Los Reyes y sus hijas se empapan de Mendelssohn y Gutenberg en el concierto previo a los Princesa de Asturias


Os sorteios da Mega-Sena e de outras seis loterias da CAIXA foram antecipados para sábado (24), em razão do segundo turno das eleições, que ocorrerá no domingo (25).
Os sorteios serão realizados às 21h, e as apostas poderão ser registradas até as 20h. Após o encerramento, a venda de cotas de Bolão CAIXA continuará disponível até as 20h45, exclusivamente pelo App Loterias CAIXA e pelo portal Loterias CAIXA.
Os concursos ocorrerão no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais das Loterias CAIXA nas redes sociais.
Além da Mega-Sena, outras seis loterias terão seus sorteios antecipados. São elas:
Para concorrer aos prêmios, os apostadores podem registrar seus jogos em qualquer casa lotérica credenciada pela CAIXA, pelo site ou pelo aplicativo oficial. A aposta simples da Mega-Sena, com seis números marcados, custa R$ 6.
Para as apostas feitas pelo site da CAIXA, o valor mínimo é de R$ 30, seja para uma única aposta ou para várias apostas que, somadas, atinjam esse valor.
Já a aposta com sete números custa R$ 35. A seguir, confira os valores das apostas e as probabilidades de ganhar na Mega-Sena.
Além das apostas individuais, os jogadores podem participar de um bolão, modalidade em que um grupo de pessoas aposta em conjunto e divide o prêmio caso seja contemplado.
Após o registro da aposta no sistema, é emitido um recibo de cota para cada participante, que poderá resgatar individualmente sua parte do prêmio.
Os bolões têm valor mínimo de R$ 15, e cada cota deve custar pelo menos R$ 6. É possível formar grupos com, no mínimo, duas e, no máximo, 100 cotas.
Também é possível adquirir cotas de bolões organizados pelas casas lotéricas. Para isso, basta solicitar ao atendente a quantidade desejada e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio.
Nesse caso, a lotérica poderá cobrar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.
O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Desse total, a distribuição ocorre da seguinte forma:
Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.
Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).
In the heart of the historic working-class and Latino Mission district in San Francisco, the door of a ground-floor unit next to a trendy coffee shop keeps opening. A private shuttle that ferries tech workers to their Silicon Valley headquarters farther south passes by every morning. The 796 sq.ft. (74-square-meter) apartment, recently renovated and furnished, is thoughtfully laid out, from the small open kitchen to the built-in closets. But it gets very little light. Of its two bedrooms, one has no windows. And it costs $4,750 a month.

© Michael Macor (The San Francisco Chronicle via Getty Images)
A atriz britânica Judi Dench, de 91 anos, disse que sua visão se deteriorou a ponto de ela não conseguir mais atuar no palco ou em filmes. Ela sofre de degeneração macular há mais de uma década.
“Não posso mais subir ao palco, não posso mais fazer peças, não posso mais fazer filmes, não consigo mais ler”, disse ela à Rádio BBC nesta quinta-feira (22).
“Então, você tem que se adaptar a tudo isso, aceitar a situação e simplesmente seguir em frente, sem pensar muito nisso.”
A atriz afirmou que não consegue mais reconhecer rostos, o que significa que muitas vezes quase abraça estranhos, confundindo-os com pessoas que conhece.
Dench tem uma carreira de sete décadas no teatro, no cinema e na televisão, tendo recebido aclamação da crítica, incluindo um Oscar, um Tony e sete prêmios Olivier. Ela deu vida à personagem “M” em oito filmes de James Bond.
Ela interpretou muitos dos principais papéis de Shakespeare, incluindo Julieta, Lady Macbeth e Cleópatra, e falou sobre seu amor pela poesia do dramaturgo.
“Sou apaixonada pelos sonetos, simplesmente os adoro”, disse ela. “A maneira como ele resumiu de forma tão simples o que qualquer um de nós sente em relação a, bem, qualquer coisa”, acrescentou ela.
