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Houthis reivindicam última série de ataques na Arábia Saudita

22 October 2026 at 16:42

Os Houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta quinta-feira (22) que lançaram ataques contra o Ministério da Defesa da Arábia Saudita em Riade, instalações da Saudi Aramco em Yanbu e o Aeroporto Internacional Rei Fahd em Dammam — local onde, segundo as autoridades sauditas, duas pessoas morreram.

“As Forças Armadas (Houthis) realizaram, com o apoio de Deus, quatro operações militares de grande relevância nas últimas 48 horas, utilizando diversos mísseis balísticos e drones. A primeira (operação) teve como alvo o edifício do Ministério da Defesa na capital do inimigo saudita, Riade, e atingiu o objetivo diretamente, graças a Deus”, disse o porta-voz militar Houthi, Yahya Saree.

Ataque a aeroporto na Arábia Saudita deixa dois mortos e oito feridos

O número de mortos em um ataque ao Aeroporto Internacional King Fahd, em Dammam, na noite de quarta-feira (21), subiu para dois, segundo a Autoridade de Aviação Civil da Arábia Saudita.

Entre as vítimas está um cidadão indiano. A embaixada da Índia em Riade informou, em comunicado, que foi notificada da morte pelas autoridades sauditas e que estava “apurando mais detalhes e entrando em contato com as famílias afetadas”.

Oito pessoas também ficaram feridas no ataque, segundo a autoridade de aviação. Os ferimentos variam de “leves a graves”.

O aeroporto, localizado no leste do país, também sofreu danos, cuja extensão ainda está sendo avaliada.

O ataque ocorreu após o Departamento de Estado dos Estados Unidos emitir um alerta de segurança na quarta-feira, recomendando que cidadãos americanos ficassem atentos a possíveis ataques contra aeroportos e a interrupções nas viagens pelo país.

Uma série de ataques fatais dos houthis nas últimas semanas teve como alvos o Aeroporto Internacional King Khalid, em Riade, instalações militares sauditas, infraestrutura petrolífera e o tráfego marítimo.

Quem são os Houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã?

Vítimas em Gaza passam de 1.500 durante período de cessar-fogo

22 October 2026 at 16:37

Disparos israelenses mataram uma pessoa que estava em um carro em Gaza e pelo menos outras duas em diferentes partes do enclave nesta quinta-feira (22), informaram autoridades de saúde locais.

Fotos do local mostram uma multidão reunida ao redor dos destroços em chamas, no bairro de Tel Al-Hawa, em Gaza, enquanto equipes de emergência — vestindo coletes cor de laranja — lançavam água sobre o veículo.

Outro ataque matou um palestino que estava em uma bicicleta na cidade de Khan Younis, no sul, e disparos resultaram na morte de uma mulher perto do campo de refugiados de Jabalia, no norte, acrescentaram os profissionais de saúde.

As forças militares de Israel informaram ter atingido um militante do Hamas em Khan Younis, sem fornecer mais detalhes.

O Exército acrescentou que ainda está verificando relatos sobre ataques em Jabalia e no bairro de Tel Al-Hawa, em Gaza.

Israel, que afirma que o grupo militante Hamas tem se rearmado e realizado ataques — violando um cessar-fogo que já dura um ano —, intensificou as ofensivas contra o grupo nas últimas semanas.

O grupo nega que esteja tentando realizar ataques ou reconstruir seu arsenal, e acusa Israel de minar o acordo de paz em Gaza.

O cessar-fogo do ano passado, mediado pelos Estados Unidos, prevê a futura reconstrução do território.

No entanto, houve pouco progresso, uma vez que os negociadores não conseguiram chegar a um acordo sobre os termos para o desarmamento do Hamas e a retirada das tropas israelenses.

Os ataques aéreos israelenses continuam.

Segundo autoridades de saúde de Gaza, pelo menos 1.500 palestinos foram mortos no território desde o início do cessar-fogo; Israel, por sua vez, relata a morte de quatro de seus soldados.

Autoridades palestinas afirmam que mais de 74 mil pessoas foram mortas na ofensiva de Israel contra Gaza — iniciada após combatentes liderados pelo Hamas matarem cerca de 1.200 pessoas no sul de Israel, em 7 de outubro de 2023.

Comissão da ONU aponta genocídio em Gaza com ataques de Israel a crianças

 

OMS afirma que não foi informada que paciente com Ebola foi ao Congo

22 October 2026 at 16:34

A OMS (Organização Mundial da Saúde) não foi informada de que a paciente com Ebola na Nigéria havia viajado para o Congo, afirmou o representante da organização na Nigéria nesta quinta-feira (22), após a Uganda declarar que ela havia visitado aquele país.

As autoridades de saúde nigerianas informaram que o primeiro caso de Ebola no país em mais de uma década envolveu uma mulher ugandense que havia chegado recentemente de uma viagem à Uganda.

O Ministério da Saúde da Uganda declarou que a mulher havia viajado para o Congo, onde o surto foi registrado pela primeira vez em meados de maio e, desde então, tornou-se o de propagação mais rápida já documentado.

Pavel Ursu, representante da OMS, disse em uma coletiva de imprensa online: “As informações fornecidas à OMS não incluíam viagens para outro país (além da Uganda)”.

“Segundo os dados que recebemos, a paciente retornou a Abuja no dia 3 de outubro, após ter permanecido na Uganda desde 16 de setembro”, acrescentou.

