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Jorge Palma: Uma vida feita de canções e palavras

25 September 2026 at 15:48
Rita Carmo/Blitz

Jorge Palma, 76 anos, mais de meio século de carreira e uma obra que deixa uma marca profunda na música portuguesa. A notícia da sua morte foi avançada pela família do músico e compositor, numa mensagem publicada nas redes sociais, onde a mulher, os dois filhos e os agentes assinalam a sua “obra assinalável” e pedem que Palma seja recordado, sobretudo, pelas “canções e palavras” de uma vida dedicada à música.

Jorge Palma é um nome incontornável do panorama musical português. Ao longo de décadas, construiu uma obra onde se cruzam a música, a poesia e uma forma muito própria de olhar para a vida. Temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” e “Encosta-te a Mim” tornaram-se parte da memória coletiva e atravessaram gerações.

Compositor, poeta, intérprete e pianista exímio, a sua vida e a sua arte sempre se fundiram num único caminho. Começou a aprender piano com apenas seis anos e, mais tarde, percorreu a Europa de guitarra às costas, atuando nas ruas de cidades como Paris e Copenhaga. Concluiu o curso superior de piano em 1990, editou diversos discos de originais, acumulou discos de ouro e atingiu a dupla platina com o álbum Voo Noturno.

Em abril deste ano, e em reconhecimento de uma carreira com mais de cinco décadas, Jorge Palma recebeu o Prémio Carreira nos Prémios Play, numa cerimónia realizada no Coliseu de Lisboa. Um reconhecimento que se junta a muitos outros ao longo de um percurso artístico singular.

Em 2019, tivemos oportunidade de conversar com Jorge Palma. Recuperamos agora algumas das palavras que nos deixou nessa entrevista, numa homenagem à sua vida, à sua música e ao homem por detrás das canções. Quando falava sobre a sua carreira, Palma definia-se com a modéstia que também o caracterizava: “Eu sou um mutante… No fundo, sou a mesma pessoa que era aos dez anos. Mas, como passei por tanto, atravessei tanto espaço, tempo e aventuras, acho que as coisas nos vão moldando. Felizmente, posso dizer que até agora tenho tido uma vida excelente.” Para Jorge Palma, a criação musical era um processo misterioso e contínuo. A inspiração podia surgir nos momentos mais inesperados, até naquele instante entre o sono e a vigília. “Um gravador ou ditafone dá muito jeito, nem que seja quando estou a acordar”, contava-nos. “Muitas vezes, naquele ponto em que já estou praticamente a dormir, ouço coisas e penso: ‘Epá, não me apetece levantar.’ Tenho preguiça e digo para mim mesmo que amanhã me lembro. Faço um memorando mental da pauta e, no dia seguinte, não me lembro de nada!” Sobre a origem das melodias e das palavras, explicava que o processo podia nascer de diferentes formas. Às vezes, surgia um texto que já parecia trazer consigo a música. Outras vezes, tudo começava pela construção de uma linha de baixo, seguida da harmonia e da melodia. Depois, vinha a espera, a procura pela palavra certa: “Ficar meses em ‘banho-maria’, à espera da letra certa.” A grande fonte de inspiração era, afinal, a própria vida. As pessoas, o amor, as experiências, os livros que leu, o cinema, o teatro e até as artes plásticas. Chegou mesmo a compor uma canção inteira depois de observar um quadro. 

Mas a vida de Jorge Palma também foi feita de confrontos pessoais e de escolhas difíceis. Em 2014, decidiu fazer uma pausa e procurar ajuda para cuidar da sua saúde e ultrapassar a dependência do álcool. “O álcool, por acaso, não me estragou a vida, mas podia ter estragado. Tive a sensatez de olhar para mim e dizer: ‘Chega'”, recordava. A consciência da possibilidade de uma recaída levou-o a manter uma atenção permanente sobre si próprio. “Podemos estar quatro ou cinco anos sem beber e, numa festa, tomar um copo. Eu já sei qual é o percurso. Quando percebo que me está a apetecer ou começo a pensar em álcool, tenho o telefone do meu psiquiatra e vou falar com ele para dizer que estou a escorregar.” Nesse caminho, a presença dos amigos revelou-se fundamental. Alguns afastaram-se por falta de paciência durante a fase da “onda líquida”, mas os verdadeiros amigos permaneceram por perto, disponíveis a qualquer hora. “Isso é muito reconfortante”, dizia. Nos últimos anos, o palco ganhou também uma dimensão familiar e particularmente emotiva. Vicente Palma partilhava o palco com o pai há vários anos, revelando um talento crescente. Francisco, o filho mais novo, seguiu igualmente o caminho da música, tendo estudado piano e guitarra. Sobre os filhos, Jorge Palma brincava: “Toca muito sozinho e toca melhor guitarra do que eu, o que também não é difícil!” E acrescentava: “É muito bom ter dois filhos bastante musicais. O Francisco vai ser tão bom músico como o Vicente.” Jorge Palma tinha ainda um baú cheio de novas canções e ideias. 

Até ao fim, manteve o desejo de criar, de partilhar novas músicas com o público e de colaborar com outros artistas. É também por isso que, para além dos discos, dos palcos e dos prémios, ficam as palavras. As que escreveu, as que cantou e aquelas que nos deixou numa conversa em 2019. Uma obra feita de música, poesia, histórias, fragilidades, encontros e vida. Uma obra que permanece e que continuará a fazer de Jorge Palma uma das figuras incontornáveis da música portuguesa.

Para relembrar: pode voltar a ouvir a entrevista de Madalena Balça a Jorge Palma no programa Café Com, da Camões Rádio, e revê-la na Camões TV+. Uma produção MDC Media Group e de Paulo Perdiz, com som e imagem de Guilherme Ferro.

Paulo Perdiz/MS

Morcela com Ananás

25 September 2026 at 15:46
Créditos: MDC Media Group

Ingredientes

  • 1 morcela
  • 3 rodelas de ananás
  • Azeite q.b.
  • Manteiga
  • Açúcar
  • Lascas de queijo
  • Tomate-cereja
  • Fatias de pão

Modo de preparação

Aqueça um sauté em lume médio e cozinhe a morcela até ficar bem dourada dos dois lados. Retire e reserve. Cozinhe a morcela em lume médio para ficar estaladiça sem queimar. Noutro sauté, coloque um fio de azeite, a manteiga e o açúcar.

Junte os pedaços de ananás e deixe cozinhar até ficarem ligeiramente caramelizados. Retire do sauté e reserve. Vire o ananás com cuidado para caramelizar uniformemente dos dois lados. No mesmo sauté, salteie os tomates-cereja até começarem a amolecer e a ganhar uma ligeira cor dourada. Torre ligeiramente as fatias de pão até ficarem douradas.

O pão rústico é ideal porque mantém a textura estaladiça com os ingredientes por cima. Coloque um pedaço de ananás caramelizado sobre cada fatia de pão. Coloque uma rodela de morcela por cima do ananás.

Decore com lascas de queijo e tomate-cereja salteado antes de servir. Utilize um queijo português de cura média para um sabor mais tradicional. Sirva de imediato para manter o pão estaladiço e os ingredientes bem quentes. Bom apetite!

Rosa Bandeira/MS

Clique AQUI para ver como se faz!

Clooney a viver em Portugal?

