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Veja o que separa o início chocante de Hamilton com a ascensão de Antonelli

22 October 2026 at 13:40

Para entender exatamente qual a diferença entre a estreia de Lewis Hamilton em 2007 e a temporada vitoriosa de Antonelli, basta olhar para o tempo de maturação de cada piloto na Fórmula 1.

O britânico chocou o esporte ao lutar pelo título mundial imediatamente em seu primeiro ano na McLaren, somando vitórias e perdendo o troféu por apenas um ponto.

Já o jovem italiano estreou pela Mercedes em 2025 focado em se adaptar ao carro, terminando o campeonato na sétima posição, para então engatar uma sequência avassaladora e assumir a liderança absoluta do grid na temporada de 2026.

O impacto imediato de Hamilton na McLaren

Quando Lewis Hamilton alinhou seu carro no grid do Grande Prêmio da Austrália de 2007, poucos previam o que estava por vir. O jovem piloto não apenas acompanhou o ritmo de seu companheiro de equipe, o então bicampeão Fernando Alonso, como quebrou o recorde de pódios consecutivos para um estreante, subindo aos degraus dos vencedores nas nove primeiras corridas de sua carreira profissional.

A temporada inaugural do britânico foi construída com base em uma agressividade controlada que surpreendeu os veteranos da categoria.

Hamilton conquistou quatro vitórias impressionantes em pistas exigentes como Canadá, Estados Unidos, Hungria e Japão. Ele também garantiu seis pole positions ao longo do ano, mostrando uma velocidade de volta lançada que rivalizava com os maiores nomes do esporte na época.

O desfecho daquele campeonato entrou para a história como um dos mais apertados do automobilismo moderno. Hamilton somou 109 pontos sob o antigo sistema de pontuação da Federação Internacional de Automobilismo, empatando com Alonso e ficando a apenas um ponto da taça, que acabou nas mãos de Kimi Räikkönen da Ferrari.

A curva de aprendizado de Antonelli na Mercedes

O cenário encontrado por Andrea Kimi Antonelli foi fundamentalmente diferente. Promovido ao assento da Mercedes aos 18 anos, ele carregava o peso de substituir o próprio Lewis Hamilton na equipe alemã a partir de 2025.

Sua temporada de estreia foi marcada por corridas de recuperação e muito aprendizado tático. Ele conquistou um excelente quarto lugar na Austrália, mas fechou o ano de forma discreta na sétima colocação geral, acumulando 150 pontos sob o sistema moderno da categoria.

Foi no ano seguinte que o talento cru do italiano se transformou em resultados consistentes e dominantes. O ano de 2026 marcou a virada de chave definitiva para Antonelli, que conquistou sua primeira vitória no GP da China e não olhou mais para trás.

Com uma leitura de corrida aprimorada e um ritmo de classificação muito superior, ele passou a ditar o ritmo do campeonato mundial.

Antonelli já soma oito vitórias na carreira e lidera a tabela de classificação de pilotos com uma vantagem massiva sobre seu companheiro de equipe. Ele vem provando que a aposta da diretoria da equipe em acelerar sua promoção para a categoria principal foi totalmente justificada.

Raio X do desempenho das duas promessas

Para colocar a evolução de ambos os pilotos em perspectiva, é necessário observar os números exatos de suas campanhas de revelação. Abaixo, listamos os principais marcos estatísticos de cada atleta:

  • Pontuação no ano de estreia: Hamilton somou 109 pontos em 2007, garantindo o vice-campeonato mundial. Antonelli fechou sua primeira temporada em 2025 com 150 pontos (em um sistema que premia mais posições), ficando em sétimo lugar.
  • Vitórias como novato: O britânico venceu quatro grandes prêmios logo em seu primeiro ano. O italiano não venceu em 2025, guardando seu primeiro triunfo oficial na categoria para a etapa de Xangai em 2026.
  • Desempenho no segundo ano: Hamilton sagrou-se campeão mundial na sua segunda temporada (2008). Antonelli caminha a passos largos para repetir o feito, liderando o campeonato de 2026 com ampla margem e acumulando oito vitórias até o momento.

