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Na corrida pela notícia, imprensa entrega o “ouro” para as redes

25 September 2026 at 16:00

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Achei muito interessante o episódio apresentado por Fábio Porchat, criado e produzido pelo podcast “Calma Urgente”, sobre as relações entre os Vorcaro, a Igreja da Lagoinha e os Bolsonaro. Mais do que as tiradas divertidas do humorista, o que me impressionou foi a capacidade de dar sentido aos fatos, com uma narrativa acessível e precisa sobre o que significa o escândalo do Master e quem são seus reais protagonistas.  

O projeto une artistas e jornalistas e parece ter encontrado uma forma eficiente de dialogar com o público nessas eleições tão complexas, infiltradas por recursos de organizações criminosas e ameaçadas por Donald Trump, aliado e beneficiário das Big Techs.

Notem: os fatos que embasam a história contada por Porchat não são “furos”, mas foram amarrados de forma a torná-los compreensíveis para o leitor sem descambar na propaganda. Talvez seja esse o motivo pelo qual o perfil “Revelando” – que divulga os episódios – tenha sido censurado (e depois liberado) pela Meta quando já alcançava 6 milhões de visualizações (e o vídeo 5,4 milhões de views no YouTube até o momento em que escrevo, quando um novo episódio já está sendo lançado). 

O que vale uma reflexão sobre o jornalismo, sobretudo aquele que continua repetindo métodos (como os vazamentos seletivos), fontes e formatos (a notícia-mercadoria) sem compreender a mudança de seu papel no novo ecossistema informativo.

Tenho cá para mim que a expectativa dos donos das empresas jornalísticas não vai além de conseguir negociar com as Big Techs para obter pagamentos em troca das notícias que entregam de graça como combustível para as redes – pelo menos até que a inteligência artificial se encarregue de criá-las ao gosto do freguês. Afinal, não se pode esperar muito de quem não vê contradição entre defender o interesse público e lucrar com anúncios de bets – prática rejeitada por cem veículos digitais em manifestação liderada pela Agência Pública. Hoje (24), o presidente Lula deve assinar uma MP proibindo as bets no país. 

Para nós, jornalistas, a batalha é outra. Se queremos cumprir nosso papel na garantia ao direito à informação da população, temos que preservar o “ouro” do jornalismo: o sentido dos fatos, o que começa pela leitura política da realidade. Como já dizia o mestre Cláudio Abramo: “O jornalismo não pode ser despido de opinião política. Deve-se sim ter opinião, saber onde ela começa e acaba, onde ela interfere nas coisas ou não. É preciso ter consciência. O jornalista não pode ser ingênuo, deve ser cético. Ele não pode ser impiedoso com as coisas sem um critério ético”.

Se isso já era importante há 40 anos, imagine agora em que o produto do nosso trabalho está sujeito a uma mega manipulação de significado e sentido, a depender de quem se aproveita dele. Quanto mais “objetiva” a pauta, e mais “isento” o conteúdo, maior o poder nas mãos dos que controlam as redes. 

Há que ter um ponto de vista, que nasce do próprio conhecimento dos jornalistas sobre a realidade, o contexto histórico e os personagens envolvidos, e que muitas vezes se perde na ânsia pela entrega da “mercadoria”. 

Mas, como observou Fabiana Moraes, parte da imprensa continua a repetir os erros cometidos na cobertura da Lava Jato, quando os jornalistas reproduziam as informações vazadas pela força-tarefa (havia até coletiva em off), selecionadas conforme os interesses dos envolvidos: o juiz Sérgio Moro (depois ministro da Justiça de Bolsonaro) e procuradores como Deltan Dallagnol, que quase conseguiu garfar 2,5 bilhões de reais de um acordo entre a Petrobrás e o Departamento de Justiça dos EUA para criar uma fundação privada. 

A Lava Jato só revelou seu real sentido para o país quando os jornalistas do Intercept Brasil demonstraram como esses interesses levaram a ilegalidades que comprometeram o processo. Fato que de certo modo se repetiu nessas eleições, quando o mesmo veículo expôs as relações de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro nos áudios do Dark Horse. Até então, o que se tinha eram os vazamentos seletivos de André Mendonça contra Alexandre de Moraes e “Lulinha”, motivados pelo desejo de eleger Flávio Bolsonaro – como se tornou explícito com a crise no STF e o 7 de setembro em São Paulo.

Houve outro erro, que também já foi apontado por Fabiana, ainda em 2018, que foi tratar Jair Bolsonaro com complacência, sem identificá-lo claramente como de extrema direita nem chamar a atenção do perigo que representava para a democracia. Agora boa parte da imprensa não apenas demorou a reconhecer a interferência dos Estados Unidos nas eleições, o fato mais importante desta votação, como falhou na cobertura do lobby de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo para prejudicar o país, acompanhado desde o início pela Pública. Não é à toa que a Pública e a jornalista Natalia Viana, que lidera as investigações, se tornaram alvos de ataques misóginos e mentirosos da dupla de lobistas. 

Vemos agora um movimento no noticiário apontando uma suposta liderança de Flávio nas pesquisas eleitorais, apoiando-se em pequenas oscilações de uma eleição acirrada. Na quarta-feira (23), um título na página principal do UOL sobre a pesquisa Atlas/Intel anunciava: “Flávio cresce e encosta em Lula no primeiro turno”, enquanto os números mostravam que ambos os candidatos tinham crescido e a diferença se mantinha rigorosamente a mesma da pesquisa anterior. Um erro crasso, corrigido algum tempo depois, mas que pode ser lido por essa lente – menos conspiracionista e mais reveladora do comportamento de “boiada” que contamina com frequência o noticiário de “consenso”.  

No começo da semana houve grande alvoroço com a oscilação de um ponto positivo para Flávio, o que foi destacado como um empate técnico (3 pontos de diferença) inédito no 1º turno. Nesta quinta-feira, novo Datafolha revelou uma oscilação positiva de 1 ponto para Lula, recolocando a vantagem sobre Flávio fora da margem de erro. Ou seja, nada mudou substancialmente, as previsões continuam impossíveis – esses são os fatos. 

A estratégia de Flávio é repetir que vencerá no primeiro turno para captar eleitores e até para inflar apostas na plataforma Polymarket, gerando números imaginários apresentados por ele nas redes nesta semana como se fosse uma pesquisa eleitoral. Se não ajudá-lo a vencer, já sabemos como essa narrativa de “vitória” pode se tornar munição para os golpistas. Não podemos nos arriscar a ser usados nesse jogo.

Somme : le maire avait embauché sa compagne comme secretaire, malgré l'ordre de la sous-prefecture

25 September 2026 at 13:32

Le maire de Muille-Villette, dans la Somme, a été condamné le 17 septembre 2026 pour prise illégale d’intérêts. Il avait recruté puis maintenu sa compagne comme secrétaire de mairie malgré les demandes de la sous-préfecture de Péronne de mettre fin à cette situation. Cinq mois de prison avec sursis et 1 000 euros d’amende ont été prononcés.

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Les faits ne sont pas contestés : il a recruté sa compagne comme secrétaire de mairie, par une série de contrats à durée déterminée, alors même que la sous-préfecture de Péronne lui avait explicitement demandé de mettre fin à cette situation. Le parquet, plus sévère que le jugement rendu, avait requis huit mois de prison avec sursis et 2 000 euros d'amende.

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Quand l’administration dit d’arrêter

Selon les éléments rapportés par la presse locale, plusieurs contrats à durée déterminée avaient été conclus avec la compagne du maire pour le poste de secrétaire de mairie.

Somme : le maire de Muille-Villette condamné à cinq mois de prison avec sursis pour prise illégale d’intérêts - ICI
Maire depuis mars 2020 du village de Muille-Villette (Somme), Florian Slosarczyk a été condamné pour prise illégale d’intérêts ce mardi par le tribunal correctionnel d’Amiens. Il lui était reproché d’avoir employé sa compagne comme secrétaire de mairie du 1er janvier 2022 au 31 décembre 2023.

La sous-préfecture, autorité de tutelle sur les actes des communes, avait identifié l'irrégularité et notifié sa position au maire. Le CDD suivant a néanmoins été signé. Juridiquement, la prise illégale d'intérêts suivant article 432-12 du Code pénal, sanctionne le fait, pour un élu, de tirer un avantage d'une décision qu'il prend ou supervise. Ici, l'avantage est : un salaire versé par la commune à sa compagne, sur des fonds publics, décision après décision.

La digestion des Gilets Jaunes
Montargis annulée, Brun écarté : on dit qu’on chasse les gilets jaunes du pouvoir. Sept trajectoires montrent l’inverse — ils ont été assimilés.

Le tribunal correctionnel d’Amiens a finalement retenu la prise illégale d’intérêts. Le parquet avait requis huit mois d’emprisonnement avec sursis et 2 000 euros d’amende. La juridiction a prononcé une peine de cinq mois avec sursis simple et 1 000 euros d’amende. Pour autant, la condamnation ne figurerait pas au casier judiciaire selon les informations publiées.

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Une affaire qui interroge le pouvoir local

Florian Slosarczyk, maire depuis 2020, avait été réélu en mars 2026 avec 52 % des voix, avant sa comparution devant le tribunal. Il demeure maire malgré sa condamnation.

Étampes : deux procès en une semaine pour l’argent public de la mairie
En huit jours, le tribunal correctionnel d’Évry a examiné deux dossiers distincts mettant en cause la gestion de fonds publics à Étampes. D’un côté, l’ancien maire Franck Marlin, soupçonné d’avoir laissé filer 20 000 euros de subventions « jeunesse » en 2017. De l’autre, un ex-chef

L'enjeu dépasse donc les 1 000 euros d'amende. Dans une commune, le maire intervient directement dans l'organisation des services municipaux et dans la gestion du personnel. Ce dossier rappelle une réalité souvent moins visible de la décentralisation : l'autonomie communale ne signifie pas liberté de s'affranchir des règles qui encadrent les élus. Et lorsque l'administration adresse une injonction à un maire, puis que celui-ci la maintient sans effet, le contentieux ne relève plus seulement de la paperasserie municipale. Il devient une question de responsabilité personnelle dans l'utilisation d'une fonction publique.