25 September 2026 at 15:42
CBC

Parece que há mais uma figura de Hollywood a querer mudar-se para Portugal. George Clooney e a mulher Amal terão comprado um apartamento de luxo em Lisboa, na zona de Campolide, e podem estar prestes a viver no nosso país. A informação foi adiantada por Adriano Silva Martins no programa “V+ Fama”, do canal V+, que explicou todos os detalhes.

Segundo o apresentador, o casal visitou a casa, gostou do que viu e aproveitou ainda para ir almoçar a um famoso restaurante da capital. “George Clooney e Amal Clooney estão a ponderar vir morar para Portugal. Estiveram, no princípio de setembro, a visitar uma casa fabulosa, um apartamento no Infinity Tower em Lisboa. Trata-se da penthouse desde edifício, um dos mais caros de Lisboa”, começou por explicar. “Foram visitar a casa, que custa mais de 6 milhões de euros, e gostaram muito, muito, da casa. Dizem-nos que o negócio está fechado”, acrescentou.

Adriano confessou que os dois podem em breve “mudar-se do castelo onde vivem em França para vir morar em Portugal”. “Depois de visitarem esta casa foram almoçar à Taberna Preciosa, um restaurante típico muito próximo da Infinity Tower e, à tarde, fizeram uma visita ao liceu francês”, disse ainda o comunicador, possivelmente para os dois filhos do casal, os gémeos Alexander e Ella, de nove anos.

MS

Ler por prazer faz bem à saúde (e nunca é tarde para começar)

25 September 2026 at 15:41
DR.

Uma boa notícia para quem gosta de livros: um novo estudo sugere que ler por gosto, seja um romance ligeiro, um clássico ou até banda desenhada, traz benefícios reais para a saúde. A investigação da Universidade de Cambridge associou a leitura a melhor saúde mental, maior empatia e menor risco de desenvolver demência. 

Os investigadores não fizeram apenas uma experiência isolada; analisaram dados de estudos já existentes, que envolveram milhares de adultos e crianças. Um deles associou a leitura a uma redução de 33% no risco de doença de Alzheimer. Houve ainda uma descoberta inesperada: além de melhorar a literacia, a leitura foi também relacionada com melhores resultados em matemática, já que ambas partilham processos cognitivos semelhantes. 

A líder do estudo, a professora Barbara Sahakian, defende que o hábito deve ser incentivado desde cedo, mas sublinha que nunca é tarde para começar, e que os benefícios se podem sentir ao longo de toda a vida, até à velhice.  Há países que já estão a transformar esta ideia em política pública. Em Singapura, os habitantes podem agora acompanhar os seus hábitos de leitura e até ganhar recompensas através da nova plataforma Read SG, uma iniciativa da biblioteca nacional para contrariar o tempo passado a fazer scroll no telemóvel. O objetivo inicial é simples: ler apenas 15 minutos por dia, no autocarro, antes de dormir ou ao almoço. Uma meta ao alcance de qualquer pessoa.

MS

O novo telescópio da NASA já “vê” as estrelas

25 September 2026 at 15:39
Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA. (NASA)

O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, acaba de passar um dos testes mais importantes da sua missão. Lançado a 30 de agosto de 2026, o observatório está a caminho do ponto L2, a cerca de um milhão e meio de quilómetros da Terra, e já ligou a sua principal ferramenta. A equipa ativou com sucesso o Wide Field Instrument, uma câmara de infravermelhos de 300 megapíxeis capaz de explorar grandes áreas do cosmos rapidamente sem perder detalhe. 

Para isso foi preciso paciência: a 11 de setembro, os engenheiros desligaram os aquecedores do instrumento e deixaram-no arrefecer até cerca de 143 graus negativos, o que permitiu ativar os 18 detetores de infravermelhos. As primeiras imagens de teste mostram os primeiros fotões de luz estelar a atingir os sensores, e a equipa confirmou também que o controlo térmico está a funcionar como previsto. 

O que torna o Roman especial é a escala. Cada imagem abrangerá uma porção de céu maior do que a Lua cheia, com a nitidez de telescópios como o Hubble. Em cinco anos, deverá cartografar mais de 50 vezes a área de céu que o Hubble observou em 30 anos. Há ainda uma surpresa agradável: uma primeira correção de trajetória muito precisa, juntamente com outras poupanças de combustível, deverá mais do que duplicar a vida útil potencial da missão.  O próximo passo é calibrar os instrumentos. As primeiras imagens deverão chegar por volta da época natalícia, e as operações científicas estão previstas para janeiro de 2027, com foco na matéria escura, na energia escura e em planetas fora do Sistema Solar. 

MS

Ontário investe $11M em novo complexo de processamento de cobre e paládio

25 September 2026 at 15:35
Photo: @copyright

O governo de Ontário anunciou um investimento de $11 milhões para apoiar a construção do novo complexo de processamento de cobre e paládio da Generation Mining, avaliado em $410 milhões, em Marathon, Ontário.

O projeto é o primeiro beneficiário do novo Fundo de Processamento de Minerais Críticos (CMPF) e, quando estiver totalmente operacional, o projeto de Marathon criará mais de 450 postos de trabalho, além dos 800 empregos inicialmente apoiados durante a fase de construção.

“O cobre e o paládio têm uma vasta gama de aplicações industriais, tornando-se cada vez mais importantes para o futuro económico de Ontário, à medida que a procura por sistemas de transmissão de energia, veículos elétricos, infraestruturas de energia limpa e tecnologias de defesa continua a crescer”, explica um comunicado.

A instalação de processamento também desempenhará um papel no avanço do Projeto Marathon da empresa, num valor global de $992 milhões.

O CMPF, dotado de $500 milhões, é gerido através da Invest Ontario.

DCN/MS

Tarifas de retaliação aumentam custos das casas em ambos os lados da fronteira

25 September 2026 at 15:34
Photo: @copyright

Um novo relatório preparado recentemente pelo Conselho de Construção Residencial de Ontário (RESCON) mostra que o constante “toma lá, dá cá” de tarifas entre o Canadá e os EUA está a aumentar significativamente o custo das casas novas.

As contra-tarifas impostas a 8 de setembro vão adicionar entre $9.000 e $14.000 ao custo de uma casa unifamiliar típica em Ontário, e entre $18.000 e $28.000 a um apartamento num edifício de média altura. Isto junta-se ao encargo de $15.000 a $25.000 que as habitações já suportavam devido às medidas impostas em março de 2025, nota um comunicado.

“Isto não deve, de forma alguma, ser interpretado como uma crítica à decisão do governo canadiano de responder aos EUA com contra-tarifas”, explica o presidente do RESCON, Richard Lyall, em comunicado. “Enfrentando tarifas substanciais dos EUA, o Canadá tinha pouca escolha a não ser agir, já que nenhuma nação soberana pode simplesmente ficar de braços cruzados enquanto indústrias-chave são alvo de medidas comerciais punitivas.”

“No entanto, esta não é uma boa situação para o setor da construção residencial. As tarifas causam danos em ambas as economias. Não são medidas de prosperidade e vão tornar a construção de casas mais dispendiosa, tanto no Canadá como nos EUA.”

Os custos vão subir para tudo: desde aço estrutural e varões de ferro a cablagem e produtos de vinil, radiadores e ferragens de armários, alcatifas e bombas de calor.

