Aldeia abastecida com água pelos bombeiros duas vezes ao dia

© MANUEL TELES/LUSA

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VTM
A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.
João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.
O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.
De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.
O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.
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© MÁRIO LUZ/ LUSA
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Trinta e quatro bombeiros do Corpo de Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim entregaram esta quarta-feira, pelas 18:00 hrs, os seus capacetes à porta do quartel, numa ação de protesto perante a situação que se vive atualmente no Corpo de Bombeiros e na Associação Humanitária.
Refira-se que a iniciativa surge na sequência de uma carta subscrita pelos bombeiros e dirigida aos órgãos sociais da Associação Humanitária, onde são identificados 17 pontos considerados fundamentais e exigidas respostas concretas.
Na mesma carta, os bombeiros concederam 48 horas aos órgãos sociais para responderem às suas reivindicações e exigiram a sua demissão, caso não sejam tomadas medidas perante os problemas apresentados.
A entrega dos capacetes, segundo dizem, pretendeu ser um ato simbólico de protesto e de alerta para a comunidade, demonstrando a insatisfação dos bombeiros perante uma situação que consideram não poder continuar.
Os bombeiros fazem questão de deixar claro que o socorro às populações dos concelhos de Vila Real de Santo António e Castro Marim está assegurado, não estando esta ação de protesto a colocar em causa a resposta operacional às ocorrências.
Na sequência da situação, o Comandante Regional de Emergência e Proteção Civil, Vaz Pinto, marcou uma reunião de urgência para amanhã (quinta-feira), 8 de outubro, no quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António.
Os bombeiros esperam que esta reunião permita encontrar respostas concretas para os problemas que têm vindo a denunciar.
Perante o ocorrido, os bombeiros fazem questão de reafirmar que não estão contra a população, nem contra a missão de socorro que diariamente desempenham. Pelo contrário, afirmam estar a lutar para que o Corpo de Bombeiros tenha condições dignas para continuar a servir Vila Real de Santo António e Castro Marim.
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Esta terça-feira ao início da tarde deflagrou um incêndio numa herdade no concelho de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, tendo sido dominado às 16:40 hrs, e de imediato iniciada a fase de rescaldo, segundo revelou a Proteção Civil.
Uma fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, segundo o Correio da Manhã, indicou à agência Lusa que “o fogo ficou dominado e estão a decorrer os trabalhos de rescaldo”.
O alerta para o fogo foi dado às 14:36 hrs, com as chamas a deflagrarem na Herdade do Espim, perto de Palma, no concelho de Alcácer do Sal, tendo consumido mato e pasto numa área com pinheiros e sobreiros.
Foram mobilizados e estiveram empenhados no combate às chamas 77 operacionais, entre bombeiros, elementos da GNR e sapadores florestais, apoiados por três aeronaves e 28 veículos, incluindo máquinas agrícolas de rastos e tratores.

Um , perdeu a vida na manhã desta segunda-feira, 5 de outubro, durante um exercício de formação nas instalações dos Bombeiros de Baltar, no concelho de Paredes.
Segundo a Lusa, as circunstâncias exatas do acidente estão ainda a ser apuradas pela Liga dos Bombeiros Portugueses. De acordo com informação avançada pelo Jornal de Notícias, o operático terá ficado atrás de uma viatura que, ao iniciar a marcha, o atropelou.
O jovem bombeiro entrou em paragem cardiorrespiratória e, apesar das manobras de reanimação realizadas pelas equipas de socorro e pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, o óbito acabou por ser declarado no local.
Por: Dino Frazão
05/10/2026
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Direitos reservados Um camião dos Bombeiros Voluntários de Canha despistou-se, este sábado, na EN251, ao quilómetro 15,440, na zona de Coruche, entre Branca e Fazendas da Arriça, quando a equipa regressava de uma ocorrência de incêndio florestal.

Direitos reservados Do acidente resultaram quatro bombeiros feridos, sendo que um deles sofreu ferimentos considerados graves e teve de ser transportado de helicóptero para o Hospital Garcia de Orta, os outros três operacionais sofreram ferimentos leves.

Direitos reservados No local estiveram empenhados 26 operacionais, apoiados por 10 veículos de socorro e 1 meio aéreo.
Segundo Notícias no Local.
Por: Dino Frazão
19/09/2026
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