After flydubai incident, a look at how pilots train to avert cockpit interference
NPR's A Martinez speaks with retired military and commercial airline pilot Ron Alvarado about how pilots are trained to avert interference in the cockpit.
NPR's A Martinez speaks with retired military and commercial airline pilot Ron Alvarado about how pilots are trained to avert interference in the cockpit.
Retired Lt. Gen. H.R. McMaster, who commanded U.S. troops in Iraq, says the withdrawal could strengthen Iran and leave Iraq more vulnerable to ISIS.
(Image credit: Susan Walsh)
NPR's Michel Martin speaks with Robert Malley, a negotiator of the 2015 Iran nuclear deal, about where talks stand after President Trump rejected Iran's offer to reopen the Strait of Hormuz.
NPR's Michel Martin speaks with retired Lt. Gen. H. R. McMaster, former U.S. National Security Advisor, about the impact the final withdrawal of U.S. troops from Iraq will have on the Middle East.
The mountains of Grand Teton could become the backdrop for a Major League Baseball game. The proposal is only on the table for now, but it has already drawn opposition from local officials and environmental groups because bringing baseball there would require building — even if only temporarily — a field inside one of the most important national parks in the United States.

© Ronen Tivony (Getty Images)
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The U.S. midterm elections are not limited to Tuesday, November 3. For millions of voters, Election Day will begin much earlier, either through in-person early voting or by casting a mail-in ballot, despite recent attempts by President Donald Trump to restrict and overhaul mail-in voting.

© Jenny Kane (AP)
Jesse Burgess, host, filmmaker and co-founder of the award-winning food and travel channel Topjaw, says his role in the documentary series Knife Edge: Chasing Michelin Stars is a dream job. In reality, it’s an even more polished extension of his earlier social media work: he travels the world to introduce viewers to the intense realm of haute cuisine. He visits (and samples) the planet’s most acclaimed restaurants as they face the Michelin Guide’s annual season.

© APPLE TV+
Sentado, de mãos cruzadas e com olhar sério para a câmera, o embaixador dos Estados Unidos no Panamá, Kevin Cabrera, anuncia, em vídeo publicado no canal do Departamento de Estado no YouTube em 13 de agosto de 2026: “Agora, a América tem a oportunidade de estabelecer uma nova ordem”. A frase ecoa a Doutrina Monroe, do princípio do século 19, que tratava o continente americano como área de influência dos EUA. O presidente Donald Trump a resgatou para justificar interferências políticas, militares e econômicas em outros países. Um dos alvos é o Brasil, em pleno ano eleitoral. A Agência Pública apurou que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tem monitorado a situação por meio de relatórios internos que classificam os discursos de figuras da extrema-direita no Brasil como “facilitadores” de ataques à soberania nacional.
Recentemente, num relatório entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à Polícia Federal (PF), a Abin classificou como “crítico” o risco de interferência e influência dos EUA nas eleições brasileiras. O conteúdo do documento foi revelado pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. A Pública apurou que relatórios semelhantes vêm sendo produzidos desde novembro de 2025, quando a gestão de Trump passou a ampliar o plano de hegemonia na América Latina.
Parte da extrema-direita no Brasil tem visões ideológicas alinhadas à gestão trumpista. Essa ala extremista é observada, nas análises da Abin, como colaboradora dos interesses americanos no país. Os países latino-americanos já foram definidos como “quintal” de Washington pelo Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Peter Hegseth, em entrevista à Fox News no ano passado. A ascensão desta narrativa trumpista foi rebatida pelo presidente Lula em seu último discurso, na abertura da Assembleia Geral da ONU, na última terça-feira, 22 de setembro. “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, declarou o presidente, que também é candidato à reeleição.
Fontes da Abin contaram à reportagem, sob reserva, que o cerne do interesse dos EUA estaria na extração de terras raras — mais de 20% das reservas mundiais de terras raras estão no solo brasileiro. A Pública mostrou que, no início do mandato, Trump assinou um decreto para acelerar a produção de minerais críticos e reduzir a dependência do governo chinês. “(…) Minerais críticos são essenciais para a prontidão militar americana, já que eles são componentes-chave de jatos, satélites, submarinos, bombas e sistemas de mísseis guiados”, registra um trecho do decreto.
A Pública também apurou que a embaixada dos EUA no Brasil procurou o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcanti (RJ), para que ele recebesse dois enviados do Departamento de Estado. Segundo a apuração, a missão da dupla era lançar dúvidas sobre as urnas eletrônicas. O Itamaraty negou os vistos a Riley Bernes e Samuel Samson.
Em meio à tensão diplomática, o Ministério das Relações Exteriores ainda não deu aval à indicação de Donald Trump para a embaixada dos EUA no Brasil. O indicado foi o representante da Flórida — equivalente a um deputado estadual —, Daniel Perez, cujo nome foi aprovado pelo Senado americano em 7 de agosto. Contudo, ele não pode assumir o cargo sem o agrément — norma da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 1961. O agrément é a aceitação do país que vai receber o indicado e vem antes da indicação, o que não ocorreu no caso brasileiro.
O parlamentar é fiel ao movimento nacionalista Make America Great Again (MAGA), amigo pessoal e integrante do mesmo grupo político de Marco Rubio. A Pública mostrou que Perez é peça importante no projeto expansionista de Trump e que seria uma figura relevante na tentativa de interferência no Brasil, inclusive no auxílio à formulação de leis no Congresso Nacional.
O monitoramento da Abin abrange ainda discursos intervencionistas que possam “causar impacto nas instituições” e obter apoio popular e político para uma interferência americana. O acompanhamento dos agentes de inteligência é constante e poderia incluir políticos com mandatos e posicionamentos radicais, bem como pessoas com poder de mobilização, como influenciadores digitais de extrema-direita.
“As eleições brasileiras não têm, como há quatro anos, um cenário de abolição do Estado Democrático de Direito. Agora é um cenário de interferência externa em que o governo dos EUA tem preferência pelo campo opositor e vê nesse campo um facilitador de seus interesses unicamente americanos”, frisou uma fonte da Abin, sob condição de anonimato.
Ações para estimular o apoio à interferência americana foram intensificadas em 2026. Entre elas, a protagonizada por Marco Rubio em 16 de julho, quando convocou 66 países a se unirem a um projeto de combate ao que classificou como “terrorismo de extrema esquerda”. Sem provas, Rubio — filho de cubanos conservadores e integrante de uma elite econômica estabelecida na Flórida — acusou Cuba de espionagem e de infiltração no território americano.
Dois meses depois, em 22 de setembro, os 14 países da América Latina, membros do “Escudo das Américas” — aliança bélica criada por Donald Trump — assinaram um acordo para impor sanções às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), a exemplo do congelamento de bens e de restrições à imigração e a vistos.

Millions of dollars earmarked to expand U.S. immigration detention capacity ended up in warehouses that will now be sold, in tents that never housed a detainee, and in food purchased for empty facilities. These are the findings of a report by the Government Accountability Office (GAO), which documents how the rapid expansion of U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) has left behind abandoned projects, sunk costs, and new financial commitments.