O comunicado refere que a modelação feita pela Associação de Municípios de Ontário e pela Oxford Economics estima o impacto em Ontário em $2,68 mil milhões de PIB e na perda de 14.000 empregos na construção em 2026 – isto antes da implementação das contra-tarifas de 8 de setembro. Uma leitura preliminar sugere que o início da construção de habitações em Ontário em 2027 poderá ficar 8.000 a 12.000 unidades abaixo da linha de base atual da CMHC (Sociedade Canadiana de Hipotecas e Habitação), caso não seja concedida nenhuma isenção para o setor residencial.

Lyall alerta que os construtores não conseguirão absorver os aumentos sem passar os custos para os compradores de casas e inquilinos. Isto vai agravar ainda mais a crise de acessibilidade tanto nos EUA como no Canadá.

“Tanto o Canadá como os EUA estão a lutar contra graves desafios de acessibilidade à habitação; a última coisa de que precisamos é de uma guerra tarifária em escalada que aumente o custo de construção de casas”, acrescenta Lyall. “No entanto, é precisamente onde nos encontramos hoje. A guerra comercial entre os dois parceiros económicos mais próximos do mundo só vai piorar a crise da habitação.”

Um relatório elaborado pela Oxford Economics para o Conselho Empresarial Canadiano-Americano sublinha a importância da longa relação comercial entre o Canadá e os EUA. Um colapso total do Acordo Canadá-Estados Unidos-México (CUSMA/USMCA) poderia resultar em perdas económicas acumuladas de até $1,4 biliões (USD) nos EUA e $523 mil milhões (CAD) no Canadá. Em contrapartida, um acordo melhorado poderia adicionar $432 mil milhões (USD) ao PIB americano e $253 mil milhões (CAD) ao PIB canadiano ao longo da próxima década, apoiando dezenas de milhares de postos de trabalho adicionais em ambos os lados da fronteira.

“A imposição de tarifas criou um problema onde ele não existia”, diz Lyall. “É o equivalente a dar um tiro no próprio pé. As tarifas não são a resposta. E apenas agravam a nossa crise de oferta e acessibilidade à habitação. Não se constroem mais casas impondo tarifas e aumentando preços.”

DCN/MS

Bodyboard: Luana Dourado é campeã mundial de bodyboard

25 September 2026 at 15:33
CBC

Luana Dourado conquistou o título de campeã mundial júnior de bodyboard no Brasil, na Praia do Solemar, em Jacaraípe, na última etapa do circuito.

Depois de três anos consecutivos como vice-campeã do mundo, a bodyboarder lusa de 17 anos está finalmente na posse do troféu, tendo sucedido à compatriota Alice Teotónio, terceira classificada este ano.

Luana Dourado impôs-se na final à brasileira Melissa Souza por 12,50 pontos contra 8,75. «Não sei o que dizer. Estou muito contente. Treinei muito para obter este troféu», disse muito emocionada, sem conter as lágrimas, a nova campeã do mundo júnior.

Ao longo da competição, a atleta do Clube Naval Povoense evidenciou consistência e qualidade nas ondas brasileiras. Nas meias-finais afastou a francesa Emie Padois, depois de já ter eliminado a brasileira Karen Souza nas rondas anteriores. Na fase de grupos, superou ainda uma bateria que contou com as portuguesas Carolina Dias e Sofia Pinheiro.

A conquista reforça o estatuto de Luana Dourado como uma das maiores promessas do bodyboard feminino português. Aos títulos nacionais e europeus já conquistados junta agora a mais prestigiante distinção do escalão júnior mundial e o feito foi celebrado pelo Clube Naval Povoense nas redes sociais.

A Bola/MS

FIFA: Final do Mundial 2030 afasta-se da Península Ibérica

25 September 2026 at 15:32
FIFA

Casablanca ganha terreno a Madrid na corrida pelo jogo decisivo, reconhece o presidente da Câmara da capital espanhola

A final do Mundial 2030, organizado em conjunto por Portugal, Espanha e Marrocos, está a afastar-se da Península Ibérica. Casablanca ganha força na corrida para receber o jogo mais importante do torneio, enquanto Madrid vê crescer a incerteza em torno do Santiago Bernabéu.

José Luis Martínez-Almeida, presidente da Câmara de Madrid, considera mesmo que Casablanca tem atualmente mais possibilidades de acolher a final do que a capital espanhola. «Não sou otimista porque considero, e isto é legítimo por parte de Marrocos e do Rei de Marrocos, que eles querem essa final e, logicamente, estão a atuar a nível político e institucional para conseguir essa final», afirmou.

«O que eu não tenho é nenhuma prova de que o Governo se esteja a movimentar nesse mesmo sentido», disse, acrescentando: «Se a final não se celebrar em Madrid, acho que deveria haver consequências.»

A escolha do palco da final do Mundial 2030 está, assim, a transformar-se num verdadeiro tema de Estado. Portugal, Espanha e Marrocos foram escolhidos para organizar conjuntamente o Campeonato do Mundo, mas a luta pelo jogo decisivo ameaça transformar-se num foco de tensão entre os dois lados do Estreito de Gibraltar.

E Marrocos não esconde a ambição. Fouzi Lekjaa, presidente da Federação Marroquina de Futebol, afirmou recentemente que a final do Mundial 2030 será disputada no Grande Estádio Hassan II, em Casablanca, recinto que ainda está em construção.

A arena, situada em Benslimane, deverá ser inaugurada no final de 2027 e terá capacidade para cerca de 115 mil espectadores, tornando-se potencialmente o maior estádio do mundo. É precisamente este gigante que Marrocos coloca agora na corrida com o Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid e principal candidato espanhol a receber a final.

A Bola/MS

Andebol: Portugal conquista bronze no Mundial

25 September 2026 at 15:31
JN

A Seleção Nacional de andebol em cadeira de rodas, que detém o título de campeã europeia, melhorou o 7.º lugar obtido na edição de 2024 e o treinador Danilo Ferreira pede mudanças nos paradigmas do desporto português

A Seleção Nacional de andebol em cadeira de rodas garantiu o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 2026, ao derrotar o Chile por 2-1 num encontro decidido no terceiro e último set. A partida, disputada no Palau d’Esports de Granollers, em Espanha, valeu a medalha de bronze à equipa das quinas.

Depois da derrota na meia-final frente ao Japão, Portugal entrou determinado no jogo de atribuição do bronze. A equipa lusa, na variante ACR4, venceu o primeiro parcial por 7-5, mas cedeu no segundo por uma margem mínima de 11-12, decidido em golo de ouro. No set decisivo, a superioridade portuguesa foi evidente, com um triunfo por 6-2 que selou a conquista da medalha.

O quarteto inicial de Portugal foi composto por Rui Rodrigues, Ricardo Queirós, João Jerónimo e Diana Machado. A equipa nacional entrou forte e adiantou-se rapidamente para 4-0, com dois remates em rotação de Ricardo Queirós. Apesar da resposta chilena, que reduziu para 5-3, Portugal manteve o controlo e fechou o primeiro set na frente (7-5). Este parcial ficou ainda marcado pela expulsão de Rui Rodrigues e por um livre de 7 metros defendido por Queirós.

