Is the 90-minute movie obsolete? Films this year have been record-breakingly long
The two blockbuster films of 2026, The Odyssey and You Can See Everything, were both over 170 minutes

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A contratação digital de seguros é feita inteiramente por canais remotos, como site, aplicativo ou WhatsApp, sem papel e sem ida a um corretor ou agência. No seguro auto, a jornada costuma ter cinco etapas: cotação, escolha do plano, aceite da proposta e pagamento, vistoria do veículo por fotos e envio dos documentos digitais. O contrato tem a mesma validade do modelo tradicional e segue regras da regulação do setor sobre autenticação, emissão de documentos e cancelamento.
Um ponto merece atenção: contratar não é o mesmo que estar coberto. Na maioria dos seguros auto digitais, a proteção só começa depois que a vistoria é aprovada. Na Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, a contratação leva cerca de 5 minutos pelo site ou pelo WhatsApp, e a proteção entra em vigor assim que a vistoria, feita pelo próprio cliente no aplicativo, é aprovada.
É a contratação feita por meios remotos, definidos pela Resolução CNSP nº 408/2021 como aqueles que permitem a troca de informações e a transferência de dados à distância. A norma, em vigor desde 1º de outubro de 2021, consolidou as regras para que seguradoras e seus representantes ofereçam todo o ciclo do seguro pela internet: proposta, emissão de documentos, cobranças, comunicações e cancelamento.
Para o consumidor, isso significa que um seguro contratado pelo celular tem o mesmo valor jurídico de um contratado presencialmente, desde que a operação siga as exigências de autenticação e de guarda dos documentos.
Embora cada empresa tenha seu fluxo, a contratação digital de seguro auto costuma seguir esta ordem:
Depende das regras de cada produto, e é a dúvida que mais gera confusão. Em geral, o seguro auto digital só passa a cobrir o carro depois da aprovação da vistoria, e não no momento em que o cliente conclui a contratação ou faz o primeiro pagamento.
Na Loovi, as etapas e os tempos são estes:
Por isso, quem precisa do seguro para uma data específica, como uma viagem, deve contratar e fazer a vistoria com antecedência. Na Loovi, a assistência 24h também depende do cadastro validado no aplicativo.
A Resolução CNSP nº 408/2021 estabelece regras que protegem o consumidor que contrata à distância:
A formalização da proposta por meio remoto precisa ser autenticada e permitir a comprovação de autoria e integridade. A norma aceita diferentes soluções tecnológicas, como login e senha, certificado digital ou outro sistema digital seguro aceito pelas partes.
Os documentos contratuais emitidos por meio remoto devem trazer a data e a hora de emissão e permitir que o cliente os imprima ou baixe. A empresa também deve enviar instruções para o acesso seguro a esses documentos, de preferência pelo mesmo canal usado na contratação.
O cliente deve receber número de protocolo para as solicitações relativas ao seguro e confirmação de recebimento dos documentos enviados pela empresa, quando exigido pela regulação.
O seguro contratado por meio digital pode ser cancelado pelos mesmos meios usados na contratação, sem que isso seja mais custoso ao cliente.
O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 49, garante ao consumidor que contrata fora do estabelecimento comercial, como pela internet, o direito de desistir em até 7 dias, com devolução dos valores pagos.
A Loovi estruturou a jornada para ser feita pelo celular, sem vistoria presencial nem envio de documentos em papel. A cobertura está disponível nos 27 estados e em mais de 4 mil municípios. Como orçamento e sinistro também acontecem no aplicativo é tema de O que é uma insurtech? Na Loovi, orçamento e sinistro acontecem no celular.
Na Loovi, a cotação não pede idade, tempo de habilitação, local de pernoite do carro ou CEP para calcular o preço. O valor parte do preço do veículo na Tabela FIPE, então não muda em função de quem dirige. Os planos começam a partir de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90), informada desde o início da cotação.
Na própria cotação, o cliente escolhe entre três planos:
Depois de contratar, o cliente baixa o aplicativo e envia as fotos do veículo. O app indica quais imagens são necessárias, e o processo leva em geral de 5 a 15 minutos. A aprovação da vistoria marca o início da proteção.
A Loovi aceita carros fabricados a partir de 1986, elétricos, a GNV e usados em aplicativos de transporte ou táxi, com referência de 100% da FIPE e sem cobrança adicional pelo uso comercial. Carros de leilão, modificados ou blindados também são aceitos, mas a indenização em perda total é de 70% da FIPE. A empresa mantém critérios de aceitação, avaliados na vistoria.
A Loovi cuida da tecnologia, do aplicativo e do atendimento. Quem assume o risco e paga as indenizações é a LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP e do mesmo grupo econômico. Por isso, ao consultar o site da SUSEP, o consumidor encontra o registro da LTI, e não o da Loovi.
A agilidade do digital não dispensa atenção. Antes de finalizar a contratação:
As garantias do seguro são as mesmas. O que muda é o caminho:
A contratação digital de seguros reúne cotação, escolha do plano, aceite, vistoria por fotos e documentos em canais remotos, com a mesma validade do modelo tradicional e regras definidas pela Resolução CNSP nº 408/2021. O ponto central é entender que a cobertura começa com a aprovação da vistoria, e não no fim da contratação. Antes de contratar, confirme a seguradora na SUSEP, some o custo total e faça a vistoria assim que possível.
Sim. A Resolução CNSP nº 408/2021 regulamenta a contratação de seguros por meios remotos, exigindo proposta autenticada e documentos com data e hora de emissão que o cliente possa baixar. O contrato digital tem o mesmo valor do presencial.
Depende da empresa. Na Loovi, a contratação leva cerca de 5 minutos pelo site ou pelo WhatsApp, e a vistoria pelo aplicativo leva em geral de 5 a 15 minutos. A proteção começa assim que a vistoria é aprovada.
Normalmente, não. No seguro auto digital, a cobertura costuma começar após a aprovação da vistoria do veículo. Por isso, vale contratar com antecedência se você precisa do seguro para uma data específica.
Não, na maioria dos seguros digitais. Na Loovi, a vistoria é feita pelo próprio cliente, com fotos tiradas no aplicativo, que orienta quais imagens enviar.
Sim. Pela Resolução CNSP nº 408/2021, o cancelamento pode ser feito pelos mesmos meios digitais usados na contratação, sem custo maior para o cliente. O Código de Defesa do Consumidor também prevê o direito de arrependimento em até 7 dias para contratações fora do estabelecimento comercial.
A Loovi permite cotar e contratar o seguro auto pelo WhatsApp ou pelo site, sem análise do perfil do condutor. Os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90), e a vistoria é feita pelo aplicativo.