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O que há para comer hoje no Algarve? (sexta-feira, 25 de setembro)

25 September 2026 at 10:33

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

Leia as notícias do Algarve aqui

Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


O Ténis Restaurante/Snack Bar (Portimão)

Rua do Viveiro. Contacto: 282 485 715. Email: rest.otenis.ezequiel@gmail.com

Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Sexta-feira:
Sopa do dia
Iscas de Cebolada
Filetes de Pescada


Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

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Concelho de LAGOS

Restaurante Prato Cheio (Lagos)

Rua Francisco Sá Carneiro, 23 A, Lagos. Contacto: 282 037 469. E-mail: prato.cheio.lagos@gmail.com

Aberto de quarta-feira a domingo, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 22h00 e à segunda-feira, das 12h00 às 15h00


Restaurante O Caseiro (Lagos)

Sítio do Arão, EM 539, Sítio do Arão, Odiáxere, Lagos. Contacto: 910 799 846

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00


Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Aberto de 2ª a sábado, das 7h00 às 22h30


Recanto do Zé (Armação de Pêra)

Rua D. João II, Armação de Pêra. Contacto: 282 315 533

Aberto de terça-feira a domingo, das 10h00 às 15h00 e das 18h00 às 23h00


Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

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Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão) – A aguardar atualização

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750

Concelho de TAVIRA

Casa da Avó (Tavira)

Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00

A69 : le Conseil d’État refuse les 41 millions d’argent public destinés à baisser le péage

25 September 2026 at 08:45

Le montage imaginé pour rendre l’A69 moins chère aux automobilistes vient de se heurter au Conseil d’État. Une baisse de péage pouvant atteindre 33 % devait être financée par 41 millions d’euros apportés par l’État et les collectivités : les automobilistes paieront donc plus cher que promis.

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Un mécanisme qui transférait une partie du coût de la ristourne du concessionnaire vers l’argent public.

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41 millions pour compenser la baisse du péage

L’avenant au contrat de concession conclu avec Atosca prévoyait une diminution de 33 % du péage sur les sections correspondant notamment aux déviations de Soual et de Puylaurens pendant les dix premières années d’exploitation, puis de 15 %. Cette mesure concernait plus de la moitié des 53 kilomètres de l’A69.

Autoroutes privatisées: le grand hold-up des concessionnaires enfin devant les juges
Ras-le-bol des péages qui flambent sans contrepartie. Depuis le 1er avril, particuliers et entreprises peuvent rejoindre une action collective pilotée par le cabinet Lèguevaques pour exiger le remboursement d’un trop-perçu évalué à 2 000 euros par usager fréquent. L’État, co-bénéficiaire du système, sera juge

Pour compenser son manque à gagner, l’État, la région Occitanie, le département du Tarn, l’agglomération Castres-Mazamet et la communauté de communes Sor et Agout avaient prévu une contribution supplémentaire de 41 millions d’euros, en plus des quelque 23 millions déjà inscrits au contrat initial.

L’Autorité de régulation des transports avait examiné le dispositif en décembre 2025. Elle jugeait la méthode de calcul globalement pertinente, tout en relevant plusieurs réserves : prévisions de trafic insuffisamment étayées, absence d’étude suffisamment précise sur la valeur de l’abattement et difficultés liées au calendrier de mise en service.

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Le Conseil d’État bloque le montage

Saisi pour avis par le gouvernement, le Conseil d’État a finalement rendu un avis défavorable, révélé le 24 septembre. Selon La Dépêche, la juridiction administrative estime que la ristourne envisagée fait peser un risque juridique sur le contrat de concession. L'État devrait suivre cet avis pourtant consultatif.

Comment réformer la sécurité sociale sans mettre les Français dans la rue
Le monopole de la Sécurité sociale peut disparaître sans drame : préserver toutes les caisses, supprimer l’obligation, ouvrir le libre choix. La méthode existe.

Ce qui frappe, c'est l'ordre des priorités : la rentabilité du concessionnaire, sanctuarisée dans le contrat initial signé après trois ans de bataille judiciaire — annulation en 2025, sursis, puis validation définitive le 29 juin 2026 — n'est jamais discutée.

Le péage plein tarif tombe précisément au moment où l'A69 ouvre, sous le regard d'un gouvernement qui découvre, un peu tard, que corriger un contrat déséquilibré coûte cher surtout quand ce n'est pas lui qui paie.

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President Lula’s full speech at the 81st UN General Assembly

Brazil's President Luiz Inacio Lula da Silva speaks during the 81st United Nations General Assembly at the United Nations Headquarters in New York, on September 22, 2026. Photo by TIMOTHY A. CLARY / AFP via Getty Images

This story originally appeared in Panamerican Dispatch on Sep. 23, 2026, and is shared here with permission.

On September 22, Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva gave the opening speech of the 2026 U.N. General Assembly in New York City. He discussed the concerning state of the world, demanded diplomacy to resolve conflicts and said, “this is the most critical moment of the United Nations.”

He also denounced attempts to influence upcoming Brazilian elections.

“Brazil does not fit into anyone’s backyard,” he said. “We need partners with a positive agenda that promotes development.”

Full Speech by Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva, in English.

My compliments to the President of the General Assembly, Ambassador Khalilur Rahman from Bangladesh.

I greet each of the Heads of State and Government and the delegates present. I address in particular the Secretary-General of the United Nations. During his two terms, António Guterres was a direct witness to the growing mismanagement of the superpower.

Mr. President, this is the tenth occasion in which I open the General Debate of this Assembly. Since I stood at this podium for the first time in 2003, this is the most critical moment of the United Nations. The feeling that moves me today is that of indignation.

The United Nations is failing in one of its highest missions, to free humanity from the fray of war. Its credibility has never been so low. Its ability to protect the most vulnerable, those who have no army or arsenals, has never been so small.

We are all victims of the immobility of a Security Council that does not fulfill its role. In 1946, already in the first session of this assembly, Brazil warned of the high price that the international community would pay for the right to veto. This vice, which gave rise to the U.N. Charter, conferred the great powers the privilege of insensitivity.

This original sin is now added to a profound crisis of leadership. The year 2025 recorded the highest number of armed conflicts since World War II. Trillions of dollars financed a new arms race.

Geopolitical tensions threaten to turn regional disputes into a conflict of global proportions. Those who hold the reins of crucial decisions must act responsibly and in a sense of urgency. The leaders of the countries that make up the Security Council must come together.

I know the realities of power, but the concessions to the law of the strongest have already crossed the limits. This is not idealism, it is pure realism. War is not the continuation of politics by other means, it is the total failure of politics.

In an interdependent world, to lead is to reconcile the interests of the homeland with that of humanity. This is the statement of someone who represents a nation that loves peace and freedom. Someone who fought against a military dictatorship and defended his country against a coup d’état. It is the conviction of a factory worker, who was elected president three times and who won the fight against hunger in Brazil.

This assembly has recently corrected historical distortions. It has recognized the trafficking of enslaved Africans as the most serious crime against humanity. It has approved the most precise representation of the world map. Now we must debate about determining themes for the future of humanity. We are called to choose between multilateralism and unilateralism, democracy or extremism, sovereignty or subordination.

These choices demand courage, political will and clarity of objectives. This is what is expected of a statesman. Yasser Arafat and Yitzhak Rabin were statesmen.

They challenged the past to design a future of peace. They were defeated by hatred. Generations of Palestinians will carry the pain and trauma left by the genocide practiced by the Netanyahu government against women and children in Gaza.

Israeli civilians paid the price of radicalism and intolerance of the terrorist acts of Hamas. Pursuing the International Criminal Court and its members is an incentive for these crimes to be punished. The U.N. Special Rapporteur Francesca Albanese cannot be silenced for telling the truth.

Illegal settlements in the West Bank are becoming less and less viable. The two-state solution is essential so that Israelis and Palestinians can live in peace. Threatening the extinction of a civilization will not bring stability to the Middle East.

The Strait of Hormuz became a trench of war when it should remain a vital passage for international trade. Families all over the world pay for the increase in the price of fuel, fertilizers and food.

The war between Russia and Ukraine has dragged on for five years in a humanitarian drama that continues to save lives.

We all know that there will be no winners on the battlefield. Diplomacy is the only option. Initiatives such as the Group of Friends of Peace, created by Brazil and China, reveal the strength of the international community willing to work for dialogue.

In Latin America and the Caribbean, the geographical proximity to the world’s largest military power is inescapable, especially in the context of the worsening of hegemonic temptations. Brazil does not fit into anyone’s backyard. We need partners with a positive agenda that promotes development.

Ideological differences should not be an obstacle to greater integration between neighbors. Countries in the region have recognized the horrors of regimes of exception. We have come a long way to restore popular will.

Democracy is once again in check. We are once again witnessing foreign interference in electoral processes. The division of the world into areas of influence and neocolonial attacks for strategic resources constitute anachronistic gestures.

The Venezuelan people deserve to define their own destiny. Nicaragua will not solve its problems by preventing the opposition from running for office. The crisis in Haiti continues to test the limits of the indifference of the international community. In Cuba, the world is suffering. The collective punishment imposed on 10 million people by an illegal economic embargo and energy blockade.

Mr. President, Brazil does not underestimate the challenge posed by organized crime. We are prepared to face criminal organizations that terrorize our communities. Workers are robbed, mothers lose their children, police officers do not return home. People are tired of violence.

But we will not outsource the responsibility of defending our borders and guaranteeing the population the right to live without fear. We do not need aircraft carriers guarding our waters. We need cooperation to stop the flow of weapons and money that supplies organized crime.

