnológica dos projetos e pela estreia da categoria Rookie, destinada a equipas que participam pela primeira vez.

O EuRoC contou com o apoio da Câmara Municipal de Constância e do Exército Português, que disponibiliza o Campo Militar de Santa Margarida para os lançamentos. A competição contou ainda com a presença de empresas do setor, como a Neuraspace, a Tekever e a Momentum Aerospace, reforçando a ligação entre o ensino superior, a investigação e a indústria espacial.

Dez prémios para equipas de oito países

Além das distinções conquistadas pela equipa austríaca e pela formação grega, o EuRoC reconheceu projetos de equipas da Suíça, Itália, Hungria, Espanha e Chéquia.

Os dez prémios atribuídos na edição de 2026 ficaram distribuídos da seguinte forma:

  • EuRoC Award: Aerospace Team Graz (Áustria)
  • Technical Award: ARIS (Suíça)
  • Design Award: Skyward Experimental Rocketry (Itália)
  • Payload Award: White Noise (Grécia)
  • Team Award: BME Suborbitals (Hungria)
  • Flight Award Líquido 9K: Aerospace Team Graz (Áustria)
  • Flight Award Líquido 3K: Skyward Experimental Rocketry (Itália)
  • Flight Award Sólido 3K: LEEM-UPM (Espanha)
  • Flight Award Híbrido 3K: CTU Space Research (Chéquia)
  • Rookie of the Year: White Noise (Grécia)
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Vasco Pedro reage à insolvência da Unbabel: “Gerência atuou de boa-fé” e tentou “preservar valor”


O cofundador da Unbabel, Vasco Pedro, que liderava a startup quando foi decidida a venda da totalidade dos ativos ao grupo TransPerfect, garante que "a gerência atuou de boa-fé e procurou, ao longo de todo o processo, encontrar a solução que melhor salvaguardasse os interesses dos trabalhadores, dos credores e dos clientes". O empreendedor reage assim à notícia de que o tribunal vai decidir se a insolvência da Unbabel foi culposa ou fortuita.

Naquela que é também uma das primeiras reações públicas de Vasco Pedro ao desfecho da startup que fundou em 2013, o gestor afirma ao ECO que "foram desenvolvidos esforços documentados de investimento,…

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Beyond Vision levanta 28 milhões e expande na Trofa


A Beyond Vision levantou 28 milhões de euros para expandir capacidade de produção e reforçar nos mercados europeu, América do Norte (EUA e Canadá) e Brasil. A empresa comprou espaço na Trofa para a equipa a Norte.

“O objetivo é aumentar a capacidade industrial para responder à procura atual e ao pipeline em defesa. Na prática: mais área de produção, mais stock de componentes críticos e mais equipa. Estamos a expandir em várias frentes: Alverca (sede), Oeiras (obra arranca agora) e Trofa, onde adquirimos espaço próprio para a equipa do Norte”, adianta Dário Pedro, CEO da Beyond Vision, ao ECO/eRadar.

Em Alverca, em dezembro passado, a empresa estava a aumentar a área de produção com 2.000 metros quadrados, distribuídos por dois pisos, para 4.000 metros quadrados, num investimento de global de cinco milhões de euros. E em Oeiras é uma das empresas que integra o cluster de drones que está a ser criado no Oeiras Tech Valley, como adiantou na época o CEO da empresa fabricante de drones em entrevista ao ECO/eRadar.

O objetivo era este ano a companhia ganhar capacidade de produzir cerca de 500 VTOL (drones de asa em multirotor) e cerca de 800 multirotores.

O objetivo é aumentar a capacidade industrial para responder à procura atual e ao pipeline em defesa. Na prática: mais área de produção, mais stock de componentes críticos e mais equipa. Estamos a expandir em várias frentes: Alverca (sede), Oeiras (obra arranca agora) e Trofa, onde adquirimos espaço próprio para a equipa do Norte.

Dário Pedro

CEO da Beyond Vision

A ronda de capital foi coliderada por dois fundos de investimento nacionais, a Indico Capital Partners e Lince Capital, com reforço da ActiveCap, que já investe na fabricante de drone desde 2024.