© Gerald Herbert (AP)
Às 10h50 de 23 de julho de 2026, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, enviou um ofício sigiloso ao advogado-geral da União, Jorge Messias. No documento, obtido com exclusividade pela Agência Pública, pedia-se que a Advocacia-Geral da União (AGU) analisasse e tomasse “as eventuais providências cabíveis” contra uma decisão do ministro André Mendonça, então relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). A resposta, registrada em nota jurídica também sigilosa, foi negativa: segundo a AGU, não havia nenhuma medida judicial possível.
O pedido precedeu a fase mais aguda da crise que, em setembro, pôs ministros do Supremo em confronto e levou ao afastamento de Andrei do cargo, em decisão de André Mendonça — posteriormente revertida por Flávio Dino e mantida por Edson Fachin. Segundo integrantes do alto escalão do governo, ouvidos sob reserva pela reportagem, a negativa da AGU ao ofício teria tido o aval também da cúpula jurídica do governo e foi emitida antes da divulgação das mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e ao ministro Alexandre de Moraes, que se tornaram públicas em 8 de setembro, quando Mendonça retirou o sigilo de parte das investigações do Banco Master.
Fontes do alto escalão disseram à Pública que a cúpula da AGU teria se sentido pressionada por Rodrigues com o envio do ofício e que a história teria chegado até a presidência da República. Uma reportagem da Folha de S. Paulo, publicada em 2 de setembro, relatou que a PF via uma “omissão” da AGU em relação à crise envolvendo o ministro André Mendonça.
A Pública apurou que o Advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, se encontraram com André Mendonça, fora da agenda, após tomarem conhecimento do pedido da PF. No encontro entre os três, os representantes do governo buscaram uma “interlocução” para resolver o embate, mas a exposição das conversas direcionadas a Moraes, que vieram depois do encontro, afastou os governistas do caso para evitar uma associação pública do governo à crise no Supremo.

Nesta quarta-feira, 23 de setembro, reportagem de Marcela Mattos no UOL informa que Messias e Andrei trocaram xingamentos diante de Lula: ‘Está me espionando?’. Segundo o UOL, pessoas que ouviram relatos do episódio disseram que a conversa, acompanhada a todo momento por Lula, foi “dura”, “tensa” e “ríspida”. A cobrança foi considerada a gota d’água de uma série de divergências que vinham se arrastando nos bastidores das investigações sobre o Banco Master.
Procurada, a AGU informou a Pública que “as informações apresentadas na matéria do UOL não são precisas. Divergências são naturais, evidentemente, mas nada se sobrepõe ao respeito e à consideração que o advogado-geral da União, Jorge Messias, tem pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, tanto no âmbito pessoal quanto institucional”
Procurada, a Polícia Federal não deu retorno até a publicação. O espaço segue aberto para manifestação.
André Mendonça herdou o caso Master de Dias Toffoli em fevereiro deste ano. Nas primeiras decisões como relator, em 19 de fevereiro, o ministro determinou que apenas os policiais diretamente envolvidos na investigação tivessem acesso às informações, com sigilo “inclusive em relação aos superiores hierárquicos”, o que incluiria Andrei Rodrigues. Seria um movimento para limitar a influência do diretor-geral na apuração, vista com desconfiança pela ala de André Mendonça. Nos bastidores, teria pesado a percepção de Mendonça de que informações sensíveis chegavam antes ao comando da PF, o que passou a causar “um certo desconforto”, segundo uma fonte do STF, até mesmo entre os juízes lotados no gabinete do ministro.

Em 22 de maio, na investigação sobre fraudes no INSS (Operação Sem Desconto), da qual Mendonça também era o relator, o ministro teria reagido a uma mudança na chefia do caso e exigido ser avisado de qualquer nova alteração na equipe. Em 15 de maio, na semana anterior à exigência de Mendonça, o comando da PF trocou a área responsável pelos inquéritos do INSS: o caso foi transferido da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários (DPrev) para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores (Cinq). Simultaneamente, o delegado que chefiava a operação, Guilherme da Silva, solicitou transferência para Minas Gerais, estado natal dele. À época, a PF não revelou o nome do novo chefe da operação e justificou que a mudança assegurava “maior eficiência e continuidade das investigações”.
Em 13 de julho, Mendonça repetiu a ordem no caso Master (Operação Compliance Zero): a equipe de investigadores deveria ser mantida e qualquer troca deveria ser comunicada a ele previamente; as informações também deveriam ficar restritas às coordenações responsáveis, e o material bruto extraído de celulares e computadores apreendidos deveria ser enviado ao seu gabinete.

Dez dias depois, em 23 de julho, Andrei oficiou à AGU com direcionamento a Jorge Messias, conforme o documento obtido pela Pública. O documento da PF registra que não há “qualquer indício de irregularidade” nas investigações e classifica como “desarrazoada” uma decisão que limitasse as atribuições administrativas da PF. O documento registra, ainda, que o controle externo da polícia cabe ao Ministério Público Federal. No pedido, foi citada a decisão de Mendonça de maio como “de conteúdo semelhante”, na qual se fundamentou na lei que permite à AGU defender, na Justiça, agentes públicos por atos praticados no exercício do cargo.
O ofício foi enviado à Secretaria-Geral de Contencioso, braço da AGU que representa a União no STF. Em 24 de julho, uma reunião no gabinete do advogado-geral substituto apontou os primeiros problemas do pedido: a repercussão na imprensa sobre o incômodo da PF, no dia anterior, tratava da decisão de maio, não da de julho; faltavam documentos; e a AGU nem sequer tinha acesso aos processos em sigilo, apenas às cópias das decisões.
A nota registra ainda que, segundo a própria PF, informou à AGU em 27 de julho que o material bruto relacionado a Vorcaro já havia sido entregue ao gabinete do relator na semana anterior.
A Nota Jurídica enumera os motivos da recusa ao pedido da PF. Primeiro, diz que não se tratava de defender um agente público. Segundo, registrou que a AGU não atua em investigação criminal, tarefa do Ministério Público. Terceiro, avaliou que a PF não demonstrou “prejuízo concreto” decorrente da exigência de avisar sobre trocas na equipe. E, quarto, a PF perdeu o prazo: as regras já estavam na decisão de maio, e a de sigilo interno vinha desde o início do caso, sem que a PF recorresse. A nota menciona “inércia prolongada da autoridade policial” e afirma que uma nova decisão não reabriria o prazo já vencido. Por fim, como o material já havia sido entregue, não haveria o que suspender.
Na resposta à PF, a AGU sugeriu dois caminhos: conversar diretamente com o relator ou levar o caso ao Ministério Público Federal. As páginas obtidas pela reportagem não mostram a data de assinatura da nota.

