MAR x FCP. “Pietuszewski em jogo no segundo golo do Porto”


VTM
Um homem, com cerca de 65 anos, ficou ferido com gravidade na sequência de um acidente com uma árvore, ocorrido esta manhã na zona industrial de Chaves, na freguesia de Santa Cruz Trindade.
À VTM, o 2° Comandante dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública, Ricardo Rebelo, referiu que a vítima estaria a cortar uma árvore quando foi atingida pela mesma.
O alerta foi dado às 10h57. Para o local foram mobilizados cinco operacionais dos Bombeiros de Salvação Pública, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Chaves, uma ambulância do INEM de Chaves e dois veículos da Guarda Nacional Republicana (GNR), com um total de cinco militares.
A vítima foi considerada ferido grave e transportada para o Hospital de Chaves.
As circunstâncias em que ocorreu o acidente são, para já, desconhecidas e estão a ser investigadas pelas autoridades.
The post Homem em estado grave após ser atingido por árvore appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
O médico Carlos Umberto Inácio Novais, de 71 anos, foi preso preventivamente na quinta-feira (08/10), em Porangatu, no norte de Goiás, sob suspeita de cometer crimes sexuais contra pacientes. O Ministério Público de Goiás (MP-GO) identificou, até o momento, 12 casos, todos associados à atuação profissional do investigado. Um dos episódios envolve contexto de violência doméstica.
Durante o cumprimento de mandados de busca, a Polícia Civil apreendeu seis armas de fogo na residência do médico, no consultório e em uma propriedade rural ligada a ele. As diligências integram a apuração conduzida pela Delegacia Estadual de Atendimento à Mulher (Deam) de Porangatu, após o advogado das vítimas encaminhar relatos ao Ministério Público.
Segundo o MP-GO, os casos investigados estão relacionados aos serviços prestados pelo médico em unidades públicas de Porangatu, entre elas o Hospital Municipal, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e a policlínica. O profissional também exercia a função de perito na Polícia Científica de Goiás.
Após tomar conhecimento das denúncias, a Secretaria Municipal de Saúde determinou o afastamento temporário do médico e abriu procedimento administrativo disciplinar. A Polícia Científica encaminhou o caso à Corregedoria para análise. O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) foi procurado, mas não havia se manifestado até a última atualização da reportagem.
Em nota, a defesa declarou confiar no andamento do processo e afirmou que a apuração demonstrará a inocência do investigado. Os advogados também destacaram a trajetória do profissional, descrito como respeitado pela comunidade por décadas de serviços prestados a Porangatu e à região. O Ministério Público solicita que possíveis outras vítimas procurem a Promotoria de Justiça pelo e-mail 3porangatu@mpgo.mp.br ou presencialmente.
The post MP-GO identifica 12 casos e médico é preso sob suspeita de abusos appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Eliminate the death penalty for 563 inmates in California and replace it with life imprisonment without the possibility of parole. The proposal now being considered by Governor Gavin Newsom has been put to a statewide vote twice and came very close to passing.
![]()
No final de setembro e início de outubro, o Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes (AEFFL) associou-se à Semana Europeia do Desporto, através da dinamização de um conjunto diversificado de atividades, no âmbito da Educação Física e do Desporto Escolar.
Segundo o AEFFL nos dá nota, as atividades previstas decorreram com sucesso e com uma participação muito positiva dos alunos, proporcionando momentos de prática desportiva, aprendizagem, convívio e promoção de estilos de vida ativos e saudáveis.
Nas escolas do agrupamento foram dinamizadas diferentes atividades, proporcionando aos alunos experiências desportivas diversificadas. Na EB 2/3 AJE – Moncarapacho e na EB 2/3 João Lúcio – Fuseta, realizaram-se jogos tradicionais e uma gincana, promovendo a cooperação, a diversão e a participação ativa dos alunos.

