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Figurinos clássicos de Freddie Mercury ganham exposição em Londres

Uma seleção de figurinos de Freddie Mercury será exibida a partir desta semana no Museu V&A (Victoria and Albert), em Londres, em homenagem ao vocalista da banda Queen, no ano em que ele completaria 80 anos.

A exposição “Freddie Mercury: Splendid Things” convida os visitantes a percorrer diferentes espaços do museu para conhecer os figurinos usados pelo cantor em apresentações e videoclipes.

As peças, das décadas de 1970 e 1980, incluem um conjunto monocromático usado por Mercury em um dos primeiros shows do Queen, no Imperial College, em 1973; o traje com capa e coroa usado na turnê “Magic”, em 1986; e o figurino preto e vermelho que ele vestiu no videoclipe de “Made in Heaven”. Os visitantes poderão ver as roupas em diferentes galerias do museu.

Mary Austin, amiga e ex-noiva de Mercury, ajudou a desenvolver o percurso da exposição e emprestou sete dos oito figurinos em exibição.

Nascido em Stone Town, na ilha de Zanzibar, em 5 de setembro de 1946, Mercury fundou a banda britânica de rock Queen em 1970, ao lado do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor. O baixista John Deacon entrou no grupo posteriormente. A banda é conhecida por sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Are the Champions” e “Don’t Stop Me Now”.

Mercury morreu em 1991, aos 45 anos, em decorrência de uma pneumonia relacionada à Aids.

“É muito emocionante e inspirador ver figurinos como esses de perto, especialmente imagens tão familiares para nós”, disse Kate Bailey, curadora sênior de teatro e performance do V&A, à Reuters.

“Gostaria que os visitantes saíssem daqui com uma visão mais completa de Freddie como artista, de suas origens, de sua história e de sua coleção; de como ele percorreu o caminho de Zanzibar até os maiores palcos do mundo; e de como queremos nos lembrar dele e celebrá-lo aqui no V&A, como um tesouro nacional”, afirmou.

A exposição “Freddie Mercury: Splendid Things” será aberta oficialmente no sábado (24) e ficará em cartaz até janeiro.

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Tela desconhecida de Monet é vendida por 50 milhões de euros em Paris

Uma pintura até então desconhecida do mestre impressionista francês Claude Monet foi arrematada por 50 milhões de euros (cerca de R$ 282 milhões) em um leilão em Paris nesta quinta-feira (22).

A pintura, intitulada Íris, faz parte da coleção de Jeanne Schlumberger, uma grande colecionadora de arte de uma família de industriais franceses do século XIX. As obras foram colocadas à venda na casa de leilões Sotheby’s.

Outra pintura de Monet da mesma coleção, intitulada Salgueiro-chorão, também foi vendida no leilão por 9,68 milhões de euros (cerca de R$ 54,7 milhões), sem incluir as taxas.

O vice-presidente da Sotheby’s, Thomas Bompard, afirmou que as duas obras nunca haviam sido sequer reproduzidas em cores e permaneceram sem verniz e sem reentelamento, “exatamente como Monet as pintou”.

A estimativa de preço de Íris era de 22 milhões a 30 milhões de euros (de R$ 124 milhões a US$ 170 milhões), enquanto Salgueiro-chorão tinha valor estimado entre 9 milhões e 12 milhões de euros (de R$ 50,9 milhões a R$ 67,8 milhões).

Segundo Bompard, Íris teve a maior estimativa de preço já atribuída a uma pintura antes de sua venda em leilão na história da França.

Além das obras de Monet, trabalhos dos pintores Paul Cézanne e Gustave Moreau e da escultora Camille Claudel também serão leiloados.

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