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Siderurgia, metalurgia e mineração arrematam 320 mil m³/dia de gás da União

22 October 2026 at 15:41

Os setores siderúrgico, metalúrgico e de mineração arremataram todos os lotes ofertados no primeiro leilão de gás natural da União, realizado nesta quinta-feira (22), em São Paulo.

O volume adquirido corresponde a 320 mil metros cúbicos por dia.

Os lotes ficaram com a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Gerdau, Samarco Mineração, Ternium e Vale.

A etapa destinada aos três segmentos ofertou 32 lotes, equivalentes a 320 mil metros cúbicos diários. Foi a segunda maior cota da primeira rodada, atrás apenas do grupo químico e petroquímico, que contou com 350 mil metros cúbicos por dia.

O adicional médio ponderado das ofertas vencedoras do segmento ficou em US$ 2,30 por milhão de BTU. O preço dos contratos será calculado mensalmente com base em 115% da média das cotações de referência do Henry Hub no mês anterior ao fornecimento, acrescidos do adicional de cada oferta vencedora e convertidos em reais pela taxa de câmbio prevista no edital.

Os tributos e os custos necessários para levar o gás até as fábricas serão incorporados ao custo de aquisição. A entrega pela PPSA ocorrerá na saída da unidade de tratamento da Petrobras em Itaboraí, no Rio de Janeiro, e a logística a partir desse ponto será de responsabilidade dos compradores.

Organizado pela PPSA (Pré-Sal Petróleo), o leilão ofertou 1,1 milhão de metros cúbicos por dia para cinco grupos industriais, com fornecimento previsto entre março e dezembro de 2027. Na primeira rodada, cada grupo econômico podia adquirir até 16 lotes, equivalentes a 160 mil metros cúbicos diários.

“Estamos colocando o pré-sal a serviço da indústria brasileira”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A iniciativa tem como objetivo ampliar a oferta e reduzir o custo do combustível para a indústria nacional.

Antes da disputa, o presidente da PPSA, Luís Fernando Paroli, estimou à CNN que o combustível poderia chegar à indústria por cerca de US$ 9 por milhão de BTU, incluindo impostos, transporte e distribuição.

Presidenciáveis prometem investir em infraestrutura, mas desafio é execução

22 October 2026 at 14:34

A infraestrutura ganhou espaço nas propostas dos candidatos à Presidência neste segundo turno e os caminhos apresentados são os mais diferentes possíveis, passando por maior participação do capital privado, continuidade dos investimentos públicos, concessões, PPPs e novos mecanismos de financiamento.

Mas existe uma convergência importante, que é urgente no país: o Brasil precisa ampliar os investimentos e acelerar a modernização de sua infraestrutura.

A dimensão do desafio, porém, talvez peça uma discussão que vá além de quanto o próximo governo pretende investir. No fim de 2025, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Ministério dos Transportes anunciaram para 2026 uma carteira de oito leilões ferroviários e 13 rodoviários, com previsão de quase R$ 290 bilhões em investimentos.

É uma carteira que ajuda a mostrar o tamanho da demanda, e também da oportunidade, existente no país. Diante dessa escala, a pergunta para o próximo ciclo presidencial não deveria ser apenas ‘quanto mais vamos investir?’, mas principalmente ‘como vamos executar’.

Uma carteira bilionária, por si só, ainda não é infraestrutura. Entre o anúncio de um investimento e uma rodovia, ferrovia, porto ou outro ativo funcionando existe uma extensa cadeia de planejamento e execução: estudos de viabilidade, projetos de engenharia, licenciamento ambiental, modelagem econômico-financeira, segurança regulatória, contratação, mobilização de mão de obra e fornecedores e, finalmente, construção.

O principal desafio está em fazer com que todas essas etapas avancem de forma coordenada e com o nível de maturidade necessário.

Acelerar a infraestrutura não significa simplesmente encurtar prazos, mas investir na qualidade do planejamento e na integração entre poder público, órgãos reguladores, investidores, projetistas e empresas responsáveis pela execução. A esse cenário somam-se novos fatores de complexidade, como a implementação da reforma tributária e a mudança na jornada de trabalho, com o fim da escala 6×1.

Ambas as transformações podem pressionar os custos, exigir revisões nos modelos de contratação e alterar a organização operacional dos empreendimentos, com reflexos sobre orçamentos, cronogramas e produtividade.

Por isso, o debate eleitoral sobre infraestrutura precisa incorporar uma variável que nem sempre recebe a mesma atenção que os números de investimentos, frequentemente anunciados com grande ênfase: a maturidade dos projetos e sua capacidade de responder a um ambiente econômico, regulatório e trabalhista em transformação.