This is the spirit of the proposal that I personally delivered to the president of the United States. We want to fight the money laundering carried out by Brazilian criminals abroad.

For a long time, Brazilian states have acted in their own way. Criminals took advantage of the lack of coordination. But this is changing. In Manaus we created the International Police Cooperation Center of the Amazon, bringing together the public security officials of the nine Amazon countries.

In 2025, we carried out the largest organized crime operation in the history of Brazil. We broke records in the seizure of drugs, goods and illicit resources. We are confronting all levels of organized crime, including crime magnates.

The Anti-Faction Law, which we have just passed, imposes more severe penalties on organized crime than those stipulated for terrorism. Organized crime and corruption go hand in hand. The fight against corruption will continue to be relentless, no matter who may be hurt. No one is above the law.

Ladies and gentlemen, the pillars of multilateralism are being corroded. The World Trade Organization is on life support. When governments capitulate in the face of those who use tariffs as a weapon of coercion and blackmail, the consequences are disastrous. In the age of disinformation, those who fight progress and knowledge resistthe evidence of science. We will never forget the millions of lives lost by negligence in the fight against COVID-19. Campaigns against vaccines are bringing back diseases that we considered eradicated. Weakening the World Health Organization makes everyone more vulnerable.

Until recently, the response to climate change was consolidated in the center of the international agenda. This year, the issue disappeared from the G7 debate and the G20 debate, forums that bring together the largest carbon emitters in the world. It is time to resume the offensive and impose a defeat to negationism. Nature reminds us every day that we have but one planet.

The Himalayan glaciers are melting. A super El Niño can cause torrential rains, droughts and forest fires in different parts of the globe. Its effects will impact, above all, the most vulnerable.

Brazil has been demonstrating that it is possible to combine economic growth with emission reduction. We have achieved our self-sufficiency in oil and we will continue to research the potential of new reserves such as the Equatorial Margin.

We will not renounce the environmental agenda. We will carry forward the roadmap for the decarbonization of the Brazilian economy. The Forever Tropical Forest Fund, launched at COP30 in Belém, shows that it is possible to change old paradigms. The forest is worth more standing than destroyed.

We will continue to reduce deforestation, which fell by half in the Amazon and reached the lowest level of deforestation in 11 years. We have the moral authority to reject protectionist measures disguised as embracing the environmental cause.

Brazil is a global leader in green energy. We have the critical minerals and rare earth minerals that the world needs to carry out the energy transition. Our natural wealth belongs to the Brazilian people and it is for their benefit that they will be exploited. Access to our minerals will be a mandatory counterpart to the generation of value in our territory, the transfer of technology and the supply of national strategic sectors.

Mr. President, we live in an unprecedented technological revolution, with great risks and opportunities. It would be an unforgivable historical omission not to face the challenge of regulating big tech and artificial intelligence. A handful of oligarchic technicians want to revive a version of digital neoliberalism without rules or transparency.

They are promoting a race without ethical restraints, beyond the backs of the U.N. and the Scientific Panel on Artificial Intelligence. As Pope Leo XIV warns, decisions on technology should never be separated from conscience and responsibility. Companies that know the risks of their products transfer to families the impossible task of facing algorithms.

The millionaire industry of betting apps turns addiction into profit. Its dizzying dissemination is indebting and destroying millions of homes. Brazil will not tolerate this business model. We approved one of the most advanced laws in the world to protect children, teenagers and women in the digital environment. We will ensure the joint remuneration of artists, musicians and audiovisual content creators. We will not give in to the pressure of multinationals who want to privatize our Pix, a public and free payment infrastructure that has made financial inclusion a reality for millions of Brazilians.

Ladies and gentlemen, sustainable development goals are the target of attacks from reactionary forces that want to naturalize injustice. Inequality and underdevelopment result from political choices. It is possible to put the poor in the budget and make the rich pay their share.

It is necessary to roll back privileges and invest in free, quality education and healthcare.

There is a legitimate desire for change in the world. But changing is not going backwards. Changing is not taking away rights. It is not rehashing theories of racial supremacy or of female submission. It is not recolonizing the Global South.

Changing is advancing to a future of more participation and more achievements. It is creating and sharing effective public solutions for the challenges of development through a democratic, strong, efficient and capable state. It is betting on the spirit of solidarity and cooperation with Africa, Asia, Latin America and the Caribbean.

Initiatives such as the Global Alliance Against Hunger and Poverty and the International Panel on Inequality are born from this political will. Brazil is in a hurry to become a developed and socially just nation. We have adopted an economic model that focuses on income distribution, creating jobs and wage increases.

We are betting on improving productivity, on increasing credit and on building a robust social protection network. Brazil has grown again in a sustainable way. We are the third largest destination for foreign foreign direct investment.

Despite the U.S. tariffs against our economy, this year we will hit a new record of exports. There is still a lot to be done. The labor market is transforming.

Older people want to remain active. Young people want to start a business. Workers need time to rest, to improve their skills and be with their families.

In Brazil, achieving this goal means ending the so-called 6×1 scale to guarantee workers two days off a week. This change is essential to alleviate the domestic overload that still falls on women.

We are building a Brazil where women don’t have to ask for permission to occupy positions of power or enter the labor market.

A country free of femicide where no woman, in or outside the home, lives under the threat of violence. This is a cause that the world needs to embrace.

Mr. President, upon receiving the Nobel Peace Prize, Mr. King said, “I believe that what self-centered men have torn down, other-centered men can build up.”

The UN was born under the symbol of hope. Over eight decades, it has contributed to decolonization, promoted human rights and supported sustainable development. It protected immigrants and refugees. It condemned racism, anti-Semitism and religious intolerance.

These were the achievements of leaders who stood at this podium, moved by indignation in the face of the injustices of their time. Men and women who refused to accept war as their destiny, colonialism as their right, apartheid as their legitimate system. This ability to say “no” to the inequalities gave birth to some of the greatest transformations that we have lived.

Faced with the paralysis of the United Nations, we need to rediscover the political will so that it can, again, be a temple of peace.

I want to conclude with a message about my country to all who listen to us.

On October 4, millions of Brazilians go to the polls to decide their destiny. They will not just elect the President of the Republic, state governors and representatives of the legislative power. They will decide between democracy and negationism. If Brazil is going to move toward a future of more opportunities or return to a past of exclusion.

We will have a transparent and competitive election where candidates enjoy the broadest freedom of expression. We know that some abuses of this freedom seem to be associated with the interests of foreigners, contrary to those of our country.

We do not underestimate the challenge of the disinformation network that intends to disrupt the public debate during the campaign.

But we have a modern and robust electoral system. Under the watchful eye of a plural citizenry and a free press, we will not allow the enemies of democracy, both internal and external, to attack the popular will.

Brazilian democracy belongs to Brazilians.

Brazil will continue to be a sovereign country.

No one, no one will take us away from this path.

May God bless us all. Thank you.

This speech was translated into English by Michael Fox at Panamerican Dispatch. You can read the original in Portuguese, here. You can watch his speech, below.

💾

"Brazilian democracy belongs to Brazilians. Brazil will continue to be a sovereign country. No one, no one will take us away from this path," President Lula said.

L'été aux urgences : des patients morts après des jours sur des brancards

24 September 2026 at 10:48

Cet été, dans les hôpitaux français, l’attente sur brancard a parfois dépassé 48 heures et même trois jours. Le bilan de Samu-Urgences de France fait état de décès de patients pris en charge ou en attente sur brancard, alors que la France consacre des moyens considérables à sa protection sociale et que les épisodes de chaleur étaient prévisibles.

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L’été 2026 n’a donc pas seulement mis les urgences sous tension : il a révélé une nouvelle fois la difficulté du système hospitalier à absorber les crises pourtant annoncées.

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Des patients immobilisés pendant plusieurs jours

Mi-septembre, Samu-Urgences de France a publié son bilan estival, établi auprès de 143 responsables dans 80 départements. Parmi les 58 services ayant recensé les patients en attente sur brancard, la moitié ont connu au moins un patient resté 48 heures ou davantage. Dans 32 structures, l’attente a dépassé trois jours.

Canicules 2026 : le système de santé a tenu, mais urgences et SAMU-SAS sous forte tension
Parmi 98 SAMU-SAS ayant mesuré leur activité, 95 ont signalé une hausse des appels pendant les canicules de l’été 2026. Dans 58 services ayant compté les patients-brancards, 43 % disent en avoir accueilli au moins vingt par jour. Publiée le 17 septembre, l’enquête de Samu-Urgences de France (SUdF) décrit une continuité des soins obtenue avec des renforts souvent insuffisants, des heures supplémentaires et des patients maintenus aux urgences faute de lits d’aval.[1][2] Déclaratif et non exhaustif, ce baromètre ne mesure pas à lui seul la situation nationale. L’enquête estivale de la Fédération hospitalière de France (FHF) retrouve néanmoins plusieurs tensions comparables.[3]

Plus grave encore, 26 structures déclarent au moins un décès concernant un patient pris en charge ou en attente sur un brancard. Le document ne permet pas, à lui seul, d'établir une causalité directe entre la durée d'attente et chacun de ces décès. Mais il décrit une situation où l'engorgement devient une donnée durable du fonctionnement des urgences.

Urgences saturées: l’été où l’hôpital public a cessé de soigner
À Brest, des patients auraient attendu de nombreuses heures aux urgences selon les organisations syndicales. Ce cas n’est plus une exception : une cinquantaine de services d’urgences connaissent de graves difficultés cet été, tandis que près de 40 % des postes de médecins urgentistes demeurent vacants. Une nouvelle illustration d’

La chaleur a ajouté une contrainte supplémentaire. Plus de la moitié des services interrogés déclarent manquer de climatisation et 21 n'en disposent d'aucune. Quant aux Samu, 86 % indiquent que les médecins régulateurs n'ont pas pu être renforcés, ou seulement partiellement.

