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Eurofighter Typhoon: Reino Unido enviará jatos para Arábia Saudita

22 October 2026 at 11:17

O Reino Unido enviará caças da RAF (Força Aérea Real) para missões defensivas, visando ajudar a proteger a Arábia Saudita contra a intensificação dos ataques dos Houthis, informou a Bloomberg nesta terça-feira (20), citando autoridades britânicas a par do assunto.

Caças Typhoon da RAF ajudarão a defender cidades e infraestruturas sauditas contra ataques aéreos realizados pelo grupo apoiado pelo Irã.

O Reino Unido também fornecerá uma aeronave de transporte Atlas A400M e assessores militares, segundo a reportagem.

O Ministério da Defesa do Reino Unido não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

Por que bilhões em defesa não protegem a Arábia Saudita de ataques Houthi

A Arábia Saudita gasta dezenas de bilhões de dólares em defesa todos os anos, mas enfrenta dificuldades para proteger como aeroportos, refinarias e oleodutos contra mísseis e drones disparados por militantes Houthis do Iêmen.

Apesar de adquirir sistemas de armas de última geração dos Estados Unidos e da Europa e de contar com defesas aéreas em múltiplas camadas, o reino sofreu ataques letais ao principal aeroporto que atende a capital, Riade, nas últimas semanas.

A Arábia Saudita gastou US$ 83 bilhões (cerca de R$ 423 bilhões) em defesa no ano passado, segundo o SIPRI (Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo), posicionando-se firmemente entre os dez países que mais investem em defesa no mundo.

O país adquiriu caças americanos, sistemas de defesa aérea Patriot e THAAD, além de uma variedade de armamentos avançados da França e do Reino Unido.

No entanto, os sauditas têm muito a defender: um país com cerca de um quinto do tamanho dos EUA e ameaças em três frentes.

Do leste, o Irã disparou cerca de mil mísseis e drones contra alvos sauditas durante a fase mais intensa do conflito neste ano.

Do norte, milícias apoiadas pelo Irã no Iraque enviaram drones para atacar o oleoduto Leste-Oeste, uma infraestrutura crítica do país.

E, do sul, os rebeldes Houthis — apoiados pelo Teerã — disparam mísseis contra o reino a partir de abrigos e lançadores móveis nas montanhas do Iêmen.

Defender a Arábia Saudita significa proteger uma vasta rede de alvos, e não apenas Riade ou uma única refinaria.

Seus sistemas de defesa precisam detectar ameaças em aproximação, decidir quais interceptar e alertar a população civil — tudo isso em questão de instantes —, segundo o Vision2030.ai, um site independente que analisa a transformação econômica do reino.

Os sauditas estão interceptando muitos dos mísseis e drones disparados pelos Houthis. No entanto, alguns conseguem passar.

O Ministério da Defesa enfrenta decisões difíceis quanto à distribuição dos sistemas existentes, dada a grande quantidade de instalações vulneráveis ​​a ataques, segundo uma fonte saudita.

Entenda impactos do bloqueio dos Houthis à Arábia Saudita no Mar Vermelho

 

Manchester City envolve-se em polémica e desce de divisão

22 October 2026 at 08:10
Manchester City prepara-se para carregar nos travões e descer de divisão em Inglaterra. Já os jogadores do Dortmund metem travões e recusam tomar banho no estádio em Baku. 

Sem-abrigo vive à porta de megamansão do fundador da Evergrande

By: ZAP
21 October 2026 at 14:50
Há três anos que o sueco Anders Fernstedt considera a sua casa um abrigo invulgar que construiu no pórtico de um palácio multimilionário. Como é que isto aconteceu? Em Knightsbridge, é frequente ver pessoas paradas a olhar fixamente. Esta zona do centro de Londres fica muito perto do Palácio de Buckingham, do Hyde Park e dos armazéns Harrods, atraindo multidões de turistas curiosos. Embora talvez não desperte tanta atenção como a residência da monarquia britânica, uma curiosa coleção de plantas, guarda-sóis, sacos de compras e brinquedos de criança, que ocupa a entrada de um edifício, atrai muitos olhares. Esta disposição

Reino Unido aprova campo de gás no Mar do Norte em meio à crise energética

21 October 2026 at 13:51

O governo do Reino Unido aprovou o desenvolvimento de um novo e importante campo de gás no Mar do Norte, chamado de Jackdaw, que poderá iniciar a produção ainda este mês, em um momento em que a guerra no Oriente Médio intensifica as preocupações globais com a segurança energética.