Os presidenciáveis apresentaram diferentes propostas para ampliar a capacidade de investimento do país. Há planos que enfatizam concessões e participação privada, outros que atribuem maior protagonismo ao investimento público e propostas que combinam diferentes instrumentos.

Independentemente do modelo escolhido nas urnas, entretanto, todos eles enfrentarão uma realidade comum: dinheiro disponível não elimina gargalos de execução.

É possível ter recursos e não ter um projeto suficientemente maduro. É possível estruturar uma concessão e enfrentar entraves posteriores.

Essa talvez seja uma das discussões mais importantes para o próximo ciclo de infraestrutura brasileiro. O país não parte do zero a cada eleição. Governos recebem carteiras de projetos em diferentes estágios de desenvolvimento, contratos em andamento e empreendimentos que atravessam mais de um mandato.

A infraestrutura trabalha com horizontes maiores do que os ciclos eleitorais e isso, por sua vez, exige continuidade, previsibilidade e capacidade de priorização.

O Brasil ainda possui necessidades enormes em logística, saneamento, mobilidade, energia e infraestrutura digital. Investir mais continuará sendo fundamental para elevar a produtividade e sustentar novos ciclos de crescimento. Mas talvez o próximo salto da infraestrutura brasileira dependa tanto da qualidade da execução quanto da quantidade de recursos mobilizados.

Bilhões previstos demonstram ambição, enquanto projetos bem estruturados atraem capital e obras concluídas geram produtividade.

Por isso, diante das propostas apresentadas pelos presidenciáveis, a discussão para 2027 deveria avançar em uma etapa: não basta definir quanto o Brasil pretende investir em infraestrutura, precisamos definir como transformar esses investimentos em projetos maduros, obras executadas e ativos efetivamente entregues à sociedade.

Marcos Borin é fundador e presidente da CTC Infra*

Os artigos publicados pelo CNN Infra buscam estimular o debate, a reflexão e dar luz a visões sobre os principais desafios, problemas e soluções enfrentados pelo Brasil e por outros países do mundo. Os textos publicados neste espaço não refletem, necessariamente, a opinião da CNN Brasil.

Indústria ceramista arremata 200 mil m³/dia no leilão de gás da União

22 October 2026 at 14:30

O setor ceramista arrematou todos os lotes ofertados, equivalentes a 200 mil metros cúbicos de gás natural por dia, no primeiro leilão de gás da União, realizado nesta quinta-feira (22), em São Paulo.

Os volumes foram adquiridos pelas empresas Biancogres Ceramica, Ceramica Formigres, Ceramica Villagres, Delta Industria Cerâmica, Dexco, Incepa Revestimentos Ceramicos, Mohawk Revestimentos Cocal do Sul e Ruy R. da Rocha Produtos Cerâmicos.

A etapa dedicada ao segmento colocou em disputa 20 lotes, que somavam 200 mil metros cúbicos diários. A quantidade representava a terceira maior cota da primeira rodada, depois dos grupos químico e petroquímico e siderúrgico, metalúrgico e de mineração.

As propostas vencedoras partiram de US$ 1,86 por milhão BTU, valor US$ 0,06/BTU acima da oferta inicial mínima. Esse valor integra a fórmula dos contratos, que considera 115% da média das cotações de referência do Henry Hub no mês anterior ao fornecimento, além da taxa de câmbio estabelecida no edital.

O gás será disponibilizado na saída da unidade de tratamento da Petrobras em Itaboraí, no Rio de Janeiro. A movimentação até as fábricas deverá ser contratada pelos compradores, diretamente ou por meio de uma comercializadora.

A previsão é de fornecimento entre março e dezembro de 2027. O custo para entrega às unidades industriais é por conta das empresas vencedoras e inclui tributos, transporte e distribuição.

Ao todo, a PPSA (Pré-Sal Petróleo) ofertou 1,1 milhão de metros cúbicos diários a cinco grupos da indústria de base (químico e petroquímico; siderúrgico, metalúrgico e mineração; ceramista; e vidreiro. As rodadas têm disputas separadas por segmento e limite de 16 lotes por grupo econômico.

Indústria de vidro arremata 100 mil m³/dia no leilão de gás da União

22 October 2026 at 13:55

A indústria de vidro arrematou todos os lotes disponíveis, equivalentes a 100 mil metros cúbicos de gás natural por dia, no primeiro leilão de gás da União, realizado nesta quinta-feira (22), em São Paulo.

Os volumes foram adquiridos pelas empresas AGC Vidros do Brasil, Cebrace Cristal Plano e Wheaton Brasil Vidros.

A etapa destinada ao setor vidreiro colocou em disputa dez lotes, que somavam 100 mil metros cúbicos diários.

A quantidade correspondia à menor das cinco cotas da primeira rodada do certame, que ofertou um total de 1,1 milhão de metros cúbicos por dia para a indústria de base.