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Une crise prévisible dans un système déjà saturé

Durant cet été, les épisodes de chaleur avaient été annoncés, et leurs conséquences sanitaires sont désormais bien documentées. Pourtant, les capacités d'adaptation restent limitées : manque de personnel, régulation sous tension, locaux inadaptés et patients maintenus sur des brancards faute de lits disponibles.

Canicule : 2 025 morts de plus en une semaine — et l’hôpital avait fermé ses lits pour l’été
Santé publique France a publié, le 3 juillet, un bilan sans appel : +29,1 % de mortalité toutes causes entre le 22 et le 28 juin, soit 2 025 décès supplémentaires, dont plus de 80 % chez les 65 ans et plus. Pendant que le thermomètre battait des records, une partie du

Alors que le pays finance une protection sociale parmi les plus coûteuses des économies développées, elle peine à garantir, dans certains établissements, des conditions élémentaires de prise en charge lorsque la demande augmente.

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Le problème n'est donc pas simplement celui du montant dépensé. Il est celui de l'allocation des ressources, de l'organisation administrative et de la capacité de l'État à transformer des milliards de dépenses publiques en capacités hospitalières disponibles.

Menus a preços económicos no Algarve para esta quinta-feira, 24 de setembro

24 September 2026 at 10:27

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

Leia as notícias do Algarve aqui

Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


O Ténis Restaurante/Snack Bar (Portimão)

Rua do Viveiro. Contacto: 282 485 715. Email: rest.otenis.ezequiel@gmail.com

Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Friendly Bar Restaurante (Portimão)

Urbanização Vila Rosa Lote 12, Portimão. Contacto telefónico: 917 332 182

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30

Menu desde 13€
Quinta-feira:
Cozido à portuguesa
Cachaço no forno
Panados de frango

Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Quinta-feira:
Sopa do dia
Rojões
Arroz de Safio


Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

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Concelho de LAGOS

Restaurante Prato Cheio (Lagos)

Rua Francisco Sá Carneiro, 23 A, Lagos. Contacto: 282 037 469. E-mail: prato.cheio.lagos@gmail.com

Aberto de quarta-feira a domingo, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 22h00 e à segunda-feira, das 12h00 às 15h00


Restaurante O Caseiro (Lagos)

Sítio do Arão, EM 539, Sítio do Arão, Odiáxere, Lagos. Contacto: 910 799 846

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00


Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Aberto de 2ª a sábado, das 7h00 às 22h30


Recanto do Zé (Armação de Pêra)

Rua D. João II, Armação de Pêra. Contacto: 282 315 533

Aberto de terça-feira a domingo, das 10h00 às 15h00 e das 18h00 às 23h00


Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

Leia as notícias do Algarve aqui

Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão) – A aguardar atualização

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750

Concelho de TAVIRA

Casa da Avó (Tavira)

Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00

Cemitérios de SP: concessionária tem ex-sócio de Vorcaro e elo com holding do Master

24 September 2026 at 08:00

O Grupo Maya, uma das concessionárias que administram cemitérios da cidade de São Paulo e cujas relações financeiras com o extinto banco Master motivaram um pedido de investigação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), na semana passada, tem proximidade com o entorno empresarial de Daniel Vorcaro.

Apuração exclusiva da Agência Pública e da newsletter Noites Húngaras identificou, nos documentos da Junta Comercial do Estado de São Paulo, que o principal elo passa pelo Maya Plano Funeral, uma empresa registrada no mesmo endereço do Grupo Maya e gerida pelos mesmos grupos empresariais que controlam a concessão de cemitérios.

Uma das sócias do Maya Plano Funeral é a AFC Holding SP Ltda., subsidiária da AFC Holding, que faz parte da teia de CNPJs investigada no escândalo do Master. Elas são administradas pela mesma pessoa: o advogado Thiago Assumpção Henriques, que também controla outros negócios ligados à família do banqueiro preso pelo maior rombo bancário da história do país.

A AFC Holding já apareceu em investigações sobre aquisições de terrenos e imóveis de alto valor no Rio Grande do Sul e na Bahia relacionadas à família Vorcaro, sob suspeita de possível ocultação patrimonial. Henriques também figura como dirigente da Global Carbon, investigada por suspeita de integrar a cadeia de movimentação de recursos ligados ao Master.

Empresas “irmãs” têm mesmos dirigentes

Integrantes das empresas Conata Engenharia, Infracon Engenharia e RMG Construções e Empreendimentos, que fundaram a concessão paulista, constam tanto na estrutura da concessionária quanto na da empresa de planos funerários.

A sobreposição vai além dos sócios. A Maya Plano Funeral funciona no mesmo endereço do Grupo Maya, na Rua Fidêncio Ramos, na Vila Olímpia, e utiliza um endereço de e-mail com o mesmo domínio “grupomaya”. Seus administradores também ocupam ou ocuparam postos de comando na concessionária.

Renato Medrado Geo, sócio da RMG e presidente do Grupo Maya desde 2023, também administra a Maya Plano Funeral desde 2024, quando a empresa foi criada. Alexandre Humberto Caramatti Manata, sócio da Conata e ex-presidente da concessionária, também é administrador da empresa de planos funerários. Wesley Bambirra, CEO da Infracon, integra o conselho de administração do Grupo Maya.

Ex-sócio de Vorcaro

Há ainda uma conexão pessoal entre o comando das empresas funerárias e Daniel Vorcaro. Rodrigo Medrado Geo, irmão de Renato, sócio da RMG e também dirigente da concessionária de cemitérios, foi sócio do banqueiro na Itaminas, mineradora de Minas Gerais.

Rodrigo Medrado Geo, também dirigente da concessionária de cemitérios, foi sócio de Vorcaro

Vorcaro adquiriu 50% da Itaminas em 2014 e vendeu sua participação por R$ 700 milhões aos antigos sócios, entre eles integrantes da família Geo, poucos dias antes de ser preso pela primeira vez, em novembro de 2025.

Essas conexões se somam à relação financeira entre o Grupo Maya e o Banco Master revelada pelo jornalista Artur Rodrigues, do UOL. As três acionistas da concessionária — Conata, Infracon e RMG — deram ao banco a totalidade das ações que detinham na empresa como garantia de dois financiamentos no valor total de R$ 78 milhões.

Pelos contratos, o Master passou a deter a propriedade fiduciária das ações enquanto as dívidas permanecessem em aberto e a ganhar poderes sobre determinadas decisões societárias. As acionistas deveriam seguir a orientação do credor em votações que pudessem afetar seus interesses e não poderiam realizar determinadas operações com ativos sem autorização.

Os créditos passaram por operações internas do conglomerado, chegaram à Master Holding, sediada nas Ilhas Cayman, e foram incluídos em negociações realizadas pelo Master com o Banco de Brasília, o BRB.

Além de vender serviços funerários, de coroas de flores a caixões, o Grupo Maya administra cinco cemitérios paulistanos: Campo Grande, Lageado, Lapa, Parelheiros e Saudade. O grupo se autodenomina “a maior administradora de cemitérios públicos da cidade de São Paulo”.

  • O grupo Maya administra cinco cemitérios em São Paulo, entre eles o de Parelheiros
  • O grupo Maya administra cinco cemitérios em São Paulo, entre eles o de Parelheiros
  • O grupo Maya administra cinco cemitérios em São Paulo, entre eles o de Parelheiros
  • O grupo Maya administra cinco cemitérios em São Paulo, entre eles o de Parelheiros

Dino manda PF investigar Master em cemitérios de SP

Na última quinta-feira (17/9), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Polícia Federal investigar conexões entre as concessionárias de cemitérios de São Paulo e o banco Master. A decisão foi tomada após os financiamentos do Master ao Grupo Maya se tornarem públicos.

O ministro já havia solicitado esclarecimentos sobre a ligação entre o Master e a Cortel, outra concessionária de cemitérios paulistas. O cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, que também está preso, atuou como conselheiro da Cortel entre 2022 e 2025 e teria usado e-mails institucionais do banco para assinar atas da empresa.

Uma denúncia do jornal O Globo, no início do ano, mostrava que o Grupo Maya e a Cortel teriam feito uma “fusão informal”, compartilhando serviços, funcionários e endereços. O caso passou a ser investigado pela prefeitura paulista e pelo Tribunal de Contas do Município.

Os cemitérios da capital paulista foram concedidos à iniciativa privada em 2023, durante a gestão de Ricardo Nunes (MDB). Além do STF, a concessão também é investigada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). A Agência Pública já mostrou que, após a privatização, os preços cobrados pelos cemitérios aumentaram em até 10 vezes. Em 2024, Flávio Dino determinou que os preços máximos fossem tabelados.

Vorcaro teve uma reunião com o ministro André Mendonça, do STF, no momento em que o plenário da Corte analisava a proposta de limitação de preços apresentada por Dino. O encontro entre o banqueiro e Mendonça ocorreu em 14 de março de 2025. No dia seguinte, o ministro pediu vista, suspendendo a análise. Ao devolver os autos, em abril de 2025, Mendonça votou contra o limite das tarifas, alinhando-se ao pleito das concessionárias privadas.

Um dos irmãos de Mendonça é servidor comissionado da SP Regula, agência da Prefeitura de São Paulo responsável, entre outras áreas, pela regulação dos serviços funerários da capital. Ele foi promovido de cargo após a posição do ministro favorável à administração municipal, segundo a newsletter Noites Húngaras e o ICL Notícias.

Na decisão mais recente de Flávio Dino sobre o assunto, e após a crise instaurada no STF, o ministro estipulou que Mendonça não deve ser investigado no caso envolvendo o Master e as concessionárias, pois a competência para isso caberia apenas ao presidente da Corte.

Procuramos as empresas e empresários citados nesta matéria, além do ministro André Mendonça e a defesa de Daniel Vorcaro, mas não recebemos retorno até a sua publicação. O espaço permanece aberto.