Ursu afirmou que, na Nigéria, o foco está agora na contenção da infecção viral e que a paciente permanece hospitalizada, apresentando melhora em seus marcadores bioquímicos.

Jean Kaseya, diretor da principal agência de saúde pública da África, disse à agência de notícias Reuters na quarta-feira (21) que a paciente — uma mulher nascida na Uganda e casada com um diplomata suíço — chegou a Abuja após passar duas semanas de férias na Uganda.

Patrick Otim, gerente de resposta a emergências da OMS, informou nesta quinta-feira que a origem da infecção ainda é desconhecida, enquanto as autoridades de saúde trabalham para reconstruir o histórico de viagens da paciente.

Um dos pontos sob investigação, segundo Otim, é quais unidades de saúde a mulher visitou em Abuja após o início dos sintomas e antes de sua hospitalização, ocorrida em 9 de outubro.

Nigéria registra primeiro caso de Ebola em mais de uma década

A Nigéria registrou na terça-feira (21) seu primeiro caso de Ebola em mais de uma década, tornando-se o quarto país africano, e o mais populoso até o momento, a ser atingido por um surto que possui a propagação mais rápida já documentada, segundo autoridades de saúde.

A cepa do vírus Ebola responsável por este surto mata cerca de metade dos infectados e não possui tratamento ou vacina aprovados.

Desde a confirmação dos primeiros casos na República Democrática do Congo, em maio, a doença já vitimou 4.646 pessoas.

Autoridades de saúde temem que a desinformação e a falta de recursos financeiros possam impulsionar uma propagação ainda maior, tanto dentro da região quanto além de suas fronteiras.

“O Ebola agora afeta três regiões da África. A situação exige uma ação urgente e liderança política no mais alto nível”, afirmou Jean Kaseya, diretor-geral dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças, na rede social X, nesta quarta-feira (21).

Ebola is now affecting three regions of Africa. The situation demands urgent action and political leadership at the highest level. I have invited African Ministers of Health to an extraordinary virtual meeting on 28 October to strengthen our collective response. Five months of intense efforts have shown the determination of our countries and health workers. We must now accelerate our actions, reinforce coordination and mobilise the full strength of our continent. Africa has the expertise, the institutions and the capacity to defeat this outbreak. We must act together, and we must act now. Our priority is to stop transmission and save lives. Read more: https://t.co/aO9dtJ9uBI —————- Ebola touche désormais trois régions d’Afrique. La situation exige une action urgente et un engagement politique au plus haut niveau. J’ai convié les ministres africains de la Santé à une réunion virtuelle extraordinaire le 28 octobre pour renforcer notre riposte collective. Cinq mois d’efforts intenses témoignent de la détermination de nos pays et de nos professionnels de santé. Nous devons aujourd’hui accélérer notre action, renforcer la coordination et mobiliser toutes les forces de notre continent. L’Afrique dispose de l’expertise, des institutions et des capacités nécessaires pour vaincre cette épidémie. Nous devons agir ensemble, et agir maintenant. Notre priorité est de stopper la transmission et de sauver des vies. Lire le communiqué : https://t.co/Yf1EhyOpMA

— Dr Jean Kaseya (@Dr_JeanKaseya) October 21, 2026

O caso na Nigéria envolve uma mulher ugandense que chegou a Abuja, a capital do país, vinda de Adis Abeba, no dia 5 de outubro, informou Odianosen Ehiakhamen, do Centro de Controle de Doenças da Nigéria, à emissora Arise TV, na terça-feira (20).

Dois dias após sua chegada, ela começou a se sentir mal e, em 11 de outubro, buscou atendimento em um hospital particular em Abuja apresentando sintomas semelhantes aos da malária.

Contudo, seu quadro clínico não apresentou melhora, relatou Ehiakhamen.

Ao tomarem conhecimento de que ela havia viajado recentemente para Uganda — um dos países afetados pelo surto atual —, as autoridades de saúde realizaram um teste para Ebola no dia 19 de outubro.

O resultado positivo foi confirmado na terça-feira. As autoridades identificaram 44 pessoas que tiveram contato com ela, a maioria profissionais de saúde.

Entre elas está o marido da paciente, um cidadão suíço que reside com ela em Abuja.

As autoridades também estão rastreando os passageiros que viajaram com ela, embora não acreditem que ela apresentasse sintomas durante o voo.

O ministro da Saúde, Muhammad Ali Pate, declarou à emissora pública NTA que a mulher encontra-se isolada e recebendo tratamento.

Ebola na República Democrática do Congo é o mais mortal da história

França registra primeiro caso humano do vírus Shamonda

22 October 2026 at 16:29

A França relatou, nesta quinta-feira (22), o primeiro caso humano do vírus Shamonda — habitualmente encontrado em animais de criação — em um paciente que veio a falecer.

As autoridades acrescentaram que, neste momento, não há risco para a população em geral.

Suspeita-se que a vítima tenha sido picada por um mosquito portador do vírus no leste da França, região onde o patógeno circulou entre animais durante a primavera e o verão, informou o governo em um comunicado.

O ECDC (Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças), sediado em Estocolmo, afirmou que está acompanhando a situação.

 

“O ECDC está em contato com as autoridades francesas e parceiros europeus para investigar as possíveis implicações para a saúde pública”, declarou o órgão em um comunicado.

O paciente faleceu no início de outubro e estava em tratamento para uma doença grave, o que o tornava mais suscetível a infecções do que a população em geral, informou o centro.

