Ataque com um carro deixa deputada australiana sem as duas pernas
Uma ação coletiva foi ajuizada em um tribunal australiano contra o Facebook e o Instagram, plataformas da Meta, sob a alegação de que os serviços expuseram crianças a conteúdos prejudiciais e as mantiveram viciadas por meio de algoritmos.
A ação, apresentada neste mês pelo escritório de advocacia MinterEllison à Corte Federal, a segunda mais alta instância judicial da Austrália, pode ser a primeira no país a responsabilizar as redes sociais por danos causados a seus usuários, especialmente crianças e adolescentes.
O processo coletivo foi movido em nome de oito autores, que alegam ter sofrido danos causados pela Meta quando tinham menos de 18 anos, e buscam indenização.
“Estamos cientes dessa ação e nos defenderemos vigorosamente”, afirmou um porta-voz da Meta por e-mail.
Em uma ordem de sigilo emitida na segunda-feira (19), o tribunal proibiu a divulgação de qualquer informação que pudesse revelar a identidade dos autores da ação, bem como do conteúdo da petição inicial.
O processo ocorre em meio ao aumento das tensões entre a Austrália e as grandes empresas de tecnologia, após a implementação de uma proibição inédita no mundo ao uso de redes sociais por menores de 16 anos e a apresentação de novas regras propostas que poderiam permitir aos usuários desativar conteúdos determinados por algoritmos em seus feeds.
Em agosto, a Meta concordou em pagar US$ 18 bilhões para encerrar disputas com quase todos os estados dos Estados Unidos e resolver acusações de que a empresa desenvolveu redes sociais para viciar crianças.
Morar na Austrália significa que você pode encontrar uma ou duas cobras dentro de casa em algum momento. Mas um morador de Sydney, capital do país, teve uma surpresa desagradável quando um apanhador de cobras desenterrou 102 desses répteis rastejantes escondidos em seu jardim.
David Stein avistou algumas cobras em uma pilha de material orgâncio no quintal em 2025 e ligou para o Reptile Relocation Sydney, principal serviço de remoção de cobras da capital, para que eles dessem uma olhada.
Quando o apanhador de cobras Dylan Cooper terminou de escavar o material orgânico, ele havia recuperado um total de 102 cobras, cinco adultas e 97 filhotes, disse Cory Kerewaro, proprietário da Reptile Relocation Sydney, à CNN.
“As cobras-pretas-de-barriga-vermelha são um tipo de cobra venenosa, e as fêmeas são conhecidas por se reunirem para dar à luz. O que é incomum neste caso é o fato de alguém ter testemunhado o nascimento coletivo de dezenas de cobras”, disse Kerewaro.