A Prefeitura de São Paulo disse que “eventuais relações societárias, financeiras ou bancárias das concessionárias também não configuram, por si só, irregularidade contratual. A capacidade econômico-financeira delas é acompanhada permanentemente pela Administração.”

Suspendre un revenu sans juge: le Conseil d'Etat valide

24 September 2026 at 08:35

Le Conseil d'État a rejeté les recours d'une quinzaine de syndicats et d'associations contre le décret « sanctions » du 30 mai 2025. Ce texte autorise l'organisme payeur à suspendre le RSA d'un allocataire jugé défaillant, sans passer devant un tribunal. La haute juridiction administrative vient de considérer que cette confusion des rôles ne pose aucune difficulté.

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Le dispositif, baptisé « suspension-remobilisation », marque une évolution importante du rapport entre l’administration et l’allocataire. Le pouvoir de déterminer l’obligation, de constater son non-respect et de décider de la suspension du revenu est désormais confié à la sphère administrative.

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Un revenu suspendu par décision administrative

Le décret n° 2025-478 du 30 mai 2025 encadre les sanctions applicables aux demandeurs d’emploi, notamment aux bénéficiaires du RSA. En cas de refus d’élaborer ou d’actualiser le contrat d’engagement, ou de non-respect de certaines obligations, la suspension peut représenter au moins 30 % du revenu, pendant un à deux mois lors d’un premier manquement. En cas de persistance ou de réitération, elle peut durer jusqu’à quatre mois.

Contrôle des chômeurs : le nouveau dispositif de sanctions paru au Journal officiel
Le décret instaurant un nouveau régime de sanctions pour les demandeurs d’emploi, dont les bénéficiaires du RSA, avec un nouveau dispositif de « suspension-remobilisation » est paru samedi 31 mai 2025 au JO.

Mais lorsque l’intéressé se remet en conformité avant la fin de la suspension, celle-ci peut prendre fin et les sommes temporairement retenues peuvent être restituées. La décision reste donc administrative, même si elle produit immédiatement un effet financier sur le ménage concerné.

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Syndicats et associations contestent, le juge administratif valide

Une quinzaine d’organisations, parmi lesquelles la LDH, la CFDT, la CGT, le Secours catholique, ATD Quart Monde, Emmaüs France et Solidaires, ont contesté le décret. Elles invoquaient notamment la proportionnalité des sanctions, les droits de la défense, le principe d’individualisation et le risque de priver les intéressés de moyens convenables d’existence.

France Travail : 500 000 radiés par an, les jeunes deux fois plus — l’algorithme punit le clic manqué
Plus de 500 000 demandeurs d’emploi auraient été radiés en 2025 après un simple défaut d’actualisation de leur dossier. Une étude de l’IGAS publiée en février 2026 souligne que les moins de 25 ans sont particulièrement exposés, avec un taux de radiation deux fois supérieur, faute de

Le Conseil d’État, dans sa décision du 21 septembre 2026, n° 506563, a rejeté ces recours. Il valide ainsi le cadre réglementaire adopté après la loi du 18 décembre 2023 pour le plein emploi. L’enjeu dépasse le seul RSA. En 2023, le Conseil d’État avait lui-même relevé que la « suspension » avait une finalité punitive, puisqu’elle prive temporairement le bénéficiaire de revenus, tout en cherchant à provoquer sa remise en conformité.

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Cependant, le juge n’est nullement absent : il conserve son pouvoir de contrôle sur les décisions administratives. Mais il n’intervient pas pour autoriser la suspension avant qu’elle produise ses effets. Pour l’allocataire, la réalité est claire : l’administration décide, le revenu peut être suspendu, puis le juge peut être saisi. C’est cette inversion temporelle, davantage que la disparition du juge, qui concentre l’enjeu du nouveau dispositif.

Quinze mois de prison pour l'ancien maire qui puisait dans la caisse de sa commune

23 September 2026 at 15:06

À Tréogan, village de 106 habitants dans les Côtes-d’Armor, l’ancien maire Thierry Dahirel a été condamné le 22 septembre 2026 à quinze mois de prison avec sursis pour faux, usage de faux et détournement de fonds publics. Un verdict qui, une fois encore, interroge le contrôle réel exercé sur les finances des petites collectivités françaises.

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Thierry Dahirel, maire de 2021 à 2024, a reconnu avoir fabriqué une fausse facture au nom de la société Colas pour d’hypothétiques travaux de voirie. Il a substitué l’IBAN de sa propre entreprise à celui de l’entreprise de travaux publics et imité la signature de son prédécesseur. La somme de 15 650 euros a été versée, puis retirée en liquide ou redistribuée. Selon Le Télégramme, la justice a retenu plusieurs infractions portant sur des pièces comptables et l’utilisation de fonds communaux. Le tribunal correctionnel de Saint-Brieuc l’a déclaré coupable de ces faits. Il a en revanche été relaxé sur d’autres soupçons portant sur l’acquisition de matériel agricole ou des locations facturées à la mairie.

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Des documents falsifiés, de l’argent communal détourné

Thierry Dahirel a été reconnu coupable de faux et usage de faux et de détournement de fonds publics. La condamnation comprend quinze mois d’emprisonnement avec sursis, auxquels s’ajoutent des sanctions financières et professionnelles.

La Cour des Comptes veut réduire le salaire des fonctionnaires sans douleur
Point d’indice : +5 % depuis 2017, inflation +24 %. La Cour des comptes recommande 20 Md€ d’économies et une « sous-indexation concertée et pluriannuelle ».

Le dossier est révélateur d’une faiblesse structurelle des petites communes : la gestion quotidienne repose sur un nombre réduit d’acteurs, alors même que les dépenses publiques doivent obéir à des procédures comptables précises. Lorsqu’un responsable politique utilise ou falsifie des documents liés à ces opérations, c’est le contrôle de la dépense publique qui se trouve directement atteint.

L’affaire ne concerne donc pas une abstraction budgétaire. À Tréogan, commune de moins de deux cents habitants, les ressources administrées sont celles d’une collectivité dont chaque contribuable local connaît pratiquement les responsables.

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Quand la proximité ne suffit plus à contrôler l’argent public

Le cas pose une question plus large sur la surveillance des petites collectivités. La décentralisation rapproche la décision du citoyen, mais elle ne garantit pas, à elle seule, un contrôle efficace des actes financiers. Le maire concentre souvent une connaissance très fine des dossiers locaux, tandis que les contre-pouvoirs disposent de moyens humains limités.

Et si l’essence atteignait 3 €, que se passerait-il ?
Essence à 3 € : il faudrait un Brent à 195 $, ou doubler l’accise. Mais le vrai chiffre est ailleurs — +57 % depuis 2018, et plus personne ne bouge.

La condamnation judiciaire constitue précisément le rappel de cette frontière : un mandat électif ne transforme pas l’argent communal en caisse personnelle. Le fait que les faits aient été commis dans une commune de quelques centaines d’habitants ne réduit en rien leur portée juridique.

L'affaire de Tréogan, isolée en apparence, rejoint une série de condamnations récentes d'édiles locaux. Pour le contribuable, les procédures peuvent sembler lointaines ; pour l’élu condamné, elles interviennent après que la confiance accordée par les électeurs a déjà été engagée.

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O que há hoje para comer no Algarve? Veja os menus de mais de 20 restaurantes (quarta-feira, 23 de setembro)

23 September 2026 at 10:32

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

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Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


O Ténis Restaurante/Snack Bar (Portimão)

Rua do Viveiro. Contacto: 282 485 715. Email: rest.otenis.ezequiel@gmail.com

Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Friendly Bar Restaurante (Portimão)

Urbanização Vila Rosa Lote 12, Portimão. Contacto telefónico: 917 332 182

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30

Menu desde 13€
Quarta-feira:
Sardinhas
Carapaus
Dourada
Mistas de porco
Frango de churrasco

Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Quarta-feira:

Sopa do Dia
Cabidela
Peixe Grelhado


Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

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Concelho de LAGOS

Restaurante Prato Cheio (Lagos)

Rua Francisco Sá Carneiro, 23 A, Lagos. Contacto: 282 037 469. E-mail: prato.cheio.lagos@gmail.com

Aberto de quarta-feira a domingo, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 22h00 e à segunda-feira, das 12h00 às 15h00


Restaurante O Caseiro (Lagos)

Sítio do Arão, EM 539, Sítio do Arão, Odiáxere, Lagos. Contacto: 910 799 846

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00


Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Aberto de 2ª a sábado, das 7h00 às 22h30


Recanto do Zé (Armação de Pêra)

Rua D. João II, Armação de Pêra. Contacto: 282 315 533

Aberto de terça-feira a domingo, das 10h00 às 15h00 e das 18h00 às 23h00


Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

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Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão) – A aguardar atualização

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750

Concelho de TAVIRA

Casa da Avó (Tavira)

Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00

Facturation électronique: l'artisan n'a plus le droit d'envoyer une facture

23 September 2026 at 08:35

Depuis le 1er septembre 2026, la facturation électronique entre entreprises change les règles du jeu. Toutes les entreprises assujetties à la TVA doivent pouvoir recevoir des factures électroniques, tandis que les grandes entreprises et ETI doivent déjà les émettre via une plateforme agréée. Depuis, les rejets se multiplient , et ce sont les artisans, non l'État, qui portent le risque de trésorerie.

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Les plateformes ne communiquent pas entre elles. En cas d'erreur, les plateformes agréées rejettent les factures, l’émetteur n’est pas prévenu, et c’est lui qui avance la trésorerie. L’administration a déjà dû publier un guide de modalités transitoires pour éviter l’arrêt total.

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Une facture peut désormais se perdre dans l’annuaire

La réforme repose sur un système d’intermédiation : les entreprises doivent passer par une plateforme agréée pour recevoir et transmettre leurs factures électroniques. Au cœur du dispositif figure un annuaire central, qui contient notamment le numéro d’identification de l’entreprise, le code de la ligne d’adressage, le statut de cette ligne et la plateforme chargée de recevoir les factures.