“Estão em andamento investigações para determinar se o vírus causou ou contribuiu para a morte do paciente, bem como a forma como a infecção foi contraída”, acrescentou o centro.

Vírus se espalhando entre animais na Europa

A vítima era um homem na faixa dos 60 anos que vivia na região de Lyon, no leste da França, informou o jornal local “Le Progrès”.

“Com base no conhecimento disponível sobre este vírus, nenhum risco à saúde da população em geral foi identificado até o momento”, declarou o governo.

O vírus Shamonda é transmitido por mosquitos do gênero “Culicoides” e é encontrado principalmente em bovinos, embora também tenha sido detectado em cavalos, alpacas, ovelhas e cabras, segundo a OMSA (Organização Mundial da Saúde Animal).

Ele não é classificado como uma doença sob a legislação de saúde animal da União Europeia e não está sujeito a medidas oficiais de vigilância ou controle.

Identificado na Nigéria em meados da década de 1960, o vírus Shamonda foi confirmado pela primeira vez na Europa no final de julho, após testes genômicos realizados em bovinos doentes no sul da Alemanha, na Suíça e no leste da França.

O boletim semanal de vigilância em saúde animal da França informou que o vírus também foi detectado na Áustria, Bélgica, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Eslovênia, Espanha e na ilha de Jersey (Reino Unido).

O vírus provoca diversos efeitos nos animais.

Um estudo realizado em nove fazendas leiteiras francesas constatou uma queda de até 75% na produção de leite; os bovinos afetados apresentaram diarreia, fraqueza, perda de apetite e, com menos frequência, febre, informaram as autoridades francesas de saúde animal.

Terremoto de magnitude 7 atinge o Tibete, na China

22 October 2026 at 16:05

Um forte terremoto de magnitude 7 atingiu o Tibete, na China, por volta das 22h30 no horário local desta quinta-feira (22), segundo o USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos).

O epicentro foi localizado a 183 quilômetros a leste-nordeste da cidade de Nagqu, na Região Autônoma do Tibete, no oeste da China, de acordo com dados do USGS.

A extensão dos danos ainda não está clara.

O terremoto foi “sentido na região”, diz o CENC (Centro de Redes Sísmicas da China). O epicentro foi a cerca de 400 km da capital tibetana, Lhasa.

De acordo com o USGS, há possibilidade de deslizamento de terra e enchentes. “Aproximadamente 132.000 pessoas sentiram tremores de intensidade moderada.”

O terremoto, o mais forte a atingir a China desde janeiro de 2024, foi claramente sentido na região, informou o CENC. O epicentro foi a cerca de 400 km da capital tibetana, Lhasa.

Em 2010, um tremor de magnitude 7,1 atingiu Yushu , a cerca de 280 km de distância, na província vizinha de Qinghai, matando pelo menos 2.698 pessoas e deixando quase 300 desaparecidas.

Epicentro do terremoto de magnitude 7 no Tibete
Epicentro do terremoto de magnitude 7 no Tibete – 22 de Outubro de 2026 • Reprodução/USGS

Nepal e China

O tremor acontece dois meses depois das enchentes repentinas que mataram dezenas de pessoas e deixaram outras 1.400 desaparecidas no Himalaia, entre o Tibete e o Nepal.

O epicentro do terremoto desta quinta-feira não é próximo de onde aconteceu a tragédia no Himalaia em agosto.

*Em atualização

La amenaza de una nueva ofensiva contra Irán, la nueva baza de la campaña de Netanyahu

22 October 2026 at 16:04

La posibilidad de una nueva ofensiva militar contra Irán se ha convertido en un elemento recurrente de la campaña electoral israelí, en la que el primer ministro, Benjamin Netanyahu, reivindica su alianza con Donald Trump y su política de seguridad, mientras la oposición le acusa de instrumentalizar la amenaza iraní a cinco días de los comicios.

Pese a las ya diarias amenazas del actual Gobierno de atacar el país persa, el analista Jonathan Rynhold, de la universidad israelí de Bar Ilan, considera que un ataque contra Irán antes de las elecciones del próximo martes es "muy improbable", aunque sostiene que mantener esa posibilidad en el debate público puede beneficiar al mandatario israelí. "Creo que es bueno para él centrar la temática de los titulares como una cuestión de seguridad, en lugar de permitir que el debate se centre en los ultraortodoxos, que es un terreno desfavorable para él", explica Rynhold a EFE.

La cuestión ultraortodoxa es uno de los principales desafíos internos para Netanyahu, cuya coalición depende del apoyo de los partidos religiosos judíos, que reclaman mantener las exenciones del servicio militar para los estudiantes de las yeshivás (escuelas talmúdicas). La disputa sobre su reclutamiento ha generado grandes tensiones políticas y sociales en Israel.

Una cuestión estratégica

Rynhold considera que Netanyahu tiene un margen muy limitado para ordenar una operación militar, tanto por la oposición que podría encontrar en el presidente estadounidense, que, según afirma el experto, no desea atacar el país persa antes de las primarias estadounidenses, como por la necesidad de contar con un respaldo claro de los responsables de seguridad israelíes.

"Sin embargo, la percepción de que el primer ministro quiso reanudar los ataques contra Irán y fue frenado por Trump puede favorecerle electoralmente", indica este analista. El comienzo de una nueva guerra empezó a cobrar protagonismo mediático el pasado 18 de octubre, cuando Netanyahu agradeció el respaldo de Trump a su reelección con un vídeo en inglés dirigido a los estadounidenses, en el que vinculó la desaparición de la "amenaza iraní" con una bajada de los precios de la gasolina.