Refletindo sobre sua carreira, Dench disse que assumiu riscos ao escolher papéis, acrescentando que atuar sempre foi uma experiência assustadora.
“Para mim, é sempre assustador, mas isso faz parte”, declarou. “É parte do que esse medo gera: uma energia que você pode aproveitar, usar essa energia; É sempre um ‘trabalho em andamento’, sempre.”
Retrato de Shakespeare vai ao espaço por 400 anos do “Primeiro Fólio”
A Mega-Sena realiza nesta quinta-feira (22) o concurso 3073, com prêmio estimado em R$ 200 milhões.
A pedido do CNN Money, Michael Viriato, estrategista da Casa do Investidor, realizou um levantamento mostrando quanto rende uma aplicação do valor integral do prêmio, considerando o atual patamar da taxa básica de juros em 13,75%.
A poupança segue com o “menor” retorno, tanto no curto quanto no longo prazo: em um mês, a aplicação renderia pouco mais de R$ 1 milhão e, após um ano, o ganho seria de R$ 16 milhões.
A melhor opção estaria nos CDBs de bancos médios, considerando uma remuneração de 110% do CDI.
Neste caso, os mesmos R$ 200 milhões renderiam R$ 1,8 milhão em apenas um mês e R$ 24,7 milhões em um ano.
O levantamento apresenta os ganhos em percentuais e em reais da poupança, do Tesouro Direto (considerado o título pós-fixado, o Tesouro Selic), CDBs e fundos DI, que acompanham o CDI e a taxa Selic.
As contas já consideram os rendimentos líquidos, ou seja, descontados do Imposto de Renda que incide sobre os ganhos. Apenas a poupança é livre de cobranças.
A simulação considera taxa de administração de 0,5% para os fundos DI e de 0,2% para Tesouro Selic, embora a cobrança varie entre fundos e corretoras.
O sorteio da Mega-Sena será realizado às 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo, e será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.
A Caixa Econômica Federal realiza nesta quinta-feira (22) o concurso 3073 da Mega-Sena.
Sem vencedores na terça-feira (20), a loteria acumulou e o prêmio máximo pode pagar R$ 200 milhões esta noite.
O sorteio será realizado às 21h, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, e será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.
Para concorrer, os apostadores podem registrar seus jogos até uma hora antes do sorteio, às 20h, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, pelo site ou aplicativo do banco. O bilhete simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
Para os jogos feitos pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja para uma única aposta ou mais.
Para fazer uma aposta maior, com sete números, o preço sobe para R$ 35. A seguir, confira os valores para se jogar e probabilidades de ganhar a Mega-Sena:
Uma forma de apostar na Mega-Sena, além dos jogos individuais, é formar um grupo para escolher os números, o chamado bolão.
Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante, que pode resgatar a sua parte do prêmio individualmente.
Os bolões têm valor mínimo de R$ 15 e cada cota deve ser de pelo menos R$ 6, sendo possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.
O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio.
Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.
O prêmio bruto corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:
Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.
Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).
Promover rendas incomportáveis para a maioria da população, desregular o arrendamento ou desproteger os arrendatários não resolve a emergência habitacional

A 64ª Vara do Trabalho de São Paulo julgou improcedentes os pedidos apresentados pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) em ação civil contra a Uber relacionada à disponibilização de pontos de apoio aos motoristas, segundo decisão de terça-feira (20).
Na ação, o Ministério Público buscava obrigar a plataforma a disponibilizar pontos de apoio aos motoristas em todo o Brasil, com instalações sanitárias, água potável e espaços adequados para espera, repouso e alimentação. Além disso, o órgão solicitou o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos.
A avaliação da Justiça é de que o processo não tratava do reconhecimento de vínculo empregatício, mas da garantia de condições adequadas de saúde, higiene e segurança aos motoristas, deliberou a juíza do Trabalho substituta Camila Ascenção Queiroz Freitas.
A decisão, contudo, entendeu que as Normas Regulamentadoras são aplicáveis a outras relações jurídicas quando houver previsão legal expressa, não sendo possível estender suas obrigações aos motoristas de aplicativos por analogia.