Facturation électronique : entrée en vigueur et traitement des premiers problèmes
Le grand jour est arrivé, la réforme de la facturation électronique est entrée en vigueur le 1ᵉʳ septembre 2026. Toutes les entreprises, même les TPE et PME doivent pourvoir dès aujourd’hui recevoir des factures électroniques. Pour rappel, l’administration fiscale a publié un guide permettant de traiter les problèmes au démarrage, et notamment quand le client n’a pas de plateforme.

Autrement dit, le professionnel qui a effectué son travail ne transmet plus nécessairement sa facture directement à son client. Elle doit emprunter un circuit informatique dont chaque maillon doit être correctement renseigné. Le décret n°2026-677 du 27 juillet 2026 prévoit d’ailleurs des procédures spécifiques pour modifier les informations d’adressage et changer de plateforme, avec plusieurs délais administratifs.

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La « simplification » commence par une période transitoire

Le gouvernement défend une réforme destinée à réduire les ressaisies, automatiser certaines opérations et améliorer le suivi des paiements. Au Sénat, en mai 2026, il reconnaissait néanmoins les inquiétudes des artisans et petites entreprises concernant les coûts, la formation et la complexité technique. Plus d’une centaine de plateformes étaient alors annoncées comme immatriculées, certaines proposant des offres gratuites ou sans surcoût aux petites structures.

Facturation électronique : Bercy a-t-il vraiment tiré des leçons des échecs italiens ?
Cinq échecs documentés de la facture électronique italienne, cinq réponses françaises. Sur l’un d’eux au moins, Paris a retenu la solution la plus souple.

La difficulté est précisément là : la promesse de simplification devient, dans sa phase de lancement, une nouvelle dépendance technique pour l’entreprise. La documentation professionnelle prévoit elle-même des « modalités internes transitoires » lorsqu’une facture ne peut être traitée normalement, avec conservation des preuves et des échanges afin d’éviter une rupture de paiement.

L’humeur de Veerle Daens : 1.000€ par trimestre pour n’avoir rien reçu
Facturation électronique : 500 € puis 1 000 € par trimestre, sans plafond, pour n’avoir pas désigné de plateforme de réception. Bercy promet de ne pas sanctionner en 2026.

Pour les TPE, PME et micro-entreprises, l'émission électronique obligatoire arrivera le 1er septembre 2027. D’ici là, l’artisan qui veut simplement envoyer une facture découvre progressivement que son droit d’être payé dépend aussi du bon fonctionnement d’un annuaire, d’une plateforme et de règles d’adressage qu’il ne maîtrise pas. La norme publique déplace ainsi une partie du risque administratif vers la trésorerie privée.

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Depuis le 31 août, il n'y a plus de service de médecine à Condom

22 September 2026 at 13:49

Depuis le 31 août 2026, le centre hospitalier de Condom (Gers) n’a plus de service de médecine générale. Vingt lits fermés faute de médecin titulaire. L’Agence régionale de santé (ARS) d’Occitanie a prolongé une suspension temporaire "jusqu’à nouvel ordre".

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Le 20 septembre, le conseil municipal a voté une motion de soutien aux personnels, s’opposant à cette fermeture de fait et exigeant une réouverture pérenne. Il a saisi l’ARS... c’est tout ce que la commune peut faire.

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Une fermeture devenue indéfinie

Le service de médecine générale du centre hospitalier de Condom devait déjà composer avec des interruptions temporaires. Durant deux ans, des médecins intérimaires se sont succédé sans permettre de stabiliser les effectifs. Début septembre, même un remplacement prévu a été annulé à la dernière minute, rendant impossible la continuité des soins. Les derniers patients ont alors été orientés vers d’autres structures.

Motion de soutien au service médecine - Gers - Condom - Le Petit Journal
Depuis le 31 août 2026, le service de médecine du centre hospitalier de Condom est fermé faute de médecin. Cette Lire la suite

Le directeur départemental de l’ARS, Frédéric Lopez, reconnaît que le service de vingt lits connaissait des difficultés récurrentes. Les urgentistes de Condom, déjà mobilisés le soir et le week-end, avaient été sollicités pour assurer la continuité. Mais cette organisation n’était pas tenable durablement. Selon l’ARS, aucune date de réouverture ne peut aujourd’hui être annoncée. Malgré le coût élevé des médecins intérimaires, calculé en milliers d’euros par vacation, l’ARS estime que l’absence d’activité coûte encore davantage à l’établissement. La fermeture ne constitue donc même pas une économie évidente.

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Quand l’administration suspend sans fermer

Le conseil municipal, dans sa motion du 20 septembre, demande une réouverture « rapide et pérenne » et saisit officiellement l'ARS. Mais une motion municipale n'a aucune force contraignante face à une agence régionale de santé qui répond à une tutelle parisienne, elle-même arbitrée par des enveloppes budgétaires nationales. Les élus et les personnels réclament des réponses alors que le territoire de la Ténarèze dépend de cet établissement de proximité.

Val de Briey : les urgences ferment encore cette nuit, après onze jours de fermeture en août
À Val de Briey, les urgences de l’hôpital Maillot ferment une nouvelle fois leurs portes, cette fois du 9 septembre à 20 heures au 10 septembre à 9 heures. Après onze jours de fermeture consécutifs en août, cette succession de suspensions pose une question simple : comment un service d’

Cette fermeture le rapport de force entre une administration centrale et des territoires ruraux dépossédés de toute capacité de décision. Les communes paient le prix d’une organisation sanitaire qui concentre les moyens ailleurs et laisse les petites structures à la merci d’un recrutement national défaillant. Pendant que l’ARS parle de sécurité et de pérennité, les patients du Gers perdent un service de proximité sans que quiconque ait réellement tranché devant eux.

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O que há hoje para comer no Algarve? Veja os menus de mais de 20 restaurantes (terça-feira, 22 de setembro)

22 September 2026 at 10:22

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Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


O Ténis Restaurante/Snack Bar (Portimão)

Rua do Viveiro. Contacto: 282 485 715. Email: rest.otenis.ezequiel@gmail.com

Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Friendly Bar Restaurante (Portimão)

Urbanização Vila Rosa Lote 12, Portimão. Contacto telefónico: 917 332 182

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30

Menu desde 13€
Terça-feira:
Salmão
Perna de peru no forno
Costeletas do cachaço de cebolada
Panados de frango

Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Terça-feira:

Sopa do Dia
Mista de Carne Grelhada
Peixe Frito


Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

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Concelho de LAGOS

Restaurante O Caseiro (Lagos)

Sítio do Arão, EM 539, Sítio do Arão, Odiáxere, Lagos. Contacto: 910 799 846

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00


Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Aberto de 2ª a sábado, das 7h00 às 22h30


Recanto do Zé (Armação de Pêra)

Rua D. João II, Armação de Pêra. Contacto: 282 315 533

Aberto de terça-feira a domingo, das 10h00 às 15h00 e das 18h00 às 23h00


Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

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Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão) – A aguardar atualização

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


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Au 1er octobre, votre garagiste n'aura plus le droit de faire votre carte grise

22 September 2026 at 08:30

Dès le 1er octobre, des milliers de garages pourraient perdre leur habilitation à établir les cartes grises. Pour s'y conformer, ils devront justifier de trois ans d’ancienneté et traiter au moins 200 dossiers par an. Une réforme qui entend répondre aux fraudes du Système d’immatriculation des véhicules (SIV), mais qui risque surtout de faire payer aux petits professionnels les défaillances du système public.

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Depuis 2009, les préfectures ont progressivement abandonné l’accueil physique pour les démarches d’immatriculation. Le SIV repose désormais largement sur un réseau de professionnels habilités : environ 33 000 entreprises réalisent près de 85 % des immatriculations.

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Trois ans d’ancienneté et 200 dossiers : le couperet du 1er octobre

L’arrêté du 21 juillet 2026 durcit les conditions d’habilitation. À compter du 1er octobre, les professionnels devront notamment justifier de trois années d’activité et avoir traité au moins 200 dossiers par an. Des garages pourtant habilités depuis la création du SIV en 2009 pourraient ainsi perdre leur autorisation s’ils n’atteignent pas ce volume.

Habilitation carte grise : ce qui change au 1er octobre 2026
Arrêté du 21 juillet 2026 : 3 ans d’ancienneté, 200 opérations, local dédié. Ce que le durcissement de l’habilitation carte grise change pour vous.

La Fédération nationale de l’automobile (FNA), qui représente plus de 170 000 entreprises, a alerté le 11 septembre sur les conséquences de cette échéance rapprochée. Dans certaines zones rurales, le retrait d’un professionnel peut signifier plusieurs dizaines de kilomètres supplémentaires pour effectuer une démarche autrefois accessible localement.

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La fraude du SIV sert-elle de justification à une concentration ?

La réforme intervient après la découverte d’un dispositif de fraude d’ampleur : près d’un million de véhicules auraient été immatriculés entre 2022 et 2024 par l’intermédiaire de structures fictives, avec environ 550 millions d’euros de pertes fiscales. L’État cherche donc à renforcer le contrôle d’un réseau devenu indispensable après la fermeture des guichets préfectoraux.

Cartes grises piratées: les garagistes victimes reçoivent la facture du fisc — plus de 6 millions d’euros réclamés
Depuis la fermeture des guichets préfectoraux, l’État a confié la gestion des cartes grises aux professionnels de l’automobile, tout en abandonnant la sécurité de son propre système. Le Trésor public réclame aujourd’hui aux garagistes victimes d’usurpation de compte les taxes foncières et d’immatriculation des véhicules

Mais la réponse soulève une question de responsabilité. Pourquoi un garagiste rural, qui n’a commis aucune fraude, devrait-il perdre son habilitation parce que l’administration n’a pas suffisamment surveillé son propre fichier ? Le seuil de 200 dossiers favorise mécaniquement les professionnels disposant d’un volume d’activité important, tandis que les petits garages assurant un service de proximité sont davantage exposés.

