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PS promete defender financiamento estável dos CoLAB e CTI

13 October 2026 at 17:25
Na reunião do grupo parlamentar do PS com representantes dos CoLAB e CTI, Carneiro afirmou que vai lutar pela estabilidade de financiamento destes centros.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"A interrupção do financiamento destas estruturas deita por terra, por vezes, anos e anos de esforços", afirma José Luís Carneiro

Apple lança HomeView, um gadget para a casa com ecrã

13 October 2026 at 15:52
A Apple apresentou vários gadgets para o lar, onde se destaca o HomeView, que quer ser uma peça "central" da casa. Combina uma coluna e um ecrã, com capacidade para reconhecer pessoas diferentes.

© Apple

A Apple revela que o HomeView não vai estar disponível na União Europeia, "já que a Siri AI não está atualmente disponível no iOS da UE". Mas fala em "trabalho construtivo com a UE"

Reabilitação do pavimento pélvico da Sword chega ao SNS

13 October 2026 at 14:30
O unicórnio português alargou a parceria com o SNS. Os médicos podem prescrever o programa remoto de reabilitação do pavimento pélvico da Sword para casos como endometriose ou reabilitação pós-parto.

© Sword

A solução de reabilitação do pavimento pélvico através da Sword vai poder ser prescrita pelos médicos do SNS

Google libera para todos ferramenta que detecta imagem, vídeo e áudio feitos com IA

13 October 2026 at 13:31

Qualquer pessoa pode agora conferir se uma imagem, um vídeo ou um áudio foi criado com inteligência artificial (IA) do Google ou de empresas parceiras. O SynthID Detector, ferramenta que procura uma marca d’água invisível nesses arquivos, foi aberto ao público na quarta-feira (07/10), no endereço synthid.com. Antes, o acesso era restrito a jornalistas e profissionais de mídia.

Segundo o Google, o detector está disponível no mundo todo, mas por enquanto só em inglês. Além do conteúdo feito com as ferramentas do próprio Google, ele reconhece arquivos gerados por sistemas da OpenAI, da NVIDIA e da Kakao. A Apple deve entrar em breve, sem data definida.

De acordo com a empresa, a marca d’água é aplicada desde 2023 e já foi inserida em mais de 180 bilhões de imagens e vídeos e em 240 mil horas de áudio. A mesma verificação já funciona dentro da Busca, do aplicativo Gemini e do Chrome, que recebem mais de 1 milhão de pedidos por dia.

Para usar, basta enviar o arquivo no site. Segundo o Best for Android, a ferramenta aceita formatos comuns como JPG, PNG, WEBP, GIF, MP4, MOV, MP3 e WAV, com limite de cerca de dez verificações por dia. A recomendação é enviar a cópia de melhor qualidade disponível, porque capturas de tela, repostagens e compressão podem enfraquecer a marca.

O resultado tem limites. O detector não identifica IA de forma geral: conteúdo feito por ferramentas que não usam o SynthID, como modelos abertos sem marca d’água, não aparece. Um resultado negativo, portanto, não prova que a imagem é verdadeira, e um positivo indica apenas que houve uso de IA, sem dizer em que medida.

Com informações de Google e Best for Android.

Imagem: gerada por IA, ilustrativa

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"Em Espanha, Ronaldo seria suspenso pelo menos por 2 anos"

13 October 2026 at 13:26
Lúcio Correia, professor de Direito de Desporto, critica a Federação Portuguesa de Futebol por ‘fato à medida’ disciplinar para Cristiano Ronaldo e diz que o atleta está a ser beneficiado.

Startup Character.AI declara falência

13 October 2026 at 12:54
A startup que permitia interagir com diferentes personagens de chatbots avançou com o processo de falência nos EUA. Plataforma vai continuar a funcionar enquanto decorre a venda de ativos.