A sentença também considerou que a implementação de medidas de proteção exige a definição das responsabilidades do poder público, das plataformas e de outros agentes envolvidos.
Entre os fundamentos apresentados, a juíza abordou a existência de iniciativas nos âmbitos legislativo e municipal, além de parcerias para a criação de pontos de apoio.
A magistrada também avaliou que a imposição de obrigações exclusivamente à Uber poderia gerar desequilíbrio concorrencial. Ressaltou, ainda, as diferenças regionais que dificultariam a adoção de uma solução única em âmbito nacional.
Com base nesse entendimento, foi afastada a indenização por danos morais coletivos, uma vez que a juíza concluiu que não houve conduta omissiva por parte da empresa nem responsabilidade que justificasse a reparação.
A sentença também não afastou a necessidade de proteção aos motoristas colaboradores, mas concluiu que as medidas solicitadas não poderiam ser impostas à plataforma nos termos apresentados pelo MPT.
SP: Entenda treta sobre serviço de mototáxi entre Justiça, 99 e Uber
O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou na terça-feira (20) R$ 3,5 bilhões para o pagamento de valores atrasados a pessoas que venceram ações contra órgãos federais.
Desse total, R$ 2,9 bilhões serão destinados a ações relacionadas ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e a benefícios assistenciais, incluindo revisão de aposentadorias, pensões, auxílio por incapacidade, entre outros.
Ainda segundo a decisão, os recursos atendem 313.181 beneficiários em 243.718 processos.
O CJF afirmou que cabe aos TRFs (Tribunais Regionais Federais) realizarem os depósitos.
O valor será depositado em uma conta específica, aberta por cada beneficiário no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal.
Para obter informações sobre o dia em que o saque será liberado, o beneficiário terá de consultar as RPVs (Requisições de Pequeno Valor) disponíveis no portal do TRF responsável.
Ter um pedido de aposentadoria ou benefício negado pelo INSS não é suficiente para receber os valores atrasados. É necessário ter vencido uma ação judicial contra o órgão e ter uma RPV incluída no lote.
Confira o passo a passo para verificar se o pagamento está disponível:
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A ação da WEG se desvalorizava nesta quarta-feira (21) após o grupo publicar um desempenho, segundo analistas, abaixo do esperado para o terceiro trimestre.
Às 11h, os papéis se desvalorizavam 4,6% a R$ 46,53, a maior queda do índice Ibovespa. No acumulado do ano, as ações da WEG mostram queda de cerca de 3,6%.
A fabricante de motores elétricos e equipamentos de geração de energia teve lucro líquido de R$ 1,67 bilhão no terceiro trimestre, crescimento de 1% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado antes da abertura do mercado nesta quarta-feira.
A companhia apurou um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 2,35 bilhões para o período, expansão de 3,1% ano a ano.
Analistas esperavam lucro líquido de R$ 1,71 bilhão e Ebitda de R$ 2,40 bilhões no período, de acordo com dados da LSEG.
Segundo a UBS BB, a reação negativa do mercado ocorre devido a uma queda da margem Ebitda mais forte que a esperada, já que o mercado havia antecipado recuo de 0,4 ponto percentual.
A WEG teve margem Ebitda de 21,6% no terceiro trimestre, recuo de 0,6 ponto percentual. A companhia citou como fatores o aumento nos custos de matérias-primas como cobre, além de um câmbio desfavorável e impactos das tarifas de importação implementadas pelos Estados Unidos.
Já os analistas da Citi destacaram que tanto o Ebitda como o lucro líquido ficaram cerca de 1% abaixo do esperado.
A empresa teve receita líquida de R$ 10,86 bilhões, expansão de 5,7% na comparação anual, ante expectativa média do mercado de faturamento de R$ 10,92 bilhões, segundo a LSEG.
A receita cresceu 1,8% no mercado interno e 8,3% no externo. Atualmente, o faturamento no Brasil representa 37,5% da receita do grupo, enquanto o mercado externo é responsável por 62,5%.