Carte grise : même si vous devez être tous chômeurs, la caste ne lâchera aucun de ses privilèges !
Pas une semaine ne passe sans que le secteur de l’automobile en Europe n’annonce des plans sociaux. Il faut dire

La FNA demande le retrait de l’arrêté, ou à défaut une période transitoire d’un an et un seuil abaissé à 100 dossiers. Elle envisage également un recours en urgence devant le Conseil d’État. Cet arrêté illustre une fois de plus comment la bureaucratie, après avoir failli, se retourne contre ceux qui rendent encore le service qu’elle a abandonné.

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Gaza’s disabled left behind: ‘All our dreams are gone’

In Gaza, everyone is struggling to survive. For disabled people in Gaza, that struggle is multiplied. Rabab Nawfal and Suha Maqat, both wheelchair users, were champion athletes on Palestine’s national teams before Israel’s US-backed genocidal war. Two days before it began, they were playing qualifiers to represent Palestine abroad.

In this TRNN documentary report, they describe living through famine, fleeing bombardment in wheelchairs that no longer work, and asking for help that never comes. With 81% of Gaza’s roads damaged or destroyed and the UN documenting thousands of amputations, Israel is not only making life impossible for disabled Palestinians; it is creating a new generation of them.

Editor’s Note: This documentary report was filmed in Gaza City three weeks before the ceasefire in Gaza was shakily implemented beginning on October 10, 2025. Since the “ceasefire” began, Israeli forces have killed over 1,300 Palestinians, including 301 children, according to the Gaza Ministry of Health.

Credits:

  • Producers: Belal Awad, Leo Erhardt
  • Videographers: Ruwaida Amer, Mahmoud Al Mashharawi
  • Video Editor: Leo Erhardt
Transcript

Suha Maqat, Palestinian Athlete: 

I’m in a wheelchair—how am I going to escape? 

Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

There were days when we ate animal food, bird food. 

Suha Maqat, Palestinian Athlete: 

I lost my eye. What more do you want? 

Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

My dreams have been shattered. 

Narrator: 

In Gaza, everyone is struggling to survive. But for people with disabilities, that struggle is multiplied. Rabab Nawfal and Suha Maqat – both wheelchair users – were champion athletes before this war. 

Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

I’m one of those people who didn’t go to the south. I lived through famine twice. I lived it twice. No one asked after me. There were days when we didn’t eat anything. There were days when we ate animal food, bird food. We ate everything—animals, birds. Even those things were expensive, and then they were cut off. The day they were cut off, we stopped eating anything. 

Ramadan came during the famine. We didn’t eat anything. A long day passed, and we didn’t eat anything. We used to crave drinking water. We used to crave a piece of bread. We were hoping that the famine would never come back. But unfortunately, it did—and it’s still coming back. 

We’ve suffered a lot in life. I was abandoned. No one took responsibility for me. My mother and father used to take care of me, but they left. These days, my brother takes care of me—and he is injured. My life is ruined. No one is with me. No one cares. And the one person standing by me is injured. He can barely carry his own family. 

When we were displaced, he couldn’t help us. He wasn’t able. For people with disabilities like me, it’s been difficult to live through this war. Those who are not disabled can maybe manage their lives. They can move, walk long distances—but I can’t. 

Suha Maqat, Palestinian Athlete: 

The closest people to me abandoned me—they didn’t stand by me. They left me to fend for myself. I feel like I live in a forest with wolves and monsters. I can’t. I try to make things work,

but I can’t. I’m mentally exhausted. The circumstances of this war are incredibly difficult. Even the word displacement is difficult for the injured and disabled. 

When we left, my brother was injured and my sister was in a bad state. Even though he was injured, he was pushing my sister, as I pushed myself along. I got stuck in the sand, and they wanted to bomb the building next to us. It was the most difficult moment. I said to myself, now I’m going to be killed. It was the hardest moment of my life. 

I thought—how will I escape? How will I, in my wheelchair, escape? How am I going to get out? My brother was injured and couldn’t carry me. I thought, I’m done; there’s no life for me anymore. That’s it. I’m going to be killed. 

Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

The hardest thing I’ve experienced in this war has been displacement. I woke up one day and saw the Israelis in front of us. I was all by myself. I rushed out, but I couldn’t continue. There was a lot of shelling, shooting, bombs. It was a miracle I got out alive. It happened again and again—the same scenario repeated a thousand times. 

Narrator: 

Both Suha and Rabab rely entirely on their wheelchairs to move. Without them, the most basic tasks become impossible. Israel’s blockade has meant that access to this crucial item has been cut off. 

Even with functioning wheelchairs, with 81% of roads in Gaza now damaged or destroyed, access and movement is extremely limited. 

Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

There are no wheelchairs in Gaza. And without a wheelchair, I can’t move. The wheelchair takes me to my medicine, my food, my drink—I need it for everything. Right now, my chair is broken. I’ve lost all means of life. 

Suha Maqat, Palestinian Athlete: 

As you can see, my chair is broken. I push myself in it, I fall off all the time, I cut and bruise my legs. If someone kind is around, then I can move. Otherwise, I can’t. 

We requested wheelchairs, but it was no use. We asked and asked, and they said no. Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

My life before the war was very beautiful. I was a champion of Palestine’s disabled national team for strength games—basketball, tennis. I used to do all kinds of sports that suited my disability. I was a success story. I was a hero. These days, I feel worthless. Nothing in life. I can’t even get from here to there. I can’t move from here to there in a wheelchair. My life is 

gone. There is no life.

These days, we only dream of having the most basic things: flour, water. The simplest things—we can’t get. Drinking water—we can’t get it. 

Suha Maqat, Palestinian Athlete: 

Suha before is different from Suha today. I used to be a champion of Palestine. Today, I’m nothing. Today, just a daughter who needs her mother—who needs her mother to help her. 

Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

Two days before the war, we were playing qualifiers to represent Palestine internationally. But we didn’t manage it. On the day of the championship, the war erupted. So our dreams are gone. All our dreams are gone. My dreams have been shattered. 

I wanted to raise my son. I wanted to raise him well and teach him. Before the war, I wanted to enroll him in karate. I wanted him to become something. I couldn’t. I wanted him to be into sports like me—to become a doctor. I wanted him to grow up and help me in the future. But my dreams were shattered. I couldn’t do any of it. I can’t do anything. 

Narrator: 

According to the UN 4,800 amputations of limbs had been documented since the beginning of the war. Ten children were losing one or both legs every day. Gaza had become home to the largest group of child amputees in modern history. Not only is Israel making the lives of existing disabled people impossible, it is also creating an entirely new generation of people with disabilities. 

Suha Maqat, Palestinian Athlete: 

Gaza has become a city of ghosts. There is no life in Gaza. As you can see—look at how people are living. On sand! How can people live on sand? How can they occupy Gaza? How? 

We want peace of mind. We don’t want to lose any more loved ones. We’ve lost enough. Is it not enough that I lost my eye? What’s left? What more do you want? I lost my eye—what more do you want? What else should I lose? Nothing’s left. There’s nothing left in this world that I can lose. My family has left. I wish I could see my mother. See my father. 

Rabab Nawfal, Palestinian Athlete: 

Life has become unbearable. No matter how much I talk, I can’t describe what I am feeling or the life we are living. I used to be someone. Now I am nothing.

💾

Champion athletes Rabab Nawfal and Suha Maqat, two of Gaza's disabled people now in broken wheelchairs, on famine, displacement, and being forgotten by the world.

Este edifício fez de uma vila de pescadores um destino de luxo

21 September 2026 at 20:29

// Se já estiver a falar, para o áudio e repõe o botão
if (window.speechSynthesis.speaking) {
window.speechSynthesis.cancel();
botao.innerHTML = "🔊 Ouvir este artigo";
return;
}

// 1. Seleciona o bloco de texto do artigo (lógica original do Guia Algarve)
const artigo = document.querySelector('.entry-content') || document.querySelector('.post-content') || document.body;

// 2. Guarda o texto na memória
let textoFinal = artigo.innerText;

// 3. Remove a frase do botão para ela não ser lida
textoFinal = textoFinal.replace("🔊 Ouvir este artigo", "").replace("Ouvir este artigo", "");
textoFinal = textoFinal.trim();

if (textoFinal.length === 0) return;

// 4. Configura a voz
const mensagem = new SpeechSynthesisUtterance(textoFinal);
mensagem.lang = 'pt-PT';

// 5. Quando o áudio terminar sozinho, o botão volta ao normal
mensagem.onend = function() {
botao.innerHTML = "🔊 Ouvir este artigo";
};

// 6. Muda o texto do botão para indicar que se pode parar
botao.innerHTML = "⏹ Parar Áudio";

// 7. Começa a ler
window.speechSynthesis.speak(mensagem);
}

// Garante que o áudio para se o utilizador fechar ou mudar de página
window.onbeforeunload = function() {
window.speechSynthesis.cancel();
};

Durante muitos anos, a fina flor algarvia e a alta burguesia nacional reuniam-se, jogavam, conviviam e assistiam a espetáculos no Casino de Armação de Pêra, transformando-o no epicentro do glamour e da vida social do sul do país.

Inaugurado em 1958, o então batizado Casino Turismo funcionou como o grande motor da modernização da região, liderando a transição desta antiga vila piscatória e rural para um destino turístico de prestígio internacional.

Nas décadas de 1950 e 1960, o edifício projetado pelo arquiteto Tavela de Sousa fervilhava com espetáculos culturais e noites requintadas.

Este dinamismo cosmopolita quebrou o isolamento da localidade e impulsionou o desenvolvimento urbanístico de Armação de Pêra, atraindo hotéis, novas avenidas e as primeiras esplanadas junto à falésia.

O casino tornou-se, assim, o principal postal de visita da frente de mar e um pilar essencial para o nascimento do turismo algarvio.