© Bloomberg via Getty Images

A startup Character.AI pretende continuar a atividade — mas se o processo de venda falhar admite fechar a plataforma

Tekever lança operação na Alemanha

13 October 2026 at 10:57
Na sequência da ronda de financiamento de 518 milhões de euros, a portuguesa Tekever lança operações na Alemanha. A partir de Munique, o unicórnio servirá também os mercados da Áustria e Suíça.

© Tekever

A Tekever é conhecida pelos seus drones, que estão a ser usados na área da defesa

Obesidade. Cirurgia bariátrica reduz impacto de doenças

13 October 2026 at 09:30
Grupo de investigadores acompanhou, ao longo de três anos, 383 doentes do Centro de Responsabilidade Integrado de Obesidade da Unidade Local de Saúde São João, no Porto.

© ESTELA SILVA/LUSA

Estudo foi realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), sendo Paula Feitas a coordenadora da investigação

Olhão recebe os Mestres do Digital

13 October 2026 at 07:00

Os Mestres do Digital são um programa da Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) que ajuda os cidadãos a usar a Internet e os serviços públicos digitais de forma mais simples e segura.

No próximo dia 14 de outubro, o programa chega a Olhão com uma sessão presencial gratuita e certificada, no Auditório Municipal Maria Barroso, das 09:30 às 11:30.

No final, haverá ainda uma hora de apoio à ativação da Chave Móvel Digital.

Ao longo da formação, os participantes vão aprender a utilizar a Internet em segurança, a proteger os seus dados pessoais e a aceder a serviços e ferramentas digitais, como o portal gov.pt, a aplicação gov.pt e a Chave Móvel Digital.

A iniciativa destina-se a toda a população, independentemente da idade ou do nível de conhecimentos digitais, e pretende ajudar os cidadãos a ganhar confiança na utilização da tecnologia e a simplificar as tarefas do dia a dia.

Para dar continuidade à aprendizagem, os participantes podem, também, frequentar os cursos online dos Mestres do Digital, organizados por níveis e que permitem aprender ao ritmo de cada pessoa.

Consulte os cursos online disponíveis e saiba mais sobre o programa Mestres do Digital.

La Cina ora esporta tecnologia e design: la sfida al Salone dell’auto di Parigi

13 October 2026 at 06:00

Per molti automobilisti europei, fino a pochi anni fa, un’auto cinese era, soprattutto, un’alternativa economica a un modello occidentale. Il prezzo veniva prima del marchio, mentre design, tecnologia e qualità percepita rimanevano associati all’industria europea, giapponese o americana.

Il Salone dell’auto di Parigi 2026, aperto dal 12 al 18 ottobre, racconta che quella rappresentazione non basta più. Circa 20 marchi automobilistici cinesi hanno raggiunto la capitale francese, il doppio rispetto all’edizione del 2024 e quasi il 40% delle case partecipanti. Accanto a BYD, Geely, Chery e Leapmotor compaiono nomi ancora poco familiari al pubblico europeo, come Aito, Denza, Li Auto, Zeekr, Omoda e Jaecoo.

Non sono arrivati soltanto per vendere automobili meno costose. Presentano abitacoli digitali, batterie con tempi di ricarica ridotti, sistemi di assistenza alla guida e modelli progettati per fasce di clientela differenti. Parigi mostra, quindi, un passaggio industriale più profondo: la Cina non esporta più semplicemente prodotti, ma tecnologia, design e un nuovo metodo di costruire l’automobile.

Il Salone di Parigi mostra il nuovo peso della Cina

La presenza cinese non è soltanto scenografica. Secondo Schmidt Automotive Research, nel secondo trimestre del 2026 i marchi cinesi hanno raggiunto il 10,7% del mercato automobilistico europeo, quasi il doppio rispetto al 5,7% registrato un anno prima.

Il confronto storico aiuta a comprendere la velocità del cambiamento. I costruttori giapponesi impiegarono decenni per trasformarsi da concorrenti economici a marchi riconosciuti per affidabilità, qualità e tecnologia. Le aziende cinesi stanno cercando di compiere lo stesso percorso in pochi anni, sfruttando un mercato interno enorme e una filiera concentrata nello stesso Paese.