A WEG citou no balanço que o desempenho internacional foi “sustentado pela boa demanda por produtos e serviços nos principais segmentos de atuação, apesar do impacto da valorização do real no período”.
Para a equipe de analistas do Santander liderada por Lucas Barbosa, o grupo apresentou um resultado sólido de rentabilidade apesar das despesas com pessoal mais elevadas e do impacto das tarifas dos EUA.
A WEG disse que investiu R$ 905,4 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva no trimestre, acima dos R$ 672,6 milhões do terceiro trimestre de 2025. Do total, 39,8% foram destinados às unidades produtivas no Brasil e o restante ao exterior.
A empresa anunciou anteriormente que prevê investir em 2026 cerca de R$ 3,54 bilhões, acima do nível de 2025.
Alyssa Wilson, 17, was driving to a party at city zoo when prosecutors say Willie Herndon fired a gun at her car
A Texas husband and wife are facing criminal charges following the fatal shooting of a 17-year-old girl who was driving to a Halloween celebration at the St Louis zoo when gunfire struck her vehicle on a Missouri highway.
St Louis county prosecutor Melissa Price Smith announced on Monday that Willie Herndon, 43, has been charged with first-degree murder and armed criminal action in connection with the death of Alyssa Wilson. His wife, 45-year-old Taiya Herndon, is also facing a charge of hindering prosecution.
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© Photograph: Courtesy Robert Hickman

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Las plataformas no solo guardan nuestras fotos, también seleccionan qué pasado nos devuelven y moldean lo que consideramos "recuerdos". Volver al álbum de papel ha sido para mí una forma de recuperar parte de esa tarea y de preguntarme cuánto quiero seguir delegando
La fantasía de vivir como en los 2000: “Echamos de menos unas relaciones más humanas”
“He empezado a imprimir fotos”, fui avisando a mis amistades, como quien hace una confesión. Quienes no mostraron sorpresa ante mi revelación habían pasado por un proceso similar: querer disputar a las grandes plataformas una parte de nuestra cotidianidad. En el camino empecé a preguntarte cuánto llevaba delegando la tarea de construir mi memoria y qué había perdido por el camino.
En enero fui madre. Desde entonces, en mi teléfono conviven imágenes para consultar una duda a mi matrona de referencia con fotografías que aspiran a congelar un momento. Algunas tienen la caducidad de una conversación; otras son cápsulas del tiempo, pensadas incluso para sobrevivirme. Todas acaban juntas.
Otras estaban dirigidas, sobre todo, a mí misma. Celebraban los momentos en que me reconocía en la maternidad, como leyendo un libro mientras amamantaba o volviendo a llevar las uñas de gel. También había capturas de pantalla para cuando tuviera tiempo: ensayos que quería consultar, ideas sobre las que escribir... En esas imágenes buscaba un punto de apoyo para no perderme en los primeros meses de la maternidad y, sobre todo, en el mandato social sobre cómo debía ser madre.
La académica José van Dijck, especializada en medios y cultura digital, viene estudiando cómo con su desarrollo digital la fotografía ha ido reforzado sus funciones de comunicación y construcción de la identidad frente a su tradicional papel como archivo de la memoria familiar. La transformación del móvil, esa prótesis digital que llevamos integrada, facilita y potencia esos usos.
En enero fui madre. Desde entonces, en mi teléfono conviven imágenes para consultar una duda a mi matrona de referencia con fotografías que aspiran a congelar un momento. Algunas tienen la caducidad de una conversación; otras son cápsulas del tiempo. Pero todas acaban juntas
Mientras la fotografía había ido ganando significado para mí, Google Fotos empezó a devolverme una selección a la que llamaba “recuerdos”. Reconocía las imágenes y las fechas eran correctas, pero había un fallo en la Matrix: no funcionaban como archivo, no representaban el relato de esos meses, no eran, por tanto, recuerdos.
