❌

Normal view

Craque Neto revela suposto motivo do término entre Virginia e Vini Jr. e elogia influenciadora

14 October 2026 at 15:51

O apresentador Craque Neto, de 60 anos, comentou o fim do relacionamento entre Virginia Fonseca, 27, e Vini Jr., 26, durante uma entrevista ao podcast “PodPah”, exibida na terça-feira (13). Na conversa, ele apresentou uma possível explicação para a separação e afirmou que a influenciadora teria encontrado uma mensagem enviada pelo jogador à ex-namorada.

“Parece que ela viu no WhatsApp dele ele falando para a ex dele: ‘Nossa, que saudade que eu tô de você’. Aí acho que ela viu”, declarou Neto, dizendo que havia lido a informação.

Além de comentar o suposto episódio, o apresentador fez diversos elogios a Virginia e destacou sua trajetória profissional. Para ele, a influenciadora se tornou uma das grandes empreendedoras do país e transformou a maneira como muitas pessoas enxergam o crescimento nos negócios.

“Eu acho ela [Virginia] uma mulher extraordinária, monstruosa naquilo que faz. Ela é uma das maiores empreendedoras desse país”, afirmou.

Neto diz que Virginia se dedicava mais à relação

Durante o podcast, o ex-jogador também opinou sobre a dinâmica do namoro. Na avaliação dele, Virginia demonstrava mais iniciativa no relacionamento do que Vini Jr. Como exemplo, citou a presença da influenciadora em eventos, como a Copa e a Fórmula 1, nos quais, segundo ele, a atenção do público se voltava principalmente para ela.

“E ela que terminou”, disse Neto, ao defender que a influenciadora teria decidido encerrar a relação.

O apresentador ainda afirmou acreditar que o jogador teria se beneficiado mais da exposição do namoro do que Virginia. “No relacionamento, para mim, ele [Vini Jr.] usou mais ela do que as pessoas falam que ela usou ele. Ela é um milhão de vezes melhor do que ele”, concluiu.

Após a repercussão das declarações, Virginia republicou o vídeo nas redes sociais e agradeceu ao apresentador pelos comentários. “Gratidão pelos elogios”, escreveu, acompanhando a mensagem com emojis de rosto emocionado e coração.

Fim do namoro foi confirmado no último fim de semana

A assessoria de Virginia confirmou no último fim de semana, que ela e Vini Jr. não estavam mais juntos. Os dois haviam assumido o namoro em 2025 e já tinham enfrentado uma crise que levou ao término em maio de 2026.

Na ocasião, a equipe da influenciadora afirmou que a separação aconteceu sem brigas ou conflitos, mas por uma decisão de não continuarem como casal.

Os rumores sobre o rompimento começaram a circular no sábado (10). Conforme informações divulgadas pelo jornalista Léo Dias e pelo perfil Daily do Garotinho, Virginia e o atleta teriam tido um desentendimento na sexta-feira (9), em Madri, na Espanha, onde ele joga pelo Real Madrid.

A viagem da influenciadora para Miami, nos Estados Unidos, sem a companhia do jogador, também alimentou as especulações. Ela foi ao encontro do ex-marido, Zé Felipe, para levar os filhos, enquanto o cantor permanece no exterior trabalhando em novos projetos musicais.

Craque Neto comenta término de Virginia e Vini Jr | Foto: Reprodução/Instagram

The post Craque Neto revela suposto motivo do término entre Virginia e Vini Jr. e elogia influenciadora appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Grupo Prerrogativas aciona PF para investigar suposta articulação entre Vorcaro e campanha de Flávio Bolsonaro

O Grupo Prerrogativas acionou a Polícia Federal (PF) na quinta-feira (8) para solicitar a investigação de uma possível articulação envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, e a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

A notícia de fato foi apresentada pelos advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida. O documento pede que sejam apuradas informações sobre negociações para uma entrevista de Vorcaro a uma emissora de televisão e a existência de uma gravação de depoimento atribuída ao ex-banqueiro.

Segundo os relatos mencionados na representação, o suposto material conteria referências a adversários de Flávio na disputa presidencial e a integrantes do governo federal.

Os representantes do grupo afirmam que as alegações ainda não foram comprovadas. No documento, sustentam que as informações poderiam ter sido elaboradas para produzir efeitos políticos na reta final da eleição. Eles ressaltam que não tiveram acesso à gravação e que apresentam o caso à PF para que os fatos sejam verificados.

Advogados pedem apuração de gravação e negociações

Entre as solicitações encaminhadas à Polícia Federal estão a análise prioritária do caso e a confirmação da existência do áudio mencionado. Os advogados também pedem a identificação das pessoas que estariam negociando a participação de Vorcaro em uma entrevista televisiva.

A representação ainda solicita que, caso sejam divulgadas novas declarações atribuídas direta ou indiretamente ao ex-banqueiro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou integrantes do governo, seja verificada a origem do conteúdo e sua correspondência com o material citado no pedido, respeitando os limites relacionados à atividade jornalística.

O grupo também quer que os fatos sejam comunicados ao relator da operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master, e ao procurador-geral eleitoral.

Na madrugada desta sexta-feira (9), a revista Veja publicou uma reportagem sobre um áudio e documentos atribuídos a Vorcaro. Segundo a publicação, o ex-banqueiro teria afirmado que liberou recursos para a produção do documentário “Lula”, dirigido por Oliver Stone, em uma operação que envolveria um ex-tesoureiro do PT e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A CNN tenta contato com os citados.