Ayer, miércoles, Netanyahu afirmó haber dado instrucciones al Ejército, al Mosad y al resto de los servicios de seguridad de Israel para "derrocar el régimen de Irán", lo que no ha sido confirmado por estos efectivos. Además, el diario estadounidense Financial Times informó de que el primer ministro había preparado un plan para reanudar los ataques a gran escala contra Irán hace diez días, aunque finalmente no siguió adelante por la oposición de Trump.

La cuestión iraní también estuvo presente en la agenda de la visita que el secretario de Defensa de Estados Unidos, Pete Hegseth, realizó el lunes a Israel para reunirse con Netanyahu, en un encuentro no anunciado previamente en el que ambos abordaron la situación en Oriente Medio, según confirmó a EFE un portavoz de la oficina del primer ministro.

En este contexto, según reportaron los medios israelíes, decenas de aviones de combate y aeronaves de reabastecimiento israelíes sobrevolaron Siria e Irak en dirección a la frontera con Irán a principios de esta semana, lo que podría haber tenido como objetivo provocar un ataque iraní que justificase el relanzamiento de la ofensiva por parte de Israel.

Fuertes críticas desde la oposición

Una ofensiva sin el respaldo de Washington podría deteriorar gravemente la relación entre Netanyahu y Trump, uno de los principales activos políticos del primer ministro israelí, advierte Rynhold, aunque matiza que el escenario sería distinto si existiera una amenaza inminente que obligara a Israel a actuar. El impacto interno dependería también del respaldo de los responsables militares y de seguridad. Si estos considerasen necesario atacar en ese momento, opina Rynhold, la operación podría resultar aceptable para la población; de lo contrario, podría tener "un efecto muy negativo sobre la cohesión social en Israel", explica.

Las recurrentes advertencias del Gobierno han provocado fuertes críticas entre la oposición israelí. El ministro de Defensa, Israel Katz, aseguró este jueves que el Ejército está preparado para llevar a cabo "acciones preventivas y defensivas" contra Irán y sus aliados ante la posibilidad de un ataque del país persa durante la jornada electoral. El líder del partido Yashar! (¡Recto!), exjefe del Estado Mayor y favorito de las encuestas, Gadi Eisenkot, acusó a Katz de "preparar el terreno para el próximo desastre" y de desviar anticipadamente la responsabilidad hacia sus rivales políticos.

Por su parte, el líder opositor Yair Lapid calificó de "imprudente e histérico" el mensaje del ministro y acusó al Ejecutivo de convertir la seguridad nacional en un "circo" en su intento de evitar una derrota electoral. Katz rechazó las acusaciones y atribuyó a sus críticos un "interés político mezquino". Según Rynhold, es probable que las amenazas de un ataque continúen a lo largo de los próximos días, ya que Netanyahu tratará de obtener el máximo beneficio electoral de cualquier acontecimiento relacionado con la seguridad.

"La amenaza iraní permite al primer ministro situar ese asunto en el centro de la campaña, pero una operación militar sin suficiente respaldo podría acarrearle importantes costes políticos", insiste.

© AP

Israel Elections

Ex-candidata à Presidência do Equador Luisa González é presa

22 October 2026 at 16:01

A ex-candidata à Presidência do Equador Luisa González foi presa, informou nesta quinta-feira (22) a líder do partido de esquerda Revolução Cidadã, Gabriela Rivadeneira.

González, aliada do ex-presidente Rafael Correa, está sendo investigada por supostas irregularidades no financiamento político e nos gastos de campanha.

Ela já havia afirmado que seu partido apresentou os gastos da campanha presidencial de 2023 ao órgão eleitoral e que a promotoria não possui provas para fundamentar suas acusações.

González perdeu a eleição antecipada para o presidente Daniel Noboa.

“Prenderam Luisa González. Basta!”, compartilhou Correa no X.

Quem é Daniel Noboa

Em 2025, o presidente Daniel Noboa Azin, movimento Ação Democrática Nacional (ADN), foi reeleito após vencer no segundo turno um mandato que durará até o ano de 2029.

Noboa derrotou a candidata da oposição Luisa González, do partido Revolução Cidadã, que declarou em outra coletiva de imprensa que não reconheceria os resultados.

Noboa foi eleito presidente em 15 de outubro de 2023, após enfrentar González nas eleições antecipadas realizadas no Equador, depois que o então presidente Guillermo Lasso decretou a chamada “morte cruzada”, que renovou os Poderes Legislativo e Executivo.

Sem constar entre os favoritos e de maneira surpreendente, Noboa foi escolhido pelo voto popular no segundo turno para completar o mandato restante de Lasso, por um ano e meio, e aos 35 anos, tornou-se o presidente mais jovem a vencer a Presidência na história republicana do país.

A disputa eleitoral foi marcada pelo assassinato do candidato Fernando Villavicencio, um incidente sangrento que remodelou o cenário eleitoral.

El estadounidense Stephen James Hubbard regresa a EEUU tras pasar cuatro años preso en Rusia y ser liberado a petición de Trump

By: EFE
22 October 2026 at 16:00

El estadounidense Stephen James Hubbard, de 73 años, ha regresado este jueves a Estados Unidos tras pasar cuatro años detenido en Rusia, después de que el presidente Donald Trump solicitara directamente su liberación a su homólogo ruso, Vladímir Putin.

