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Poltrone, Aldo Uva nuovo Ceo di Natuzzi

22 October 2026 at 19:58

Poltrone, Aldo Uva nuovo Ceo di Natuzzi

Il Consiglio di Amministrazione di Natuzzi S.p.A. ha nominato Aldo Uva Chief Executive Officer del Gruppo, con decorrenza dal 26 ottobre 2026. La nomina formalizza quanto annunciato lo scorso 14 settembre, quando Uva era entrato nel Consiglio di Amministrazione della società.

La decisione del Consiglio è maturata al termine del rigoroso processo di selezione che ha individuato in Aldo Uva la guida più adatta per affrontare le prossime fasi del percorso di trasformazione della società e guidarne il turnaround operativo. Sono state determinanti nella valutazione la sua esperienza trentennale di attività manageriale internazionale e la forte expertise nei percorsi di trasformazione aziendale, oltre alla sua conoscenza diretta di Natuzzi, di cui è già stato CEO da maggio 2008 a marzo 2009.

Pasquale Natuzzi, Presidente del Consiglio di Amministrazione, ha commentato: “Con questa nomina il Consiglio completa un passaggio importante per il nostro presente e futuro. Il Consiglio ha piena fiducia nella capacità di Aldo di portare avanti l’agenda di trasformazione di Natuzzi e guidarne con disciplina l’esecuzione, in direzione di una crescita sostenibile nel lungo periodo”.

“Ringrazio il Consiglio di Amministrazione e la famiglia Natuzzi per la fiducia che mi hanno accordato affidandomi la guida di un’azienda italiana che il mondo riconosce per qualità, storia e competenze” ha dichiarato Aldo Uva. “Assumo questa responsabilità con piena consapevolezza della portata e della complessità delle sfide che ci attendono. Credo fermamente nella forza del patrimonio di Natuzzi, dei suoi marchi e delle sue persone, e nella possibilità di aprire un nuovo capitolo della storia dell’azienda”.

L'articolo Poltrone, Aldo Uva nuovo Ceo di Natuzzi proviene da Affaritaliani.it.

Midterms pode ser problemática para déficit dos EUA, diz relatório Barclays

22 October 2026 at 19:46

As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos se aproximam e, segundo o relatório mensal de perspectivas de mercado do banco Barclays, elas podem ser problemáticas para o déficit do país. Se houver uma troca da maioria dos republicanos para os democratas é provável que se estabeleça um impasse entre um Congresso democrata e um Executivo republicano.   

Segundo o relatório, esse impasse impossibilitaria que qualquer novo projeto de lei de grande impacto fosse aprovado. O que significa que quaisquer medidas para reduzir de forma significativa o déficit dos Estados Unidos também ficariam presas.  

O déficit fiscal americano atingiu US$ 1,99 trilhão, o maior valor em cinco anos, segundo o Departamento do Tesouro. Impulsionado pelo reembolso de tarifas e gastos recordes para pagar a dívida nacional de mais de US$ 40 trilhões. 

O cenário pode também não ser favorável à inflação e aos juros americanos, que estão em máximas históricas. Uma inação do governo, resultado do impasse entre Congresso e Governo, pode ser problemática em um cenário em que o rendimento do Tesouro americano em papéis de longo prazo já ultrapassa 5%.  

Composição atual do Congresso americano 

Atualmente os republicanos detêm uma maioria apertada na Câmara, com 218 representantes republicanos e 214 democratas. No Senado o desenho é parecido, com 53 republicanos e 47 democratas. O cenário atual mostra que qualquer alteração significativa nas midterms pode alterar a maioria republicana atual para uma maioria democrata. 

Na Câmara, todas as 435 cadeiras estão em disputa, já no Senado apenas 33 cadeiras. Segundo o Barclays, para garantir a maioria, os democratas precisam de um ganho líquido de quatro cadeiras.  

Imediatamente após a eleição, os membros em exercício ainda podem votar, mesmo que tenham perdido seus assentos. O Congresso atual permanece em exercício até o dia três de janeiro, período em que buscarão avançar com suas pautas.  

Para os investidores é importante ressaltar que o prazo de financiamento governamental dos Estados Unidos é dia 11 de dezembro.  

Resenha do Dinheiro   

O programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”;  e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados à educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.  

O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil 

Hacienda mantendrá un año más los umbrales legales para tributar en el régimen de módulos

22 October 2026 at 19:28

Hacienda mantendrá en 2027 los umbrales que permiten a los autónomos tributar mediante el método de estimación objetiva o módulos en el IRPF y el simplificado del IVA, así como las cuantías satisfechas. Así consta en el proyecto de orden ministerial que ha abierto audiencia e información pública hasta el 3 de noviembre con el que se regula el régimen de módulos para 2027. Según consta en el borrador presentado, "la cuantía de los signos, índices o módulos" y la reducción del 5 % sobre el rendimiento reto actualmente vigentes para el IRPF, así como los módulos e instrucciones aplicables al régimen simplificado del IVA se mantendrán en el próximo ejercicio.

El texto también recoge una reducción fiscal excepcional del 10% en el rendimiento neto aplicable a todas las actividades agrarias en el ejercicio fiscal 2026, a la que se suma una reducción del 35 % por la adquisición de gasóleo agrícola y otra del 15% por la compra de fertilizantes. De esta manera, Hacienda pretende "compensar el incremento del coste de determinados insumos", una medida que, según el Ministerio de Agricultura, beneficiará a unos 800.000 agricultores y ganaderos y permitirá reducir la base imponible de estos en 860 millones de euros.

La reforma de la ley del IRPF de 2015 estableció que podrán acogerse al régimen de estimación objetiva o de módulos los autónomos con una facturación de hasta 150.000 euros anuales, pero amplió temporalmente este umbral hasta los 250.000 euros, un importe que se ha ido prorrogando desde entonces.

La reacción de ATA, la principal asociación de autónomos, ha sido positiva a que se mantengan los límites de los módulos, pero reclama el IVA franquiciado. Así, su presidente, Lorenzo Amor, ha manifestado que, pese a que "nos alegramos que se mantengan los límites", ha puntualizado que "llevamos tres años esperando a que Hacienda cumpla sus compromisos con los autónomos", en reivindicaciones tan importantes que haya una "mayor seguridad jurídica para las deducciones" o el citado régimen franquiciado de IVA.

El Congreso aprobó en marzo una proposición de ley, con el apoyo de PSOE y Sumar, por la que instaba al Gobierno a eximir de repercutir el IVA a los autónomos que facturan menos de 85.000 euros anuales. Hasta ese momento, el Gobierno había rechazado implementar el IVA franquiciado al entender que ya aplica otras medidas de flexibilidad para pequeños empresarios como el sistema de módulos.

Un mes del ministro Arcadi España para la Comunitat: saca la carta dana para olvidar las entregas a cuenta

Governo aprova novo regime jurídico para terminais rodoviários

22 October 2026 at 19:27
Em comunicado, o Conselho de Ministros deu nota de que "aprovou um Decreto-Lei que estabelece um novo regime jurídico para os terminais rodoviários de transporte público de passageiros, garantindo o acesso dos operadores em condições equitativas, transparentes e não discriminatórias".

Governo aprova novo regime jurídico para terminais rodoviários

22 October 2026 at 19:27
Em comunicado, o Conselho de Ministros deu nota de que "aprovou um Decreto-Lei que estabelece um novo regime jurídico para os terminais rodoviários de transporte público de passageiros, garantindo o acesso dos operadores em condições equitativas, transparentes e não discriminatórias".

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