Segundo a Folha de S.Paulo, Mendonça teria dito ao presidente do STF, Edson Fachin, no início de agosto, que suspeitava de viés político de Andrei Rodrigues para blindar a campanha de Lula; Andrei teria relatado a Fachin a suspeita inversa, de que o ministro prejudicava a esquerda e aliviava aliados de Flávio Bolsonaro (PL).
No início de setembro, Mendonça levantou o sigilo do relatório que continha mensagens enviadas por Vorcaro a um interlocutor identificado como “Alexandre de Moraes Brasília”. A maior parte das mensagens foi enviada em visualização única e aponta para a troca de informações sobre uma possível operação contra o ex-banqueiro. Em 15 de novembro, dois dias antes de ser preso, Vorcaro perguntou a Moraes: “Acha que na segunda já tenho que estar fora?”.
Os investigadores também encontraram registros digitais e metadados que indicam que Moraes atuou na edição de um contrato de R$ 130 milhões firmado entre Vorcaro e o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. Após a revelação do acordo, o escritório Barci de Moraes divulgou uma nota negando a existência de impedimentos legais à contratação.
A partir de então, a crise no STF escalou, como a Pública mostrou ao longo de sua cobertura do caso. A sessão do STF para julgamento das suspeitas contra Alexandre de Moraes foi iniciada em 15 de setembro e marcada por bate-bocas e trocas de acusações entre os magistrados. A deliberação foi adiada após o ministro Flávio Dino pedir vistas do processo. Ou seja, mais tempo para analisar o caso, que segue sem definição.

Wilber Rafael Garces Perez, a food delivery driver in North Austin, Texas, was shot by Immigration and Customs Enforcement (ICE) agents while he was making a delivery on Sunday, September 20. Garces Perez, who survived the shooting but is now partially paralyzed, says his car was rammed by a large black unmarked truck.
ICE claimed they attempted a traffic stop and that Garces Perez fled, but the DoorDash driver and his lawyers’ account contradict this report, saying after he tried to U-turn and pullover, ICE agents rammed his vehicle again, and then an agent got out and aimed his weapon through the passenger side of the car and shot Garces Perez in the back of his neck.
CBP revealed on Tuesday, September 22, that the officer that fired the shot was not wearing a body camera, despite the agency’s body-camera requirements.
After a few hours in the hospital, Garces Perez was transferred to ICE custody with the bullet still lodged in his back.
“I am not doing well due to the gunshot wound and I have not received the medical attention that I require,” he said through a translator at a press conference in Austin. After receiving no pain medication at the hospital, Garces Perez said that in ICE custody, he was forced to sleep on the floor and repeatedly asked for medical care while in severe pain.
His attorney also said he developed paralysis on his left side.
Within hours of the shooting, protests erupted in Austin. Hundreds of residents flooded the streets demanding ICE out of their neighborhoods.
Organizers have connected the shooting to a growing number of fatal and nonfatal encounters involving immigration agents, including the killings of Lorenzo Salgado Araujo in Houston and Ruben Ray Martinez in South Padre Island.
“We cannot be silent as ICE is shooting and killing our neighbors!” a statement by the Austin branch of the Party for Socialism and Liberation said.
Protests have continued across Austin on Monday and Tuesday. Student walkouts were also seen on Tuesday, September 22, by students across Pflugerville, Texas, north of downtown Austin, as well as Navarro Early College High School.
After the shooting, the Department of Homeland Security quickly claimed that Garces Perez was an “illegal alien from Venezuela, who illegally entered” the United States.
Garces Perez’s lawyers have refuted these claims, saying he entered the country through CBP One, the US border processing system. “He had a work permit. He was seeking asylum.” They said that a notice of hearing was sent to an old address, despite Garces Perez updating his address with the immigration court. “He didn’t know he had a hearing. So he didn’t go and got a deportation order in absentia, which is a very common thing.”
According to reports, DHS and the Federal Bureau of Investigation (FBI) are leading an investigation into the ICE shooting of Wilber Rafael Garces Perez.
Austin police and the Travis County district attorney’s office have also said they intend to investigate the shooting. But their investigations come amid strong criticism of federal officials’ handling of previous ICE shootings in Texas. In Houston, Harris County District Attorney Sean Teare has said federal officials did not provide his office with information about the fatal shooting of Lorenzo Salgado Araujo. He is taking his own investigation to a grand jury to force the release of more details.
The Austin shooting follows a series of fatal encounters involving federal immigration agents this year, including the killings of Renee Nicole Good and Alex Pretti in Minneapolis and Johan Sebastián Durán Guerrero in Maine.
As federal agents continue to face scrutiny over deadly encounters in Texas and other states, Austin residents and organizers say they will continue protesting and organizing until ICE is out of their communities.
The phrase “hidden gem” can be over-used but in the case of Herefordshire in the UK it’s entirely apt. The cathedral city of Hereford was once an important military centre. That was a few centuries ago but, today, Herefordshire is a real leader in other ways, for innovation, championing local products and the sheer friendliness of the locals. Here’s a “Top Ten” of the reasons why the county is well worth discovering. Start the day in style As you’re in England what better way to start any new day than by sampling some of the county’s best produce (including a full English breakfast, maybe).
There’s a couple of spots well worth sampling such delights, including the lovely Castle House Hotel in Hereford which a wholesome breakfast offering is open to both guests and non guests and which also has an interesting Benelux connection as it was once owned by Albert Heijn, the largest supermarket chain in The Netherlands. Away from the county’s main city and you’ll find a terrific, multi award-winning Lowe Farm B&B, set in rolling Herefordshire countryside, which celebrates its 30th anniversary next year. The place is lovingly overseen by Juliet Williams, a larger-than-life character who, commendably, serves up very yummy and healthy breakfasts sourced almost entirely from local products and producers.