Hubbard, profesor de inglés y acusado por Moscú de combatir en las filas del Ejército ucraniano, se encuentra en una instalación militar en San Antonio (Texas), donde participará en un programa de readaptación, según ha informado a la CNN un funcionario estadounidense.

Trump compartió este miércoles en su red social Truth Social varias imágenes del estadounidense sonriendo junto a su familia en el interior de un avión, así como fotografías con el enviado especial de la Casa Blanca para Ucrania y Rusia, Steve Witkoff.

La liberación ha generado controversia en Washington después de que Witkoff calificara a Putin de "humanitario" por permitir la excarcelación. Trump defendió a su enviado y aseguró inicialmente que no había ofrecido "nada a cambio" al presidente ruso.

Sin embargo, el mandatario estadounidense sostuvo posteriormente que las negociaciones se habrían paralizado si Washington hubiera permitido la entrada en vigor de nuevas sanciones contra Rusia. El alivio de la presión económica sobre Moscú y el acuerdo para adquirir diésel ruso han suscitado críticas de Ucrania y de legisladores republicanos partidarios de endurecer las medidas contra el Kremlin.

Hubbard, natural de Míchigan, residía desde 2014 en la ciudad ucraniana de Izium, en la región de Járkov. Según las autoridades rusas, se incorporó a una unidad de defensa territorial en febrero de 2022, coincidiendo con el inicio de la invasión rusa, y fue capturado dos meses después.

En octubre de 2024, un tribunal de Moscú lo condenó a seis años y diez meses de prisión por actividad mercenaria. Aunque durante el juicio admitió su culpabilidad, posteriormente negó haber formado parte de ninguna unidad militar o de defensa territorial ucraniana.

Omonia: conheça o time que tenta surpreender o Benfica na Europa League

22 October 2026 at 16:00

O Omonia Nicosia tenta manter o bom início de campanha na Europa League diante de um dos adversários mais tradicionais do futebol europeu. A equipe cipriota recebe o Benfica nesta quinta-feira (22), às 16h (de Brasília), no Estádio GSP, em Nicósia, pela terceira rodada da fase de liga da competição.

Os dois times chegam ao confronto com seis pontos e 100% de aproveitamento. Enquanto o Benfica venceu o Milan por 2 a 0, fora de casa, e goleou o Celtic por 4 a 1, o Omonia superou o Celta de Vigo por 1 a 0 e derrotou o Celje por 3 a 0, na Eslovênia. Os resultados colocaram as equipes entre as primeiras colocadas da tabela.

O desempenho transforma o duelo em uma oportunidade para o clube cipriota mostrar que pode competir com adversários de maior tradição internacional. Uma nova vitória também manteria o Omonia na disputa por uma vaga direta nas oitavas de final, reservada aos oito primeiros colocados ao término da fase de liga.

Omonia venceu o Celta de Vigo e goleou o Celje

A campanha do Omonia começou com uma vitória sobre o Celta de Vigo, da Espanha, por 1 a 0, em 16 de setembro. Jogando em casa, a equipe cipriota conseguiu segurar o adversário e garantiu os três pontos com um gol marcado nos minutos finais.

Na segunda rodada, o time voltou a surpreender. Fora de casa, venceu o Celje por 3 a 0, em 15 de outubro, e confirmou o bom momento na competição. O resultado na Eslovênia ampliou o saldo de gols e fortaleceu a posição dos cipriotas na classificação.

O desafio agora é manter o rendimento diante de um Benfica que também começou a competição com resultados expressivos. Além da importância dos pontos, o confronto representa uma oportunidade para o Omonia medir seu nível diante de uma equipe acostumada a disputar torneios continentais.

Fabiano é um dos destaques do elenco do Omonia

Um dos nomes mais conhecidos do elenco é o goleiro brasileiro Fabiano Ribeiro de Freitas. Revelado pelo São Paulo, o jogador construiu carreira no futebol português, com passagens por Olhanense e Porto, além de uma experiência no Fenerbahçe, da Turquia.

Fabiano chegou ao Omonia em 2019 e se tornou uma referência da equipe. Com atuações importantes e participação em conquistas nacionais, o goleiro ajudou a consolidar o clube como uma presença frequente nas competições europeias.

Em 2025, o brasileiro naturalizado cipriota passou a defender a seleção do Chipre. A convocação representou um novo capítulo na carreira do jogador, que estreou pela equipe nacional aos 37 anos, depois de anos atuando no futebol do país.

Outro brasileiro que integra o elenco do Omonia é o meia Ewandro, que teve passagens por São Paulo e Athletico-PR. A presença de jogadores com experiência em diferentes mercados faz parte da composição de uma equipe que busca aproveitar o bom momento para avançar na Europa League.

Benfica também chega com campanha de destaque

Do outro lado, o Benfica iniciou a fase de liga com duas vitórias importantes. Na estreia, a equipe portuguesa venceu o Milan por 2 a 0, na Itália. Na rodada seguinte, diante de sua torcida, superou o Celtic por 4 a 1 e chegou aos seis pontos.

O desempenho ofensivo aumenta a dificuldade da missão do Omonia, que terá pela frente um adversário capaz de aproveitar espaços e transformar oportunidades em gols. Para os cipriotas, a organização defensiva e o aproveitamento das chances criadas podem ser determinantes.

