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Celulite facial? Entenda condição que fez presidente do Vasco ser internado

Pedrinho, presidente do Vasco, recebeu alta nesta quinta-feira (22) após ficar internado em um hospital na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, com um quadro de celulite facial. Caracterizada por vermelhidão e inchaço no rosto, trata-se de uma infecção bacteriana da pele e do tecido subcutâneo.

A condição é grave e, na maioria das vezes, ocorre por meio de uma ferida que pode ser causada por um arranhão, uma picada de inseto ou uma lesão de acne manipulada. Essas contusões na pele abrem espaço para a contaminação das bactérias.

Em entrevista à CNN Brasil, a dermatologista Dra. Rafaella Caruso explicou que a celulite facial precisa ser tratada imediatamente para não gerar complicações no cérebro e nos nervos ópticos.

Quando a infecção acomete a região próxima aos olhos, é fundamental avaliar a possibilidade de comprometimento orbitário, especialmente se houver dor ao movimentar os olhos, alterações da visão ou dificuldade para movimentá-los. Esses sinais exigem avaliação médica urgente, com necessidade até de exame de imagem.

Dra. Rafaella Caruso, Dermatologista da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia)

A doença pode afetar pessoas com qualquer idade, mas o risco é maior em pacientes diabéticos ou com a imunidade baixa.

Quais são os tratamentos?

Segundo a especialista, o tratamento é feito com antibióticos, mas a intensidade do medicamento depende da gravidade do quadro.

“Nos casos leves e sem sinais de complicação, pode ser possível tratar com antibióticos por via oral, sob acompanhamento médico”, explica.

Em casos mais extensos, como o de Pedrinho, pode ocorrer progressão rápida ou suspeita de acometimento de estruturas profundas, que exigem internação hospitalar e antibióticos intravenosos.

Como evitar?

De acordo com a dermatologista, a prevenção envolve higiene adequada  evitando coçar o rosto com as mãos sujas, além de cuidados com a pele: tratamentos de produtos recomendados pelos dermatologistas. “É importante higienizar e cuidar corretamente de feridas, evitar manipular espinhas e outras lesões de pele”, conclui a médica.

Novo medicamento reduz em 63% coceira em pacientes com doença de pele

 

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Medicamento experimental pode atuar contra obesidade e apneia do sono; entenda

A retatrutida, molécula experimental utilizada em testes para verificar a eficiência em tratamentos de obesidade, pode amenizar os sintomas causados pela apneia do sono. É o que aponta dois estudos internacionais publicados nessa quarta-feira (21) na revista The New England Journal Of Medicine.

Também conhecida como SAOS (Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono), a condição ocorre quando as vias aéreas ficam bloqueadas durante o sono, causando interrupções na respiração. A condição é frequentemente associada à obesidade e é caracterizada pelo ronco e ruídos sufocantes. Estima-se que cerca de 400 milhões de pessoas pelo mundo sofram com esse distúrbio.

Os testes realizados pelo estudo aconteceram em 691 adultos com obesidade e sem diabetes que foram acompanhados por 80 semanas. Desse total, 243 tinham o transtorno. Ambos receberam 9 mg e 12 mg da retatrutida.

O que mostra o estudo?

Antes da pesquisa, os pacientes apresentavam 58,6 e 55,9 episódios por hora de apneia, ou seja, não respiravam inteiramente nem por um minuto. Após 80 semanas, a redução média foi de 22,9 episódios por hora entre aqueles que receberam 4 mg de retatrutida por semana. Por outro lado, os que receberam 9mg tiveram apenas 34,3 episódios por hora. Por sua vez, o grupo de 12mg tiveram 31,7 episódios por hora.

A medição foi feita por meio do IAH (índice de apneia-hipopneia), que mede o número de episódios de apneia e hipopneia por hora de sono.

Perda de peso também foi constatada

Os pesquisadores também avaliaram a perda de peso nos pacientes obesos ou acima do peso.

Considerando os participantes do estudo, a redução média do peso corporal após 80 semanas foi de 17,6% com 4 mg, 23,7% com 9 mg e 25% com 12 mg.

O que é a retatrutida?

A retatrutida é uma molécula experimental que atua simultaneamente nos receptores de GIP, GLP-1 (o mesmo da Tizerpatida do mounjaro, e semaglutida do Ozempic) e glucagon.

O medicamento não é aprovado em nenhum país e ainda está sendo utilizado para experimentos. Essa pesquisa, por exemplo, foi acompanhada pela farmacêutica Elli Lily.

A retatrutida é uma das principais apostas da empresa para futuros tratamentos de obesidade e diabetes.