O cenário atual dentro das garagens da equipe alemã

A ascensão de Antonelli representa um alívio estratégico para Toto Wolff e toda a cúpula da Mercedes. A saída de um heptacampeão mundial para a Ferrari deixou um vácuo de liderança que muitos acreditavam que demoraria anos para ser preenchido. No entanto, a maturidade demonstrada pelo jovem piloto italiano acelerou o processo de reestruturação da equipe.

Hoje, o carro número 12 é a principal força do grid. A capacidade de Antonelli de entregar tempos de volta consistentes, aliada ao trabalho de acerto de carro desenvolvido em conjunto com George Russell, colocou a Mercedes de volta ao topo da disputa pelo campeonato de construtores. O legado de excelência construído ao longo da última década encontrou um herdeiro à altura.

O impacto dessa transição bem-sucedida garante a estabilidade técnica da equipe para as próximas temporadas. Ter um piloto capaz de vencer corridas com tamanha autoridade em seu segundo ano tira a pressão dos engenheiros e permite um foco total no desenvolvimento aerodinâmico do carro para os próximos regulamentos.

Dúvidas frequentes sobre os pilotos

  • Quem teve o melhor resultado final em seu ano de estreia na Fórmula 1?

Lewis Hamilton teve um resultado superior em seu primeiro ano. Ele terminou a temporada de 2007 como vice-campeão mundial, enquanto Kimi Antonelli encerrou seu ano de estreia em 2025 na sétima colocação do campeonato.

  • Qual foi a idade de cada piloto ao estrear na categoria máxima?

Hamilton fez sua primeira corrida oficial aos 22 anos de idade pela equipe McLaren. Antonelli estreou muito mais cedo, assumindo o volante da Mercedes no Grande Prêmio da Austrália de 2025 com apenas 18 anos.

  • Por que a temporada de 2026 de Antonelli é comparada ao início de carreira do britânico?

A comparação ocorre porque ambos demonstraram um nível de pilotagem de elite logo no início de suas trajetórias. Enquanto o britânico quase foi campeão no primeiro ano, o italiano assumiu o protagonismo absoluto do campeonato mundial logo em sua segunda temporada.

O paralelo entre essas duas trajetórias reforça como o talento excepcional sempre encontra seu caminho para o topo do pódio.

Seja lutando pelo título no primeiro dia de trabalho ou construindo uma liderança implacável no segundo ano, ambos os pilotos escreveram seus nomes na história recente do esporte a motor com performances inesquecíveis.

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Vale Rossi celebra Antonelli: “Ha tutto sotto controllo. Lo conosco da quando era piccolo, giravamo insieme col kart”

21 October 2026 at 16:52

L’Italia del motorsport, ma non solo, è pronta ad esplodere di gioia per Kimi Antonelli. Dopo 73 anni di attesa, un pilota italiano è pronto a diventare campione del mondo di Formula 1. Potrà succedere già questa domenica ad Austin, più verosimilmente tra una decina di giorni nel Gp del Messico. In ogni caso, è partito il conto alla rovescia. Un’attesa ben descritta da Valentino Rossi: “Per i tifosi italiani di motori è un sogno, perché non abbiamo mai avuto in Formula 1 un pilota italiano così forte”, ha dichiarato ai microfoni di Sky.

C’è un filo rosso che collega Rossi e Antonelli. La leggenda delle moto, capace di incollare alla tv milioni di italiani per seguire la MotoGp, e il ragazzo prodigio che porta l’Italia sul trono della F1, al posto della Ferrari. L’origine è comune, in quella terra dei motori che va proprio da Bologna a Pesaro. Infatti, Valentino Rossi racconta di aver conosciuto Antonelli quando era ancora bambino: “Lo conosco da quando era piccolo piccolo, giravamo insieme con il kart, e quindi vederlo che può vincere è una grande soddisfazione“, ha raccontato a Vera Spadini.