O segundo set foi o mais renhido da partida, com sucessivas trocas na liderança do marcador. O Chile chegou a ter uma vantagem de dois pontos (3-5 e 5-7), mas Portugal, com Queirós e Rodrigo Vieira em destaque, conseguiu levar a decisão para os momentos finais. Um golo de Jorge Carrasco, com a baliza lusa desguarnecida, acabou por dar a vitória ao Chile por 12-11, forçando a realização de um terceiro set.

No parcial decisivo, a Seleção Nacional não deu hipóteses. Com uma defesa sólida e eficácia no ataque, Portugal construiu uma vantagem de 4-0. O Chile ainda reduziu para 4-2, mas um novo golo de Queirós fixou o resultado final em 6-2, confirmando a vitória e a medalha de bronze para a equipa das quinas.

A Bola/MS

The offerings many don’t know about and therefore miss out on

24 September 2026 at 23:32

 

Cooking, recording a podcast, publishing a book, digitizing family cassettes, or bringing a telescope home. Public libraries across the Greater Toronto Area and beyond have reinvented themselves and now offer—almost always free of charge—services that many residents are unaware of. We took a look at six of them. Here’s a tip… enjoy!


Toronto Reference Library
Toronto Reference Library (DR)

TORONTO | Toronto Reference Library

The home of writers and creators

The largest reference library in the country, located right by Bloor-Yonge station, is a true cultural hub.

  • Publish your own book: The Asquith Press service allows you to print self-published books.
  • Author talks: The Bram & Bluma Appel Salon regularly hosts renowned writers and academics.
  • Free recording studio: You can record a podcast or song, take a professional headshot for your resume, or film a video project for school.
  • Tech to take home: You can check out Arduino kits, Raspberry Pi sets, audio recording gear, and Artificial Intelligence learning kits.
  • Culture without a ticket: With tpl:map passes, cardholders get free admission to the city’s artistic and cultural attractions.

Useful Information

  • Address: 789 Yonge Street, Toronto (corner with Asquith Avenue, Yorkville neighborhood). Located one block north of Bloor Street; the nearest subway station is Bloor-Yonge.
  • Hours: Monday to Friday, 9:00 AM – 8:30 PM; Saturday, 9:00 AM – 5:00 PM; Sunday, 1:30 PM – 5:00 PM.
  • Free membership eligibility: Anyone who lives, works, attends school, or owns property in Toronto, upon presenting ID with their name and address.
  • Non-residents: $50 for three months or $150 for 12 months. This card does not grant access to musical instruments, tpl:map passes, Ontario Parks passes, or Wi-Fi hotspots.
  • Digital alternative: Toronto residents aged 13 and older can apply online for a free digital card for immediate access to digital resources.

Hazel McCallion Central Library (DR)
Hazel McCallion Central Library (DR)

MISSISSAUGA | Hazel McCallion Central Library

A library for cooking, gaming, and starting fresh

Renovated and reopened in 2024, Mississauga’s central library has become one of the most surprising spaces in the region.

  • Community kitchen: The Kitchen is fully equipped and hosts programs on health, nutrition, and food literacy.
  • Gaming and virtual reality room: Offers free access to gaming PCs, consoles, and virtual reality stations.
  • Support for those in need: The Open Window Hub connects unhoused individuals or those facing mental health challenges with community services and organizations.
  • A quiet space: A multifaith prayer room is open to people of all faiths to pray, reflect, or meditate.
  • Art in the makerspace: Beyond 3D printers, the space hosts the Art Hub program, featuring digital, visual, and performing arts activities.

Useful Information

  • Address: 301 Burnhamthorpe Road West, Mississauga (across from City Hall). Contact: 905-615-3500.
  • Hours: Monday to Friday, 9:00 AM – 9:00 PM; Saturday, 9:00 AM – 5:00 PM; Sunday, 1:00 PM – 5:00 PM.
  • Free membership eligibility: Residents and anyone who studies, works, or owns property in Mississauga.
  • Non-residents: $40 per year.
  • How to sign up: Simply bring a document showing your name and address to any branch; non-residents must also bring proof of employment, property ownership, or enrollment in a local school. An Ontario driver’s license or Photo Card is accepted.
  • Parking: Paid, but free on weekdays after 6:00 PM and on weekends.

Brampton Public Library - Springdale Branch (DR)
Brampton Public Library – Springdale Branch (DR)

BRAMPTON | Springdale Branch

Late-night studying and taking care of nature

With its green roof and undulating architecture, the Springdale branch is one of the most unique in the Brampton network.

  • Science serving conservation: In partnership with the Toronto and Region Conservation Authority (TRCA), the library 3D-printed models of snapping turtles, which were placed in nesting areas at the Heart Lake Conservation Area.
  • Late-night study room: The After Hours Study Hall opens on Saturdays and Sundays from 6:00 PM to 10:00 PM for ages 14 and up. During exam season, hours extend until 1:00 AM, Monday through Thursday.
  • Free legal advice: In partnership with the South Asian Legal Clinic of Ontario, low-income individuals and families can receive a free one-on-one consultation.
  • An unusual “Library of Things”: In the Brampton network, you can check out telescopes, GoPro cameras, radon detectors, birdwatching kits, memory support kits, and passes to the ROM.

Useful Information

  • Address: 10705 Bramalea Road, Brampton. Contact: 905-793-4636.
  • Hours: Monday to Thursday, 10:00 AM – 9:00 PM; Friday to Sunday, 10:00 AM – 6:00 PM.
  • Free membership eligibility: Registration is free for all Ontario residents. This is the most open policy among all six libraries.
  • How to sign up: Online or at any branch with a document showing your current address. Online registrants have limited access until they visit a branch to verify their address.
  • Bonus: Members get a 10% discount on tickets at The Rose Theatre.

Hamilton Public Library (DR)
Hamilton Public Library (DR)

HAMILTON | Central Library

Seeds, music, and welcoming spaces

Hamilton’s central library, located downtown, focuses heavily on community and sustainability.

  • Seed library: In partnership with Green Venture, patrons can take home seeds to plant and, at the end of the season, return harvested seeds to renew the collection.
  • Lunchtime music: Every Friday at noon, the library hosts live concerts.
  • Newcomer center: The Newcomer Learning Centre on the 4th floor offers resources and programs for learning English.
  • The city’s memory: The Local History & Archives department has been collecting and preserving Hamilton’s history since 1914.
  • Senior fitness: The SMART program helps improve strength, balance, and flexibility for all fitness levels.

Useful Information

  • Address: 55 York Boulevard, Hamilton. Contact: 905-546-3200.
  • Hours: Monday to Thursday, 9:00 AM – 8:00 PM; Friday, 9:00 AM – 6:00 PM; Saturday, 9:00 AM – 5:00 PM; Sunday, 12:00 PM – 5:00 PM.
  • Free membership eligibility: Anyone who lives, works, studies, or owns property in Hamilton, with proper identification.
  • Non-residents: $100 per year. This is the most expensive option among the six.
  • Note: Cardholders from selected neighboring municipalities can also borrow books in Hamilton.

Oshawa Public Library McLaughlin Branch (DR)
Oshawa Public Library McLaughlin Branch (DR)

OSHAWA | McLaughlin Branch

Saving family memories

Gifted to the city in 1954 by R.S. McLaughlin, founder of General Motors of Canada, Oshawa’s main library is a historic building featuring Frank Lloyd Wright architectural influences.