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Anvisa proíbe medidor de glicemia falso vendido na Amazon; veja qual

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda do produto Accu-Chek, medidor de glicemia, que está sendo comercializado na Amazon, uma plataforma on-line de vendas. A medida foi publicada no DOU (Diário Oficial da União), nesta quinta-feira (22), que classifica a mercadoria como falsa.

Segundo a resolução, a decisão foi tomada após a empresa Roche Diabetes Care Brasil Ltda., responsável pelo produto original, identificar divergência em dois anúncios publicados na plataforma.

“Além da ausência da embalagem externa original, os itens traziam a restrição de comercialização descrita em inglês “ONLY FOR GOVERNMENT TENDER” (Destinado exclusivamente a licitações governamentais)”, cita a agência.

Segundo a nota da Anvisa, a falsificação diz respeito aos seguintes produtos: Tiras Accu-Chek Active C/50 e o Kit Tiras Medidor Glicemia Accu-Check Active 100 Unidades.

A resolução também afirma que os itens identificados como falsos não podem ser distribuídos, importados e nem utilizados. No entanto, até às 14h desta quinta-feira (22), os anúncios das mercadorias ainda estavam disponíveis na Amazon.

A CNN Brasil entrou em contato com a plataforma de vendas e aguarda um posicionamento. O espaço segue aberto.

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Somente 22% dos médicos veem remédios como suficientes em UTIs do SUS

Apenas 22,7% dos médicos (2 em cada 10) consideram que as redes de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) do SUS (Sistema Único de Saúde) têm disponibilidade totalmente adequada de medicamentos essenciais para pacientes. Por outro lado, na rede particular, incluindo hospitais ligados a planos de saúde, o índice sobe para 57,7%.

Os dados são do levantamento “Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras”, da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), com apoio do CFM (Conselho Federal de Medicina), divulgado nesta quinta-feira (22).

O estudo ainda aponta que 16,1% dos médicos classificaram a oferta de medicamentos como inadequada ou totalmente inadequada (notas de 0 a 2) na rede pública. No setor privado, o percentual foi de 3,8%.

Veja o índice:

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Ao todo, 2.338 participantes deram notas de 0 a 5 a itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, leitos, medicamentos, entre outros tópicos.

SUS x particulares

As redes particulares aparecem como as melhores avaliada na pesquisa. Notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores nas unidades públicas com relação às privadas.

O padrão com maior negativação pro SUS se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados.

Além disso, mesmo quando olhado os aspectos com nota máxima (5), o SUS continua perdendo:

  • Suficiência de leitos: 51,4% ano privado e 24,1% no público
  • Protocolos de atendimento e conduta: 40,2% e 23,1% no SUS
  • Equipe multiprofissional especializada: 39,2% e 23,0% no SUS
  • Protocolos de passagem de plantão: 27,8% e 14,5% np SIS
  • Fluxos de gerenciamento de pacientes entre setores do hospital: 26,5% e 11,1%, mais que o dobro
  • Enfermeiros especializados em terapia intensiva: 25,1% e 16,9%
  • Interconsulta com outras especialidades: 36,3% e 15,4%
  •  Interação com equipes de outros setores: 30,7% e 14,5%

Desigualdade estrutural, diz entidade

Segundo o presidente da AMIB Cristiano Franke, os dados mostram que há uma desigualdade persistente entre os dois sistemas que precisa ser tratada como prioridade.

“A diferença da percepção entre os médicos dos setores público e privado tem origem na capacidade de resposta que as equipes encontram para atender um paciente crítico. Isso envolve leito disponível, mas também remédios em mãos e protocolos bem estabelecidos para cada momento da assistência, entre outros itens. A redução dessa desigualdade estrutural precisa entrar na agenda de prioridades da saúde pública brasileira”, enfatiza Franke.

A AMIB pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a autoridades de fiscalização e controle, com o pedido de que as recomendações do inquérito sejam atendidas.

“Não basta fazermos apenas o diagnóstico da diferença de condições entre as UTIs públicas e privadas brasileiras, é necessário traçar estratégias para agir e modificar esse cenário. O inquérito aponta claramente um caminho: investir em modernização das unidades públicas, com acesso equitativo a tecnologias de monitoramento e suporte à vida. Precisamos reduzir essa distância sem esperar que o paciente pague o preço”, afirma o presidente da AMIB.

Segundo a entidade, eventuais mudanças teriam impacto sobre 43.901 leitos de UTI no país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.

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Apenas 24% dos médicos acham oferta de leitos de UTI excelente no SUS

Apenas 24,1% — 2 em cada 10 — consideram que as redes de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) do SUS (Sistema Único de Saúde) têm disponibilidade totalmente adequada de leitos para pacientes. Por outro lado, na rede particular, incluindo hospitais ligados a planos de saúde, o índice sobe para 51,4%.   