Juliet, who is nearing 70 but still full of energy and enthusiasm for what she does, has pulled in a staggering 27,000 guests since opening (including the Spanish ambassador to the UK and coachloads of Japanese tourists), 60 per cent of them repeat visitors which is a clear sign of the quality of service she provides. Juliet and hubby Clive also boast a minor Belgian link: the best man at their wedding was from Belgium. This bubbly character takes great pride in sourcing her products locally and cooking only healthy ingredients, some sourced from the same local butcher used by famous TV chef James Martin.
History in Hereford
2026 is the 1,350th anniversary of the Hereford diocese and the place oozes history. One must-visit place here is the cathedral, dating from Saxon times, and Mappa Mundi, one of the world’s unique medieval treasures. Constructed on a single sheet of vellum over 700years ago, the map shows how the world was interpreted by scholars at that time. Look closely and you’ll spot Gent on the map in the Europe section, curiously located in the bottom left of the world. Close by is the equally wonderful Chained Library, home to some 229 medieval manuscripts and over 1,200 early printed books. It is the largest library of its kind to survive with all its chains, rods and locks intact. This magnificent cathedral is also home to fantastic architecture, a mighty Willis organ, stained glass (including a stunning tribute to the UK’s SAS, which is based locally) and artwork and it’s all brought to life by a 400-strong team of volunteers, all very passionate about what they do too. A short walk away takes you to Hereford’s historic town hall, “home” to the current lady mayor (a rarity in itself as there’s only been 7 in the city’s entire history). Here (and tours are available), you can learn all about Hereford’s rich history and be reminded that its castle was once second only in size to Windsor.
The city boasts another proud record: along with the City of London, it has never been defeated in battle (the local SAS people will be proud of that). There’s also yet another nice historical connection to Belgium: in the council chamber of this striking Edwardian Baroque council building, where the mayor presides over council meetings, the Belgian link is actually commemorated by a framed, unusual Union Jack flag mounted high above one of the doors that uniquely features a central shield with a French inscription. The inscription reads: “Expression of our gratitude to our benefactors Mr & Mrs GB Greenland and members of the Committee – Belgian refugees in Hereford, Nov 9th 1915” Following the German invasion of Belgium in August 1914, roughly 250,000 Belgian refugees fled to Britain. Hereford city council holds the distinct honour of being the very first British city to officially step forward and offer hospitality and sanctuary to these displaced families.
On 9 November 1915, the Belgian refugees living in Hereford presented a beautiful silk flag to the Mayor (G.B. Greenland) as a permanent token of friendship and “immense gratitude” for the local community’s safe housing and ongoing kindness. You might like to take one of the enthralling tours of the town hall which are overseen by a very entertaining Scotsman called John Marshall who is the Mayor’s Officer. He is responsible for looking after some serious silverware here, including the Civic Sword, which is no less than 349 years old, mayoral robes, including one used in Queen Victoria’s coronation and, of course, the mayoral golden chain which dates from the 1800s. There’s precious little that the very likeable John does not know about Hereford and its rich history and he, like so many others in the county, genuinely loves his job.. so much so that he’ll happily extend his planned retirement to continue doing it. Local artisans Whisky production in a traditional cider county? Well, yes, and very good it is too.
At least that is the case at Rosemaund Farm Distillery which has been brought back under family ownership in recent times. Described as the largest little distillery in Herefordshire, the site, formerly the home of Chase Distillery (vodka), is a real hive of activity and just marked its latest release (“the Director’s Cut”). The sprawling site even boasts a touch of Hollywood glitz as world famous film director Guy Ritchie is involved here with his ‘Wild Kitchen / Wild Table’ concept – an outdoor cooking and eating tent where a full blown meal can be enjoyed after a tour of what is a very impressive whisky making operation.
Criss-crossing some of the county’s marvellous meandering country roads leads to another, equally laudable, local artisan: the Monkland cheese dairy, which was run for over three decades by Mark and Karen Hindle. They now operate the adjacent café while Dean Storey, a former chef, now owns the dairy. He makes the cheeses and runs tours. While the French may be world-renowned for their cheeses, here’s proof (were it needed) that the Brits can do the job just as well. Tours for the public give you the chance to witness up close how its delicious cheeses are made, partly utilising an impressive Dutch Gouda vat which can hold 1,000 litres of cow’s milk. Spot of Lunch Back in Hereford, the county’s entrepreneurial spirit is certainly alive and kicking at The Yard, a collective of small-scaled eateries. Overseeing things here are a couple of go-ahead brothers, Edwin and Dorian Kirk who offer vital mentoring skills to would-be local start ups. Ed says, “We help people who are just starting out to build up their own business and become owners themselves. In a way, it is all about achieving their dreams just as me and Dorian have managed to do.”
After trekking round all morning, it’s a great place for a filling, very tasty but affordable light lunch (be it pizza, burger or steak) and drink (there are some fab local ales available). As with so many places here, it is all about cutting food miles and “buying local”: much of the lovely food here is sourced directly from local products and local producers. If you happen to visit in late October, the space transforms for Oktoberfest, complete with Bavarian beers and music. Things to Do One of the reasons they call this county a hidden gem are the very welcoming local folk and they include Jon Williams and Sarah Monk who run Eastnor Pottery. Having met at art school in Bath, the couple moved to “idyllic” Herefordshire where they live and work on the Eastnor Castle estate offering very enjoyable potter’s wheel experiences alongside making their own ceramics. After having fun on Jon and Sarah’s potters wheel you really must pop along to admire the wonderful Eastnor Castle, home of the Hervey-Bathurst family, with lavish interiors containing medieval armour, fine art … and another reminder of Belgium.
This comes in the shape of some impressive Belgian tapestries, including three Bruges tapestries in the Staircase Hall and more in the Gothic Dining Room. James Hervey-Bathurst, the current owner, moved here with his family in 1989 but his family have been there since 1949 and have ancestral links to the original owners going back centuries. He recalls: “We were presented with a wonderful but daunting challenge.” That’s a reference to the rundown state of the property which has, over the years, happily been restored to its former glory. Make sure you don’t leave without having a look in the grounds at something you’d not expect to see in rural England … a segment of the Berlin Wall. The very affable and welcoming James bought the 3metre-high wall last year and had it shipped to the UK, all 2.6 tons of it. He hopes its presence, close to the deer park (nice for walks) reminds visitors, young and old, of how conflict can divide peoples and communities, a message as relevant today as ever.
Other possibles
You need to allow time to fully experience and enjoy all the many things this county has to offer. But, time (and energy levels)permitting there’s lots more to keep you busy, occupied and entertained. These include Black Mountain Adventure near Brecon; Canwood Gallery, a contemporary art space and the great selection of farm shops that dot the landscape, including Oakchurch – just the place to stock up on some of that lovely local produce before heading home.
Eating out
You’ll be spoilt for choice when it comes to sampling the quite wonderful local produce in this county, be it north, south, east or west. In the south (at Woolhope),for instance, is The Crown, a terrific pub/resto run for some years by yet another friendly Herefordian, Annalisa Slocombe. The eatery, recently very tastefully refurbished, serves a great mix of pub classics,like good old fish and chips, and offers some lovely local beers to wash down a very satisfying meal.
Located in a tiny village (est.200 dwellings) the menu (like the pub) is constantly evolving (weekly) but as Annalisa explains, faves like steak remain “to avoid a customer revolt.” From the end of this month, she hopes to have 8 en suite rooms available too. Crickets lovers will feel at home here as there’s plenty of cricket memorabilia on the wall, including a bat used at the England v New Zealand Test in 1999 and a quite wonderful collection of Wisden books,dating from 1988. Another fab place, this time back in Hereford, and also a real success story is Beefy Boys.Hereford was the first to open in what has become a fast-growing chain (the latest is scheduled for Cambridge later this month) and it’s easy to see why. The county is renowned worldwide for the quality of its beef and that, along with some great service, is one big reason why the burgers here are on another level to most other places (worth noting that the meat is sourced from just the one, local, farm).
The Beefy Boys story all started in Hereford and the venue has expanded in recent times to now accommodate up to 250. Assistant GM Kai says, “Even midweek it’ bustling here and we’re still growing.” Not too far away, in an easterly direction, takes you to L’Ecole des Amis which serves some refined French cuisine in a wonderfully-restored old school house. The two men at the helm of this highly popular resto are Cedric L’herbier, who hails from le Touquet in France, and Bruce Havard. Cedric, who’s had over 40 years experience in the resto trade both in the UK and France, recalls how the rundown building was badly in need in “some TLC” when they came by it. Some quick fire restoration work – it transformed in the space of just 12 months – has resulted in a lovely, informal place to enjoy top class cuisine that Cedric describes as “unsophisticated and unpretentious.”
They change just a couple of dishes every couple of weeks and there’s also a brasserie-style lunch menu. On the opening night, an estimated 80percent of the customers travelled from where Cedric used to work in another part of the county, about 18miles away, and he and Bruce still command a loyal customer base. It is mostly all down to the fab fresh food, cooked with real care and which certainly makes one French man gratified that he took the plunge for “one last adventure” in his working life.
Where to stay
If you enjoy peace and quiet – and a few animals for company – there’s one place for you here: Pudleston Court, nestled in 50 acres of beautiful private parkland, hard to imagine you are also just a few short kilometres from the busy town of Leominster. This is home to seven holiday lets, five of which are original estate buildings (formerly used for everything from housing geese to a rifle range) and all wonderfully refurbished. One, the delightful Meadow View, is a barn conversion, can sleep up to 6 and has its very own private pool. It boasts underfloor heating, three bedrooms, a log burning stove and delightful terrace. Don’t be surprised if, on arrival, you are greeted by some curious “locals” – peacocks that are free to roam (you should also make your acquaintance with the charming young alpacas in a nearby field). There’s also another link the Heijn family as they are former owners here. The current owner is a Swiss lady who fell in love with the property when she read an article about in Country Life magazine. She’d always dreaming of owning her own English castle (who hasn’t?) and this was her chance to do just that.
She has overseen a loving and carefully planned restoration that’s still ongoing with the future focus also on expansion into the corporate market (by hosting company stays, board meetings, training days and the like). Approached via those unique meandering roads -where the only hold up is likely to be due to cattle crossing the road – this is a genuine oasis of peace and tranquility in an increasing mad world. Oh, and there’s yet another Belgian link: Rhi Baines, the Chief Operating Officer, has fond memories of Belgium as she celebrated her 21sth birthday in Brussels. How to get there It could not be easier for people travelling by car from mainland Europe, including Belgium.
Once off the ferry or shuttle, it is motorway much of the way to Herefordshire. Once you’ve navigated the M25 around London you can via the M40 and Gloucester or the M40 and Worcester. Beware there is no m-way in the county so allow a bit extra time for getting around. Summary It all adds up to a great getaway, whatever time of the year that is. Pay a visit and you can well see why they call this pretty part of England a “hidden gem.” And one excellent way of finding out more about this creative county is via the Eat Sleep Live Herefordshire, a leading independent destination marketing company. Its supports not only Herefordshire’s food and drink businesses, accommodation providers, activities, leisure venues and pursuits and events but promotes the county’s crafts, creatives and artisans.
Further info
www.eatsleepliveherefordshire.co.uk
https://www.rosemaund.com/
https://eastnorpottery.co.uk/
www.eastnorcastle.com
https://castlehse.co.uk/
https://www.herefordcathedral.org/
https://yardhereford.co.uk/
https://www.pudlestoncourtltd.co.uk/
https://lowefarm.co.uk/
https://thecrowninn.pub/
https://www.lecoledesamis.co.uk/
https://thebeefyboys.com/
Campaigners have called for more effort to "defend democracy" and support a “free, democratic and sovereign Ukraine”.
The demand was made by the Defending Democracy Global Initiative (DDGI) and the Westminster Alliance for Ukraine (WA4U).
It was timed to coincide with the International Day of Democracy.
The Defending Democracy Global Initiative is a transnational, civil society-led platform founded in Skopje in 2024 by CIVIL – Center for Freedom, the New European People’s Forum and Media Dialogue.
It works to defend truth, freedom and democratic resilience against authoritarianism, disinformation and hybrid threats.
Its flagship programme, the Westminster Alliance for Ukraine, brings together parliamentarians and civil society partners to strengthen European cooperation in support of a free, democratic and sovereign Ukraine.
A spokesman told this site, “Democracy depends on people’s ability to speak freely, access reliable information, participate in decisions and hold those in power accountable.
“It requires independent media, active civil society, institutions that protect rights, and space for disagreement without intimidation. These conditions must be defended and strengthened every day.”
The spokesman went on: “Standing with Ukraine is a crucial part of that responsibility.
“Russia’s war of aggression threatens the lives and freedom of Ukrainians and the principle that people have the right to determine their own future. Supporting Ukraine’s sovereignty and democratic aspirations is essential to building a safer, more democratic Europe.”
The two groups seek to build on the commitments that brought DDGI into being in 2024, and on the work of its partners and co-founders in solidarity with Ukraine since Russia began its aggression in 2014.
DDGI and WA4U have now used the International Day of Democracy to call on democratic institutions, parliamentarians, civil society, journalists and citizens across Europe “to turn solidarity into sustained action.”
They demand that they support Ukraine, defend independent journalism, challenge disinformation, protect civic participation and "insist on accountable government".
The spokesman said: “Every voice matters – including those excluded from public debate, those facing threats for speaking out, and those whose communities are living through war.
“Meaningful participation requires that these voices are heard and taken into consideration.
“We invite everyone who shares these commitments to stay connected with our work, take part in future discussions and help strengthen cooperation across borders.”
A leading Belgian animal park has just welcomed a new arrival: Kali the giraffe.
Kali’s arrival at Pairi Daiza is no coincidence: transfers between European zoos are carefully coordinated, taking into account genetics, age and breeding recommendations.
Rothschild's giraffe Kali was born on 15 February 2024 at Knuthenborg Safaripark (Denmark).
On the evening of Tuesday 15 September, she arrived to join the two Rothschild's giraffes already living at Pairi Daiza: PoléPolé and Oliver.
Kali’s journey of several hundred kilometres, and this new phase in her life, began with a decision taken at European level.
The Rothschild's giraffes in European zoos are part of a European Endangered Species Programme (EEP – Ex situ Programme). The programme maintains detailed records of each animal’s ancestry and demographics to manage this population in the long term. Based on this data, it is possible, amongst other things, to determine which animals can form a breeding pair, whilst preserving the genetic diversity of the population as effectively as possible.
A park spokesman told this site: “Kali is therefore not simply coming to Pairi Daiza because a space happened to be available.
“The recommendation for her transfer took into account her age, two and a half years, as well as her genetic background and that of the giraffes already there.”
She will live alongside Oliver, a male who was born on 1 August 2016 at Safari Park Dvůr Králové (Czech Republic) and who has been at Pairi Daiza since 2018. Oliver has already sired two daughters at the Garden of the Worlds: Zuri, born in 2021 and transferred to Bellewaerde (Belgium) in 2024, and Masika, born in 2023 who left for the Zoo du Bassin d’Arcachon (France) on 10 September 2026.
PoléPolé also lives alongside Oliver.
She was born on 10 May 2021 at WILDLANDS Adventure Zoo Emmen (Netherlands) and has been living at Pairi Daiza for three years.
The departure of Zuri and Masika and the arrival of Kali are therefore not isolated events, but different parts of the same coordinated population-management process.
The spokesman added, “At a European level, these transfers make it possible to manage a population, taking into account the age, sex and kinship ties of each individual, the needs of the population and the situation at each institution.”
Kali’s first few days at Pairi Daiza
Kali arrived at Pairi Daiza late on Tuesday and spent her first night alone in an enclosure within her indoor quarters. The keepers gave her time to recover from her journey and began observing her behaviour in this new environment.
The spokesman said, “Kali was introduced to PoléPolé this morning, under the supervision of the zoological team. The meeting with Oliver will take place later.
During these first few days, the keepers will get to know Kali: how she explores her surroundings, how she reacts to PoléPolé, and her habits and preferences. The next steps in her integration will be tailored to these observations and her behaviour.”
Her Danish keepers describe Kali as curious and gentle. The keepers at Pairi Daiza will now get to know her personality on a daily basis and, based on their observations, determine the most suitable time and circumstances to introduce her to Oliver.
Visitors can already observe Kali in her indoor enclosure through the porthole of the boat Mersus Emergo.
Photo: Pairi Daiza

Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.
Noite na Marginal Pinheiros, uma das principais artérias de São Paulo: dois jovens negros são abordados por três policiais militares numa viatura. Motivo? Eles caminhavam de forma suspeita, segundo a equipe. A abordagem é seguida por revista, interrogatório e xingamentos por parte dos PMs. “Tu é todo ladrãozão, né”, comentou um dos policiais.
Nada ilegal ou suspeito foi identificado na dupla. Mesmo assim, a ação foi exaltada em um vídeo publicado no YouTube pelo Diretor Elias Junior, candidato a deputado estadual pelo MDB. “O tamanho do viaduto ficou pequeno quando viram a ROTA”, diz o título da publicação. Um formato sensacionalista que se repete entre outros youtubers que disputam as eleições de 2026 e integram a lista dos que mais monetizaram explorando operações policiais. Alguns dos vídeos contêm deboche, humilhação e truculência, expondo, além dos próprios policiais, moradores e suspeitos, sobretudo em regiões periféricas de grandes cidades.
Apuração exclusiva da Agência Pública, em parceria com a plataforma Zeeng, mostra que um candidato com muitos seguidores pode ganhar até R$ 8 mil por mês no YouTube com vídeos sobre operações e abordagens das polícias. O levantamento considerou os 15 candidatos influencers com maior monetização sobre ocorrências policiais em 2026: eles podem ter ganhado até R$ 64,6 mil na soma dos vídeos (entre shorts e vídeos longos) postados no YouTube de 1º de janeiro a 25 de agosto deste ano.