“Em setores críticos como na defesa, na gestão de infraestruturas e na segurança, a dependência de tecnologia de ponta, fiável e soberana é hoje uma prioridade estratégica dos vários países. A Beyond Vision redefiniu este mercado ao combinar hardware de alta precisão com algoritmos avançados de inteligência artificial a um custo muito competitivo”, refere Stephan de Moraes.

“Este investimento dará à Beyond Vision a robustez financeira necessária para escalar a produção e competir mundialmente em importantes segmentos de veículos autónomos não tripulados”, acrescenta o presidente da Indico Capital Partners, citado em comunicado.

Dário Pedro, cofundador e CEO da Beyond Vision na unidade de produção em Alverca.Hugo Amaral/ECO

“O atual contexto geopolítico e o reforço do investimento europeu em defesa estão a criar novas oportunidades para empresas tecnológicas com capacidade de competir internacionalmente. Acreditamos que a Beyond Vision, pela sua capacidade tecnológica, experiência e ambição, está bem posicionada para aproveitar este momento e contribuir para o desenvolvimento de um ecossistema nacional mais forte em tecnologias de elevado valor acrescentado”, diz por seu turno, Tomás Lavin Peixe, head of venture capital da Lince Capital, citado em comunicado.

Expansão geográfica

A injeção de capital surge num momento de elevada procura global por sistemas de veículos não tripulados e visa dar capacidade financeira para reforçar produção e presença no mercado externo.

Com esta ronda, a empresa quer reforçar “na Europa, América do Norte (EUA e Canadá) e Brasil, sempre com foco em defesa, segurança e infraestruturas críticas“, adianta Dário Pedro.

A empresa tem vindo a expandir a sua presença. No Canadá, em junho, fechou uma parceria com a Arcanus Aerial Systems, empresa do setor de defesa com sede em Toronto, para a produção, comercialização e prestação de apoio às principais plataformas da fabricante nacional de drones nesse país da América do Norte, bem como “em vendas de exportação financiadas pelo Canadá”.

Com esta parceria, a empresa de Alverca reforçou a sua posição na América do Norte, depois de ter fechado um contrato de “pelo menos” 15 milhões de euros nos EUA para fornecer 300 drones de emergência até 2028. Nos planos do fabricante português está ainda a abertura, em dois anos, de uma fábrica no mercado norte-americano, num investimento de 50 milhões de euros.

Fábrica de drones da Beyond Vision, em AlvercaHugo Amaral/ECO

Em França, durante a Eurosatory 2026, uma das maiores feiras do setor de defesa e segurança, a fabricante de drones fechou ainda parcerias com duas empresas, a Gremsy — fabricante de soluções avançadas de imagem e câmaras para drones e robótica — e a espanhola Indef. Com esta última, o primeiro foco de colaboração irá incidir no desenvolvimento de uma plataforma de drones marítimos para aplicações de Operações Especiais, com o objetivo de apoiar atividades de teste e avaliação em missões NATO.

Já o acordo com a Gremsy era apontado como “estratégico” dado a “sua parceria com a FLIR [que desenvolve sistemas de imagem infravermelha de baixo custo para uso aéreo] e como fabricante de payloads NDAA compliant [ou seja que cumprem com os requisitos da National Defense Authorization Act] e produzidos nos EUA”, detalhava em junho o CEO da Beyond Vision ao ECO/eRadar.

Em julho, anunciou a entrada na Jordânia através de uma parceria com a Aero Voo Portugal (AVP) para sua representação comercial no país, mais um passo na estratégia de expansão internacional da empresa no Médio Oriente. A Jordânia tem vindo a investir na modernização das suas capacidades militares, na vigilância de fronteiras e na proteção de infraestruturas críticas, áreas onde a Beyond Vision pretende posicionar as suas soluções.

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Unbabel foi vendida por 5,7 milhões de dólares. Poucos meses antes, ‘valia’ 44 vezes mais


A TransPerfect pagou 5,7 milhões de dólares (5,1 milhões de euros) pela "totalidade dos ativos da Unbabel" em agosto de 2025. Meses antes, a Unbabel negociou uma fusão com outra empresa por uma avaliação de 250 milhões de dólares (222,8 milhões de euros), 44 vezes mais, mas a operação não se chegou a concretizar, apurou o ECO.

Aqui quantificado pela primeira vez, o colapso da avaliação da Unbabel num curto espaço de tempo ilustra bem a queda vertiginosa desta startup tecnológica que chegou a ser vista como uma das…

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