O preço mínimo das ofertas vencedoras do segmento ficou em US$ 4 por milhão de BTU, ágio de ágio de 2,20 por milhão de BTU. Esse adicional compõe o preço contratual, calculado mensalmente com base em 115% da média das cotações de referência do Henry Hub no mês anterior ao fornecimento e na taxa de câmbio prevista no edital.

Os custos para entrega às fábricas incluirão ainda tributos, transporte e distribuição. O gás será disponibilizado pela PPSA (Pré-Sal Petróleo) na saída da unidade de tratamento da Petrobras em Itaboraí, no Rio de Janeiro. A contratação da movimentação até as instalações industriais ficará sob responsabilidade dos compradores.

O fornecimento está previsto entre março e dezembro de 2027. Na primeira rodada, as empresas disputaram os volumes exclusivamente com participantes do mesmo grupo industrial, respeitadas a demanda habilitada e a quantidade de lotes reservada ao segmento.

Governo realiza nesta quinta leilão inédito de gás para indústria de base

22 October 2026 at 08:00

O governo realiza nesta quinta-feira (22), em São Paulo, o primeiro leilão de gás natural processado destinado à indústria de base. Organizada pela PPSA (Pré-Sal Petróleo), a iniciativa busca ampliar a concorrência no mercado e reduzir o custo do combustível para o setor produtivo.

A disputa começa às 9h, pela plataforma eletrônica da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), com acompanhamento presencial na sede da entidade, na capital paulista.

Segundo a PPSA, 36 empresas estão habilitadas para disputar os 110 lotes, cada um equivalente a 10 mil metros cúbicos diários. A oferta total será de 1,1 milhão de metros cúbicos por dia, com fornecimento previsto entre março e dezembro de 2027.

“Estamos colocando o pré-sal a serviço da indústria brasileira. Esse leilão aumenta a oferta, traz mais competição para o mercado e faz com que o gás da União chegue diretamente para a indústria a um preço mais competitivo. É uma medida que reduz custos para quem produz, fortalece a indústria nacional e ajuda a gerar emprego e renda no país”, disse em nota o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Em recente entrevista à CNN, o diretor-presidente da PPSA, Luís Fernando Paroli, estimou que o gás poderá chegar às indústrias por cerca de US$ 9 por milhão de BTU, já considerados impostos, transporte e distribuição. Segundo ele, a economia seria de US$ 3 a US$ 4 por milhão de BTU em relação aos preços pagos pelas empresas.

Na primeira rodada, a disputa terá cinco etapas, uma para cada grupo industrial. As empresas concorrerão apenas com participantes do mesmo segmento, conforme a seguinte distribuição inicial:

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Cada grupo econômico poderá adquirir até 16 lotes na primeira rodada, equivalentes a 160 mil metros cúbicos por dia, respeitada a demanda habilitada. Caso sobrem volumes, haverá uma segunda rodada aberta a todas as empresas habilitadas, sem as cotas por setor e sem esse limite de lotes, mas ainda limitada à demanda remanescente de cada participante.

O preço será calculado mensalmente com base em 115% da média das cotações dos contratos futuros de Henry Hub, referência americana para o gás natural, acrescidos de um adicional definido na disputa. As ofertas com os maiores adicionais terão prioridade na distribuição dos lotes. O cálculo também considerará a cotação média do dólar no mês anterior ao fornecimento.

O gás produzido no pré-sal será escoado e processado pela Petrobras e disponibilizado aos compradores na saída da Unidade de Tratamento de Gás de Itaboraí, no Complexo de Energias Boaventura, no Rio de Janeiro.

A partir desse ponto, o transporte até as instalações industriais ficará sob responsabilidade dos compradores, diretamente ou por meio de uma comercializadora habilitada.

Antaq fiscaliza condições de travessias no AM durante estiagem

21 October 2026 at 21:42

A Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) intensificou o acompanhamento das condições de navegação e operação das travessias no Amazonas diante dos impactos provocados pela época de estiagem.

Nessa última terça-feira (20), equipes da agência realizaram visitas técnicas coordenadas às travessias de Igapó-Açu e Manaus-Careiro da Várzea para verificar as condições dos serviços e as providências adotadas diante dos problemas identificados nas últimas semanas.

Além disso, a Antaq busca identificar os possíveis riscos à continuidade das operações na região.

Na travessia entre Manaus e Careiro da Várzea, localizada no corredor da BR-319, um dos pontos avaliados foi a formação de um banco de areia no canal de navegação, que altera as condições de passagem das embarcações e pode demandar serviços de dragagem.

As equipes também verificaram a situação das rampas de embarque e desembarque, podendo necessitar de adequações em razão do recuo das águas durante o período sem chuvas.

