Para o historiador Bruno Cardoso Reis, não há condições reais para se chegar a um acordo de paz. O historiador alerta que Vladimir Putin está apenas a tentar enganar Donald Trump nestas conversações.
Nuno Gouveia afirma que os americanos votam pelo bolso: a subida nos custos da energia, provocada pela guerra com o Irão, atinge o custo de vida e leva o eleitorado a castigar Trump nas intercalares.
Jorge Rodrigues alerta que a Ucrânia enfrenta uma pressão sufocante devido ao alinhamento entre Trump e Putin. Avisa que Moscovo dificilmente aceitará a NATO como garantia de segurança para Kiev.
O Coronel José do Carmo avisa que a Ucrânia vai ficar em desvantagem nas negociações de paz, já que a pressão dos Estados Unidos favorece a Rússia e obriga Kiev a ceder nas conversas.
Ana Cavalieri considera que os EUA tentam forçar Kiev a ceder o Donbas por ser impossível travar a Rússia. Defende que a Europa não tem capacidade militar para substituir os EUA no apoio à Ucrânia.
Retoma é gradual e Israel avisa: comerciantes que pagaram ao Hamas perdem autorização de operar. PAM alerta que 500 mil palestinianos ficarão sem ajuda por mês.
O Programa Alimentar Mundial (PAM) anunciou esta segunda-feira que vai precisar de reduzir as suas operações humanitárias na Faixa de Gaza por falta de recursos, deixando mensalmente 500 mil palestinianos sem ajuda
Bruno Cardoso Reis afirma que Macron acabou por se tornar o para-raios do descontentamento social. Considera ainda que a proposta de Putin para uma cimeira a três "não faz nenhum sentido".
Miguel Baumgartner, especialista em relações internacionais, admite que pressão atual dos EUA sobre Zelensky procura impor um cessar-fogo com a Rússia, deixando a Ucrânia numa posição de desvantagem.
Madalena Meyer Resende, especialista em relações internacionais, avisa que a Europa não tem capacidade militar para substituir os Estados Unidos no apoio antiaéreo e de inteligência à Ucrânia.
Bernardo Valente afirma que é urgente obter autonomia estratégica na defesa perante a volatilidade dos EUA. Considera ainda que, Trump vê a Rússia como "potência média" e transacional.
Bruno Cardoso Reis considera que postura de Zelensky prioriza defesa do país à diplomacia. Relativamente à aproximação EUA-Moscovo: alerta para "clara simpatia" de Trump por líderes autoritários.
A UNICEF denunciou que 800 mil crianças continuam deslocadas e que 60 mil perderam um ou ambos os pais no contexto de guerra. A organização pede que entre em Gaza toda a ajuda de forma contínua.
Publicada na capa do Público em outubro de 2025, a obra sobre a guerra em Gaza valeu ao artista o Grande Prémio, o 1.º lugar editorial e 3.º em caricatura.
João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Azeredo Lopes admite que o possível uso de armas pesadas no Irão é sinal de que os EUA não alcançaram os objetivos militares. Ainda assim, impacto destrutivo, mas não definitivo, deste armamento.
Bruno Cardoso Reis nota que a trégua energética na Ucrânia não passava de uma ilusão de Trump. Alerta também para a hesitação dos aliados em defender a Arábia Saudita dos Houthis.
EUA estão a preparar cenários para uma nova ofensiva contra o Irão, incluindo ataques a instalações nucleares e infraestruturas energéticas com a bomba MOAB, a "Mãe De Todas as Bombas".
Orlando Samões alerta que atitudes impulsivas de Trump prejudicam alianças e enfraquecem liderança dos EUA. O especialista destaca apoio de Londres à Ucrânia, que contrabalança a oscilação americana.
Desde o acordo de cessar-fogo, Israel matou 1.501 palestinianos e feriu 5.323, diz o Ministério de Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. No total, desde outubro de 2023, já morreram 74.392 pessoas.
Jorge Rodrigues diz que entendimento entre EUA e Rússia sobre combustíveis mudou postura americana em relação à Ucrânia. Destaca ainda o impacto do corte do sistema Starlink no campo de batalha.