Vecchia percezione Nuova realtà mostrata a Parigi
Auto economiche e poco riconoscibili Gamma estesa dal modello urbano al segmento premium
Copia del design occidentale Linguaggi stilistici propri e centri di progettazione internazionali
Tecnologia acquistata all’estero Batterie, software e piattaforme sviluppati internamente
Produzione destinata alla Cina Strategia commerciale e industriale globale
Prezzo come unico vantaggio Prezzo, dotazioni, connettività e velocità di sviluppo

Il Salone dell’auto di Parigi 2026 riunisce fino a 60 novità tra modelli e concept. L’impressione è che le case automobilistiche cinesi non siano più ospiti esotici in cerca di visibilità: occupano uno spazio che una parte dell’industria occidentale non riesce più a presidiare con la stessa intensità.

Il vantaggio non è soltanto il costo del lavoro

Spiegare la crescita cinese con salari più bassi sarebbe rassicurante, ma incompleto. Il vantaggio si è formato lungo l’intera catena del valore: raffinazione dei materiali, celle, batterie, elettronica di potenza, software, assemblaggio e logistica.

Secondo l’Agenzia internazionale dell’energia, nel 2025 in Europa sono state vendute circa 940mila auto elettriche prodotte in Cina, quasi il 50% in più rispetto al 2024. Nel frattempo, la concorrenza interna cinese ha obbligato i produttori ad aggiornare continuamente prodotti e listini.

È qui che si trova uno dei vantaggi meno visibili. Un costruttore tradizionale può impiegare quattro o cinque anni per sviluppare una nuova automobile. Alcuni gruppi cinesi lavorano con cicli molto più brevi, trattando l’auto quasi come un dispositivo elettronico: la piattaforma viene aggiornata, il software modificato a distanza e l’interfaccia ripensata seguendo rapidamente le reazioni degli utenti.

Questa accelerazione presenta anche rischi. Non tutti i marchi sopravvivranno alla guerra dei prezzi e non tutte le innovazioni avranno la stessa affidabilità nel tempo. Per il cliente europeo diventano essenziali assistenza, disponibilità dei ricambi, valore residuo e continuità del costruttore. Una vettura ricca di tecnologia non è automaticamente un buon acquisto se il marchio non dispone di una rete solida.

Dalla batteria all’abitacolo, la tecnologia diventa visibile

Per anni la principale forza cinese è rimasta nascosta sotto il pianale: la batteria. Oggi la tecnologia è diventata parte dell’esperienza quotidiana del guidatore.

Le proposte dei marchi cinesi si concentrano su cinque elementi:

Tecnologia Vantaggio promesso Domanda da porsi
Ricarica ad alta potenza Soste più brevi durante i viaggi La rete europea supporta davvero quelle velocità?
Software aggiornabile Nuove funzioni senza interventi in officina Per quanto tempo saranno garantiti gli aggiornamenti?
Assistenza alla guida Maggiore sicurezza e comfort Il sistema è omologato e adatto alle strade europee?
Abitacolo digitale Servizi connessi e interfacce evolute Come vengono raccolti e utilizzati i dati?
Batterie integrate nella struttura Più spazio e maggiore efficienza Quanto costa una riparazione dopo un incidente?

Al Salone di Pechino erano già emerse batterie capaci, secondo i produttori, di avvicinarsi alla carica completa in meno di dieci minuti.

La novità, però, è culturale. Il tempo di ricarica, la qualità del software e l’integrazione con lo smartphone stanno assumendo nell’acquisto dell’auto un peso simile a quello un tempo riservato a cilindrata, cambio e tenuta di strada.