A decisão, alvo de duras críticas por parte de grupos ambientalistas, ocorre três meses após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificar as reservas de petróleo e gás do Reino Unido no Mar do Norte como “inestimáveis” e manifestar apoio a eventuais planos que permitissem a exploração na região.

Manifestantes se reuniram em Londres contra o início dos trabalhos de Jackdow nesta quarta-feira (21).

Manifestantes se reúnem em Londres contra o campo de gás de Jackdaw.
Manifestantes se reúnem em Londres contra o campo de gás de Jackdaw. • REUTERS

O anúncio coincide com a divulgação, nesta quarta-feira (21), de um novo relatório da ONU sobre o clima, o qual aponta que o planeta ultrapassará, inevitavelmente, a meta de aquecimento de 1,5 grau celsius estabelecida pelo Acordo de Paris nos próximos anos — um dado que evidencia os efeitos cada vez mais acentuados das mudanças climáticas.

O governo britânico afirmou que a decisão de autorizar o campo de gás Jackdaw — situado a cerca de 241 quilômetros a leste de Aberdeen, na Escócia — está alinhada ao seu compromisso legal de reduzir as emissões de carbono e alcançar a neutralidade nas emissões de gases de efeito estufa até meados desta década.

“Espera-se que a decisão sobre o projeto Jackdaw aumente a produção nacional de gás em cerca de 6% no seu auge — reforçando o suprimento de gás do Reino Unido ao longo de sua vida útil, que pode chegar a 11 anos, fortalecendo nossa segurança energética, protegendo centenas de empregos e acrescentando cerca de £ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 19,5 bilhões) a economia britânica”, informou o governo em um comunicado nesta quarta-feira (21).

O campo de gás Jackdaw “começará a fornecer gás para residências e empresas britânicas já a partir do final deste mês”, acrescentou o comunicado.

No pico de produção, o Jackdaw poderá produzir gás suficiente para aquecer o equivalente a cerca de 1,4 milhão de residências no Reino Unido, segundo a Adura — a joint venture entre a Shell e a Equinor responsável pelo desenvolvimento do projeto.

O governo também anunciou a criação de um novo Fundo de Riqueza Energética (Energy Wealth Fund), que, segundo o comunicado, utilizará receitas fiscais provenientes do petróleo e gás do Mar do Norte para investir em projetos de energia renovável e de baixo carbono.

O fundo começará com um aporte inicial de 2 bilhões de libras esterlinas (13 bilhões de reais).

Jackdaw terá impacto limitado nas contas de energia

O governo britânico tem enfrentado críticas, por parte de alguns setores, de que suas políticas climáticas prejudicaram a indústria e a segurança energética.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, afirmou nesta quarta-feira (21) que o governo adotou uma abordagem “pragmática” em relação ao Mar do Norte.

“Em um momento em que as pessoas estão passando por grandes dificuldades, é correto que busquemos, de forma responsável, maximizar as reservas de energia existentes no Reino Unido que poderiam ajudar”, acrescentou ele.

Na realidade, contudo, é improvável que um aumento na produção de petróleo e gás no Mar do Norte contribua de forma significativa para ampliar a oferta de energia ou reduzir os preços.

“O projeto Jackdaw reduziria a dependência de importações e melhoraria a resiliência do abastecimento, mas apenas até certo ponto”, afirmou Sam Street, diretor da consultoria Frontier Economics e coautor de dois relatórios recentes sobre a produção de petróleo e gás no Mar do Norte. “O Reino Unido continuaria dependendo de importações, inclusive da Europa.”