Rossi celebra colui che in qualche modo ne sta raccogliendo l’eredità, almeno nell’immaginario collettivo. E spiega: “Penso che, per come è andata quest’anno, abbia la situazione sotto controllo“. Domenica, nella serata italiana, arriverà il primo match point per il titolo: “Lo sentirò, lo sentirò. Sì, però non penso che abbia bisogno dei miei consigli“, scherza Rossi. Che incita anche Marco Bezzecchi, nonostante per il pilota Aprilia ora il sogno mondiale sia più lontano, visti i 46 punti di distacco dalla vetta della classifica: “È difficile, però, perché no? Ci sono tante gare. Secondo me Bez quest’anno ha dimostrato di essere il più veloce. 46 punti sono tanti, anche perché i piloti davanti sono due, quindi è difficile, però bisogna provare a vincere”.

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Antonelli busca título da Fórmula 1 em Austin, mas depende de combinação

21 October 2026 at 14:19

Kimi Antonelli está perto de se tornar o campeão mais jovem da história da Fórmula 1 e o primeiro italiano a conquistar o título em 73 anos. Aos 20 anos, o piloto da Mercedes terá, porém, de vencer e contar com uma combinação de resultados para confirmar a conquista já neste domingo (25), no Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin.

Quando Sebastian Vettel se tornou o campeão mais jovem da categoria, aos 23 anos, pela Red Bull, em 2010, Antonelli tinha apenas quatro anos. Agora, o piloto de Bolonha chega à etapa americana com uma vantagem expressiva de 102 pontos sobre o companheiro de equipe George Russell.

Após a bandeirada no Circuito das Américas, restarão no máximo 125 pontos em disputa na temporada. Em seu segundo ano na elite do automobilismo, Antonelli conquistará o campeonato se ampliar a vantagem sobre Russell em pelo menos 23 pontos neste fim de semana.

Para atingir essa margem, o italiano precisa vencer a corrida. Além disso, Russell não pode terminar acima da nona posição, enquanto Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Ferrari, precisa cruzar a linha de chegada em quinto lugar ou abaixo.

Caso essa combinação não aconteça, a disputa pelo título continuará, pelo menos, até o Grande Prêmio do México, no fim de semana seguinte.

“Sei que está muito perto, sei que está ao alcance, mas preciso garantir que continuo fazendo o melhor que posso. A mentalidade é sempre a mesma: ir para a pista, vencer e ter o melhor desempenho possível”, afirmou Antonelli após terminar em terceiro lugar no Grande Prêmio de Singapura, a etapa anterior à prova de Austin.

O resultado em Singapura representou o 14º pódio do piloto na temporada.

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Fórmula 1: Mercedes vê poucas chances de título em Austin

Bradley Lord, vice-chefe da Mercedes, reconheceu a pressão em torno da possibilidade de Antonelli conquistar o campeonato já nos Estados Unidos. Em um podcast da equipe, ele comentou a expectativa da imprensa e a comparação com o chamado match point, expressão do tênis usada para definir uma oportunidade decisiva de vitória.

“Estamos naquela fase muito desconfortável da temporada em que precisamos enfrentar a imprensa na quinta-feira, com todo mundo dizendo: ‘Ah, você pode conseguir… tem o primeiro match point'”, declarou Lord.

“As pessoas adoram essa comparação com os match points do tênis, não é? Mas acho que existe algo como uma chance em 25 de isso ser minimamente possível em Austin”, acrescentou o dirigente, que destacou a prioridade da Mercedes: encontrar o melhor acerto para o carro e somar o máximo de pontos possível.

Russell também terá esse objetivo. O britânico sofreu um acidente na corrida sprint de Singapura e, depois, precisou largar a prova principal do fundo do grid por causa de uma penalidade relacionada ao motor.

Verstappen ganha força na disputa e ameaça a Mercedes

Antonelli venceu oito das 17 etapas disputadas até agora, mas o momento recente favorece Max Verstappen. O tetracampeão da Red Bull venceu as duas últimas corridas, na Malásia e em Singapura, e também triunfou em Austin no ano passado, depois de conquistar a pole position.

Russell reconheceu a força do adversário nas últimas etapas. “Quando você olha para as corridas recentes, a Red Bull tem sido claramente a melhor. Em Baku, Max estava em um nível parecido com o meu. Fomos para a Malásia, uma pista totalmente diferente, e depois para Singapura, outra pista diferente, e ele dominou os dois últimos fins de semana”, afirmou.

Verstappen está 119 pontos atrás de Antonelli e já declarou que pretende apenas se divertir nas etapas restantes, agora que não sente mais a pressão pela disputa do campeonato.