  • Memory Lab: In the Local History Room, patrons can convert old photos, VHS tapes, vinyl records, and audio cassettes into digital formats.
  • Motor City history: The local collection features unique materials on the McLaughlin family and the history of General Motors of Canada.
  • Internet for those without: Connect Kits include a tablet and a Wi-Fi hotspot, available for six-week loans to residents without home internet.
  • Books and ideas for seniors: Every month, seniors can discover a new author, listen to a reading, and participate in a Q&A session.
  • The big book sale: The Friends of the Library organize an annual fall book sale to support the library.

Useful Information

  • Address: 65 Debwewin Miikan (formerly Bagot Street), Oshawa. Contact: 905-579-6111, ext. 5200.
  • Hours: Monday to Thursday, 9:00 AM – 8:00 PM; Friday to Sunday, 9:00 AM – 5:00 PM.
  • Free membership eligibility: Anyone who lives, works, studies, or owns property in Oshawa or anywhere within the Region of Durham.
  • Non-residents: $40 per year. Does not include museum passes, Ontario Parks passes, or Wi-Fi hotspots.
  • Renewal: Memberships must be renewed every two years.

Aliston Beeton Seed Library (DR)
Aliston Beeton Seed Library (DR)

ALLISTON | New Tecumseth Public Library – Memorial Branch

A small library with a Nobel prize treasure

Located in a town of about 23,000 residents, the Alliston library proves you don’t have to be big to impress.

  • The legacy of insulin’s co-discoverer: In 1988, the library inherited letters, diaries, photographs, and personal items belonging to Sir Frederick Banting from his widow, including his pipes and eyeglasses. Today, the collection can be explored online through the Banting Digital project, which also includes Banting’s drawings and paintings.
  • Borrowing… cookware and ukuleles: The Library of Things in the New Tecumseth system includes Instant Pots, ukuleles, bongos, telescopes, VR headsets, sewing machines, meditation kits, and Ontario Parks passes.
  • Educational computers for kids: Donated in memory of two local children, these stations feature educational games focused on reading and math.
  • English conversation: An ESL Conversation Circle for non-native English speakers.
  • Books at the potato festival: The library sells donated books during the annual Alliston Potato Festival in August.

Useful Information

  • Address: 17 Victoria St. E., Alliston. Contact: 705-435-5651.
  • Hours (subject to confirmation): Monday, 10:00 AM – 6:00 PM; Tuesday to Thursday, 10:00 AM – 8:00 PM; Friday, 10:00 AM – 5:00 PM; closed on weekends.
  • Free membership eligibility: Anyone who lives or pays taxes in New Tecumseth, as well as the municipalities of Adjala-Tosorontio, Mono, and Mulmur. Free membership is also extended through reciprocal agreements to residents of Bradford-West Gwillimbury, Caledon, Essa, Innisfil, and King Township.
  • Non-residents: $30 per year. The lowest fee for non-residents among the six libraries.
  • How to sign up: Bring a document showing your current address (driver’s license, health card, utility bill, etc.). Applicants under 16 require a parent’s signature.
  • Fines: The library has eliminated overdue fines.

Madalena Balça/MS

Much more than “shh!”

24 September 2026 at 20:10
Close up autumn picnic scene with partial view of woman in sweater sitting on plaid blanket holding coffee cup and book on knees among colorful fall leaves
DR

Hello, good morning,

I hope you are in good spirits and good health.

Autumn has arrived gently, the leaves are starting to change color, and the days are growing shorter. And it is precisely now, when you crave a good book and a warm corner, that I come to talk to you about libraries.

I confess: for a long time, I too thought a library was a quiet place, filled with bookshelves and someone telling us to “shh!”. Well, think again. Today’s municipal libraries are anything but that.

Right around us, you can check out a ukulele, a telescope, an electric cooker, or a museum pass. You can record a podcast, 3D print an object, learn how to cook, digitize old VHS wedding tapes, or even get free legal advice. In Hamilton, there is a seed library; in Alliston, they keep the letters and eyeglasses of Sir Frederick Banting, the “father” of insulin.

And what about technology? Libraries didn’t run away from Artificial Intelligence; they embraced it. They teach how to use it wisely, lend laptops and internet access to those who don’t have it at home, and help older generations overcome their fear of smartphones. In Mississauga, more than half of those using these services say the library is the only place where they have access to this technology. In Toronto, 83% of those who used them improved their employability. Now that is a true public service.

For families, it is a real treasure. And at a time when everything costs an arm and a leg, a free treasure! Storytime for babies, coding and robotics clubs, youth spaces with snacks included, games, movies, and streaming platforms—all with a simple card. In Brampton, just living in Ontario is enough to get one without paying a single cent.

But perhaps the most important thing isn’t what you take home. It’s what you find inside: a place where no one forces you to buy anything, where a grandfather, a granddaughter, and a neighbor who just arrived in Canada sit at the same table. In times of screens, loneliness, and misinformation, that is no small thing.

So, I leave you with a challenge: if you haven’t stepped into a library in a few years, pay one a visit. Take the kids, take your parents, take your curiosity. I guarantee you’ll leave surprised—and, who knows, maybe with a ukulele under your arm.

It is what it is, and it will always be worth what it’s worth.

Take care and have a wonderful weekend,

See you soon,

Cristina DaCosta/MS

Toronto Public Library

24 September 2026 at 19:48

 

3D Printing (TPL)
3D Printing (TPL)

Today, the traditional image of a library with thousands of books, high shelves filled with history and stories, is far removed from reality. In fact, this is a reductive view, because the function of this type of public space is now far more comprehensive. Especially in a multicultural and fast-growing city like Toronto, where free public spaces are increasingly rare, the Toronto Public Library (TPL) has become a true meeting point filled with past, present, and future. Indeed, any regular user can attest that, today, a library is essentially bursting with life.

The numbers speak for themselves. With 100 branches spread across the city, TPL is the largest and busiest public library system in North America. In the last year alone, it welcomed over 14 million in-person visits, and eight in ten Toronto residents use the library—whether to study, work, look for a job, learn something new, or simply have a welcoming place to be.

But what can actually be found in a library today? Far more than one might imagine. Beyond books—both physical and digital—TPL offers free internet access and computers, training in digital skills and Artificial Intelligence, 3D printers, recording studios, and even a musical instrument lending library. There are dedicated spaces for children and teenagers, support for job seekers and small businesses, and initiatives that help residents participate in an informed way in the city’s democratic life.

In an era marked by loneliness, polarization, and misinformation, the library also assumes an essential civic role: bringing people together, promoting access to trusted information, and building bridges between different perspectives.

We spoke with Toronto’s City Librarian, Moe Hosseini-Ara, to understand how the library has reinvented itself, what impact it has on the lives of those who visit, and what might surprise those who haven’t been back in a while.

Milénio Stadium: For those who don’t know, how would you describe the Toronto Public Library and the role it plays in city life today?

Moe Hosseini Ara (DR)

Moe Hosseini-Ara: Eight in ten Toronto residents use their library as a place to work or study, borrow a book, attend a program, look for a job, develop skills, or simply to have somewhere to go.

As the city grows, so does the need for shared spaces, trusted information, and human connection. The Toronto Public Library (TPL) has become essential civic infrastructure.

TPL connects people to resources and opportunities through a trusted network of 100 branches, expert staff, and an extensive offering of online services. We are the largest and busiest public library system in North America.