Los álbumes fotográficos como archivo de recuerdos siempre son una selección y organización de imágenes para recrear un pasado. Lo que ocurre con los servicios como Google Fotos es que, como muestran diferentes investigaciones, el archivo ha tomado la iniciativa: como una rebelión de una máquina que adquiere autoconciencia. ¿Quería delegar esa función? Y aún más, ¿quería entregar a las empresas que poseen y dirigen esas máquinas la selección y almacenaje de mis recuerdos?
En Las redes son nuestras, Marta G. Franco reconstruye cómo una red levantada también mediante recursos públicos y trabajo colectivo terminó concentrada en negocios privados donde se busca la fórmula de monetizar al máximo nuestra experiencia.
Primero se creó la necesidad. Google Fotos permitió durante años guardar fotografías comprimidas sin límite y de forma gratuita. En 2021, las nuevas fotos y vídeos que subíamos empezaron a contar para el límite de almacenamiento gratuito. Al alcanzarlo, tocaba elegir entre borrar, trasladar archivos o pagar por más espacio. La gratuidad había sido la invitación; ahora la mudanza exigía tiempo y esfuerzo por lo que en muchos casos se optó por permanecer y pagar.
Google Fotos empezó a devolverme una selección a la que llamaba "recuerdos". Reconocía las imágenes y las fechas eran correctas, pero había un fallo en la Matrix: no funcionaban como archivo, no representaban el relato de esos meses, no eran, por tanto, recuerdos
En paralelo a estos cambios, el servicio, como afirma el investigador JeongHyun Lee, iba convirtiendo el archivo en un lugar al que volver a través de la selección de imágenes, la composición de recuerdos y la invitación a interactuar con ellos. Sus herramientas atendían tanto al uso tradicional de la fotografía —ofertando fotolibros— como a su función en la era de las plataformas: convertirlos en contenido listo para compartir y ser visto. El vínculo afectivo con nuestras imágenes y el deseo de mostrarlas encontraban acomodo en un mismo servicio.
Remedios Zafra escribe en El entusiasmo. Precariedad y trabajo creativo en la era digital sobre “la imposible saciedad ante la glotonería de querer tenerlo todo”. Pienso en mi galería, ¿tengo tiempo para recorrer todas las fotografías de todos esos momentos? ¿Son todos esos momentos un instante para el recuerdo? ¿Tendré las horas para leer todo lo que he almacenado en capturas de pantalla?
Esa acumulación encuentra una respuesta muy conveniente en los servicios que la alojan. Si tengo demasiadas fotografías, una herramienta las ordena; si no encuentro nada, reconoce caras y lugares; si no vuelvo a mirarlas, me prepara recuerdos. Diferentes artículos han alertado sobre esa circularidad: Google Fotos y Apple Fotos ofrecen gestionar una abundancia que sus propias herramientas permiten seguir aumentando. Cuanto más crece el archivo, más necesito ayuda para recorrerlo: nos aportan tanto la necesidad como la solución.
Pero esa disponibilidad tiene cuerpo. Anna Reading propone estudiar la memoria digital desde las infraestructuras y las relaciones económicas que permiten capturarla, hacerla circular y almacenarla. Por su parte Tung-Hui Hu examina la distancia entre la nube que imaginamos —ligera, ubicua— y sus instalaciones físicas. Mientras nos ofrecen el espacio infinitamente ampliable se oculta que los recursos que sostienen esa posibilidad sí tienen límites y una huella ecológica, social y colonial.
La promesa de guardarlo todo desplaza así la pregunta de “¿esto merece conservase?” a “¿cuánto espacio más contrato?”. Quizás deberíamos empezar a preguntarnos por qué hemos terminado confundiendo cuidar nuestros recuerdos con seguir ampliando el lugar donde los acumulamos.
Pienso en mi galería, ¿tengo tiempo para recorrer todas las fotografías de todos esos momentos? ¿Son todos esos momentos un instante para el recuerdo? ¿Tendré las horas para leer todo lo que he almacenado en capturas de pantalla?
“Si no está en Instagram, no ha pasado”, bromeábamos en mi grupo de amigas. El chiste mezclaba dos deseos: conservar una experiencia y mostrar que la habíamos vivido. Lo segundo exigía encontrar el encuadre. ¿Quién no ha esperado para dar un bocado a que alguien hiciera la foto?