Os valores podem ser ainda maiores, pois o levantamento considera o pagamento estimado por views do YouTube, o que não leva em conta outras redes sociais e possíveis patrocínios negociados diretamente pelos candidatos, a exemplo de divulgação de cursos e produtos.
Ao todo, sete partidos de direita e centro-direita compõem o levantamento: Podemos, MDB, PP, PL, Avante, União Brasil e Republicanos. Os nomes analisados possuem vínculo direto com a Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Civil Metropolitana de São Paulo. A exceção é Elias Junior, que é diretor cinematográfico, mas acompanha operações e explora a estética policial.
Dos 15 youtubers listados pela reportagem, 14 utilizam ocorrências policiais para divulgar a própria imagem, a maioria em condutas que não são condizentes com as normas das Polícias Civil e Militar de São Paulo sobre uso das redes sociais. Além disso, parlamentares licenciados dos cargos não têm prerrogativa para se apresentarem como autoridades policiais – e nem usarem distintivo ou equipamentos da corporação, conforme confirmado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.
O líder na estimativa de arrecadação é o deputado federal e candidato à reeleição, delegado Palumbo (PODE-SP), que pode ter faturado cerca de R$ 64,6 mil desde o início do ano, acumulando mais de 26 milhões de visualizações no período analisado. Mesmo licenciado do cargo de Policial Civil, Palumbo aparece nos vídeos participando de operações, sobretudo relacionadas ao tráfico de drogas.
Na maioria das ocorrências, ele caminha ao lado dos agentes, auxilia e até mesmo protagoniza interrogatórios. Os títulos utilizados nos conteúdos são majoritariamente chamativos e com palavras fortes. “São duas opções, c4deia ou caixão – dessa vez ele foi parar na c4deia”, descreve uma publicação de 20 de julho de 2026, que começa com policiais imobilizando de forma agressiva um homem na rua. “Não estamos te esculachando não, você está sendo tratado como tem que ser tratado”, diz um dos agentes. Depois de ter sido procurado pela reportagem, Palumbo retirou o vídeo do ar, mas não respondeu aos questionamentos.

O canal com maior número de inscritos pertence ao deputado federal delegado Da Cunha (União-SP), com 3,53 milhões de inscritos, embora tenha ficado em 10º lugar no ranking de visualizações. Ele publicou 237 vídeos num período de quase oito meses, podendo ter monetizado cerca de R$ 3,4 mil desde janeiro.
Da Cunha está licenciado do cargo de delegado da Polícia Civil, mas participa de operações policiais e se apresenta nas ocorrências como “deputado e delegado”. Em um dos vídeos, postado em 8 de julho deste ano, ele interrogou um homem linchado por populares após uma tentativa frustrada de assalto a uma loja de produtos importados, em Osasco (SP).
O deputado aparece no vídeo atendendo a ocorrência junto à Guarda Municipal de Osasco. Usando distintivo de delegado, o deputado também foi até o hospital onde o suspeito ficou internado após o espancamento. Com o homem com a cabeça enfaixada e deitado numa maca, o parlamentar é filmado dando sermão e ainda faz propaganda de um projeto de lei de autoria dele e dos deputados Kim Kataguiri (Missão-SP) e Marcos Pollon (PL-MS): “Sabia que aumentou a pena do 157 [crime de roubo]? Sabia que a lei é minha? Agora é dez anos a pena mínima. Vai ficar uma cotinha na cadeia, meu tio. Agradecer à polícia que salvou sua vida né, se não ‘tava’ com o CPF cancelado já”.