O Benfica também tem um objetivo importante na visita a Nicósia: somar mais três pontos para se manter entre os primeiros colocados e encaminhar a classificação direta para as oitavas de final. Com as duas equipes em igualdade na pontuação, o resultado pode provocar mudanças na parte superior da tabela.

Omonia tenta quebrar retrospecto contra o Benfica

O confronto desta quinta-feira também marca o reencontro entre os clubes após mais de quatro décadas. Os dois times se enfrentaram na temporada 1981/82, pela antiga Copa dos Campeões Europeus, atual Champions League.

Na ocasião, o Benfica venceu os dois jogos. Primeiro, ganhou por 3 a 0 em Portugal, com gols de Nené, Zoran Filipovic e Carlos Manuel. Depois, triunfou por 1 a 0 em Nicósia, com gol de Chalana.

Carvajal é anunciado pelo Getafe e assina contrato até a temporada

Trump dice que llamó al CEO de Google para que cambiara el nombre del Atlántico a 'océano Trump'

22 October 2026 at 15:57

Donald Trump lo ha vuelto a hacer. Tras cambiarle el nombre al golfo de México y al lago Ontario, el presidente de Estados Unidos reveló este miércoles que llamó a Google para pedirle que le cambiara el nombre al océano Atlántico y lo rebautizara como 'océano Trump' u 'océano América' en la aplicación de Google Maps. El gigante tecnológico, que ya ha cumplido los deseos del mandatario republicano en ocasiones anteriores, le habría dicho que esta vez no podía hacer nada al respecto porque los océanos abarcan muchos países.

Durante un mitin de campaña en el T. Ed Garrison Arena de la Universidad de Clemson, en Pendleton, Carolina del Sur, Trump confirmó que había conversado con Sundar Pichai, director ejecutivo de Google, y relató cómo le había planteado la idea de rebautizar la masa de agua que tiene el país en su costa este. "Sundar, estoy pensando en el Océano Atlántico. ¿Puedes encargarte de ello?", le dijo al empresario.

"No, no, no. Esta vez no lo hago. Los océanos son diferentes, señor. Ya sabe, cubren un montón de países. Por favor, no nos pida hacer eso", le habría dicho el CEO de Google al presidente estadounidense, quien parece haber desistido de la idea. "Probablemente pasaré. Creo que vamos a mantener el océano Atlántico", comentó entre risas ante la multitud.

El mandatario también planteó hace meses cambiarle el nombre al estrecho de Ormuz, vía estratégica por donde pasaba —antes de la guerra entre EEUU e Irán— el 20% del petróleo del mundo. Tanto Teherán como Washington aseguran tener el control del paso marítimo, donde en las últimas semanas varios petroleros y otros buques de carga han sido blanco de ataques.

Empujones y forcejeos en el Parlamento albanés por diferencias sobre protesta estudiantil

22 October 2026 at 15:33
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Diputados del Gobierno y de la oposición de Albania se enzarzaron este jueves en un enfrentamiento con empujones y forcejeos durante el primer pleno parlamentario desde el inicio de las protestas estudiantiles hace diez días, después de que la mayoría socialista rechazara debatir sobre los disturbios.

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La huelga de transportistas vacía los supermercados de Italia

22 October 2026 at 14:45

Las estanterías vacías empiezan a convertirse en la estampa habitual de los supermercados del sur de Italia. La huelga de transportistas contra el encarecimiento del combustible, que cumple este jueves su séptimo día, está dejando a numerosos establecimientos sin productos básicos y amenaza con extender los problemas de abastecimiento al resto del país. Los bloqueos de carreteras y autopistas han interrumpido el reparto de mercancías y han llevado a algunos consumidores a acumular alimentos ante el temor de que la situación empeore.

El desabastecimiento golpea especialmente a Campania, Apulia, Calabria y Sicilia, donde los productos frescos empiezan a desaparecer de los supermercados. En Nápoles, Caserta y Salerno, los mostradores refrigerados están prácticamente vacíos y encontrar leche, huevos o carne se ha convertido en una tarea cada vez más complicada. La situación es especialmente crítica en Nápoles, que el diario italiano Corriere della Sera retrata como una ciudad "en tiempos de guerra". Allí apenas quedan frutas y verduras, la pasta empieza a escasear y productos tan habituales en la cocina italiana como los tomates pelados o el puré de tomate han desaparecido de las estanterías. Hasta el papel higiénico se ha agotado y quien no madruga para comprar el pan corre el riesgo de quedarse sin él, una escena que recuerda a los tiempos de la pandemia.

La escasez empieza a dejarse notar fuera de estas regiones. En Termoli (Molise), la estanterías están parcialmente vacías y ya faltan frutas, verduras y algunos productos envasados. Los pequeños comercios resisten algo mejor gracias al suministro directo de productores locales, pero ahora a los problemas de distribución se suma el miedo de los consumidores. Según cuenta Sky TG24, muchas familias están haciendo acopio de pasta y otros alimentos de larga duración ante la posibilidad de que la huelga se prolongue. Por ahora, las reservas de los almacenes permiten mantener abastecidas estas secciones en buena parte de los establecimientos, aunque las compras preventivas están añadiendo presión a una cadena de suministro que lleva casi una semana bloqueada.

