A Praça Beato, em Lisboa, recebe a 31 de outubro a terceira edição da Festa do Arroz, este ano inteiramente dedicada ao carolino. Três chefs vão trabalhar diferentes variedades deste arroz português em cinco pratos, num programa que inclui ainda uma conversa sobre produção, ciência e hábitos de consumo.
O restaurante Convertidas, no INNSiDE Braga, recebe a 30 de outubro um jantar vínico de quatro momentos, com harmonizações escolhidas para acompanhar cada prato. O menu cruza ingredientes como foie gras, peixe-galo, porco preto e figo.
O novo álbum de Cristina Clara, “Entretela”, disponível nas plataformas digitais a partir de sexta-feira, conjuga diferentes ritmos e tradições musicais, do fado à morna, passando pela música tradicional portuguesa e o 'batuku' cabo-verdiano.
O músico Paulo de Carvalho vai celebrar o 80.º aniversário em palco, em 15 de maio do próximo ano, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, numa altura em que comemora 65 anos de carreira.
Iniciativa do GRACE de que o SAPO é parceiro, o podcast Casa Portuguesa da Sustentabilidade dá voz aos protagonistas das boas práticas que crescem em Portugal. Joana Garoupa traz a palco as mulheres e os homens que estão a transformar o panorama...
A editora canadiana Les Éditions du Boréal reconheceu que o escritor haitiano-canadiano Thélyson Orélien usou inteligência artificial (IA) no romance "C'était ça ou mourir" e anunciou o corte da relação profissional com o autor.
Num mundo marcado pela rapidez e pelo consumo imediato, a Branca Lisboa segue um caminho diferente. A marca portuguesa de mobiliário aposta no tempo, na qualidade e no saber-fazer artesanal para criar peças contemporâneas pensadas para durar.
A dimensão de um país não determina a medida da sua ambição. O que conta é a capacidade de fazer, escolher bem, reformar quando necessário e acreditar no que sabemos e podemos construir.
A interpelação de Chris Olah ao Vaticano não nos deve deixar assustados. Deve, pelo contrário, encher-nos de alento. Mostra que no auge do avanço algorítmico, em vez de apagar o sagrado, a máquina acabou por empurrar o Homem de volta para a sua própria vocação.
A universitária Raquel Varela, historiadora, de raízes radicais desde menina, observa a dialética como um processo de emancipação dos povos e das gentes. Enquanto acredita que serão os povos que escolherão a paz e viverão em fraternidade, espontaneamente, julga ser mandatório impedir que, entretanto, a maioria desses povos decida por si como quer viver.
Estamos habituados a encontrar a expressão blanc de noirs nos espumantes mas nos vinhos tranquilos, sem bolhas, a ideia de fazer um branco com uvas tintas ainda hoje surpreende quem está menos familiarizado com o mundo do vinho.
A interpelação de Chris Olah ao Vaticano não nos deve deixar assustados. Deve, pelo contrário, encher-nos de alento. Mostra que no auge do avanço algorítmico, em vez de apagar o sagrado, a máquina acabou por empurrar o Homem de volta para a sua própria vocação.
A universitária Raquel Varela, historiadora, de raízes radicais desde menina, observa a dialética como um processo de emancipação dos povos e das gentes. Enquanto acredita que serão os povos que escolherão a paz e viverão em fraternidade, espontaneamente, julga ser mandatório impedir que, entretanto, a maioria desses povos decida por si como quer viver.
A dimensão de um país não determina a medida da sua ambição. O que conta é a capacidade de fazer, escolher bem, reformar quando necessário e acreditar no que sabemos e podemos construir.
Estamos habituados a encontrar a expressão blanc de noirs nos espumantes mas nos vinhos tranquilos, sem bolhas, a ideia de fazer um branco com uvas tintas ainda hoje surpreende quem está menos familiarizado com o mundo do vinho.