Por lei, é considerada contravenção um policial civil usar publicamente distintivo de função que não exerce. Além disso, uma portaria editada em 2020 regulou, em São Paulo, o uso de redes por policiais civis. A norma proíbe, entre outros pontos, a publicação de fotos e vídeos com vítimas, suspeitos ou investigados; veda comportamento que busque “reconhecimento social” ou “promoção pessoal” e exige “decoro e discrição na linguagem”.
A Polícia Militar de São Paulo tem norma parecida desde 2021, que proíbe publicar ou compartilhar qualquer conteúdo que se relacione, direta ou indiretamente, com a PM, bem como divulgar operações ou investigações.
Ainda que o servidor esteja licenciado, um órgão de segurança pública pode adotar medidas administrativas pelo descumprimento de normas institucionais, explicou o professor de direito eleitoral da Faculdade de Direito de Sorocaba, Pedro Marques Neto. “Tem regras que evitam o uso de fardas, por exemplo, mas muitas vezes elas não são aplicadas”.
No Brasil, quase 30% dos órgãos de polícia não têm norma específica para o uso de redes sociais por parte dos agentes, conforme levantamento do Instituto Sou da Paz. Para a entidade, é preciso garantir a liberdade de expressão, “mas também vedar o uso da autoridade policial para autopromoção e engajamento político”.
O problema é que as normativas em geral não estabelecem o setor responsável e as formas de fiscalização dos agentes no ambiente virtual, frisou a diretora-executiva do instituto, Carolina Ricardo. “Falta em algumas normativas ter um fluxo claro de quem é o dono disso dentro das instituições, da função de fiscalizar. E isso torna muito mais difusa a implementação [das normas]”, comentou.
Procurada, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo informou que o parlamentar licenciado por conta do mandato não tem a prerrogativa para usar distintivo e nem se apresentar como autoridade policial. “Não há, portanto, autorização para ações como as descritas pela reportagem”, disse, em nota, quando questionada sobre parlamentares licenciados e também sobre o caso do Elias Junior, que não é policial.
Sobre o uso de redes sociais, a Secretaria reforçou que portarias das Polícias Civil e Militar proíbem a criação de perfil vinculado ao trabalho policial, bem como a publicação de fotos e vídeos com vítimas, e que não compactua com desvios de conduta. “Casos identificados são apurados pelas corregedorias das corporações, mediante procedimento próprio, podendo resultar em medidas administrativas, disciplinares, civis e criminais”, diz a nota. A SSP, no entanto, não confirmou se os casos enviados pela reportagem serão apurados.
A Pública procurou também todos os 15 candidatos do levantamento. A Capitã Rebeca, em 12º lugar no ranking, respondeu que não monetiza com os vídeos. Porém, não comentou sobre os objetivos do canal e nem como se posiciona sobre as críticas de espetacularização da violência.
O Coronel Telhada, 14º no ranking, disse que nenhuma das suas redes sociais ganha dinheiro com monetização. “O YouTube com frequência manda mensagem para monetizarmos, mas nunca concordamos e nem aceitamos, nunca fizemos inscrição no programa de monetização de nenhuma rede social e nem faremos”, afirmou em nota.
O deputado federal Sargento Fahur e candidato à reeleição, disse que a gestão do seu canal é feita por uma empresa. “Os valores obtidos com monetização não são suficientes sequer para custear integralmente a operação”, afirmou, pois há custos com funcionários, edição de vídeos, aluguel de espaço e compra de equipamentos. “Não se trata de autopromoção, mas de divulgar aquilo que penso”, conclui nota enviada pelo policial militar reformado que está na 6ª posição no ranking (leia na íntegra).
Este espaço será atualizado em caso de manifestação dos demais.

Em julho de 2021, Da Cunha chegou a ter o distintivo e a arma confiscados após a abertura de uma sindicância contra ele por ter simulado operações policiais. Os objetos foram devolvidos em 2023, numa decisão do delegado-geral da Polícia Civil de SP, Artur José Dian. À época, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a competência sobre o processo era exclusiva da Polícia Civil e que não iria se manifestar sobre o tema.

Os processos administrativos foram abertos após o deputado virar réu na Justiça por abuso de autoridade e constrangimento ilegal. Em julho de 2020, ele teria constrangido uma vítima de sequestro e o próprio sequestrador a simularem um resgate para que a cena pudesse ser gravada e repercutida nas redes sociais. Ele também é alvo da Justiça, após denúncia do Ministério Público, por violência doméstica contra a ex-companheira, em outubro de 2023. Ela acusou o parlamentar de ameaça de morte, lesão corporal, dano material e de bater sua cabeça contra a parede, além de tentar sufocá-la em um apartamento em Santos.
Em 3 de setembro deste ano, o processo por abuso de autoridade teve mais uma reviravolta: o anúncio da demissão de Da Cunha do cargo de delegado por parte do Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), atendendo a uma recomendação feita pela Polícia Civil em 2022. No mesmo dia em que a demissão foi anunciada, no entanto, a Justiça de São Paulo concedeu uma liminar, a pedido do deputado, impedindo que a decisão fosse formalizada.

Com 1,3 milhão de inscritos, o canal do Diretor Elias Junior teria arrecadado, em média, mais de R$ 40,8 mil na monetização dos vídeos só este ano. Na página inicial do perfil no YouTube, ele aparece com um colete à prova de balas marrom e uma roupa camuflada, nas características da farda do Exército brasileiro. Em alguns dos vídeos, ele usa boina e uniforme semelhantes aos usados pela PM de São Paulo.

Elias Junior vai às ocorrências dentro das viaturas, usa o discurso punitivista e expõe as abordagens policiais, ainda que nenhum crime tenha sido identificado. Entre outros formatos, os títulos sensacionalistas criticam o sistema legal brasileiro. Um deles foi intitulado “Mulher bandida teve o benefício da mãe cárcere”. No vídeo, publicado em 16 de junho de 2026, ele conversa com uma mulher que cumpria pena por tráfico de drogas em casa por conta de um benefício legal concedido a mães de crianças com menos de 12 anos.
Em outra publicação, em 23 de junho de 2026, o candidato acompanha o patrulhamento realizado por dois tenentes da Polícia Militar que decidem abordar dois homens que estariam andando com um “jeito malandro”, na Zona Leste de São Paulo. Os homens eram dependentes químicos e foram interrogados pelos militares sobre o consumo de drogas e crimes que teriam cometido; posteriormente, foram liberados. Mas o vídeo foi postado.
O diretor Elias Junior não respondeu aos questionamentos da Pública. A Polícia Militar não comentou o caso.