MS: What role do TPL branches play as community gathering spaces?

MHA: TPL offers something increasingly rare: a free, welcoming public space where no purchase is required.

Our 100 branches across the city are vital community hubs that support individual and community resilience.

In the last year alone, TPL branches recorded over 14 million in-person visits, and our website (tpl.ca) had more than 32 million visits.

MS: In a fast-changing world, especially with the rise of Artificial Intelligence, how does TPL help residents keep up with these changes?

MHA: From early literacy to Artificial Intelligence (AI) skills, TPL offers free lifelong learning opportunities for every stage of life, helping Toronto residents build the knowledge, digital skills, and confidence needed to thrive in a rapidly changing world, while helping close the digital divide.

The impact is real: 83% of users who accessed TPL’s technology services reported improving their employable skills or achieving career goals.

MS: We live in times marked by loneliness, polarization, and misinformation. What contribution can a public library make to bring people closer together and strengthen democratic life?

MHA: In an era of rising isolation, loneliness, and polarization, TPL is the gathering spot where Toronto residents come together, connect with one another, learn to combat misinformation, and engage with perspectives beyond their own.

This is a role valued by the public: 93% of Toronto residents agree that public libraries are an important resource for the community.

MS: Many people still associate libraries solely with books. Which TPL services tend to surprise those who discover them for the first time?

MHA: There are services people might not realize we offer… while books, both physical and digital, remain our core foundation, our free services go far beyond that. Many people may not know that we offer:

  • Free internet access, computers, and printers;
  • Help with tech and digital literacy, including AI upskilling (note: we have an AI policy that guides our staff toward the safe, responsible, ethical, and effective use of AI tools);
  • Virtual interview rooms for job seekers, 3D printers, Adobe Creative Suite, and recording studios;
  • Musical Instrument Lending Library;
  • Programs for children, English as a Second Language (ESL) learners, job seekers, and small businesses;
  • After-school clubs for children, featuring free activities like hands-on projects, coding, and robotics workshops;
  • Youth Hubs—welcoming spaces for teenagers after school and during the summer, always staffed with support teams. Free, nutritious daily snacks are provided;
  • We are also gearing up for the municipal election with our Celebrate Democracy initiative, which provides reliable, accessible resources to help residents understand key issues, learn about candidates, and actively participate in the process;
  • Our popular tpl:map passes, which offer free access to Toronto’s arts, cultural experiences, and attractions.

The services mentioned here are just a small sample. Anyone who hasn’t visited the library in a while might be surprised by everything they will discover!

Madalena Balça/MS

Sporting FC Academy of Toronto celebrates 15 years of youth development, soccer, and community

24 September 2026 at 19:46
Atletas da Sporting Academy of Toronto e Convidados. (FP)

Fifteen years of history, dedication, and passion for soccer. That is how the Sporting FC Academy of Toronto celebrated its 15th anniversary last Saturday (19), at a gala that brought together athletes, families, coaches, directors, guests visiting from Portugal, and the entire community.

Over these 15 years, the Academy has been much more than a space dedicated to soccer. It has been a place of growth, friendship, and development, where young people from diverse backgrounds learn values like respect, discipline, sportsmanship, and community spirit, both on and off the pitch.

During the Sporting FC Academy of Toronto’s 15th-anniversary ceremony, President Paulo Pereira highlighted the journey taken over a decade and a half and recognized the contributions of everyone who helped build and grow the project.

“Celebrating 15 years means celebrating the hard work, dedication, and trust of so many people who believed in this project from the very beginning. We must express our gratitude to the athletes, families, coaches, staff, sponsors, and community partners who have been part of this journey,” he stated.

Paulo Pereira also pointed out future challenges, noting that acquiring a new soccer stadium is among the board’s main goals. “After the forced closure of Brock Stadium, we realized even more how crucial it is to have our own home and better facilities for our youth,” he explained.

The president further emphasized that achieving this goal requires support from the community, school boards, and different levels of government, stressing that “the future of the Academy relies on creating more opportunities for young people through soccer.”

Visiting from Portugal, André Lourenço and Filipe Costa—technical coordinators for youth development at Sporting Clube de Portugal, the Academy’s parent club—were in attendance to share their expertise and vision regarding young athlete development. Both coaches praised the work being done in Toronto and expressed pride in the players’ progress, reinforcing the importance of an education built on strong values, methodology, and a passion for soccer.

Recognition and Opportunities

A key highlight was once again the Christopher McCurbin-Parkin Award, presented to Sebastian Pedrosa. For the first time, the Founders Scholarship Award was also presented, awarded to Michael Fonseca, reinforcing the Academy’s commitment to supporting youth development both on and off the field.

Currently, the Sporting FC Academy of Toronto boasts around 250 athletes, 14 coaches, three Technical Leads, and an Operations Director.

The evening, featuring entertainment by Tuga Nights, was filled with emotion and celebration. Together, athletes, families, coaches, and guests celebrated 15 years of history while looking ahead to the future.

Because at the Sporting FC Academy of Toronto, they don’t just develop athletes: they shape individuals, discover talent, and instill values for life.

Francisco Pegado/MS

The content on the Milénio Stadium website is automatically translated using Google Translate.

“A library is one of the few spaces where everyone is welcome”

24 September 2026 at 19:45

 

Hazel McCallion Central Library in Mississauga (Adam Pulicicchio)

With 18 libraries spread across the city, including the renovated Hazel McCallion Central Library, Mississauga offers its residents multiple free services that are essential in building a better-informed community. Beyond providing traditional access to reading material, today’s libraries allow visitors to borrow musical instruments, sports kits, carbon dioxide detectors, or museum passes. It is also possible to 3D print an object, record a song, cook in a community kitchen, or take home a laptop and a Wi-Fi hotspot.

In a diverse and fast-growing city like Mississauga, the public library has transformed into a true community hub: a place where people of all ages and backgrounds gather to study, learn, create, and socialize without having to pay a dime. In a climate where the cost of living weighs heavily on so many family budgets, the library provides free services that would otherwise be inaccessible to many—from streaming platforms and online courses to digital newspapers and creative software tools.

Technology has been a major priority. According to a recent survey, more than half of the users of the library’s tech services state that this is their only way to access these tools, highlighting the vital role the institution plays in bridging the digital divide.

However, the library does not stop at offering resources. It also provides guidance, family programs, partnerships with community organizations, and social spaces that help combat social isolation.

To better understand how the library has reinvented itself and what it has to offer families and the broader community, we spoke with Irene McCutcheon, Senior Communications Advisor for the City of Mississauga.

Milénio Stadium: Beyond borrowing books, what services does the library currently offer that the public might not be aware of? Which of these services has grown the most in recent years?

Irene McCutcheon
Irene McCutcheon (DR)

Irene McCutcheon: Many residents might be surprised to discover the variety of items they can borrow from the Mississauga Library of Things, such as game and sports kits, carbon dioxide detectors, musical instruments, park passes, and museum passes. One of the areas of largest growth in recent years has been the technology available to patrons—such as portable Wi-Fi hotspots, printers, photocopiers, and makerspaces equipped with 3D printers and music recording equipment. And for those looking to save money, residents can check out movies and video games, as well as access free streaming services with their library card.

MS: If you had to describe the public library to someone who only associates it with “a place for books,” how would you describe it?