Una huelga que amenaza a toda la cadena alimentaria

Detrás de esta situación está la protesta de los transportistas italianos, que comenzó el pasado viernes como respuesta a la fuerte subida del precio del gasóleo. El encarecimiento del combustible, agravado por las consecuencias del cierre del estrecho de Ormuz, ha disparado los costes del transporte por carretera y de las explotaciones agrícolas. El gasóleo agrícola ha pasado de 0,85 a 1,62 euros por litro, mientras que el diésel en las gasolineras italianas alcanza los 2,29 euros por litro, según recoge ABC.

Desde el inicio de las movilizaciones, numerosos camioneros han bloqueado autopistas, carreteras y centros logísticos, especialmente en el sur del país, para reclamar medidas que alivien los costes del sector. Las consecuencias ya se notan mucho antes de que los productos lleguen a los supermercados: las cosechas se quedan sin distribuir, las fábricas tienen dificultades para recibir materias primas y algunas empresas se han visto obligadas a detener su actividad.

Según recoge La Vanguardia, en Sicilia, los almacenes se llenan de calabacines y berenjenas que no consiguen llegar a los mercados. En Campania, el problema afecta a uno de sus productos más reconocidos, la mozzarella de búfala. La leche no llega a las queserías de Caserta y algunas han tenido que suspender su producción, ya que disponen de un máximo de 60 horas para transformarla. El impacto económico también empieza a ser considerable: solo el sector del kiwi amarillo, sin ser el producto más popular, calcula pérdidas de 30 millones de euros en cinco días, según datos de Legacoop Agroalimentare.

Ni siquiera la industria de la pasta, uno de los grandes símbolos gastronómicos de Italia, ha escapado a los bloqueos. Rummo ha tenido que paralizar sus instalaciones y La Molisana ha reducido su actividad, ante las dificultades para mantener el ritmo habitual de producción y distribución.

Pero la crisis va más allá de los alimentos. La falta de combustible ha provocado colas en numerosas estaciones de servicio y los problemas de suministro han llegado incluso a los aeropuertos. Los de Crotone y Reggio Calabria se han quedado sin combustible para los aviones, mientras que el de Nápoles ha impuesto restricciones al repostaje. También se ha interrumpido el reparto de paquetes y correspondencia de Poste Italiane desde y hacia varias regiones del sur.

El Gobierno italiano acepta pagar "ya" las ayudas

El Gobierno de Italia ha aprobado este jueves un decreto para liberar "inmediatamente" ayudas al sector transportes y agrícola con las que aliviar el encarecimiento del combustible, unas medidas con las que pretende zanjar la huelga. "En estas horas hemos firmado un acuerdo con las asociaciones del transporte (...) No se trata de promesas, sino recursos que ya están llegando al sector. El Ministerio de Transportes ya ha empezado a pagar", ha afirmado en un vídeo la primera ministra, Giorgia Meloni.

Su Consejo de Ministros se reunió este jueves por la mañana para sacar adelante un decreto-ley, al que se recurre en situaciones excepcionales, con "disposiciones urgentes y medidas de apoyo a los sectores del transporte de mercancías por carretera, la agricultura y la pesca".

Lo más importante es la liberación "inmediata" de 480 millones de euros con los que las empresas de estos sectores contaban para el periodo entre marzo y agosto en forma de créditos fiscales sobre sus gastos en gasóleo y que permanecían bloqueados desde hace meses. "Las empresas recibirán en los próximos días un adelanto de estos créditos fiscales, cuyo importe cubriremos después íntegramente", ha explicado Meloni. Además, ha anunciado que los controles para este tipo de ayudas, dirigidas a alrededor de 32.000 compañías italianas, se llevarán a cabo "posteriormente" porque, subrayó, "quienes trabajan no pueden permanecer detenidos a la espera de la burocracia".

Otra medida aprobada, a petición de las asociaciones del sector transportes, es que se permitirá aplazar el pago de las cuotas de los contratos de 'leasing' o arrendamiento de vehículos. A esto hay que sumar 60 millones de euros como incentivo para abaratar en 45 céntimos de euro el litro de carburante agrícola, según anunció en una rueda de prensa el ministro de Agricultura, Francesco Lollobrigida, encargado de ilustrar el decreto.

A su lado, el viceministro de Infraestructuras y Transportes, Edoardo Rixi, resumió que el paquete, sobre todo, permite liberar los 500 millones de euros prometidos en créditos fiscales y precisó que, si la respuesta "ha tardado", ha sido para dar tiempo a algunas empresas con problemas técnicos para rellenar las solicitudes. Rixi también explicó que se adoptará el denominado "método español" que, según dijo, permite al transportista indicar la diferencia del aumento del gasóleo en la factura para que sea "repartida" con el que encarga el producto.

El ministro Lollobrigida aprovechó su comparecencia para tachar de "injustificados" los cortes en las carreteras de estos días por la huelga de transportistas ya que, denunció, han empeorado la crisis que ya atraviesan muchas empresas y que ahora han perdido parte de su producción perecedera. "Mi llamamiento es que en estas horas se permita a la mercancía del sur de Italia a llegar a la distribución para que nuestros ciudadanos puedan seguir comprándolos y a un modo accesible", pidió.

Sin embargo, las ayudas anunciadas hasta ahora no han conseguido poner fin a las movilizaciones. Aunque algunas organizaciones de transportistas de Sicilia han levantado los bloqueos, las protestas continúan en distintas regiones del sur del país, donde los camioneros siguen reclamando medidas que compensen el aumento de sus costes.