Os dados são do levantamento “Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras“, da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), com apoio do CFM (Conselho Federal de Medicina), divulgado nesta quinta-feira (22).

O estudo ainda aponta que 32,6% dos médicos classificaram a oferta de medicamentos como inadequada ou totalmente inadequada (notas de 0 a 2) na rede pública. No setor privado, o percentual foi de 7,8%, sendo 4 vezes menor que no observado no SUS.

Ao todo, 2.338 participantes deram notas de 0 a 5 a itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, leitos, medicamentos, entre outros tópicos.

Veja o índice: 

chart visualization

SUS x particulares

As redes particulares aparecem como as melhores avaliada na pesquisa, as notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores nas unidades públicas com relação às privadas.

O padrão com maior negativação pro SUS se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados.

Além disso, mesmo quando olhado os aspectos com nota máxima (5), o SUS continua perdendo:

  • Protocolos de atendimento e conduta: 40,2% e 23,1% no SUS
  • Equipe multiprofissional especializada: 39,2% e 23,0% no SUS
  • Protocolos de passagem de plantão: 27,8% e 14,5% no SIS
  • Fluxos de gerenciamento de pacientes entre setores do hospital: 26,5% e 11,1%, mais que o dobro
  • Enfermeiros especializados em terapia intensiva: 25,1% e 16,9%
  • Interconsulta com outras especialidades: 36,3% e 15,4%
  • Interação com equipes de outros setores: 30,7% e 14,5%

Desigualdade estrutural, dizem médicos

Segundo o presidente da AMIB Cristiano Franke, os dados mostram que há uma desigualdade persistente entre os dois sistemas e o futuro para a melhora da medicina é que esse índice seja reduzido.

“A diferença da percepção entre os médicos dos setores público e privado tem origem na capacidade de resposta que as equipes encontram para atender um paciente crítico. Isso envolve leito disponível, mas também remédios em mãos e protocolos bem estabelecidos para cada momento da assistência, entre outros itens. A redução dessa desigualdade estrutural precisa entrar na agenda de prioridades da saúde pública brasileira”, enfatiza Franke.

A AMIB pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a autoridades de fiscalização e controle, com o pedido de que as recomendações do inquérito sejam atendidas.

“Não basta fazermos apenas o diagnóstico da diferença de condições entre as UTIs públicas e privadas brasileiras, é necessário traçar estratégias para agir e modificar esse cenário. O inquérito aponta claramente um caminho: investir em modernização das unidades públicas, com acesso equitativo a tecnologias de monitoramento e suporte à vida. Precisamos reduzir essa distância sem esperar que o paciente pague o preço”, afirma Franke

Segundo a entidade, eventuais mudanças teriam impacto sobre 43.901 leitos de UTI no país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.

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“Chupacabra” que ataca galinhas é fotografado em cidade no México e equipe é mobilizada para tentar encontrar criatura

Uma criatura com rabos, unhas grandes e aparência clara está circulando entre as manchetes do México após ser supostamente flagrada atacando animais em uma área residencial de Ciudad Juarés, na fronteira do país com os Estados Unidos, no último dia 17 de outubro. Internautas acreditam se tratar do lendário “chupacabra“.

As imagens foram divulgadas pelo ufólogo Jaime Maussan e divulgada nos jornais Net Noticias e nos veículos Daily Mail e New York Post. O pesquisador afirmou ter começado a investigar o caso depois que um garoto viu a criatura pegar uma galinha pela cabeça e correr em uma árvore.

Segundo as informações locais, uma equipe foi mobilizada para tentar localizar o “chupacabra”, instalando uma câmera de segurança próximo ao local. Os cientistas dizem ter capturado provas da existência do bicho, após ele ser flagrado escalando um grande muro de tijolos.

Veja a imagem:

Suposta chupacabra no México • Reprodução/DailyMail

Durante uma coletiva de imprensa, a equipe de quatro assistentes de pesquisa que trabalham com Maussan disse aos jornais locais que a criatura tinha quase seis pés de comprimento, da cabeça até a ponta da cauda, que eles acreditam ter, sozinha, aproximadamente um metro e meio de comprimento.

“É um predador. Não estou dizendo que é extraterrestre, mas é algo assustador”, disse Maussan à mídia local mexicana.

Não há, até agora, qualquer confirmação científica de que se trate de um “chupacabra”.

Lenda

O chupacabra, nome que significa “sugador de cabras”, é uma figura do folclore das Américas. A criatura é descrita como responsável por mortes de animais de criação, principalmente cabras, mas também ovelhas e galinhas.

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