Após o encerramento nos anos 70 e décadas de progressivo abandono, a estrutura foi classificada como Património Cultural de Interesse Municipal.

De forma a devolver esta joia histórica à comunidade, a Câmara de Silves arrancou com uma profunda obra de reabilitação do Antigo Casino, que exigiu um investimento superior a dois milhões de euros.

Quando reabrir, no interior do edifício funcionará um estabelecimento de restauração e bebidas, um espaço multiusos de vocação cultural e um posto de turismo.

Quand l'urssaf invente sa propre méthode de calcul, la cour de cassation efface tout

21 September 2026 at 15:36

L’organisme chargé de redresser les entreprises sur la base des règles sociales vient lui-même d’être rappelé à l’ordre sur ses méthodes de calcul. Après un contrôle engagé en 2016, la Cour de cassation a jugé, le 3 septembre 2026, que sept chefs de redressement calculés selon un ratio non prévu par les textes devaient être annulés intégralement.

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Dix ans de procédure pour rappeler une règle simple : l’administration ne peut exiger du cotisant une rigueur qu’elle s’autorise à contourner.

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Un « ratio maison » qui fait tomber sept redressements

Le contrôle concernait les années 2013 à 2015. L’Urssaf du Nord-Pas-de-Calais avait adressé sa lettre d’observations le 15 septembre 2016, avant une mise en demeure le 9 décembre de la même année. Sept chefs de redressement avaient été calculés à partir d’un ratio fondé sur le nombre de salariés atteignant la tranche A, plutôt que sur les données réelles permettant de déterminer les sommes à réintégrer.

Contrôle Urssaf : une méthode de calcul irrégulière fait annuler tout le redressement (arrêt du 3 septembre 2026) - Maître Hassan Kohen, avocat en droit pénal à Paris
Civ. 2, 3 septembre 2026, n° 24-11.310 : un redressement Urssaf calculé avec un ratio non prévu par les textes est annulé en totalité. Taux uniques, indemnité de conciliation, majoration de 10 % et intérêts : la méthode pour contester.

La cour d’appel d’Amiens avait annulé ces redressements. L’Urssaf voulait alors que seule la partie calculée irrégulièrement disparaisse, en conservant le reste. La Cour de cassation rejette cette approche : lorsque la méthode employée contrevient aux règles du Code de la sécurité sociale, les éléments ainsi calculés ne peuvent fonder le redressement, même lorsqu’ils reposent initialement sur des bases réelles.

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Taux unique, intérêts : l’Urssaf également rappelée à ses obligations

L’arrêt va plus loin, l’Urssaf avait appliqué un taux unique de 2 % de versement transport à des établissements implantés dans des ressorts différents, alors que les taux peuvent varier selon les territoires. La Cour reproche également à l’organisme d’avoir appliqué des taux AT/MP sans vérifier leur correspondance établissement par établissement.

L’URSSAF fait placer une entreprise en redressement judiciaire pour 535 000 € de dettes… la cour d’appel n’en trouve que 36 000 €
Le 16 décembre 2025, un entrepreneur de la sécurité privée est placé en redressement judiciaire sur la foi d’un passif URSSAF de 535 303 €. Le 1er juillet 2026, la cour d’appel de Bordeaux découvre que 297 061 € de cette somme ( plus de la moitié) ne reposaient que sur

Elle rappelle aussi que l’indemnité forfaitaire de conciliation prud’homale bénéficie, sous conditions, d’une exclusion de l’assiette sociale dans la limite de deux plafonds de sécurité sociale. Les majorations de 10 % liées à des chefs annulés tombent avec eux. Enfin, les sommes indûment perçues doivent produire intérêts à compter de la demande de restitution, avec possibilité de capitalisation. L’Urssaf est condamnée aux dépens et à verser 3 000 euros à l’entreprise.

URSSAF : il déclare tout, on lui réclame quand même 17 837 €
n auto-entrepreneur de l’Yonne fournit à l’URSSAF l’intégralité de ses factures, corrige ses déclarations et demande le recalcul de ses cotisations sur son chiffre d’affaires réel. Malgré cela, l’organisme lui réclame 17 837 € sur la base de montants qu’il sait inexacts. Le tribunal

Entre le contrôle de 2016 et l’arrêt du 3 septembre 2026, l’entreprise aura attendu une décennie pour obtenir la validation définitive de l’annulation de sept chefs de redressement. Pendant tout ce temps, l'entreprise a plaidé face à un adversaire qui choisissait seul sa méthode, et devant des juges d'appel qui lui demandaient de prouver l'erreur de l'administration. Combien de sociétés, sans les moyens d'attendre une décennie, ont réglé sans discuter des redressements chiffrés de la même façon ?

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Menus a preços económicos no Algarve para esta segunda-feira, 21 de setembro

21 September 2026 at 10:49

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

Leia as notícias do Algarve aqui

Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Friendly Bar Restaurante (Portimão)

Urbanização Vila Rosa Lote 12, Portimão. Contacto telefónico: 917 332 182

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30

Menu desde 13€
Sefunda-feira:
Caras de bacalhau
Espetadas de frango
Feijoada à transmontana
Frango Primavera

Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Segunda-feira:

Sopa do Dia
Perna de Perú Assada no Forno
Bacalhau à Brás

Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

Leia as notícias do Algarve aqui

Concelho de LAGOS

Restaurante Prato Cheio (Lagos)

Rua Francisco Sá Carneiro, 23 A, Lagos. Contacto: 282 037 469. E-mail: prato.cheio.lagos@gmail.com

Aberto de quarta-feira a domingo, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 22h00 e à segunda-feira, das 12h00 às 15h00


Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Segunda-feira:
Assadura
Bacalhau Espiritual

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00


Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Aberto de 2ª a sábado, das 7h00 às 22h30


Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

Leia as notícias do Algarve aqui

Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão) – A aguardar atualização

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750

Concelho de TAVIRA

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Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

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Le 27 septembre, votre commerçant sera contrôlé sur une loi que Paris n'a pas fini d'écrire

21 September 2026 at 08:25

Le 27 septembre 2026, de nouvelles obligations européennes sur la durabilité des produits entreront en application dans les commerces français. Publiée au Journal officiel de l'Union européenne le 28 février 2024, la directive laissait aux États plus de deux ans et demi pour s'y préparer. Le calendrier national est encore « en cours ». Le petit commerçant doit investir, reparamétrer son site et former son personnel. La sanction est pour lui ; le retard, pour l'administration.

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La directive européenne 2024/825 impose aux États membres d’avoir adopté leurs mesures nationales au plus tard le 27 mars 2026, avec une application à partir du 27 septembre.

Le 27 septembre, votre commerçant sera contrôlé sur une loi que Paris n'a pas fini d'écrire
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Bruxelles fixe la date, Paris termine encore ses textes

La directive (UE) 2024/825, adoptée le 28 février 2024, s’appliquera pleinement le 27 septembre 2026. Elle impose aux magasins physiques comme aux boutiques en ligne de réviser conditions de vente, informations précontractuelles et présentation d’un label harmonisé de garantie commerciale de durabilité. Le règlement d'exécution (UE) 2025/1960 fixe la maquette officielle du label harmonisé.

Directive européenne : les commerces devront s’y conformer à partir du 27 septembre 2026
À compter du 27 septembre 2026, la directive européenne 2024/825 impose aux commerces de réviser leurs fiches produits et d’afficher un label harmonisé sur les garanties commerciales de durabilité. Cette réforme majeure du droit de la consommation vise à renforcer la transparence et à promouvoir des achats plus durables.

Ce label, dont la maquette est fixée par règlement d’exécution, ne s’affiche que si le producteur offre une garantie supérieure à deux ans. En vente en ligne, le label se rattache à chaque modèle, non à la gamme : un appareil garanti cinq ans, un autre deux ans et une version reconditionnée n'offrent pas les mêmes droits. En rayon, étiquettes et documents de vente suivent. Le vendeur n'a pas à fouiller les sites des fabricants, mais doit afficher l'information dès qu'on la lui transmet.La Direction générale de la concurrence, de la consommation et de la répression des fraudes (DGCCRF) contrôlera. En juin, la DGCCRF invitait les professionnels à anticiper. Anticiper quoi, quand le texte national n'est pas arrêté ? La consigne donnée aux PME : solliciter les chambres de commerce et les fédérations.

Bruxelles a interdit votre sachet de ketchup — et personne ne vous a prévenu
Depuis le 12 août 2026, un règlement européen décide de la façon dont vous assaisonnez votre repas. Le sachet de ketchup, de moutarde ou de mayonnaise disparaît des tables si vous mangez sur place mais reste légal si vous sortez avec votre plateau. Une interdiction absurde, une note salée pour

En effet, le volet français n’est toujours pas totalement achevé. Le 28 mai 2026, la Commission a officiellement demandé à la France de compléter la transposition de la directive, après expiration du délai européen. La France disposait alors de deux mois pour répondre et communiquer les mesures manquantes.

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Le commerçant paie le prix de l’incertitude

Pour une petite entreprise, une obligation réglementaire ne se résume pas à quelques lignes dans le Journal officiel. Il faut identifier les produits concernés, modifier les fiches en ligne, contrôler les informations transmises par les fabricants, adapter les conditions de vente et, selon l’activité, former le personnel.

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Certes l’échéance imposée au professionnel est connue, tandis que le droit national censé l’encadrer a pris du retard. Le commerçant doit donc anticiper, engager des coûts et sécuriser ses pratiques alors même que la transposition française n’est pas achevée.

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L’intention européenne , c'est à dire mieux informer l’acheteur sur la durabilité, la réparabilité et ses garanties, peut se comprendre. Mais dans cette nouvelle consigne, les contraintes s'appliquent immédiatement sur ceux qui vendent, tandis que les États membres et les institutions qui les édictent s’accordent des délais. En somme, Bruxelles décide, Paris transpose en retard, le commerçant règle la note.

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