La investigadora Elisa Serafinelli describe cómo compartir fotografías produce archivos de memoria personales y colectivos en red. A una imagen se suman los comentarios que recibió, la amiga que la compartió, la conversación que abrió. Recuerdo la transformación de Tuenti en operador de telefonía hace diez años y la avalancha de descargas de imágenes entre la gente de mi entorno. “Me están robando mi pasado”, llegó a decir una amiga expresando que no podría recuperar todo lo que se había volcado y generado en esa red social. Como afirman Proyecto Una en su libro La viralidad del mal, que nuestras experiencias comunes en las redes sociales se conviertan en una parte inseparable de nuestra existencia no es un drama, la dependencia de las grandes plataformas, sí. En entrevistas y publicaciones, las activistas aportan la imagen del piso de alquiler para entender las redes sociales: podemos hacer hogar en ellas, pero al final la decisión sobre nuestra vivienda está fuera de nuestro alcance y en el marco de las lógicas de mercado.
Pero las plataformas también intervienen antes de que esas imágenes lleguen al archivo, como muestran los estudios críticos sobre medios digitales, las promesas de creatividad y control conviven con opciones de narración prediseñadas musicales, de formato, de estilo… A su vez los algoritmos y filtros participan en ese aprendizaje, premian unas vidas y unos cuerpos contribuyendo a unos estándares imposibles. Igual que un bar prepara un rincón para que lo fotografiemos, podemos acabar preparando nuestros recuerdos, al igual que nuestras experiencias y nuestros cuerpos, para que sean instagrameables.
Quizás deberíamos empezar a preguntarnos por qué hemos terminado confundiendo cuidar nuestros recuerdos con seguir ampliando el lugar donde los acumulamos
En sus textos, Marta G. Franco y Proyecto UNA nos animan a recuperar internet y recuerdan que nuestra salida de las grandes tecnológicas tendrá que ser colectiva. Mientras tanto, he encontrado mi pequeña resistencia en una impresora de fotos y un álbum.
Unas semanas después de empezarlo me encontré con una publicación de Óscar Romero, librero de Mary Read, que a partir de una reseña de la obra Un deseo desmesurado de amistad nos proponía crear recuerdos a los que volver advirtiéndonos que “las redes, en contra de lo que parece nos están quitando nuestra historia”
Cuando le pregunté sobre esa publicación, añadió algo: las plataformas no solo almacenan nuestros recuerdos, también los moldean. Al seleccionar qué imprimir descubrió que muchas de las imágenes elegidas eran precisamente las que “ni muerta habría publicado”: imperfectas, pero felices. A esa distancia entre lo publicable y lo memorable suma la fragilidad de dejar nuestro archivo en manos de una plataforma y, desde una memoria queer, recuerda que a veces todo lo que quedaba de “tu tía la bollera” era una caja de fotos. Los soportes que elegimos para guardar nuestra memoria condicionan qué podrá sobrevivir de ella y quién podrá encontrarlo después.
Al empezar mi álbum recordaba la propuesta de Alba Lafarga en Jardines digitales: el fin del scroll infinito donde nos animaba a cultivar espacios personales en los que guardar y relacionar intereses sin la urgencia de publicar. En mi caso la materialidad analógica me ha permitido distanciarme de los tiempos y los cánones de lo instagrameable. Más que buscar la reacción y la interacción se impone mi narración, acompaño las imágenes de texto donde transcribo la emoción del momento que representa la imagen o la reflexión que me provoca, mi voz se convierte en el algoritmo que guiará las futuras revisiones. Sabiendo que será observado más adelante, he incluido anotaciones sobre su elaboración. Es un archivo de lo vivido, pero también del proceso de decidir cómo quiero recordarlo.
Lo digital no ha desaparecido del álbum: hay capturas de conversaciones en aplicaciones de mensajería, publicaciones de redes sociales y referencias a momentos vividos en esos espacios. En parte, he trasladado al papel mi archivo digital y los afectos que fui construyendo allí. También hay algún filtro y textos que recuerdan al Instagram de hace diez años. Cada tiempo tiene su lenguaje y este lleva más de una década siendo el mío.
