"Os países ricos são os principais infratores", sublinhou a diretora do FMI, salientando que "nenhum crescimento económico" pode reverter a pressão inflacionista "sem esforço fiscal".
Kristalina Georgieva referiu ainda que "a IA também aumenta a inflação a curto prazo", sendo que "ainda falta saber em que medida o fará no futuro e com que rapidez"
FMI prevê que economia timorense continue a crescer nos próximos anos, ainda que enfrente desafios relacionados com a sustentabilidade orçamental e a dependência das receitas petrolíferas.
Analistas do FMI indicaram que a dívida pública global atingiu 94% do PIB em 2025 e deverá alcançar 100% até 2029, impulsionada sobretudo pelas maiores economias do mundo.
Rodrigo Valdés, diretor do Departamento de Assuntos Orçamentais do FMI, defendeu que os países com elevados níveis de endividamento devem iniciar os ajustamentos antes que os investidores percam confiança
De acordo com as projeções, o crescimento nas economias avançadas deve aumentar ligeiramente, passando de 2% em 2025 para 2,1% em 2026, antes de desacelerar para 1,8% em 2027
Previsões do FMI foram revistas de um crescimento de 1,7% em 2026, estimado em junho, para 2,1%, enquanto para 2027 passaram de 1,6% para 1,9%. Quanto à inflação, estima-se abrandar para 3%.
As previsões do FMI calculam um crescimento de 2,1% este ano e 1,9% em 2027. Ainda, o primeiro ministro aconselhou quem espera pelo insucesso político do governo, a esperar sentado.
A diretora-geral do FMIl, Kristalina Georgieva, diz que a IA deve afetar 40% dos empregos, enquanto o presidente do Banco Mundial acredita que vai criar oportunidades nos países em desenvolvimento.