Uma das fêmeas grávidas que havia sido retirada da pilha deu à luz mais filhotes dentro do saco de remoção, acrescentou Kerewaro. Cooper levou cerca de três horas para remover todas as cobras.
Stein, que mora em Horsley Park, a cerca de 32 quilômetros do centro da cidade, disse ao programa matinal “Sunrise” na época que avistou as criaturas nas áreas onde havia colocado o material orgânico para manter suas árvores saudáveis.
“Eu vi um monte de cobras na pilha de material orgânico… o que me deu arrepios”, disse ele. “Quando consegui pegar minha câmera… elas já tinham entrado na pilha.”
Ele disse que sua esposa pesquisou na internet e descobriu que as fêmeas costumam se reunir quando estão prestes a dar à luz, o que fez com que eles entrassem em contato com o serviço de remoção de cobras.
Embora tivesse sido “emocionante assistir a tudo”, Stein disse se sentia “bem agora que os animais se foram”. Hoje, as cobras vivem em um parque nacional.
Criadas sozinhas em cativeiro, cobras são muito sociais; entenda
A deputada australiana Helen Haines, que foi atropelada por um veículo em um suposto ataque deliberado, teve as duas pernas amputadas, segundo anunciou o marido dela, Phil Haines, nesta quarta-feira (21).
Haines, que é deputada federal independente, permanece em estado estável no hospital após o caso, que ocorreu na segunda-feira (20), no meio da tarde, em uma via principal nas proximidades de seu escritório eleitoral em Wangaratta, no nordeste de Victoria.
“A perna esquerda de Helen foi amputada na segunda-feira. Tínhamos a esperança de que a direita pudesse ser salva, mas… os cirurgiões também tiveram de amputá-la”, declarou Phil Haines, marido da deputada há quase 40 anos, em uma coletiva de imprensa no hospital Alfred, em Melbourne.
“Tanto seu coração quanto sua mente estão em bom estado”, acrescentou.
Na segunda, a parlamentar, de 65 anos, estava retirando objetos do porta-malas do carro dela quando um homem passou por ela, antes de, supostamente, dar meia-volta e prensá-la contra o próprio veículo. Não se sabe o motivo do ocorrido.
Enquanto pessoas que estavam na rua corriam para ajudá-la, um barbeiro da região retirou o motorista do carro e o conteve até a chegada da polícia. Haines foi levada imediatamente de helicóptero para Melbourne, onde passaria por uma cirurgia.
Política popular e respeitada em Canberra, ela representa sua comunidade como deputada independente desde 2019.
Em declarações feitas após as de Phil Haines na mesma coletiva de imprensa, a governadora-geral Sam Mostyn disse que mantinha o rei Charles III informado sobre os acontecimentos.
A governadora-geral é nomeada pelo rei como chefe de Estado formal da Austrália, embora o país seja governado por um primeiro-ministro sob um sistema parlamentarista.
“A Austrália ainda está chocada e consternada com este ataque terrível. Sei que aqui, em Victoria em particular, as pessoas estão simplesmente atônitas e têm muita dificuldade em compreender a magnitude desta tragédia”, disse Mostyn.
Enquanto a pilha de buquês de flores crescia em frente ao escritório eleitoral de Haines, seu marido pediu às pessoas que considerassem fazer doações em vez disso.
“Ela adora flores, mas é um pouco difícil cuidar de tantos buquês”, pontuou Phil.
“Pedimos àqueles que desejam apoiar Helen financeiramente que façam uma doação ao Fundo Save the Children”, adicionou.
O suposto agressor, Brendan Nugent, de 43 anos, compareceu a um tribunal nesta quarta-feira, acusado de direção perigosa resultando em lesões graves, de causar intencionalmente lesões graves e de causar danos a uma funcionária pública da Commonwealth.
Na audiência judicial, que foi bastante breve, o advogado de Nugent afirmou que ele sofria de uma condição neurológica rara e que, no momento, não estava sob medicação.
Não foi apresentado nenhum pedido de liberdade sob fiança, e a próxima audiência está marcada para o dia 4 de fevereiro.
Embora a polícia ainda precise determinar se o caso teve motivações políticas, o suposto ataque chocou o país e colocou em foco a segurança de seus líderes políticos.
Os integrantes do Parlamento receberam, nesta quarta-feira, em Canberra, sessões informativas detalhadas sobre segurança, enquanto a comissária da Polícia Federal Australiana apontava para o aumento das denúncias de assédio e ameaças contra parlamentares federais.
As autoridades observavam “uma crescente polarização política e um sentimento antigovernamental, bem como comportamentos impulsionados por teorias da conspiração e ressentimentos”, declarou a comissária Krissy Barrett em uma coletiva de imprensa.
“Indivíduos agindo sozinhos, motivados por uma combinação de ressentimentos pessoais, vulnerabilidades de saúde mental e preocupações ideológicas”, estavam contribuindo para essa tendência de alta, acrescentou.
O comissário-chefe da Polícia de Victoria, Mike Bush, disse que a polícia não dispunha de informações de inteligência sobre o suposto agressor de Haines que indicassem um risco iminente.
“Necesitará un barco más grande”. La famosa frase del asombrado Brody al capitán Quint cuando el enorme tiburón blanco hace inesperadamente su aparición en la película de Spielberg por la borda del pesquero Orca viene la cabeza al entrar en la nueva exposición de Cosmocaixa, Tiburones: los guardianes del océano. La muestra, presentada esta mañana en Barcelona, requiere sin duda un barco conceptual más grande del habitual para navegarla, tal es la cantidad de emoción e información que proporciona, incluidas diez reproducciones a tamaño natural de escualos, entre ellos un impresionante tiburón blanco de casi cinco metros, un tigre, un sarda (Carcharhinus leucas), un martillo, un toro (Carcharias taurus ) y un rarísimo y extinto Helicoprion, con una extravagante mandíbula en vertical que parece una sierra circular.