No he resuelto la concentración de poder de las tecnológicas, pero ahora puedo conservar mis recuerdos sin que navegarlos o compartirlos dependa de aceptar las condiciones de una gran empresa.

© MÁRIO CRUZ/LUSA
Cuando se tiene una rutina de trabajo intensa durante mucho tiempo, es normal que el cansancio termine pasando factura. Hay días en los que todo sale con facilidad y otros en los que cuesta mucho más concentrarse, organizarse o simplemente mantener el ritmo. Para mí, lo importante es encontrar una forma de trabajar que permita seguir adelante sin llegar constantemente al límite.
Una de las cosas que más ayuda es organizar bien el día y tener claras las tareas más importantes. Cuando se intenta hacer todo a la vez, es fácil acabar perdiendo tiempo y sintiendo que no se avanza. Por eso, creo que es mejor centrarse en una cosa cada vez y dejar para después aquello que no sea tan urgente.
También es importante hacer pequeños descansos. Cuando se llevan muchas horas delante del trabajo, seguir insistiendo no siempre significa trabajar mejor. A veces, levantarse unos minutos, caminar, tomar algo o simplemente desconectar un momento ayuda a volver con más claridad y concentración.
Además, hay que cuidar los hábitos básicos. Dormir bien, comer de forma adecuada, beber agua y hacer algo de ejercicio pueden marcar una gran diferencia cuando las jornadas son largas. Son cosas sencillas y más que consabidas, pero cuando se acumula el cansancio son precisamente las que más fácilmente se descuidan.
Por último, creo que también hay que aprender a aceptar que no todos los días se puede rendir al mismo nivel. Lo importante es mantener un ritmo que podamos sostener en el tiempo.
Trabajar bien no significa estar siempre al máximo, sino saber cuándo apretar, cuándo bajar el ritmo y cuándo parar para recuperar fuerzas.


© TIAGO PETINGA/LUSA

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
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Na manhã seguinte à histórica conquista dos trabalhadores brasileiros — o fim da jornada 6×1 —, a manchete do UOL me pega de susto: “Oposição tenta revidar fim da 6×1 com redução da maioridade penal”. Na Folha, o destaque foi o mesmo.
Ver as propostas de duas mudanças constitucionais de grande impacto social colocadas lado a lado apenas como bandeiras de candidatos que se contrapõem, soou, para mim, como nova demonstração da distância entre a imprensa noticiosa e a sociedade brasileira.
Sim, a aprovação do fim da jornada de 44 horas semanais é também uma vitória de Lula, que encampou a bandeira de uma campanha que nasceu no final de 2023, quando um vídeo no TikTok feito por um balconista de farmácia sobre a vida dos que trabalham duro com um dia de descanso viralizou na internet.
Mas, como reconheceu o presidente, essa é uma campanha “que veio da rua”, “uma conquista histórica do povo trabalhador”. E que para emplacar terá que contar com a vigilância implacável da sociedade e das instituições, incluindo, claro, a própria imprensa.
Desde que o desabafo do ex-balconista Rick Azevedo, eleito vereador pelo PSOL no Rio de Janeiro no ano seguinte – 2024 —, invadiu as redes, a luta pelo fim da 6×1 ganhou as ruas como legítima aspiração popular. E as manifestações só cresceram depois que a reivindicação se tornou uma PEC, em fevereiro de 2025, por iniciativa da deputada federal Erika Hilton (PSOL) e do deputado Reginaldo Lopes (PT).
Os três políticos — Rick, Erika e Lopes — venceram as últimas eleições para deputado federal e são aliados do presidente Lula, ou seja, é esperado do candidato do PT assumir a proposta, que também ganhou força com a adesão dos sindicatos. Aproveitar o momento eleitoral para emplacar mudanças é uma antiga e eficiente estratégia dos movimentos sociais, agora trazendo o apoio decisivo de Lula e obrigando os partidos de direita e extrema direita — desde o início contrários ao projeto — a aprová-la.