IM: A public library is so much more than books on shelves. It is a community hub where people of all ages and backgrounds can come together to socialize, study, and explore. It is a welcoming space where residents can participate in programs for all ages, study, meet up, and discover new interests. It is one of the few spaces where everyone is welcome, regardless of age, background, or abilities, at no cost at all.

MS: What concrete changes have you made recently to keep up with technological evolution (such as Artificial Intelligence)? Are there concerns or red lines in this process?

IM: The library has made significant investments in technology to support how residents learn, create, and access information. We provide free Wi-Fi access, laptop and tablet loans, self-service checkout and return systems, and makerspaces equipped with various technologies, like 3D printing and sewing machines. These services give residents access to the technology they need at a low cost. In fact, a recent user survey revealed that 56% of respondents who use these library services say it is their only way to access this technology. As technology evolves, the library’s focus remains on providing access to learning and skill development so that patrons can use these tools effectively.

MS: In an era when information is just a click away, what do you do to ensure people still have reasons to visit the library, either in person or online? What recent initiative do you consider to have been most successful in attracting new audiences?

IM: Libraries offer much more than access to information. The Mississauga Library offers experiences, guidance, and a sense of social connection that help residents develop skills, connect with the community, and explore their interests. Patrons can participate in in-person programs and events, as well as access services that would otherwise be expensive, such as creative software, 3D printers, and sound and video recording equipment. The Hazel McCallion Central Library features a kitchen for cooking and nutrition programs, as well as a games room and other facilities that can be booked for free.

Library staff are also available to help residents navigate existing services, find materials, and build their skills. As for the online experience, the library provides free access to learning and entertainment services that would otherwise require a paid subscription. This includes LinkedIn Learning, The New York Times, PressReader, Ancestry, e-books, and streaming platforms for music and movies.

MS: What concrete benefits can a family with children get from the library today that they couldn’t ten or twenty years ago? Are there programs specifically designed to reduce costs or social isolation for families?

IM: The modern library is a center for community development, outreach, and programming for people of all ages and backgrounds. Families can participate in free programs, access community services, and engage in activities that help them learn, grow, and build connections. For budget-conscious families, the library offers free access to a wide variety of activities and materials, such as streaming services and games, children’s activities, passes to local attractions, drop-in social gatherings, book clubs, safety equipment, and language learning programs.

Through partnerships with local non-profit organizations, the library also provides outreach services, community development, and educational programs. These programs help reduce social isolation by giving residents a space to meet others, learn new skills, and build community. One of the most significant changes in recent years has been the expansion of technology available at the library—such as laptop loans, makerspaces, Wi-Fi hotspots, and other services that support skill development and help lower the cost of access.

Madalena Balça/MS

Sporting FC Academy of Toronto celebra 15 anos de formação, futebol e comunidade

24 September 2026 at 19:44
Atletas da Sporting Academy of Toronto e Convidados. Foto: Franciso Pegado

Quinze anos de história, dedicação e paixão pelo futebol. Foi assim que a Sporting FC Academy of Toronto celebrou, no passado sábado (19), o seu 15.º aniversário, numa gala que reuniu atletas, famílias, treinadores, dirigentes, convidados vindos de Portugal e toda a comunidade.

Ao longo destes 15 anos, a Academia tem sido muito mais do que um espaço dedicado ao futebol. Tem sido um lugar de crescimento, amizade e desenvolvimento, onde jovens de diferentes origens aprendem, dentro e fora das quatro linhas, valores como respeito, disciplina, companheirismo e espírito de comunidade.

Durante a cerimónia dos 15 anos da Sporting FC Academy of Toronto, o presidente Paulo Pereira destacou o percurso realizado ao longo de década e meia e reconheceu o contributo de todos os que ajudaram a construir e desenvolver o projeto.

“Celebrar 15 anos é celebrar o trabalho, a dedicação e a confiança de muitas pessoas que acreditaram neste projeto desde o início. Temos de agradecer aos atletas, famílias, treinadores, dirigentes, patrocinadores e parceiros da comunidade que fizeram parte desta caminhada”, afirmou.

Paulo Pereira destacou também os desafios para o futuro, com a aquisição de um novo estádio de futebol entre os principais objetivos da direção. “Depois do encerramento forçado do Brock Stadium, percebemos ainda mais a importância de termos uma casa própria e melhores condições para os nossos jovens”, explicou.

O presidente reforçou ainda que este objetivo exige o apoio da comunidade, dos conselhos escolares e dos diferentes níveis de Governo, salientando que “o futuro da Academia passa por criar mais oportunidades para os jovens através do futebol”.

Vindos de Portugal, André Lourenço e Filipe Costa, coordenadores técnicos da formação de jovens do Sporting Clube de Portugal, clube-mãe da Academia, estiveram presentes para partilhar a sua experiência e visão sobre o desenvolvimento dos jovens atletas. Os dois técnicos destacaram o trabalho realizado em Toronto e mostraram-se orgulhosos da evolução dos jovens, reforçando a importância de uma formação baseada em valores, metodologia e paixão pelo futebol.

Reconhecimento e oportunidades

Em destaque esteve, mais uma vez, o Christopher McCurbin-Parkin Award, conquistado por Sebastian Pedrosa. Pela primeira vez, foi também atribuído o Founders Scholarship Award, entregue a Michael Fonseca, reforçando o compromisso da Academia com o desenvolvimento dos jovens dentro e fora do futebol.

Atualmente, a Sporting FC Academy of Toronto conta com cerca de 250 atletas, 14 treinadores, três Technical Leads e um diretor de operações.

A noite, animada pelos Tuga Nights, foi marcada por emoção e celebração. Juntos, atletas, famílias, treinadores e convidados celebraram 15 anos de história e olharam para o futuro.

Porque na Sporting FC Academy of Toronto não se formam apenas atletas: formam-se pessoas, revelam-se talentos e fortalecem-se valores para a vida.

Franciso Pegado/MS

 César Russo: From the Azores to the Stage, with Music as His Lifelong Compan

24 September 2026 at 19:36

SENTIR, PENSAR E AGIR

Cesar Russo. DR.

Music entered César Russo’s life at an early age and never left. Originally from São Miguel, it was in his homeland that he began building his connection to music and to the traditions of his people. Today, after several years of pursuing his professional career as an emigrant, he is preparing to fulfill a dream: the release of his first CD, consisting mostly of original songs. In Sentir, Pensar e Agir (Feel, Think and Act), he acknowledges that before the album came the years of learning, performing on stage, and gaining experiences that helped shape the artist he is today.

One of the most significant stages of his journey was joining the Folklore Group of Ribeira Grande, where he found a true school of music, tradition, and culture. It was through folklore that he was introduced to the stage, to other musicians, and to a cultural heritage that would become part of his identity. More than entertainment, he discovered in music a way of preserving the memory and roots of a people.

When he left the Azores and came to Canada, that connection to his roots took on an even greater meaning. Far from his homeland, music became a way of keeping his Azorean identity alive. Over the years, he participated in various Portuguese community events and gradually built his career as a singer.

Now, with the release of his first CD, he is beginning a new chapter. Most of the songs are original, some written by him and others by his wife, Silvia, allowing him to move from being an interpreter to becoming a songwriter and to share his own ideas, emotions, and experiences with the public. This work brings together different moments from his journey: his Azorean roots, his learning through folklore, his experience as an emigrant, and his years performing on stage.