Um aumento na produção interna também teria pouco impacto na redução das contas de energia. “Os preços do gás no Reino Unido estão fortemente atrelados aos preços europeus, que, por sua vez, são influenciados pelo custo (global) do gás natural liquefeito”, disse Street à CNN.

“Aumentar a produção interna de gás não cria uma fonte adicional de energia barata para os consumidores do Reino Unido”, acrescentou ele. “Os produtores nacionais não têm motivo para vender a preços substancialmente inferiores aos que poderiam obter nos mercados europeus.”

Impulso a empregos e à arrecadação de impostos

Pelo lado positivo, o projeto Jackdaw deve gerar receitas fiscais adicionais para o governo e também pode impulsionar a atividade econômica e o emprego na cadeia de suprimentos de petróleo e gás, segundo Street.

Dois importantes sindicatos do Reino Unido, o GMB e o Unite — que vinham pressionando o governo a dar prosseguimento às perfurações no Mar do Norte —, manifestaram apoio à decisão em comunicados separados, divulgados nesta quarta-feira (21).

“O governo de Andy Burnham merece verdadeiro reconhecimento por fazer a coisa certa pelo nosso país”, afirmou Gary Smith, secretário-geral do sindicato GMB, mencionando a segurança energética.

Sharon Graham, secretária-geral do sindicato Unite, disse que a decisão abrirá espaço para garantir novos empregos aos trabalhadores do Mar do Norte. “Embora, naturalmente, apoiemos a meta de emissões líquidas zero, não podemos permitir uma transição que resulte em desemprego”, acrescentou.

Campo de petróleo de Rosebank é o próximo

O governo do Reino Unido precisará agora decidir se aprova o campo de petróleo de Rosebank, situado ao largo da costa das ilhas Shetland, na Escócia, que possui reservas estimadas em cerca de 300 milhões de barris de petróleo.

O argumento a favor da aprovação é “igualmente sólido”, segundo Neil McCulloch, CEO da Adura.

No entanto, Jess Ralston, analista sênior de energia da Energy & Climate Intelligence Unit — uma organização sem fins lucrativos voltada para as mudanças climáticas —, afirmou que 90% do petróleo e gás da bacia do Mar do Norte já foram extraídos. “O único caminho para a segurança no emprego a longo prazo é realizar a transição para a energia eólica e outros setores de energia limpa”, acrescentou ela em um comunicado.

O grupo ambientalista Uplift alertou que novos campos de petróleo e gás são incompatíveis com limites climáticos seguros. “As ondas de calor severas, as secas e os incêndios florestais que afetaram o Reino Unido neste verão, assim como os fenômenos meteorológicos cada vez mais extremos ao redor do mundo, demonstram a rapidez com que o risco climático aumenta a cada fração de grau”, declarou a Uplift em um comunicado.

“Seria extremamente irresponsável por parte do governo do Reino Unido agravar, de forma consciente, esses impactos ao autorizar o projeto Rosebank.”

Andy Burnham se enfrenta a los grupos ecologistas al dar luz verde a una explotación de gas en el mar del Norte

21 October 2026 at 11:32

Andy Burnham es partidario de tomar decisiones, en vez de aparcar los problemas, algo que muchos críticos achacaban a su antecesor, Keir Starmer. Aunque esas decisiones provoquen polémica y ruido. El Gobierno del Reino Unido ha anunciado este miércoles a las siete de la mañana (ocho, en horario peninsular español) que da luz verde al inicio de la actividad en la plataforma de gas de Jackdaw, situada en el mar del Norte, a unos 250 kilómetros de Aberdeen, en la costa escocesa.