Na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, os alunos tiveram a oportunidade de participar numa atividade de Ténis, dinamizada com o apoio do treinador Paulo Mestre, a quem agradecemos a disponibilidade e colaboração.
No âmbito da formação e capacitação, foram ainda realizadas atividades de Boccia, Canoagem e Parede de Escalada, permitindo aos participantes contactar com diferentes modalidades, desenvolver novas competências e vivenciar experiências desportivas diversificadas.
A Semana Europeia do Desporto constituiu, assim, uma excelente oportunidade para valorizar a Educação Física e o Desporto Escolar enquanto espaços privilegiados de promoção da atividade física, da saúde, da inclusão e da participação de todos, reforçando a importância de uma escola ativa e saudável.
Em nota distribuída à imtrensa o AEFFL “agradece a todos os alunos, professores, técnicos, assistentes operacionais e parceiros que contribuíram para a concretização das atividades e para o sucesso desta iniciativa.”
VTM
O projeto europeu foi apresentado em Carrazeda de Ansiães e tem como objetivo reforçar a conectividade das zonas do interior, que ainda não estão bem servidas em termos tecnológicos, através da melhoria da cobertura móvel de quinta geração em 45 municípios do Norte do país.
A iniciativa, que conta com um investimento de cerca de 10 milhões de euros, prevê a instalação de 25 antenas e tem como objetivo transformar a conectividade numa ferramenta de desenvolvimento, inovação e coesão territorial.
Este projeto é o resultado de uma parceria entre a NOS e a dstelecom, que têm experiência nas áreas das infraestruturas 5G Standalone e Gigabit, bem como das empresas Innovation Point e IrRADIARE, que asseguram a componente de inovação e desenvolvimento estratégico. O consórcio integra ainda a Comunidade Intermunicipal do Douro, representando o setor público. Cofinanciado em 75% por fundos europeus, o projeto começou em 2026 e deverá prolongar-se até ao final de 2028.
Em declarações à VTM, Rui Henriques, da equipa organizadora do projeto, explicou que se pretende reforçar “a conectividade em territórios do interior e menos densamente povoados, por meio da instalação de infraestruturas 5G e da disponibilização de novos serviços”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€The post Projeto de 10 milhões quer transformar conectividade em desenvolvimento appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
The Donald Trump administration is creating a team of federal attorneys to represent unaccompanied migrant children (UACs) in their asylum cases. Few details have been released about how the unit will be staffed or operate, but independent organizations that have provided such legal services until now see a clear conflict of interest. Although the new division within the Department of Health and Human Services (HHS) is being presented as independent, the same administration responsible for the children’s custody — and that is pursuing policies aimed at increasing deportations of minors — would also be tasked with defending their cases before immigration judges.

© Eric Gay (AP)
And Shakira said: “Let’s not speak only of hispanidad: let’s speak of latinidad, an even broader embrace. Hispanidad is beautiful, but it falls short of everything we are. Spanish is Latino; Portuguese, Italian, and French are too. And all Latin Americans are Latinos.”
Quis o destino que eu estivesse na Cisjordânia neste 07 de outubro, e que essa coluna fosse publicada no exato dia em que, 3 anos atrás, o ataque terrorista do Hamas que resultou na morte de cerca 1000 pessoas entre civis e militares, deu início a um massacre cometido pelo Estado de Israel que, até agora, somente na Faixa de Gaza, já matou mais de 75 mil e feriu mais de 170 mil palestinos.
Eu sei que o Brasil pega fogo neste momento e é difícil falar em outra coisa ou pensar em um povo que está tão longe geograficamente. Mas talvez nós possamos aprender uma coisa ou duas sobre resistência e resiliência com um povo que vem sendo oprimido, colonizado e sofre tentativas reiteradas de apagamento há mais de 100 anos.
Meus avós são sobreviventes do Holocausto. Minha avó polonesa e meu avô romeno passaram por campos de concentração e tinham números tatuados neles. Ainda jovens migraram para o Brasil, onde se conheceram e formaram família. E é também por respeito a essa história que não posso me calar diante de um genocídio étnico que acontece live stream nos celulares na palma de nossas mãos.
Nos últimos dias estive rodando pela Cisjordânia, visitando comunidades palestinas que estão sendo despejadas, torturadas, roubadas e dizimadas por milícias israelenses formadas por colonos e por militares. A Cisjordânia é um território palestino que fica no Oriente Médio, situado na margem ocidental do rio Jordão, entre Israel e a Jordânia. É dividida em três zonas administrativas – zonas A, B e C – segundo os Acordos de Oslo, assinados na década de 1990, que previam transferir gradualmente o controle do território para a Autoridade Palestina. A área teoricamente estaria sob controle total da Palestina. A área B teria um controle misto entre Israel e Palestina e a área C, cerca de 60% da Cisjordânia, está sob controle israelense total, tanto para administração civil quanto para segurança.
Mas atualmente esses contornos estão cada vez mais borrados, com colonos israelenses tomando cada vez mais áreas.
Tudo isso ainda vai virar reportagem e indico o Pauta Pública desta sexta-feira (09/10) com o diretor geral do Centro de Assistência Jurídica e Direitos Humanos de Jerusalém (JLAC) e membro do Conselho de Comissários da Comissão Independente de Direitos Humanos da Palestina (ICHR), Issam Aruri, que traz uma verdadeira aula sobre o conflito na região.
Mas queria contar aqui na coluna uma das histórias que mais me marcou até agora: A de uma mulher de 67 anos, moradora de um vilarejo em Masafer Yatta, que fica nas colinas ao sul da cidade de Hebrom, cerca de 70km ao sul de Ramallah – capital administrativa da Cisjordânia. Não vou revelar seu nome por motivos óbvios. Mas sua vila está totalmente cercada por assentamentos israelenses, que tentam a custo de barbárie expulsar os palestinos que estão ali há dezenas de gerações, vivendo da colheita de azeitonas e do pastoreio de ovelhas e cabras.