Il design cinese non vuole più sembrare europeo

Anche il linguaggio estetico è cambiato. Le prime esportazioni cercavano spesso di rassicurare il pubblico riprendendo forme già note. Oggi molti gruppi cinesi lavorano con squadre internazionali e centri di progettazione distribuiti tra Asia ed Europa, ma cercano un’identità riconoscibile.

La tecnologia non viene più nascosta. Grandi superfici luminose, abitacoli essenziali, schermi integrati e funzioni digitali diventano parte dell’immagine della vettura. Alcuni marchi puntano sul minimalismo, altri su interni spettacolari e un’idea di lusso fondata più sull’esperienza tecnologica che sulla tradizione meccanica.

È un passaggio importante perché il design trasforma una capacità produttiva in un marchio desiderabile. L’Europa conserva un vantaggio enorme nella storia dei brand, nell’ingegneria, nella guida e nella capacità di attribuire valore emotivo a un’automobile. La Cina, però, sta imparando a vendere non soltanto ciò che un veicolo fa, ma ciò che rappresenta.

I dazi non hanno fermato l’espansione

Dal 2024 l’Unione europea applica dazi compensativi sulle auto elettriche costruite in Cina. La Commissione europea ha fissato aliquote aggiuntive differenti: il 17% per BYD, il 18,8% per Geely e il 35,3% per SAIC, oltre al normale dazio del 10%.

La misura non ha prodotto una ritirata. I produttori hanno reagito in tre modi:

  1. aumentando l’offerta di auto ibride, inizialmente escluse dai dazi sulle elettriche
  2. cercando fabbriche e partner produttivi in Europa
  3. spostandosi verso modelli più ricchi, capaci di assorbire meglio il costo doganale.

Nei primi sei mesi del 2026 i marchi cinesi hanno raggiunto il 14% del mercato europeo delle ibride e il 25% delle plug-in, partendo in entrambi i casi dal 2% del 2024. L’accordo tra Bruxelles e Pechino per limitare i flussi di ibride cinesi potrà rallentare le importazioni, ma potrebbe accelerare la produzione locale. Anche QuiFinanza ha approfondito l’intesa tra Unione europea e Cina sulle auto ibride.

La frontiera della competizione, dunque, si sta spostando: non più “auto cinesi contro auto europee”, ma capitale e tecnologia cinesi prodotti dentro l’Europa.

Quando un’auto cinese diventa europea

BYD ha avviato la produzione in Ungheria e studia altri stabilimenti. Chery, Geely, Dongfeng e Leapmotor stanno seguendo percorsi differenti attraverso acquisizioni, accordi o utilizzo di impianti esistenti.

Il caso più vicino all’Italia riguarda Stellantis e Leapmotor. Il gruppo europeo utilizza tecnologia e piattaforme del partner cinese per ridurre i tempi di sviluppo, mentre produzione e attività tecniche possono essere localizzate negli stabilimenti europei. La nuova piattaforma destinata alle piccole elettriche dovrebbe coinvolgere Pomigliano e il polo di Mirafiori.

Non è soltanto un’operazione difensiva. Significa che un costruttore europeo considera ormai la tecnologia cinese uno strumento per tornare competitivo nel segmento più difficile: quello delle auto elettriche accessibili. Il progetto si collega al piano Stellantis per una nuova e-car economica prodotta a Pomigliano.

Per l’Italia questa trasformazione apre una domanda delicata: assemblare auto progettate su tecnologia estera è sufficiente a proteggere occupazione e competenze? La risposta dipenderà da quanta ricerca, componentistica, software e proprietà intellettuale resteranno nel Paese.

La sfida europea è decidere che cosa difendere

L’Europa non può competere soltanto alzando barriere, ma neppure ignorare sussidi, sovraccapacità e dipendenza tecnologica. Nel frattempo, le immatricolazioni mostrano che la transizione continua: secondo Acea, nei primi otto mesi del 2026 le elettriche hanno raggiunto il 21,7% del mercato Ue, mentre le ibride sono salite al 36,6%. Benzina e diesel, insieme, sono scese al 29%.

