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Anvisa proíbe venda de teste de glicemia Accu-Check Active na Amazon

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de tiras de glicemia da marca Accu-Check Active na plataforma Amazon.

Os produtos, segundo a agência, são falsificados e não podem ser distribuídos, importados nem utilizados.

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A resolução foi publicada nesta quinta-feira (22) no Diário Oficial da União.

Em nota, a Anvisa informou que a Roche Diabetes Care Brasil Ltda., responsável pelo produto Accu-Chek Active, identificou no mercado tiras reagentes com características divergentes das originais em dois anúncios na Amazon. 

“Além da ausência da embalagem externa original, os itens traziam a restrição de comercialização descrita em inglês ONLY FOR GOVERNMENT TENDER (destinado exclusivamente a licitações governamentais).”

Confira, a seguir, os produtos proibidos e os respectivos anúncios:

A Agência Brasil tenta contato com a Amazon para ouvir o posicionamento da empresa e mantém este espaço aberto para incluí-lo.

 

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Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão avançado

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novo medicamento para o tratamento do câncer de pulmão. O Emrelis (telisotuzumabe vedotina) é indicado para pacientes adultos com câncer de pulmão de células não pequenas (CPCNP) com as seguintes características: não escamoso, localmente avançado ou metastático, com receptor do fator de crescimento epidérmico tipo selvagem, com alta superexpressão da proteína c-Met e que receberam terapia sistêmica previamente.

Em nota, a Anvisa destacou que o medicamento foi desenvolvido para reconhecer e se ligar seletivamente à proteína c-Met presente na superfície das células tumorais, permitindo a internalização do complexo e a liberação intracelular da monometilauristatina E, resultando em morte celular direcionada.

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De acordo com a agência, a aprovação do Emrelis foi fundamentada sobretudo em resultados de um estudo conduzido em pacientes previamente tratados com CPCNP. O medicamento demonstrou taxa de resposta objetiva de 29,2% na população total avaliada. Entre os pacientes com alta superexpressão de c-Met, foi observada taxa de resposta de 34,5%, “associada a respostas duradouras e benefício clínico relevante em um cenário terapêutico com opções limitadas”.

Ainda segundo a Anvisa, o câncer de pulmão figura como uma das principais causas de mortalidade pela doença no mundo. O CPCNP representa aproximadamente 85% dos casos, sendo que cerca de 70% correspondem ao subtipo não escamoso, alvo da medicação aprovada.

“Pacientes com doença localmente avançada ou metastática (quando as células do tumor se propagam para outras partes do corpo) apresentam prognóstico desfavorável. Após a quimioterapia e imunoterapia, há uma limitada disponibilidade de terapias”, reforçou a agência.

Câncer de mama

A Anvisa também aprovou o registro do medicamento Poherdy (pertuzumabe), indicado para o tratamento de câncer de mama metastático e para câncer de mama em estágio inicial.

No caso da doença metastática, o uso é indicado em combinação com trastuzumabe e docetaxel, voltado para pacientes com câncer de mama HER2-positivo metastático ou localmente recorrente não operável, que não tenham recebido tratamento prévio com medicamentos anti-HER2 ou quimioterapia.

Já para pacientes com câncer de mama inicial, a indicação é o uso combinado com trastuzumabe e quimioterapia, para os seguintes casos:

tratamento neoadjuvante (antes da cirurgia) de pacientes com câncer de mama HER2-positivo localmente avançado, inflamatório ou em estágio inicial, com elevado risco de recorrência como parte de um esquema terapêutico completo para o câncer de mama inicial.

tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama HER2-positivo em estágio inicial, com elevado risco de recorrência.

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Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok não tem registro

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  emitiu alerta para reforçar a proibição do uso do suplemento alimentar ashwagandha no Brasil. A erva asiática tem sido indicada, principalmente pela rede social TikTok, para relaxamento e alívio dos sintomas da perimenopausa.

Em nota, a Anvisa citou o caso de uma mulher britânica que teve falência do fígado, paradas cardíacas e sérios danos cerebrais após o uso do produto e reforçou que o suplemento não tem registro no Brasil.

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“Sua fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos no país. A substância não integra a lista de ingredientes autorizados para uso nesse tipo de produto.”

A agência destacou que suplementos alimentares figuram como alternativa para complementar a alimentação e podem ser úteis para pessoas que precisam melhorar o consumo de algum nutriente ou praticar atividades físicas intensas.

“É terminantemente proibido vincular o uso desses produtos a alegações de cura, tratamento e prevenção de doenças.”

Entenda

A Resolução da Diretoria Colegiada nº 243/2018 define que suplementos alimentares devem ser feitos com substâncias autorizadas e podem conter aditivos e ingredientes de uso tradicional em alimentos, adicionados ao produto para dar sabor, cor e aroma, entre outras funções. 

São produtos para consumo via oral em formas de comprimido, cápsula, pastilha, pó e barra, destinados a suplementar a alimentação de pessoas saudáveis com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos. “Nem todas as pessoas precisam utilizar esses produtos”, alertou a Anvisa.