Repasse para filme sobre Jair Bolsonaro também é mencionado

Na representação, os advogados também fazem referência a mensagens e áudios divulgados anteriormente sobre uma negociação financeira entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.

O caso envolve um suposto repasse de US$ 24 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 134 milhões. Flávio afirmou que buscava recursos para financiar o filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Documentos apontam que ao menos US$ 10,6 milhões, cerca de R$ 61 milhões, teriam sido transferidos por meio de diferentes operações bancárias para custear o projeto.

Os advogados do Prerrogativas argumentam que a divulgação de acusações envolvendo terceiros, às vésperas do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, poderia desviar a atenção dos repasses relacionados ao filme e de outras linhas de investigação do caso Master.

Na avaliação apresentada ao órgão policial, essa movimentação também poderia criar um ambiente político favorável à soltura de Vorcaro e à impunidade dos envolvidos. Essas afirmações integram os argumentos da representação e ainda dependem de apuração pelas autoridades.

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro e senador Flávio Bolsonaro | Foto: Reprodução

The post Grupo Prerrogativas aciona PF para investigar suposta articulação entre Vorcaro e campanha de Flávio Bolsonaro appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Disputa pela PEC do fim da 6×1 opõe governo e oposição no Senado antes do 2º turno

A tramitação da PEC que prevê o fim da escala 6×1 ganhou novo peso no Senado em meio à reta final do segundo turno das eleições presidenciais. O governo trabalha para acelerar a análise e tentar levar a proposta à votação antes de 25 de outubro, enquanto a oposição, liderada pelo PL, busca postergar a decisão para depois do pleito.

Na quarta-feira (7), os senadores realizaram a segunda das cinco sessões de discussão previstas antes da votação em primeiro turno. Assim como na primeira sessão, a presença de parlamentares da oposição foi reduzida, enquanto integrantes da base governista participaram em maior número. Uma terceira sessão está prevista para esta quinta-feira (8), seguida de outras duas na próxima semana.

Pelo calendário divulgado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a expectativa é que o primeiro turno ocorra em 15 de outubro. A votação, porém, pode ter o cronograma alterado caso seja aprovado um requerimento para acelerar a tramitação.

Oposição quer deixar votação para depois das eleições

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que também coordena a campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, defende que a PEC não seja votada durante o período eleitoral. Para ele, uma mudança dessa dimensão deveria ser analisada fora do contexto das eleições.

Marinho classificou a discussão neste momento como oportunista e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estaria tentando recuperar espaço junto ao eleitorado.

Apesar da intenção de atrasar a análise, a oposição ainda não fechou uma estratégia única para a votação. Parlamentares do grupo, principalmente do PL, defendem que o Senado siga rigorosamente as regras regimentais e que não haja mudanças no rito para acelerar o processo.

O tema também gera um dilema eleitoral para os oposicionistas. Há preocupação de que a aprovação da PEC possa favorecer a candidatura de Lula, mas, ao mesmo tempo, uma eventual posição contrária à redução da jornada poderia trazer dificuldades para a campanha de Flávio Bolsonaro.

O candidato do PL afirmou na quarta-feira (7) que possui uma alternativa ao modelo defendido pelo governo para acabar com a escala 6×1. Marinho também se posicionou contra o texto em discussão e defendeu uma proposta que já tramita no Senado.

A alternativa prevê maior flexibilidade na organização das jornadas, com possibilidade de remuneração proporcional às horas trabalhadas. Na avaliação de Marinho, a definição da escala não deveria ser imposta de maneira única e poderia ser estabelecida por meio de negociações.

Governo articula calendário especial

Enquanto a oposição tenta ganhar tempo, a liderança do governo no Senado trabalha para reduzir o prazo de tramitação. A líder governista, Teresa Leitão (PT-PE), articula a coleta de assinaturas para apresentar um requerimento de calendário especial.

A intenção é permitir que a PEC avance mais rapidamente e seja votada antes do segundo turno. Para isso, o governo pretende utilizar uma possibilidade prevista no regimento do Senado que permite reduzir o intervalo entre as votações.

Atualmente, o rito estabelece cinco sessões de discussão antes do primeiro turno e outras três antes da segunda votação. Também existe previsão de um intervalo de cinco dias úteis entre os dois turnos, chamado de interstício.

O regimento, porém, permite que esse intervalo seja dispensado caso o plenário aprove a medida. É justamente essa possibilidade que o governo pretende utilizar para tentar acelerar a conclusão da análise.

Alcolumbre afirmou que, caso um requerimento seja apresentado à Mesa, colocará a proposta em votação para que os próprios senadores decidam sobre a mudança no calendário.

PEC estava parada desde maio

A proposta permaneceu sem avanço no Senado desde maio, quando foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Alcolumbre havia evitado colocar a matéria em discussão no plenário nos meses seguintes, argumentando que o tema poderia interferir no ambiente eleitoral.

As negociações para destravar a tramitação avançaram no fim de agosto, durante um almoço que reuniu Lula, Alcolumbre e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Na ocasião, foi discutida a pauta da semana de esforço concentrado, que acabou incluindo a PEC.

Com o acordo para retomar a discussão, o Senado iniciou nesta semana o calendário de sessões que antecedem a votação. Pelo cronograma anunciado por Alcolumbre, a primeira análise em plenário pode ocorrer em 15 de outubro.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado | Foto: Divulgação

The post Disputa pela PEC do fim da 6×1 opõe governo e oposição no Senado antes do 2º turno appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

❌