Durante a visita, foi acompanhada ainda a operação do Consórcio Rio Negro SPE, selecionado por meio de chamada pública para a prestação do serviço de transporte aquaviário de veículos e passageiros na travessia.

Atuação preventiva

Ainda em comunicado divulgado nesta quarta (21), a agência afirmou que as discussões concentraram-se nas condições de navegação e nas necessidades de infraestrutura para manter o funcionamento das travessias durante a estiagem.

Entre as medidas avaliadas estão a possível dragagem do canal de navegação e as adequações nas rampas de acesso, intervenções que são de responsabilidade do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Segundo o diretor-geral, Frederico Dias, a agência tem acompanhado os problemas que a seca tem trazido para as travessias e buscando antecipar as situações que possam comprometer a prestação dos serviços.

Primeiro leilão de gás da União tem 36 empresas habilitadas

21 October 2026 at 18:49

O primeiro leilão de gás da União, realizado pela PPSA (Pré-Sal Petróleo), que ocorrerá nesta quinta-feira (22), terá com 36 proponentes habilitados para disputar os 110 lotes de gás natural que serão ofertados ao mercado.

O certame está marcada para às 9h e será feito em formato on-line, por meio da plataforma eletrônica da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

Ao todo, cinco setores da indústria de base poderão participar.

Serão ofertados 1,1 milhão de metros cúbicos por dia de gás natural da União, com fornecimento previsto entre março e dezembro de 2027.

O leilão, que oferecerá diretamente aos consumidores o gás natural processado pertencente à União, busca ampliar o número de agentes no mercado de gás, promovendo uma maior liquidez, e contribuir para a competitividade da indústria brasileira.

Dinâmica do certame

O leilão ocorrerá em cinco etapas sequenciais, cada uma destinada a um segmento da indústria.

Ao final de cada etapa do leilão, a CCEE divulgará os resultados da rodada, incluindo os vencedores e o preço médio do gás natural comercializado.

A primeira terá início às 9h, com a oferta total de 100 mil m³/dia (10 lotes) para o setor vidreiro. Na sequência, às 9h50, será a vez do setor ceramista, com 200 mil m³/dia (20 lotes).

Às 10h40, começará a etapa destinada aos setores siderúrgico, metalúrgico e de mineração, com 320 mil m³/dia (32 lotes).

Já o segmento químico e petroquímico participará a partir das 11h30, com oferta de 350 mil m³/dia (35 lotes).

O último bloco deve ocorrer às 12h20, e será dedicada ao setor de fertilizantes nitrogenados, com 130 mil m³/dia (13 lotes).

Cada lote corresponderá a 10 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Os compradores participarão virtualmente da etapa referente ao seu segmento e poderão adquirir, inicialmente, de um a 16 lotes, respeitando o limite de consumo de sua indústria previamente declarado na fase de habilitação.

As empresas deverão apresentar suas propostas indicando a quantidade de lotes desejada e o prêmio oferecido. Após a abertura das propostas iniciais, terá início a etapa dinâmica, na qual os participantes poderão apresentar novos lances, aumentando o prêmio. Serão vencedoras as propostas que oferecerem os maiores prêmios ao governo.

Caso haja lotes remanescentes ao final das cinco etapas, será realizada uma última rodada, prevista para começar às 13h10.

Nesta fase, todas as empresas habilitadas poderão disputar os volumes disponíveis, independentemente do segmento industrial, sem limite máximo de lotes por participante, desde que seja respeitada sua capacidade de consumo declarada.

Azul anuncia aumento de capital de R$ 512 milhões

21 October 2026 at 13:57

A Azul anunciou um aumento de capital de R$ 512,8 milhões após a American Airlines concluir um investimento e exercer a totalidade dos bônus de subscrição das ações ordinárias que detinha da aérea brasileira. 

O anúncio foi feito na noite desta terça (20) em fato relevante divulgado pela companhia.

Segundo a Azul, a companhia emitiu 31,8 milhões de ações para a American. Ao todo, após a operação a aérea ficou com 400,83 milhões de papéis em circulação.

Diante do exercício dos Bônus de Subscrição da American, o CEO da Azul, John Rodgerson, renunciou aos cargos como membro efetivo do Conselho de Administração e do Comitê Estratégico da companhia.

Jeff Ogar, executivo da American Airlines e atual chefe de parcerias, assumiu as funções. 

Como mostrou a CNN, no começo do mês o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a aquisição pela American de uma participação minoritária de aproximadamente 8% no capital social da Azul, mediante uma celebração de um ACC (Acordo em Controle de Concentrações).

A operação envolveu investimentos de US$ 100 milhões e se dá após a reestruturação financeira da companhia brasileira sob o Chapter 11, processo de recuperação nos Estados Unidos.

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