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La discusión sobre la reforma de la Ley de Salud Mental llega al Senado con una pregunta que atraviesa a las guardias, las familias y los sistemas de salud de todo el país. El proyecto pone en revisión el requisito de “riesgo cierto e inminente” para las internaciones involuntarias y propone una respuesta que contemple el “riesgo grave para sí y para terceros”.
La iniciativa busca modificar el régimen vigente desde 2010. Antonela Giampieri, diputada nacional de CABA por la Fuerza del Cambio, explicó en Infobae Al Mediodía que aquella norma marcó un cambio de época porque “la ley fue un gran avance en el 2010”, aunque sostuvo que, después de 16 años de aplicación, el sistema necesita correcciones frente a situaciones que describió como complejas.
El planteo reúne cambios en las internaciones involuntarias, la integración de los equipos clínicos, la continuidad de los hospitales especializados y la coordinación de recursos entre la Nación y las provincias.
En ese recorrido, Giampieri remarcó que el objetivo no es abandonar el enfoque de derechos, sino evitar que una persona llegue sin asistencia a una instancia crítica: “Necesitás que llegue al sistema ya con la crisis explotada”.

La ley actual establece que una internación sin consentimiento requiere un “riesgo cierto e inminente” para la persona o para terceros. La reforma en debate propone reemplazar esa condición por la noción de “riesgo grave para sí y para terceros”, una modificación que apunta a ampliar los elementos considerados por los equipos de salud antes de resolver una internación.
Giampieri cuestionó que el criterio vigente centre la decisión exclusivamente en lo que ocurre durante la consulta o en la guardia. “Hay que evaluarla no solo en el momento de que llega a la guardia”, afirmó al explicar que el proyecto incorpora la posibilidad de tener en cuenta antecedentes clínicos, brotes previos, consumos problemáticos y otros episodios registrados en la historia de la persona.
Bajo esa mirada, la escena de una crisis no quedaría aislada de lo que ocurrió antes. La diputada sostuvo que una conducta observada en una guardia puede requerir la lectura de un proceso más amplio y señaló que deben considerarse “antecedentes de brotes, consumo problemático y episodios previos” al evaluar el riesgo y definir una eventual intervención.
La iniciativa no presenta la internación como una respuesta automática ni única. El debate, según la posición de la legisladora, busca que el sistema pueda actuar antes de que la situación alcance un punto límite, porque el requisito actual exige que exista un “riesgo cierto e inminente” y, en sus palabras, eso puede implicar que la persona llegue con la crisis ya desatada.