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Mercedes e McLaren preparam atualizações para o GP dos Estados Unidos

Os dois pilotos da Mercedes terão à disposição o pacote mais recente de atualizações do carro no primeiro de três fins de semana consecutivos de corrida. Depois de Austin, a Fórmula 1 seguirá para o México e, na sequência, para o Brasil.

O atual campeão mundial, Lando Norris, da McLaren, terminou em segundo lugar em Austin no ano passado, enquanto Charles Leclerc, da Ferrari, foi o terceiro colocado. Os dois podem voltar a brigar pelas primeiras posições neste fim de semana.

Hamilton também chega com um histórico de destaque nos Estados Unidos.

Rob Marshall, diretor-técnico da McLaren, afirmou que a equipe espera apresentar evolução após resultados recentes abaixo das expectativas. “As últimas corridas não foram muito boas para nós, mas acho que estamos voltando a melhorar, e Austin provavelmente é um circuito mais favorável ao nosso carro”, declarou. A equipe também levará algumas atualizações.

MotoGP terá participação especial no fim de semana da Fórmula 1

O Grande Prêmio dos Estados Unidos também terá uma iniciativa inédita de aproximação entre a Fórmula 1 e a MotoGP. Quatro pilotos da categoria de motovelocidade participarão de uma volta de demonstração no circuito no sábado (24).

As duas competições têm um proprietário em comum: a Liberty Media, empresa americana responsável pelo controle da Fórmula 1 e também ligada à MotoGP.

Toto Wolff compara Kimi Antonelli a Ayrton Senna: “É fascinante”

 

Com Antonelli, Itália busca encerrar frustração que já dura 73 anos na F1

21 October 2026 at 14:13

A Itália não tem um campeão mundial de Fórmula 1 há exatamente 73 anos. A última vez que um piloto italiano ergueu o troféu máximo do automobilismo foi em 1953, quando Alberto Ascari conquistou o bicampeonato correndo pela Ferrari.

Desde então, a nação que sedia a mítica equipe de Maranello e o circuito de Monza vive um longo período de frustrações na categoria.

Para o torcedor que se pergunta há quantos anos a Itália não tem um piloto campeão do mundo na Fórmula 1 desde Alberto Ascari, a matemática da temporada de 2026 confirma mais de sete décadas de espera ininterrupta.

O dono da marca e o último título italiano

O nome de Alberto Ascari é sagrado na história do automobilismo mundial. O piloto milanês dominou a Fórmula 1 em seus primórdios, vencendo o campeonato mundial de forma consecutiva nas temporadas de 1952 e 1953 a bordo da Ferrari 500. Sua precisão ao volante o transformou no primeiro bicampeão da história do esporte.

O título de 1953 foi selado com um desempenho avassalador, garantindo a taça com folga sobre seus adversários.

O fato mais impressionante é que, após o trágico acidente que tirou a vida de Ascari em Monza, no ano de 1955, nenhum outro italiano conseguiu repetir o feito de levantar o troféu.

Kimi Raikkonen celebrando a vitória em Interlagos, em 2007
O finlandês Kimi Raikkonen foi campeão pela Ferrari • Darren Heath/Getty Images

A escuderia italiana Ferrari continuou colecionando campeonatos de construtores e de pilotos ao longo das décadas seguintes, mas sempre com estrangeiros ao volante, como Niki Lauda, Michael Schumacher e Kimi Räikkönen.

O jejum italiano, portanto, contrasta diretamente com o sucesso absoluto da Ferrari como equipe.

O ranking dos italianos de maior sucesso

Embora o título mundial não venha desde a década de 1950, o automobilismo italiano revelou grandes vencedores de corridas que chegaram perto de quebrar o tabu. Abaixo, estão os pilotos italianos com maior número de vitórias na Fórmula 1:

  1. Alberto Ascari (13 vitórias): O último campeão mundial do país lidera a estatística histórica, tendo vencido 13 corridas em sua breve e intensa carreira na categoria, consolidando o recorde italiano inalcançado até hoje.
  2. Riccardo Patrese (6 vitórias): Com uma das carreiras mais longas da F1, Patrese competiu entre 1977 e 1993. Ele foi o vice-campeão mundial em 1992, correndo pela equipe Williams, na mesma temporada em que Nigel Mansell ficou com o título.
  3. Michele Alboreto (5 vitórias): Outro nome que esteve perto de encerrar o jejum. Alboreto venceu cinco grandes prêmios e foi o vice-campeão da temporada de 1985, correndo com a icônica Ferrari vermelha, mas acabou superado pelo francês Alain Prost.
  4. Giancarlo Fisichella (3 vitórias): Destaque nos anos 2000, Fisichella venceu três corridas e foi peça fundamental para os títulos de construtores da Renault em 2005 e 2006, ao lado de Fernando Alonso.

Elio de Angelis (2 vitórias): O habilidoso piloto romano completa o top 5 com duas vitórias marcantes pela equipe Lotus na década de 1980, antes de falecer precocemente em um acidente durante uma sessão de testes.

A nova geração e a chance de quebrar o tabu

O ano de 2026 trouxe uma mudança drástica nesse cenário com a consolidação de Andrea Kimi Antonelli na equipe Mercedes. Após pular etapas nas categorias de base e assumir a vaga deixada por Lewis Hamilton, o jovem nascido em Bolonha reacendeu a esperança de todo um país apaixonado por velocidade.

O automobilismo italiano não via um piloto local com equipamento capaz de disputar vitórias regularmente desde o início do século.

Com Antonelli entregando resultados expressivos na pista e assumindo o protagonismo no campeonato, a pressão por um título volta a ser o assunto principal nas arquibancadas de Monza e Imola.

O jejum de 73 anos desde a glória de Alberto Ascari representa a maior seca de uma potência tradicional na história do esporte a motor. Encerrar essa contagem não seria apenas uma conquista esportiva para a nova geração, mas a cura de uma ferida histórica para a nação que ajudou a fundar as bases da Fórmula 1.

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F1, orari Gp Usa ad Austin: la prima chance per Antonelli | Dove vedere qualifiche e gara in tv (Sky, Now e TV8)

20 October 2026 at 17:09

La Formula 1 riparte dagli Stati Uniti e soprattutto dal primo vero match-point mondiale per Andrea Kimi Antonelli. Dopo la tripletta asiatica tra Baku, Malesia e Singapore e un fine settimana di pausa, il Circus sbarca ad Austin, in Texas, per il Gp degli Stati Uniti. A differenza della passata stagione, al Circuit of the Americas non ci sarà il format Sprint. Il weekend tornerà quindi alla struttura tradizionale, con tre sessioni di prove libere, qualifiche e gara.

Tutti gli occhi saranno inevitabilmente puntati su Antonelli, sempre più vicino al primo titolo iridato della carriera. Il pilota della Mercedes arriva ad Austin con 102 punti di vantaggio su George Russell e 111 su Lewis Hamilton. Un margine che gli concede già la prima possibilità matematica di chiudere il Mondiale con cinque Gran Premi ancora da disputare dopo quello americano. Per riuscirci servirà però una combinazione complessa: Antonelli dovrà vincere e sperare contemporaneamente in risultati sfavorevoli dei suoi inseguitori.

La lotta per la vittoria al COTA promette comunque di essere aperta. Il principale avversario indicato dai risultati più recenti è Max Verstappen, reduce da due successi consecutivi. L’olandese ha vinto anche l’ultima edizione del Gp degli Stati Uniti e punta quindi al terzo successo di fila. La sua rimonta ha riaperto anche la battaglia per il secondo posto nel Mondiale, con Hamilton e Russell ormai a pochi punti.

Da seguire anche la Ferrari, che si presenta ad Austin con importanti aggiornamenti sulla SF-26. Il circuito texano è particolarmente apprezzato sia da Charles Leclerc sia da Hamilton e a Maranello confidano nelle novità tecniche per tornare a lottare stabilmente per le prime posizioni.

Il Circuit of the Americas ospita il Gran Premio degli Stati Uniti dal 2012. La pista misura 5,513 chilometri e presenta 20 curve, 11 a sinistra e nove a destra. La gara si disputa sulla distanza di 56 giri, per un totale di 308,405 chilometri. Il programma comincerà venerdì 23 ottobre con le prime due sessioni di prove libere. Sabato 24 ottobre spazio alle Libere 3 e alle qualifiche, in programma alle 23 ora italiana. La gara scatterà invece domenica 25 ottobre alle 21.