© Quique García (EFE)

© JAMES ROSS/EPA

Investita deliberatamente dal conducente di un’auto lunedì scorso, la deputata australiana Helen Haines ha subito l’amputazione di entrambe le gambe. Lo riferisce ai giornalisti il marito Phil Haines: “La gamba sinistra di Helen è stata amputata lunedì. Speravamo di poter salvare la gamba destra, ma tra questa mattina e il pomeriggio i chirurghi hanno dovuto procedere all’amputazione anche di quella”. L’uomo ha poi ringraziato chi ha voluto far sentire la propria vicinanza alla moglie e alla famiglia: “Ringrazio tutte le persone, sia in Australia che all’estero. Siamo stati letteralmente sopraffatti dal sostegno che abbiamo ricevuto”. La donna è ricoverata, ancora in condizioni critiche, all’ospedale di Melbourne.
L’uomo accusato per l’aggressione e le lesioni alla deputata australiana è Brendan Nugent, 43 anni: secondo i passanti con il suo SUV Toyota Land Cruiser ha travolto la donna davanti al suo ufficio nella città di Wangaratta, nello stato di Victoria. I testimoni oculari raccontano di aver visto il sospettato superare in auto la Haines, fare inversione e guidare direttamente contro di lei per investirla; dopodiché il conducente l’ha travolta una seconda volta in retromarcia. La donna tra l’altro si trovava vicino alla sua vettura, e dopo l’impatto è rimasta bloccata tra i due veicoli. Un gruppo di passanti ha bloccato l’uomo mentre usciva dalla macchina e gli ha estratto un coltello dalla tasca. Chirag Patel, avvocato di Brendan Nugent, ha riferito al giudice che il suo assistito soffre di potenziali problemi di salute mentale e di una commozione cerebrale.
L'articolo Deputata australiana perde entrambe le gambe dopo essere stata deliberatamente investita proviene da Il Fatto Quotidiano.
La diputada australiana Helen Haines ha sufrido la amputación de ambas piernas, se ha informado este miércoles, a consecuencia del supuesto ataque que sufrió el pasado lunes, cuando un hombre la embistió con su coche mientras se encontraba frente a su oficina electoral. Mientras, el acusado por el ataque, que fue detenido inmediatamente después del atropello, ha comparecido ante un juez en Wangaratta, la localidad donde ocurrió el suceso, en el sur del país. Su abogado asegura que sufre una enfermedad neurológica y problemas de salud mental.