Não faz sentido equiparar essa “conquista histórica do povo trabalhador”, “que veio da rua”, como reconheceu o presidente Lula, a ações “populistas”, como fez o Globo, ao encaixá-la entre outras medidas do governo lançadas durante a campanha, que realmente podem ser consideradas “eleitoreiras”, ainda que, no mérito, tenham valor para a população.
O jornalismo tem que se guiar pelo interesse público e isso inclui reconhecer as vitórias da sociedade e denunciar os riscos que determinadas propostas implicam para a democracia e os direitos constitucionais dos cidadãos, como a redução da maioridade penal, assunto grave demais para ser tratado apenas como um “revide” eleitoral.
Até porque, enquanto a primeira proposta nasceu da mobilização popular, a segunda é fruto de um sentimento de insegurança, ressentimento e também de desinformação da população, explorado por políticos e pela própria imprensa de modo a se tornar majoritário na opinião pública, o que, de fato, dificulta o debate.
Mas, como jornalistas, temos que encarar a missão de mostrar o que significa na prática encarcerar adolescentes em cadeias superlotadas onde a revolta e a necessidade de sobrevivência favorecem o recrutamento de jovens pelas facções. Também temos que explicar como essa proposta, além de cruel, é inócua para a segurança pública, onde a esmagadora maioria dos adolescentes é antes vítima do que autora da violência.
Onde está a discussão de interesse público, para além da campanha eleitoral, apontando o risco que isso representa para a Constituição brasileira e para a sociedade, que a imprensa conhece tão bem?
Não sou eu que estou dizendo que reduzir a maioridade penal não reduz crimes — são os especialistas em segurança pública, diversas vezes entrevistados pelos jornais. Não é equilibrado publicar críticas substantivas de estudiosos como opinião e retratar um debate tão complexo como se fosse contraposição de dois lados representados como caricaturas: os “linha-dura” e o “povo dos direitos humanos”. Como o debate vai evoluir partindo de ponto equivocado?
Aliás, a imprensa deveria estar mais preocupada com ética do que nunca, quando sua credibilidade foi colocada em xeque pelas últimas revelações sobre Daniel Vorcaro, que atingem alguns veículos em cheio – e sabe-se lá quantas mais virão.
Além de sites de empresários amigos, como o Platô BR, o banqueiro fraudador montou uma rede de veículos que dependiam de publicidade do Master, como IstoÉ, Brazil Journal, Carta Capital e DCM. Antes disso já havia indícios de compra de influência através de patrocínio do banqueiro no site O Bastidor.
Mas também tem peixe grande na rede de Vorcaro – que parece ter penetrado a imprensa como fez com o Congresso e o STF. O grupo Globo teve que demitir um diretor com 29 anos de casa, flagrado em mensagens com Vorcaro, comprometendo-se a pressionar jornalistas que incomodam os interesses do banqueiro; o portal Metrópoles, de propriedade do empresário Luiz Estevão, chegou a se rebaixar a ponto de liberar a edição de textos ao banqueiro fraudador. Isso sem falar das suspeitas que envolvem a revista Veja, com a publicação às vésperas do primeiro turno do áudio de Vorcaro contra Lula, que, segundo hipótese da PF, teria sido gravado na prisão, a pedido de Flávio Bolsonaro.
Sem credibilidade nem sintonia com a sua função social, esse setor da imprensa, que se declara acima do bem e do mal, ameaça afundar o próprio jornalismo. Talvez seja a hora de os defensores da democracia e dos direitos constitucionais apoiarem com firmeza a imprensa independente — como a Pública, a Ponte, a Alma Preta, o Intercept e tantos outros — que não depende de anúncios nem de favores de poderosos, mas apenas da valorização do jornalismo pela sociedade.
Parabéns aos trabalhadores brasileiros e a todos que se mobilizaram pela conquista da jornada 5×2. Estaremos juntos na cobrança ao cumprimento dessa tão esperada mudança na prática, seja quem for que vencer a eleição.