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La causa di Minardi contro Kimi Antonelli, il legale dell’ex manager: “Il Tribunale ha chiesto a Mercedes e al pilota una copiosa mole di documenti”. In ballo una richiesta milionaria

15 October 2026 at 15:34

Prosegue di fronte al Tribunale di Bologna la causa avanzata da Giovanni Minardi, figlio di Giancarlo, contro Andrea Kimi Antonelli. Mentre il 20enne pilota italiano è ormai lanciato verso uno storico titolo Mondiale di Formula 1, il suo ex manager continua a chiedere una cifra milionaria, ovvero una percentuale tra il 10% e il 20% dei guadagni percepiti e ancora da percepire da parte del pilota fino al 2028. Minardi infatti contesta il recesso unilaterale da parte di Antonelli dell’accordo con la Minardi Management, dopo che il giovane bolognese ha firmato con la Mercedes nel 2019: un contratto che appunto doveva durare fino al 2028. Un accordo tra le parti che eviti il contenzioso in tribunale pare ancora lontano, come ha confermato l’avvocato Mattia Grassani, che difende gli interessi di Minardi.

Nell’ultima udienza il Tribunale di Bologna “in accoglimento della nostra istanza, ha ordinato a Mercedes e a Kimi Antonelli” entro il 6 novembre “la produzione di una copiosa mole di documentazione. In particolare, si tratta di tutti i contratti stipulati dall’inizio del rapporto ai giorni nostri tra il team e il pilota e dell’esibizione della documentazione contabile integrale attestante tutti i pagamenti erogati a qualsiasi titolo da Mercedes a Antonelli”, ha detto il legale a LaPresse. Questi documenti, secondo l’avvocato Grassani, serviranno a Minardi di ” conoscere nel dettaglio quasi siano stati gli accordi raggiunti tra il team e il pilota”. Si parla, in sostanza, dei compensi percepiti da Antonelli in questi anni: una volta noti, Minardi e il suo legale potranno avanzare una precisa richiesta economica. Si tratta in ogni caso di una somma milionaria, appunto, considerato che solo nel 2025 Antonelli ha guadagnato oltre 10 milioni di euro tra ingaggio e bonus.

Minardi continua a sostenere che il contratto “è stato illegittimamente receduto, quindi interrotto anticipatamente da Antonelli”, sottolinea ancora il legale. D’altro canto, invece, c’è la versione del pilota e della sua famiglia. Antonelli, che all’epoca dei fatti era già inserito nel programma giovani della Mercedes e seguito dal team anche sotto il profilo della gestione professionale, è convinto di aver operato nel pieno rispetto delle regole. Le posizioni, insomma, sono molto distanti. E lo conferma lo stesso avvocato Grassani, parlando all’Adnkronos: “Premetto e ribadisco che la soluzione migliore a mio avviso era e rimane quella dell’accordo tra le parti. Non giova a nessuno coltivare un contenzioso che coinvolge anche soggetti terzi, mi riferisco a Mercedes, e sta comportando ordini di esibizione e pubblicità negativa che non aiuta a distendere i rapporti e individuare una soluzione di comune condivisione. Detto ciò, bisogna prendere atto del fatto che una transazione, per essere perfezionata, necessita del consenso di entrambi i protagonisti di questa vicenda, e se non c’è un’intesa, se manca unità d’intenti, la causa intentata dal mio cliente verrà coltivata e proseguita“.

La vicenda sarà ora approfondita nelle prossime udienze, durante le quali potrebbero essere chiamati a testimoniare anche Toto Wolff, attuale team principal e amministratore delegato della scuderia tedesca, e Gwen Lagrue, responsabile del vivaio Mercedes e figura chiave nella crescita del pilota italiano. Intanto per Kimi Antonelli la priorità oggi resta il titolo mondiale, che potrebbe conquistare già domenica 25 ottobre ad Austin. Il countdown è iniziato, per rivedere un italiano trionfare in Formula 1 73 anni dopo Alberto Ascari.

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