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© Toby Melville (REUTERS)

Protestas en Londres, este miércoles, tras la decisión del Gobierno británico de dar luz verde al yacimiento de Jackdaw

Jon Savage, crítico musical: “Ser un hombre heterosexual me parecía aburrido, de ahí mi interés por el ‘punk”

21 October 2026 at 04:30

Jon Savage (Londres, 73 años) es un referente musical absoluto. Este periodista, crítico y escritor es una figura clave en la historia del punk británico (y global) como demuestra su libro England´s Dreaming, sobre los Sex Pistols, pioneros de ese sonido. Savage también es gay. Y en su último e imponente libro, El público secreto. Cómo los artistas LGTBQ dieron forma a la cultura popular (1955-1979), traducido al español por Tito Pintado para la editorial Liburuak, ha ensamblado su conocimiento musical con su propia identidad, con la realidad LGTBIQ+, con la lucha por los derechos. “Este libro lleva rondando mi cabeza décadas”, afirma el autor en una conversación por videoconferencia, “pero cuando uno envejece, quiere dejar cosas hechas”.

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© Jeff Cottenden

El crítico musical y escritor británico Jon Savage.

Rangel mostra-se favorável ao regresso de Inglaterra à UE

20 October 2026 at 21:25
O chefe da diplomacia portuguesa reuniu-se com Ed Miliband e deixou um aviso: sem cumprir critérios e obrigações, Londres não pode escolher vantagens da UE "à la carte".

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

O ministro adiantou que Ed Miliband, o ministro dos negócios estrangeiros britânico, deverá visitar Lisboa no primeiro semestre de 2027

Enrique de Inglaterra busca la reconciliación definitiva con su hermano, el príncipe Guillermo: “Algunas personas no quieren que funcione”

20 October 2026 at 15:52

El príncipe Enrique continúa firme en su intento de redimirse de su pasado y de las decisiones que tomó, que le han llevado a la situación en la que se encuentra: alejado de los Windsor. Desde hace poco más de un año, el duque de Sussex mantiene un perfil discreto, sin entrar en polémicas y dejando que sea su trabajo el que hable por él. Centrado en su faceta filantrópica y de regreso al Reino Unido después de seis años viviendo con su familia en Montecito (California), el hijo pequeño del rey Carlos III se está mostrando en estos últimos meses más cercano con la prensa que antes. Si hace dos semanas se publicaba una masterclass en la que hablaba de salud mental y de cómo le afectó la muerte de su madre, Diana de Gales, este martes 20 de octubre la revista GQ ha compartido otra entrevista en la que, entre otros asuntos, habla de las rencillas familiares que protagoniza.

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© Max Mumby/Indigo (Getty Images)

Enrique de Inglaterra, a su llegada a los premios WellChild, el 21 de septiembre de 2026, en Londres.

Para reduzir velocidade dos carros, andam na rua polícias de trânsito… que são bonecos de malha

By: ZAP
20 October 2026 at 10:30
Moradores de Fillongley, em Inglaterra, lembraram-se de tricotar polícias e ainda radares de controlo de velocidade. No Reino Unido, mais concretamente em Inglaterra, os moradores de Fillongley, em Warwickshire, estão cansados dos excessos de velocidade. Apesar de ser uma pequena vila inglesa, com apenas 1.569 pessoas segundo os censos mais recentes, aparentemente andam por lá condutores descontrolados. Por isso, os locais lembraram-se de colocar nas ruas radares de velocidade e polícias de trânsito. São em tamanho real mas são… bonecos de malha. Para enganar os condutores. Vestiram manequins (de malha) com coletes bem visíveis, para que pareçam mesmo polícias de

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Moradores de Fillongley, em Inglaterra, lembraram-se de tricotar polícias e ainda radares de controlo de velocidade.

Myanmar. Ex-Presidente mostrada a obter carta de Carlos III

20 October 2026 at 07:43
Dirigentes do Ministério do Interior de Myanmar reuniram-se com Suu Kyi, a cumprir pena em prisão domiciliária, para entregar um pacote enviado pelo rei Carlos III, do Reino Unido.

