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Dos arrozes malandrinhos ao arroz-doce: Lisboa celebra um dos grandes vícios nacionais

22 October 2026 at 11:51
A Praça Beato, em Lisboa, recebe a 31 de outubro a terceira edição da Festa do Arroz, este ano inteiramente dedicada ao carolino. Três chefs vão trabalhar diferentes variedades deste arroz português em cinco pratos, num programa que inclui ainda uma conversa sobre produção, ciência e hábitos de consumo.

Cristina Clara conjuga diferentes tradições musicais no novo álbum "Entretela"

O novo álbum de Cristina Clara, “Entretela”, disponível nas plataformas digitais a partir de sexta-feira, conjuga diferentes ritmos e tradições musicais, do fado à morna, passando pela música tradicional portuguesa e o 'batuku' cabo-verdiano.

"Em situações mais críticas, podemos dar o peixe, mas o objetivo da SONAE é dar a cana"

Iniciativa do GRACE de que o SAPO é parceiro, o podcast Casa Portuguesa da Sustentabilidade dá voz aos protagonistas das boas práticas que crescem em Portugal. Joana Garoupa traz a palco as mulheres e os homens que estão a transformar o panorama...

Editora reconhece uso de IA no romance de Thélyson Orélien e rompe com escritor

A editora canadiana Les Éditions du Boréal reconheceu que o escritor haitiano-canadiano Thélyson Orélien usou inteligência artificial (IA) no romance "C'était ça ou mourir" e anunciou o corte da relação profissional com o autor.

Branca Lisboa: design português feito para durar

Num mundo marcado pela rapidez e pelo consumo imediato, a Branca Lisboa segue um caminho diferente. A marca portuguesa de mobiliário aposta no tempo, na qualidade e no saber-fazer artesanal para criar peças contemporâneas pensadas para durar.

A revolução como work in progress

22 October 2026 at 00:00
A universitária Raquel Varela, historiadora, de raízes radicais desde menina, observa a dialética como um processo de emancipação dos povos e das gentes. Enquanto acredita que serão os povos que escolherão a paz e viverão em fraternidade, espontaneamente, julga ser mandatório impedir que, entretanto, a maioria desses povos decida por si como quer viver.

A revolução como work in progress

A universitária Raquel Varela, historiadora, de raízes radicais desde menina, observa a dialética como um processo de emancipação dos povos e das gentes. Enquanto acredita que serão os povos que escolherão a paz e viverão em fraternidade, espontaneamente, julga ser mandatório impedir que, entretanto, a maioria desses povos decida por si como quer viver.
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