Between the Azores and Canada lies an ocean, but César Russo found in music a way to make it feel smaller. His first CD therefore represents more than a new recording project. It is the continuation of a journey shaped by music, memory, identity, and passion — a journey that began in the Azores and now continues on the stages of the Portuguese diaspora. The CD will be released on September 26.

Romulo Ávila/MS

Beirã Cultural Week 2026 Celebrated Portuguese Traditions, Cuisine and Culture

24 September 2026 at 19:31

 

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Fotos: Cindy Da Ponte

The 2026 Beirã Cultural Week began on September 19 and concludes tomorrow, September 26, bringing the community together around traditional cuisine, folklore, culture, music, and fellowship. Over the course of eight days, the event featured a diverse program, including regional lunches and dinners, performances by folk groups, musicians and guest artists, providing opportunities to celebrate the culture and traditions of the Beiras region.

The program began on Saturday, September 19, with the official opening, followed by a regional dinner featuring caldo verde, pork, and oven-roasted veal. The evening included a performance by Telmo Rodrigues, who traveled from Portugal, as well as the Santa Fé Musical Ensemble.

On Sunday, September 20, the program continued with traditional cuisine and a Folklore Festival featuring the Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu, among other entertainment. The evening concluded with a regional dinner and a performance by Jéssica Vidal. On Monday, traditional cuisine once again took center stage, accompanied by performances from the Rancho Folclórico de Vaughan and Telmo Rodrigues.

A Week of Tradition and Fellowship

Tuesday was dedicated to sponsors and members of the media, with an evening featuring the Rancho Folclórico da Associação Cultural do Minho and Telmo Rodrigues.

On Wednesday, the traditional Soup Festival was held as a competition, with participation from Casa das Beiras, Casa do Alentejo, Casa dos Açores, and Casa da Madeira. The evening also featured performances by the Rancho Folclórico do Académico de Viseu and the Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu.

Thursday focused on youth. The program featured performances by So Dance Studios, Performance Teen, Os Desafinados da Casa das Beiras, and DJ Anthony, providing a different kind of evening aimed at younger generations.

Fado Brought the Program to a Close

One of the highlights took place on Friday, September 25, with a Night of Fado. The event featured João Brito and his musicians, who came from Portugal, as well as Cláudia Leal, accompanied by José Geladas on Portuguese guitar and Francisco Moreira on bass guitar.

The Beirã Cultural Week concluded on Saturday, September 26, with another day dedicated to food and fellowship. The closing celebration featured a performance by the Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu, as well as Pedro Joel and his band.

Throughout the week, gastronomy also held a prominent place, bringing to the table flavors from different regions of Portugal — from chanfana to lagareiro-style cod, from rojões to suckling pig, as well as duck rice and pork prepared in the traditional Beiras style.

The 2026 Beirã Cultural Week was therefore much more than a week of gatherings. It was a journey through the Beiras — Baixa, Alta and Litoral — made of flavors, music, folklore, memories, and fellowship.

At the tables and on the stages, traditions that remain alive and are passed down from generation to generation came together. Because Beira is not simply a region: it is the land of our parents and grandparents, of villages, celebrations, flavors, and stories that we carry with us.

Among different lands, one common bond remains. One identity, made up of many memories.

Many lands, one soul — the soul of those who never forget their roots.

Bernardino Nascimento and his entire team deserve congratulations for bringing this celebration to life and for keeping our roots, traditions, and pride in being Beirões so alive.

Romulo Ávila/MS

The content on the Milénio Stadium website is automatically translated using Google Translate.

Semana Cultural Beirã 2026 celebrou tradições, gastronomia e cultura portuguesa

24 September 2026 at 19:20

 

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Fotos: Cindy Da Ponte

A Semana Cultural Beirã 2026 iniciou-se a 19 e termina amanhã, 26 de Setembro, reunindo a comunidade em torno da gastronomia tradicional, do folclore, da cultura, da música e do convívio. Ao longo de oito dias, a iniciativa apresentou um programa diversificado, com almoços e jantares regionais, atuações de grupos folclóricos, músicos e artistas convidados, proporcionando momentos de celebração da cultura e das tradições das Beiras. 

A programação arrancou no sábado, dia 19, com a abertura oficial, seguida de um jantar regional que incluiu caldo verde, carne de porco e vitela assada no forno. A noite contou com a participação de Telmo Rodrigues, vindo de Portugal, e do Conjunto Musical Santa Fé.

No domingo, dia 20, o programa prosseguiu com gastronomia tradicional e um Festival de Folclore, que contou com a participação do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu, entre outros momentos de animação. A noite terminou com jantar regional e a atuação de Jéssica Vidal. Durante a segunda-feira, a gastronomia voltou a estar em destaque, acompanhada pela atuação do Rancho Folclórico de Vaughan e de Telmo Rodrigues.

Uma semana de tradição e convívio

A terça-feira foi dedicada aos patrocinadores e à comunicação social, numa noite que contou com a presença do Rancho Folclórico da Associação Cultural do Minho e de Telmo Rodrigues. Na quarta-feira realizou-se a tradicional Festa da Sopa, em formato de concurso, com a participação da Casa das Beiras, Casa do Alentejo, Casa dos Açores e Casa da Madeira. A animação ficou ainda marcada pelas atuações do Rancho Folclórico do Académico de Viseu e do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu.

A quinta-feira teve como tema central a juventude. A programação contou com atuações do So Dance Studios, Performance Teen, Os Desafinados da Casa das Beiras e DJ Anthony, proporcionando uma noite diferente e direcionada às novas gerações.

Fados encerraram a programação

Um dos momentos de destaque aconteceu na sexta-feira, dia 25, com uma Noite de Fados. A iniciativa contou com João Brito e os seus músicos, vindos de Portugal, bem como com Cláudia Leal, acompanhada por José Geladas, na guitarra portuguesa, e Francisco Moreira, na viola baixo. A Semana Cultural Beirã terminou no sábado, dia 26, com mais um dia dedicado à gastronomia e ao convívio. O encerramento contou com a atuação do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu, e de Pedro Joel e sua banda.

Ao longo da semana, a gastronomia teve também um lugar de destaque, trazendo à mesa sabores das diferentes regiões portuguesas — da chanfana ao bacalhau à lagareiro, dos rojões ao leitão, passando pelo arroz de pato e pela carne de porco à moda das Beiras. 

A Semana Cultural Beirã 2026 foi, assim, muito mais do que uma semana de encontros. Foi uma viagem pelas Beiras — Baixa, Alta e Litoral — feita de sabores, música, folclore, memórias e convívio. À mesa e nos palcos, cruzaram-se tradições que continuam vivas e que passam de geração em geração. Porque a Beira não é apenas uma região: é a terra dos pais e dos avós, das aldeias, das festas, dos sabores e das histórias que levamos connosco.

Entre terras diferentes, permanece uma ligação comum. Uma só identidade, feita de muitas memórias.

Muitas terras, uma só alma — a alma de quem nunca esquece as suas raízes.

Bernardino Nascimento e toda a sua equipa estão de parabéns por terem dado vida a esta celebração e por manterem tão vivas as nossas raízes, tradições e o orgulho de sermos beirões.

Romulo Ávila/MS

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