© MYANMAR PRESIDENTIAL PRESS AND INFORMATION BUREAU HANDOUT/EPA

O Reino Unido condenou a detenção, que classifica de arbitrária, de Suu Kyi, de 81 anos, premiada com o prémio Nobel da Paz, e pede a sua libertação imediata

Allahu Akbar. Avisos de bomba enviados para centenas de escolas na Europa

By: AFP
20 October 2026 at 06:30
Escolas no Reino Unido, Hungria e Sérvia receberam falsos alertas de bomba. Na Irlanda, as ameaças “pareciam vir de islamistas”, com a ameaça de que a lei da sharia iria ser imposta no país. Centenas de escolas na Irlanda do Norte, Escócia, Hungria e Sérvia receberam esta segunda-feira ameaças de bomba. Algumas foram evacuadas. Segundo as autoridades, os alertas pareciam ser falsos. Ainda não se sabe se os casos estão relacionados entre si. “A polícia que investiga as circunstâncias dos emails ameaçadores enviados esta manhã a escolas de toda a Irlanda do Norte está a tratar o caso como um

Microsoft cancela centro de dados de IA no Reino Unido

19 October 2026 at 17:21
O local de Loughton, prometido como o maior centro de dados de IA soberano britânico, não terá eletricidade antes dos anos 2030, segundo a distribuidora UK Power Networks.

© RITCHIE B. TONGO/EPA

Alguns projetos de centros de dados têm dificuldade em avançar devido a preocupações relacionadas com o elevado custo da eletricidade e aos longos prazos de espera para a ligação à rede elétrica britânica

Oleg Gordievski, el espía que escapó de la URSS gracias al pañal sucio de un bebé

En noviembre de 1983 el mundo estuvo al borde de una guerra nuclear. La OTAN estaba llevando a cabo un ejercicio de simulación bélica, bautizado con el nombre de Able Archer 83 y que incluía el uso teórico de armas atómicas tras una escalada de tensión internacional, cuando el programa soviético de detección de ataques […]

Milei y el califato de las Malvinas

16 October 2026 at 23:03
El presidente de Argentina, en la Cámara de Comercio de Estados Unidos en Washington.

Santiago Caputo, asesor presidencial del presidente Javier Milei, ha dicho que Argentina debe recuperar las Islas Malvinas porque el Reino Unido está siendo colonizado por el islam. En esa línea, consideró que la reivindicación sobre las Malvinas es ya una causa de Occidente, y no solamente nacional. La cuestión ha escalado porque Milei dio difusión en redes sociales al mensaje de su asesor, lo que ha tensionado la relación entre Argentina y Reino Unido. El mensaje no es nuevo. Donald Trump ya dijo antes que Caputo que el Reino Unido sería la primera potencia islamista con armamento nuclear. No debe de saber que Pakistán hace 54 años que posee armas nucleares.

No es la primera vez que Milei amenaza el Reino Unido con que quiere recuperar las Malvinas como sea. Espera que su amistad con Donald Trump lo haga apoyar el intento de recuperar las islas frente a un Reino Unido que, según el presidente argentino, está internacionalmente debilitado.

Sin embargo, si analizamos la situación de las fuerzas armadas argentinas, podemos ver que la situación no da para amenazas. Hay problemas en los acuartelamientos, donde faltan los bienes básicos para su funcionamiento. Con su salario, los soldados no llegan a final de mes, y tienen que encontrar trabajos alternativos como repartidores o taxistas. Por ello, han introducido subidas salariales. El gobierno libertario entró prometiendo seguridad y orden, y la situación de los cuerpos policiales y militares está peor que antes de que Milei llegara a la Casa Rosada.

La respuesta británica no se ha hecho esperar. El primer ministro, el laborista Andy Burnham, habló con el presidente Donald Trump, y le explicó que la voluntad de las Malvinas es seguir siendo británicas, con el respaldo de Londres. El presidente de la Asamblea de las Islas Malvinas, Jack Ford MLA, lo confirmó: no se plantean dejar de ser británicos. A su vez, el Ejército Británico se desplegó en un ejercicio para saber cómo actuar frente a una invasión, y reconquistar las islas como sucedió en 1982.