“Essa decisão deve ser avaliada com a ajuda de profissionais de saúde qualificados e envolve diversos fatores, incluindo a condição atual de saúde, a qualidade da alimentação e a prática de atividade física. Se houver necessidade de suplementar, cabe aos profissionais de saúde a orientação sobre o tipo de suplemento, a quantidade, quando e como tomar.”

Riscos

De acordo com a agência, a maior parte dos perigos associados ao consumo de suplementos alimentares está ligada a produtos irregulares – seja pela presença de substâncias não avaliadas pelos órgãos reguladores ou por falhas nas condições de fabricação.

Os riscos, entretanto, não se restringem a produtos clandestinos. Segundo a Anvisa, itens devidamente legalizados também podem prejudicar a saúde quando consumidos em desacordo com as necessidades do paciente e as instruções de uso.

“Diante disso, vale reforçar a importância de consultar rigorosamente as indicações do fabricante, respeitando dosagens, advertências e restrições informadas no rótulo e na embalagem de cada produto.”

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U.S. Bars Former Barcelona Mayor Ada Colau from Entering Puerto Rico

Colau’s entire interview with U.S. officials was about the Flotilla and its pro-Palestinian activism, with emphasis on the three days held in Israel. Photo: EFE.

United States has denied former Barcelona Mayor Ada Colau permission to travel to Puerto Rico, where she was due to take part in a municipalist forum next month, a decision that sources close to her link to her pro-Palestinian activism.


Ada Colau, a candidate for the Frente Amplio, had planned to attend the Ciudades Valientes meeting on November 3 and 4 in the municipality of Caguas in central Puerto Rico. When she applied for the digital travel authorization known as ESTA (Electronic System for Travel Authorization), U.S. authorities approved the members of her delegation but denied her request. She was then advised to attend an in-person interview at the U.S. embassy in Madrid.

According to people close to Colau, the interview held two weeks ago focused on her position on the conflict in Gaza. “The entire interview was about the Flotilla and her pro-Palestinian activism, with a lot of insistence on the three days she was held in Israel,” they said.

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After the interview, U.S. authorities issued a final denial, citing “suspicion that she wants to migrate illegally to the country.”

“This is a clear case of political censorship. And it is a disgrace, because while we see that Javier Milei can travel freely to our country to insult the press and citizens in general, his friend Donald Trump bans me from entering a country like Puerto Rico, which is a colony occupied by the United States,” Colau said.

The US has refused to grant a visa to former Barcelona mayor Ada Colau over her participation in the Global Sumud Flotilla and her support for Palestine.

Colau had been invited to attend a meeting convened by New York City Mayor Zohran Mamdani. pic.twitter.com/TuEEQasz9x

— The Times of Palestine (@PalTimesNews) October 21, 2026

Ada Colau governed Barcelona between 2015 and 2023. She had traveled to the Caribbean archipelago in April 2024 to discuss urban planning, access to housing, human rights and the role of women in politics. During that visit, at a conference on government and citizen participation, she advocated for truth, justice and reparation in the face of European colonization in Latin America.

The prohibition echoes other restrictions imposed by Washington on figures critical of its foreign policy. The same administration has repeatedly denied a visa to Palestinian leader Mahmoud Abbas to attend the United Nations General Assembly. In Colau’s case, the stated rationale of immigration risk collides with a documented history of official visits and public conferences.

Event Agenda Unchanged

The decision keeps the event in Caguas and preserves the original schedule rather than postponing or relocating it.

The Puerto Rican collective confirmed that its upcoming event will keep its original agenda, and that the political leader will participate remotely. “Ada will be present, one way or another, because ideas and courage do not require visas to cross the borders imposed on us to divide us,” they affirmed.

“Colau is one of the founding voices of the international municipalist movement that inspires this meeting and her physical absence will be felt, but we maintain our commitment to the exchange of experiences,” the organizers said, rejecting the ban.

“Her physical absence will be felt, but we maintain our commitment to the exchange of experiences. Our collaboration with Ada and with the Sentit Comú Foundation remains just as strong and Brave Cities will take place as planned,” the League stated in a public communiqué.

For her supporters, the case exposes the double standard at the heart of the colonial relationship. The denial of entry, they insist, is not a security measure but a political sentence delivered through administrative channels.

Organizers say the work continues, and that Colau’s ideas will still shape the conversations in Caguas even in her in-person absence. The entry ban, however, ensures that a voice critical of U.S. policy will not speak from the island that Washington governs as a colony.

🚨🇪🇸 BREAKING — Ada Colau:

“If we trivialize and allow the genocide in Gaza, and apartheid and the colonial persecution of Palestine, humanity is lost.

Therefore, all humanity must not give up, resign itself, normalize or trivialize the genocide in Gaza and the persecution of… pic.twitter.com/cLg7UIx5Ss

— Pamphlets (@PamphletsY) October 18, 2026

Puerto Rico has been under U.S. control since 1898, after the Treaty of Paris, and since 1952 has held the status of a commonwealth with its own constitution, although the United States retains exclusive control over immigration, customs, defense and currency. ESTA was required because of the island’s colonial status. Puerto Rico is a U.S. territory, and ESTA applies to travelers from visa-waiver countries such as Spain who enter U.S. territory.

Rights groups have often criticized U.S. visa denials based on political views, while U.S. officials typically say such decisions follow immigration law and are not open to public discussion.

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