Otro de los ejes se concentra en la composición del equipo que interviene ante una internación. Giampieri indicó que el procedimiento requeriría dos firmas, con la condición de que una pertenezca a un médico o a un psiquiatra. “Uno sí o sí tiene que ser el médico”, dijo sobre el cambio propuesto.
La diputada vinculó esa exigencia con la necesidad de distinguir los distintos factores que pueden estar detrás de una alteración de la conducta o de una crisis. Según explicó, un profesional médico puede establecer si el cuadro responde a sustancias, a un tumor o a otras patologías; por eso insistió en que “uno sí o sí tiene que ser el médico”.
Al mismo tiempo, la legisladora rechazó que esa incorporación suponga relegar a otras disciplinas. Psicólogos, trabajadores sociales, enfermeros y terapistas forman parte de la atención, según su planteo, y “todos son importantes” dentro de un abordaje que debe conservar su carácter interdisciplinario.
La discusión sobre las firmas se inserta así en una cuestión más amplia: qué saberes deben estar presentes al momento de tomar una decisión que afecta la libertad y la atención de una persona.
La propuesta conserva la participación de equipos diversos, pero reserva una intervención específica para el área médica, ya que, como señaló Giampieri, “todos son importantes”, aunque existen evaluaciones clínicas que demandan esa formación.
La continuidad de los hospitales especializados en psiquiatría y salud mental es otro de los puntos que la reforma busca instalar en el debate. Giampieri cuestionó la idea de que todos los pacientes deban ser atendidos en hospitales generales y planteó que la respuesta sanitaria debe adecuarse a cada situación: “Hay pacientes que pueden estar en hospitales generales, pero otros no”.

La legisladora señaló que algunos casos pueden sostenerse con atención ambulatoria, centros de día u hospitales de día, mientras que otros requieren internaciones con plazos definidos y seguimiento profesional.
En la Ciudad de Buenos Aires, mencionó la existencia de los hospitales Borda, Moyano y Alvear como parte de una red especializada y sostuvo que “hay pacientes que pueden estar en hospitales generales, pero otros no”.
En ese punto, Giampieri rechazó que la existencia de instituciones especializadas equivalga a una vuelta a prácticas de encierro. “Los manicomios no existen en la Argentina”, afirmó, al distinguir entre esos modelos y los dispositivos de salud mental que, según su postura, deben continuar disponibles para los casos que requieran una atención diferenciada.
La diputada sostuvo que la aplicación de la ley actual impulsó el cierre de instituciones especializadas en varias provincias. Frente a ese escenario, propuso que cada jurisdicción pueda definir sus necesidades y que “el Ministerio de Salud de la Nación, junto con las jurisdicciones”, determine los recursos y dispositivos necesarios para garantizar la atención.
El proyecto contempla cooperación financiera nacional para reforzar las capacidades provinciales. Giampieri planteó que no todas las regiones requieren la misma infraestructura: algunas podrían necesitar hospitales especializados y otras, centros de día o dispositivos sociales. “El Ministerio de Salud de la Nación, junto con las jurisdicciones”, debe resolver esa planificación, sostuvo.
La discusión también se conecta con la prevención del suicidio, la depresión y los consumos problemáticos entre adolescentes. Giampieri sostuvo que las políticas públicas deben trabajar sobre las señales de alerta antes de una crisis y citó una dimensión que consideró central: “El suicidio es la primera causa de muerte violenta en el país”.
Según la diputada, en la Argentina mueren entre 11 y 12 personas por día por suicidio. Giampieri señaló que se trata de un fenómeno de causas múltiples, en el que intervienen factores biológicos y sociales, enfermedades mentales, depresión y consumo de sustancias. “El suicidio no es previsible, pero sí es prevenible”, afirmó.

Esa definición ordena su planteo sobre el papel de las escuelas. La legisladora aclaró que los docentes no deben diagnosticar, pero sí necesitan herramientas para advertir situaciones de riesgo y activar los circuitos correspondientes con las áreas de salud.
Los clubes también aparecen en su propuesta como ámbitos posibles de escucha y contención. Para Giampieri, la respuesta requiere articulación entre familias, escuelas, organismos de niñez y ministerios de Salud, en lugar de intervenciones aisladas. “Hay que evaluarla no solo en el momento de que llega a la guardia”, señaló, al extender esa lógica preventiva a los espacios cotidianos de adolescentes y jóvenes.
En el tramo final de su intervención, la diputada vinculó la salud mental con el uso de redes sociales y el crecimiento de herramientas de inteligencia artificial. Planteó que el Congreso debe dar una discusión sobre educación digital y regulación de las plataformas, pero se mostró contraria a respuestas generales basadas en la prohibición: “No creo en la prohibición de las redes sociales”.
Su propuesta pasa por explicar a niños y adolescentes cómo funcionan las plataformas, qué riesgos pueden aparecer y de qué manera identificarlos. La diputada insistió en que el trabajo preventivo no se limita a restringir el acceso y sostuvo que “no creo en la prohibición de las redes sociales”, sino en una formación que permita comprender el entorno digital.
Giampieri también advirtió sobre el uso de asistentes como ChatGPT, Claude o Gemini como sustitutos de la consulta con profesionales de salud mental. “No son psicólogos”, afirmó, y añadió que una máquina no puede resolver ese tipo de problemas porque “no tiene empatía”.
Con esos cambios, el Senado deberá definir si actualiza el marco de internaciones, la participación médica en las decisiones clínicas y la organización territorial de la atención. En el centro de esa discusión queda una premisa que la diputada repitió al referirse a las herramientas digitales y a la atención profesional: “No son psicólogos”.
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