Fue en abril cuando el régimen militar encabezado por el general Galtieri tomó las Malvinas, un territorio que se apropió el Reino Unido hace siglo y medio. Aquello fue el principio del fin de la dictadura que sembró el terror en Argentina. Setenta y cuatro días después de la incursión argentina los británicos, que desplegaron la más poderosa flota desde la Segunda Guerra Mundial, recuperaron las Falklands, como las llaman. Hubo mil muertos, 700 de ellos argentinos.

El ministro británico de Exteriores, Ed Miliband, sostiene que los isleños tienen derecho a desarrollar sus recursos naturales como ellos consideren oportuno. Ha anunciado también nuevas medidas para garantizar que las personas y las empresas estén protegidas frente a las amenazas argentinas. El control de los recursos energéticos queda bajo protección británica.

Milei amenaza con una intervención militar en las Malvinas mientras los uniformados argentinos malviven"

No es la primera vez que Milei recurre la cuestión de las Malvinas para desviar la atención doméstica. De hecho, la Junta Militar usó la guerra de las Malvinas para desviar la atención de sus problemas internos. Enviaron a luchar a gente sin experiencia, ni formación. Ahora Milei amenaza con una intervención militar en las Malvinas mientras los uniformados argentinos malviven. Milei espera que Estados Unidos e Israel se pongan de su parte, pero es muy difícil que su apoyo vaya más allá de un golpecito diplomático a la espalda.

En conclusión, la supuesta expansión del islam en las Malvinas, y la consolidación de un gobierno islámico frente a Argentina, es la enésima declaración sin sentido que proviene de Casa Rosada, la sede del gobierno argentino. Apenas el 0,3% de los habitantes de la isla practican la religión islámica.

La necesidad constante del gobierno argentino de generar polémicas estridentes y tensionar el orden internacional es una muestra de la debilidad diplomática del país. Si recordamos el precedente de Venezuela sobre el Esequibo, podemos ver que la cuestión de un cambio territorial por la fuerza tiene escasos apoyos, incluso entre los amigos más cercanos.


Guillem Pursals es doctor en Derecho (UAB), máster en Seguridad (UNED) y politólogo (UPF), especialista en conflictos, seguridad pública y Teoría del Estado. Aquí puede leer sus artículos publicados en www.elindependiente.com

Recusou trocar a palavra-passe da escola porque “toda a gente já a sabia”. Não correu bem

By: ZAP
17 October 2026 at 21:30
O pessoal da escola parecia estar a tentar apanhar um ataque de ransomware. Pela segunda vez. Um leitor (chamemos-lhe “Daniel”) contou ao The Register que, em 2020, foi contratado para substituir um departamento de informática de duas pessoas numa escola no Reino Unido. “O responsável de informática tinha saído no meio de umas ‘irregularidades de contabilidade‘, sobretudo compras de PCs topo de gama para jogos, pagas com dinheiro da escola, que nunca chegaram a aparecer nas instalações”, contou Daniel. “O adjunto subiu de posto mesmo a tempo de ter de lidar com um ataque de ransomware que deixou toda a

Reino Unido proíbe pornografia que retrate estrangulamento

16 October 2026 at 18:22
A partir de novembro, os conteúdos pornográficos que retratem situações de estangulamento, incesto ou representação de menores serão banidos. Investigação concluiu que são prejudiciais para os jovens

© PA Images via Getty Images

Três tipos de pornografia vão ser proibidos no Reino Unido

By: ZAP
16 October 2026 at 11:20
Estrangulamento ou asfixia; relações sexuais entre familiares ou pessoas que simulem esses laços e adultos que fingem ter menos de 16 anos. O Reino Unido vai criminalizar, a partir de 6 de novembro, a posse e a divulgação de três tipos de pornografia considerados particularmente prejudiciais. As três proibições vão incidir sobre conteúdos que representem estrangulamento ou asfixia, relações sexuais entre familiares ou pessoas que simulem esses laços e adultos que interpretem personagens com menos de 16 anos em situações sexuais. A medida foi anunciada pelo Governo britânico na sequência de pressões políticas de diferentes partidos sobre os riscos associados

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