Sua vila não tem água encanada nem luz. Se vê apenas pedras, areia, pequenas casas e barracões. Os cabos de energia passam por cima da comunidade, de um lado a outro, para os assentamentos israelenses, mas os palestinos não podem usar. Foi instalado um portão na estrada, que pode ser fechado pelos soldados a qualquer momento e por tempo indeterminado, impedindo os moradores de entrar ou sair, mesmo que em emergência médica. Essa é uma prática bastante comum na região. Até mesmo ruas dentro de comunidades são fechadas indiscriminadamente pelas forças israelenses.
“Foi aqui que um colono israelense matou meu filho”. A senhora aponta para um ponto do centro de convivência, que já foi destruído e reconstruído várias vezes e que abriga o único banheiro disponível para a comunidade. As casas tinham banheiro. Mas eles foram destruídos ou absurdamente declarados como zonas militares, tornando-se inacessíveis aos moradores. Sua filha mora em uma casa há poucos metros dali e não pode usar o próprio banheiro nem construir outro sem permissão. Mais: o celeiro, que fica no quintal da casa, foi declarado “zona militar” e trancado, então a família não pode levar os animais para o pasto ou mesmo chegar perto do pequeno barracão. O exército israelense passa por lá uma vez na semana (quando muito) para alimentar as ovelhas e cabras, que estão obviamente morrendo paulatinamente.
“Um colono entrou na comunidade e atirou na cabeça do meu filho. Meu neto, aquele ali – aponta para um gurizinho de uns 3 anos – estava no colo dele. Entrou e atirou. Assim. Na frente de todo mundo. Chamamos a polícia que veio, levou o corpo e não puniu o colono. Alguns dias depois ele estava caminhando por aqui normalmente e eu perguntei: ‘Por que você matou o meu filho’? Ele me empurrou ali, eu caí de cabeça em uma pedra e desmaiei. O portão estava fechado e só pude ser levada ao hospital dias depois. Sofri uma concussão e perdi a visão. Quebrei ossos do corpo. Mas nenhuma dor foi igual a de não poder enterrar meu filho. A polícia levou o corpo e não nos deixou velar ou enterrar”, contou. Ela enxugava os olhos no hijab preto, que contornava seu rosto e se fundia ao vestido também preto. Uma mãe em luto há três anos.
Não faltam provas. Todas as comunidades que visitei me mostraram dezenas de vídeos de colonos invadindo, cortando as oliveiras centenárias, subindo à noite nos telhados das casas batendo os pés e cantando músicas, ameaçando botar fogo, e todo o tipo de humilhações e torturas inimagináveis. Em todas as vilas, ouvi que os moradores fazem turnos durante a noite, para que não morram queimados enquanto dormem.
As violações também são amplamente registradas por organizações de direitos humanos na região. Eu vi as árvores cortadas. Eu vi os animais mortos. Eu fiquei do lado de fora dos portões e levei 4 horas para atravessar poucos quilômetros, porque no caminho havia pontos de checagem com soldados pesadamente armados que me fizeram descer do carro, mostrar meus documentos e passar minha bolsa em detectores. Eu visitei uma escola de crianças palestinas que era proibida de pôr o lixo pra fora e tinha que manter todo ele dentro das classes – não no pátio, dentro das salas – por semanas.
Enquanto caminhava por um mercado árabe a céu aberto em Hebrom e ouvia histórias de porque os corredores estreitos haviam sido cobertos por grades – para evitar que pedras fossem jogadas do alto, fui cercada, junto a colegas jornalistas e guias palestinos, por um grupo de soldados israelenses usando roupas camufladas e rosto coberto, mais novos que meu filho. Um deles apontou sua metralhadora para nós.
Ouvi de moradores que a Cisjordânia está virando Gaza. Mas também ouvi que eles não pretendem ir a lugar nenhum, que ali é sua terra há dezenas de gerações, que eles têm resistido. Que uma hora esse massacre vai ter que acabar. “O que eles vão fazer? Matar 7 milhões de nós? Nós não temos para onde ir, aqui é nossa casa”, me disse um senhor, diante das suas oliveiras centenárias queimadas por colonos israelenses.

Há três anos a Palestina é punida pelo 7 de outubro. Todos os dias. Mas teve uma frase que ouvi de uma mulher que conheci pelo caminho que acho que serve pra nós também, nesse momento da nossa história:
“O mais difícil é não se tornar um monstro. Não desejar a morte deles como eles desejam as nossas. Enquanto eles passam com tanques sobre bebês em Gaza, eu quero o bem das crianças deles. Esse é um desafio e um exercício diário. Que a indignação nos fortaleça em nossa resistência, mas que não nos torne monstros”.

John Roberts, the discreet justice who has presided over the United States Supreme Court for two decades, was upset some time ago that people believed the nation’s highest court was making “political decisions.” In several polls, Americans said they were worried not only about how much power the court had amassed but also about all the rulings that have ended up bolstering Donald Trump and his control over the federal government.
In the 2024 elections, the Latino vote took center stage, proving decisive for Donald Trump’s victory. In less than a month, their vote could determine whether Republicans keep control of both chambers of Congress or lose it in the midterms. Given that the electorate’s top concern is the economy, the outlook does not bode well for the red party.

© Alex Brandon (AP)