Parigi non decreta automaticamente la vittoria dell’industria cinese. Molti marchi dovranno conquistare fiducia, creare reti commerciali e dimostrare che le loro auto conservano valore nel tempo, ma il Salone certifica la fine di un’illusione europea: quella di poter conservare indefinitamente il monopolio del progetto, lasciando alla Cina il ruolo di fabbrica.

La vera partita non è stabilire chi costruisce l’auto meno cara. È decidere chi definirà l’auto dei prossimi dieci anni, chi ne controllerà il software e la batteria e dove resteranno competenze, occupazione e valore industriale. La Cina si presenta a Parigi per dimostrare di avere già una risposta. Ora tocca all’Europa costruire la propria.

Guerra nuclear e IA podem extinguir humanidade até 2100

12 October 2026 at 19:30
Estudo da The Lancet apresentado na Cimeira Mundial de Saúde, em Berlim, identifica 17 grandes riscos globais — dois deles com potencial de extinção.

© Getty Images/iStockphoto

"Estamos a partir da premissa de que, para um decisor político, seja no nível multilateral global ou a nível nacional, estas são as ameaças potenciais que podem ser enfrentadas, e esta é a magnitude pela qual [o decisor político] pode realmente fazer a diferença", afirmou Ibrahim Abubakar, membro da comissão.

Frigoríficos a 50ºC em ciberataque a supermercados franceses

12 October 2026 at 18:22
Ataque sem precedentes afetou pelo menos 150 lojas Intermarché e 80 do Carrefour. Agência francesa de Cibersegurança investiga por ordem do primeiro-ministro.

© AFP via Getty Images

FMI diz que IA pode transformar 40% dos empregos no mundo

12 October 2026 at 12:48
A diretora-geral do FMIl, Kristalina Georgieva, diz que a IA deve afetar 40% dos empregos, enquanto o presidente do Banco Mundial acredita que vai criar oportunidades nos países em desenvolvimento.

Microsoft. "Máquinas de roupa têm mais regras do que a IA"

12 October 2026 at 12:46
Brad Smith, presidente da Microsoft, considera que a IA "está a avançar mais depressa" do que as equipas de segurança. "Isso não é bom para a proteção do público. Nem sequer é bom para a indústria."

© FILIPE AMORIM/OBSERVADOR

Brad Smith deu uma entrevista à BBC em que falou sobre a segurança da IA

Jason, cemitérios e as outras estreias da semana

12 October 2026 at 12:33
À medida que nos aproximamos do Halloween, o terror, que já estava em alta, parece imparável. Mas esta semana também há Mike Tyson, regressos no mundo da Marvel e mais Keri Russell em "A Diplomata".

Linda Cardellini é a protagonista de "Crystal Lake", uma espécie de prequela de "Sexta-feira 13", que se estreia na HBO Max na quarta-feira, dia 14 de outubro

Pyongyang lança "projétil não identificado" no mar do Japão

12 October 2026 at 08:34
Ação surge na sequência do teste de lançamento, realizado por Seul na quinta-feira, de um veículo planador hipersónico, a primeira arma sul-coreana deste tipo fabricada no território nacional.

© JEON HEON-KYUN/EPA

No final de setembro, eclodiu um novo diferendo diplomático entre os dois vizinhos, que tecnicamente ainda se encontram em guerra

Banco Mundial. IA pode gerar emprego em países emergentes

12 October 2026 at 07:43
O presidente do Banco Mundial destacou que, nos países de pouco rendimento e de rendimento médio inferior, a oportunidade para a pequena IA gerar empregos e aumentar a produtividade é enorme.

© RUNGROJ YONGRIT/EPA

Banga afirmou que a promoção dessas aplicações práticas constitui uma das prioridades do Banco Mundial e do Conselho Global para o Emprego, um grupo criado para analisar o impacto das transformações económicas e tecnológicas no mercado de trabalho
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