© JAMES ROSS (via REUTERS)
Australian lawmaker Helen Haines has had both legs amputated after being rammed by a car outside her electoral office, her husband said on Wednesday, as the man accused of the attack appeared in court.
Doctors amputated Haines’ left leg after the alleged attacker struck her twice with his car in Wangaratta, northeast of Melbourne, on Monday, Phil Haines said. They worked for days to save her right leg but were ultimately unsuccessful, he told a press conference in Melbourne.
“The good news in all this is Helen is alive and she’s stable. That is the most important thing for our family,” he said.
Brendan Nugent, a 43-year-old resident of the rural town of Tarrawingee within Haines’ electorate, was charged with three offences: dangerous driving causing serious injury, intentionally causing serious injury, and causing harm to a public official.
Additional charges of cannabis cultivation and possession have also been laid against Nugent, court filings showed.
The suspect was restrained by members of the public at the scene before being arrested.
Haines, an independent lawmaker who has championed causes including climate change and regional housing, remains in critical condition.
Police are still investigating the motive for the rare attack on an elected official.
During a brief court appearance on Wednesday, the accused’s lawyer said his client suffers from a rare neurological condition called idiopathic transverse myelitis and was also being treated for concussion, the Australian Broadcasting Corporation reported. His lawyer told the magistrate his client had some mental health concerns and that it was his first time in custody.
There was no application for bail, and the case was deferred until February 4.
Anti-terrorism police are among the agencies investigating the incident. While police allege the attack was “targeted,” they believe it was an isolated incident.
There was no intelligence to suggest any threat to Haines, and the Australian Federal Police received no warning of any imminent danger from the alleged attacker, Commissioner Krissy Barrett told reporters.
“What I can say is we didn’t have any specific intelligence that would have indicated something as atrocious as happened on Monday afternoon,” she said.
Victoria state police said they could not find any direct past contact between Haines and the accused, with the motive still unknown.
“Motivation is one of these things that we absolutely need to explore. His motivation for this, what we allege is a deliberate attack, is very much a centrepiece of the investigation,” Victoria Police Chief Mike Bush said.
Bush declined to comment on the man’s mental health, saying the matter was before the court.
Haines had worked in nursing, midwifery and academia before being elected to parliament in 2019 for the rural seat of Indi, which she retained in both 2022 and 2025.
Violent attacks on politicians are rare in Australia, where federal lawmakers, state leaders and even prime ministers are often seen shopping, grabbing coffee or attending community events with relatively little security.
However, concerns about politicians’ safety have grown in recent years amid rising political polarisation, online abuse and threats against elected officials, prompting calls for greater protections while preserving the accessibility that has long characterised Australian politics.

A man who allegedly rammed his car into Australian lawmaker Helen Haines outside her electoral office appeared in court on Wednesday, as police sought to understand the motive for the rare attack on an elected official.
Doctors amputated one of Haines’ legs after the alleged attacker struck her twice with his car in Wangaratta, northeast of Melbourne, on Monday, Australian media and officials said. The suspect was restrained by members of the public at the scene before being arrested.
Haines, an independent lawmaker who has championed causes including climate change and regional housing, remains in critical condition.
Brendan Nugent, a 43-year-old resident of the rural town of Tarrawingee within Haines’ electorate, was charged with three offences, according to court filings made public on Wednesday: dangerous driving causing serious injury, intentionally causing serious injury, and causing harm to a public official.
Additional charges of cannabis cultivation and possession have also been laid against Nugent, the court filings showed.
During a brief court appearance on Wednesday, the accused’s lawyer said his client suffers from a rare neurological condition called idiopathic transverse myelitis and was also being treated for concussion, the Australian Broadcasting Corporation reported. His lawyer told the magistrate his client had some mental health concerns and that it was his first time in custody.
There was no application for bail, and the case was deferred until February 4.
Anti-terrorism police are among the agencies investigating the incident. While police allege the attack was “targeted,” they believe it was an isolated incident.
There was no intelligence to suggest any threat to Haines, and the Australian Federal Police received no warning of any imminent danger from the alleged attacker, Commissioner Krissy Barrett told reporters.
“What I can say is we didn’t have any specific intelligence that would have indicated something as atrocious as happened on Monday afternoon,” she said.
Victoria state police said they could not find any direct past contact between Haines and the accused, with the motive still unknown.
“Motivation is one of these things that we absolutely need to explore. His motivation for this, what we allege is a deliberate attack, is very much a centrepiece of the investigation,” Victoria Police Chief Mike Bush said.
Bush declined to comment on the man’s mental health, saying the matter was before the court.
Haines had worked in nursing, midwifery and academia before being elected to parliament in 2019 for the rural seat of Indi, which she retained in both 2022 and 2025.
Prime Minister Anthony Albanese on Wednesday described the attack as clearly a “violent incident,” having earlier linked it to a domestic climate of ugly, polarised political debate.
“It’s a reminder that the world is a more dangerous and divided place than it was a generation ago,” he told ABC Radio.
Violent attacks on politicians are rare in Australia, where federal lawmakers, state leaders and even prime ministers are often seen shopping, grabbing coffee or attending community events with relatively little security.
However, concerns about politicians’ safety have grown in recent years amid rising political polarisation, online abuse and threats against elected officials, prompting calls for greater protections while preserving the accessibility that has long characterised Australian politics.

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© Photograph: Christopher Hopkins/AAP

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