Jurisprudências do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconhecem o vínculo de integrantes da segurança pública com a iniciativa privada, desde que compatíveis com os horários e não conflitantes com a função exercida. O famoso “bico” de segurança particular, por exemplo, é proibido.
Em relação à figura do “policial youtuber”, há regras institucionais que deveriam limitar a atuação dos servidores na internet. Em São Paulo, por exemplo, é vedado o uso de qualquer elemento que se remeta à corporação em perfis pessoais, com exceção de solenidades, formaturas e eventos excepcionais. O que acontece na prática, no entanto, é a teatralização da atividade do agente de segurança, com discursos violentos que tendem a construir a imagem de “policial herói”, assim como na maioria dos programas policiais — explicou o pesquisador Dannilo Duarte, autor do livro Jornalismo Policial na Televisão Brasileira: Gênero e Modo de Endereçamento.
O autor destaca que a internet amplificou a exploração audiovisual das operações, principalmente em ações envolvendo populações mais vulneráveis. “Há um posicionamento de quem é a vítima e de quem vai ser o bandido. Recorrentemente esse bandido vai ser preto ou pardo, vai estar em regiões periféricas. Se constrói uma ideia de que está sempre vinculado ao tráfico e que são pessoas com o estereótipo do malandro, do espertalhão, que não cumpre as leis”.
Além disso, esse tipo de abordagem, conforme o autor, alimenta a ideia de “justiceiro” que, em meio a estímulos à violência e descredibilização do sistema judiciário, faz “justiça com as próprias mãos”, a exemplo do assassinato de Claudio Rafael Landeiro, em 12 de agosto, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. A vítima tinha 37 anos e foi espancada até a morte por cinco homens após ser acusada injustamente de roubar uma bicicleta.
“É um comportamento de certa forma estimulado, o ‘bandido bom é bandido morto’. Mas você não verá isso acontecer num condomínio de classe média, mesmo que o infrator tenha cometido uma infração grave. Jovens brancos de classe média, média alta, não são espancados na praia ou nos becos. A integridade física não é respeitada. Há um lixamento virtual e físico”, pontuou Duarte.

Dos 15 perfis analisados, há uma exceção para a estética policial. Trata-se do policial rodoviário federal, Breno Faria, candidato a deputado federal pelo PL no Rio de Janeiro. Dono do canal Café com teu Pai, perfil também popularizado no Instagram, ele aproveita o espaço na internet para a defesa de ideias misóginas e ataques a leis de combate à violência contra a mulher. Em um dos vídeos, afirma: “as leis feministas não protegeram a mulher em nada” e defende o “aconselhamento familiar” como mais eficiente do que a atual legislação.
Numa outra publicação, Breno Faria faz comentários pejorativos sobre as roupas da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). “Mulher trans negra ou patricinha de Beverly Hills?”, publicou em 15 de junho. Estima-se que Faria tenha monetizado em torno de R$ 3,8 mil só no YouTube desde janeiro, somando mais de 1,9 milhão de visualizações em 401 vídeos.
A Agência Pública começou o levantamento considerando os 100 youtubers e perfis no YouTube que têm maior número de inscritos na plataforma. Em seguida, cruzamos com os que são candidatos neste ano, usando a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral.
Para estimar os valores monetizados pelos candidatos, foi considerada a soma de visualizações dos vídeos publicados em cada um dos 15 canais do YouTube entre 1.º de janeiro e 25 de agosto deste ano, separadas entre shorts e vídeos longos. Com isso, foi aplicado um modelo de receita bruta de anúncios que combina um parâmetro oficial do YouTube – a partir da divisão de 55% da receita publicitária com o criador e as estimativas de CPM (custo por mil impressões) e de RPM (receita por mil visualizações).
Eduardo Prange, pesquisador e CEO da Zeeng, afirma que os valores calculados são uma estimativa “moderada”, já que foi feito também um cenário otimista e conservador para as possíveis arrecadações. Prange destaca que a única forma de ter dados precisos de monetização seria com acesso ao YouTube Analytics de cada canal – que só o titular possui.
Os valores publicados não consideram outras redes sociais e também possíveis patrocínios negociados diretamente com o titular do canal, como divulgação de cursos ou de produtos.

Enquanto a sessão histórica para apurar a conduta do ministro Alexandre de Moraes ocorria no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 15 de setembro, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República montou uma força-tarefa para tentar associar as acusações contra o magistrado ao presidente Lula (PT), candidato à reeleição. Manifestos, audiências públicas e até ameaças de obstrução do Congresso Nacional fizeram parte das ações. O fato do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, nome central das investigações da Polícia Federal no caso Master, ter realizado pagamentos a Flávio Bolsonaro para patrocinar o filme ‘Dark Horse’, no entanto, foi ignorado.

Na tarde de segunda-feira (14), o senador Rogério Marinho (PL-RN) se reuniu com colegas da oposição no gabinete de uma das principais aliadas, a senadora Tereza Cristina (PP-MS). No mesmo dia, os parlamentares deram uma coletiva de imprensa para reforçar apoio irrestrito às ações do ministro André Mendonça, o “terrivelmente evangélico” indicado por Jair Bolsonaro em 2021. Ele é o responsável pela quebra de sigilo das mensagens entre Daniel Vorcaro, dono do banco Master, e Alexandre de Moraes.
Na terça-feira, dia da sessão no STF, a oposição se reuniu na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado para assistir e reagir à transmissão ao vivo da TV Justiça. Os parlamentares refutaram as falas dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Eles defenderam uma votação em conjunto com o caso de André Mendonça sobre possíveis irregularidades à frente da relatoria do Caso Master.
Nada ficou decidido na sessão porque o ministro Flávio Dino pediu vistas do processo, após bate-boca entre os ministros Gilmar Mendes e André Mendonça. Com isso, os ministros da Corte terão mais tempo para analisar o caso. Antes do encerramento, Cármen Lúcia, a única mulher integrante da Corte, manifestou voto favorável ao julgamento de Moraes de forma isolada, pediu desculpas ao povo brasileiro por não ter ajudado a resolver a crise institucional antes e ainda classificou como “espetacularização” as discussões protagonizadas pelos magistrados.
Segundo a suspeita apresentada ao plenário do STF pelo ministro André Mendonça, Daniel Vorcaro teria enviado 52 mensagens a Moraes, incluindo questionamentos sobre iminentes operações policiais e a respeito de possíveis mandados de busca, apreensão e bloqueio de bens. Moraes também supostamente atuou na edição de um contrato de R$ 130 milhões firmado entre Daniel Vorcaro e o escritório advocatício da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. O valor se aproxima dos R$ 134 milhões pedidos ao ex-banqueiro por Flávio Bolsonaro para financiar o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso em regime domiciliar, condenado por tentativa de golpe de Estado.
Rogério Marinho conversou com a imprensa após o encerramento da sessão no STF. Inicialmente, tentou não associar a campanha eleitoral às ações no parlamento – em recesso eleitoral, para que os senadores deem atenção às bases eleitorais nos respectivos estados. Porém, após ser confrontado por jornalistas, Marinho disse que o desgaste de Lula com o julgamento de Moraes seria uma “consequência” dos acontecimentos. Ele ainda fez referência às ações de Moraes contra os presos pela tentativa de golpe de Estado, em 8 de janeiro de 2023, para dizer, sem provas, que o ministro e o presidente Lula mantêm relação de amizade.

O senador reforçou o discurso de Flávio Bolsonaro sobre a relação com o empresário Daniel Vorcaro, do banco Master. Segundo ele, tudo não passou de uma relação contratual privada. As investigações da PF apontam, entretanto, para uma interlocução direta entre o filho 01 de Jair Bolsonaro e o ex-banqueiro para a obtenção de um patrocínio velado, sem qualquer divulgação no filme. Além disso, o candidato ao Planalto admitiu ter visitado Vorcaro no final de 2025, após a primeira prisão de Vorcaro, que já cumpria medidas cautelares e utilizava tornozeleira eletrônica.