La tensión también se ha hecho notar en las carreteras. Según ha recogido este miércoles la prensa italiana, en Caserta algunos manifestantes han llegado a cortar los neumáticos de camiones para obligar a sus conductores a sumarse a la huelga, mientras que en varias autopistas se han colocado ruedas en mitad de la calzada para impedir el paso de vehículos pesados. Ante esta situación, las autoridades han denunciado a 71 personas e identificado a más de 1.300, además de desplegar escoltas para garantizar la circulación de camiones que transportan productos esenciales. El Gobierno investiga también la posible infiltración de grupos vinculados a la criminalidad organizada en algunos de los bloqueos.

Mientras tanto, los alcaldes de Nápoles y Bari han advertido de que la prolongación de la huelga podría agravar el desabastecimiento y afectar a otros servicios esenciales, como la recogida de basuras. Ambos han pedido al Ejecutivo que acelere las negociaciones para evitar que las ciudades queden paralizadas, mientras crece la preocupación por cuánto tiempo podrán resistir los supermercados si no se restablece el transporte de mercancías.

Los motivos por los que EEUU te puede denegar el visado: desde mentir hasta tener antecedentes

22 October 2026 at 14:45

Viajar a Estados Unidos, ya sea por turismo o por negocios, no solo requiere tener el pasaporte en regla y comprar un billete de avión. Las autoridades estadounidenses pueden denegar un visado si consideran que el solicitante no cumple los requisitos de entrada, no ha aportado información suficiente o existen circunstancias que lo hacen inadmisible en el país.

Es el caso de la candidata de Frente Amplio, Ada Colau, que iba a acudir a un encuentro municipalista en Puerto Rico, pero su solicitud de entrada ha sido rechazada. Según Estados Unidos, la razón ha sido una "sospecha" sobre una posible migración ilegal de Colau en el país, pero fuentes de los Comuns apuntan a que el veto se debe a "motivos ideológicos".

La decisión de aprobar o no una visa corresponde a los funcionarios consulares, que estudian cada caso de forma individual. La normativa estadounidense contempla varios motivos de denegación, por lo que es muy importante conocer las causas que pueden hacer que nuestra solicitud sea rechazada antes de iniciar los trámites.

Eso sí, conviene conocer la diferencia entre visado y ESTA. Los ciudadanos españoles pueden viajar al país americano sin solicitar una visa, tan solo con el ESTA (Sistema Electrónico para la Autorización de Viajes). Podrán pedir este permiso si cumplen todos los requisitos y si el viaje es de negocios o placer y tiene una duración de 90 días o menos. En el caso de Colau, su ESTA fue rechazado, y después se le denegó definitivamente la entrada a Estados Unidos tras una entrevista personal en la embajada.

Intención de inmigrar

Uno de los motivos más frecuentes para rechazar el visado de no inmigrante es que el solicitante no consiga demostrar que su estancia será temporal. Para evitar esto, los solicitantes deben demostrar que tienen vínculos sólidos en el extranjero que indican que no tienen intención de inmigrar y que regresarán después del viaje, como conexiones profesionales, laborales, académicas, familiares o sociales en su país de residencia.

Mentir o presentar una solicitud incompleta

Facilitar datos falsos o mentir deliberadamente y falsear un hecho importante para conseguir el visado supone su denegación. Por ejemplo, ocultar determinados antecedentes o aportar información engañosa acerca del motivo del viaje cuando afecta a la elegibilidad del solicitante. De igual modo, no completar la solicitud de visa en su totalidad o no proporcionar toda la documentación requerida puede impedir que se conceda el visado.

Antecedentes penales

Tener antecedentes penales también puede provocar la denegación de un visado, aunque depende del delito, las circunstancias y la legislación aplicable. Tal y como recoge la Ley de Inmigración y Nacionalidad, algunas causas de inadmisibilidad son los delitos que "impliquen vileza moral", haber infringido "leyes relacionadas con sustancias controladas" o haber sido condenados por "dos o más delitos y las penas de prisión totales suman cinco años o más".

Drogas, prostitución, trata de personas, blanqueo...

El visado puede ser rechazado si "existen razones para creer que los solicitantes han estado involucrados en el tráfico de drogas" o incluso si han recibido "deliberadamente beneficios de actividades de tráfico de drogas de su cónyuge o padres". También si tienen la intención de "participar en actos relacionados con la prostitución en Estados Unidos, o lo han hecho en cualquier lugar durante los últimos 10 años".

Otros motivos que contempla la Ley de Inmigración y Nacionalidad son si el oficial consular tiene razones para creer que los solicitantes "han estado involucrados en la trata de personas para prostitución o han obtenido beneficios de la prostitución en los últimos 10 años", "tienen la intención de participar en actividades ilícitas de carácter comercial en Estados Unidos", "han participado en actividades de blanqueo de dinero" o si "han ayudado deliberadamente a alguien a entrar ilegalmente en Estados Unidos".

Incumplir las condiciones de una estancia anterior

  • Haber sido expulsado de Estados Unidos durante los últimos cinco años.
  • Haber sido expulsado o haber salido mientras estaban bajo una orden de expulsión durante los últimos diez años.
  • Haber estado en Estados Unidos de manera ilegal durante 180 días o más en los últimos tres años.
  • Haber estado de manera ilegal durante más de un año en los últimos diez años.
  • Haber sido expulsado o haber permanecido ilegalmente en el país durante más de un año y después entrar o intentarlo de manera ilegal.

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