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Equipos pobres (y exitosos) derriban argumentos de dueños y del sindicato

Lo que estamos viendo en esta postemporada, con tres de los equipos de más baja nómina en todo el béisbol, causa grietas por igual en los argumentos de quienes exigen un tope y un piso salarial, en medio de las tensas negociaciones de un nuevo convenio laboral colectivo.

Maduro y Cilia Flores rechazan nuevos cargos de tortura ante la justicia de EEUU

Nicolás Maduro y Cilia Flores rechazaron este jueves las nuevas acusaciones de conspiración para cometer tortura durante una audiencia ante el juez federal Alvin Hellerstein. La Fiscalía estadounidense sostiene que ambos participaron en una estructura de represión contra opositores políticos.

EEUU busca revocar ciudadanía a 40 personas; hay dos cubanos y un fraude con la Ley de Ajuste Cubano

El Departamento de Justicia de Estados Unidos anunció una ofensiva sin precedentes para revocar la ciudadanía a 40 personas naturalizadas acusadas de ocultar delitos graves, cometer fraude migratorio o mentir durante sus procesos de naturalización, entre ellas dos ciudadanos nacidos en Cuba.

Las noticias como son

Amado Gil y José Luis Ramos, con José Daniel Ferrer, abundan sobre la campaña de la UNPACU a favor de los más necesitados en Stgo. de Cuba. Con Alejandro Tur Valladares, abordan la seria situación a la que han expuesto a Henry Consrantín en prisión.

Arrestan en Missouri a cubano residente permanente por votar de forma ilegal durante años

Agentes de Seguridad Nacional arrestaron a Andrés García, un cubano con residencia permanente, acusado de votar en elecciones de Missouri sin ser ciudadano estadounidense, en un caso que podría abarcar al menos dos décadas de participación electoral irregular.

Chefe da campanha de Flávio Bolsonaro esteve no Senado mas não votou na 6×1

15 October 2026 at 19:39

Enquanto governistas discursavam a favor do projeto que estabelecia o fim da escala de trabalho 6×1, parlamentares da oposição se reuniam para debater estratégias e discursos da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. A reunião durou mais de três horas e aconteceu no gabinete do líder do PL no Senado Federal e chefe da campanha de Flávio, Rogério Marinho (RN), que não compareceu ao plenário nem participou da votação da proposta — aprovada na noite de quarta-feira (14), como mostrou a Agência Pública. Procurado pela reportagem, Marinho não retornou até a publicação. 

Discussão e votação, em primeiro turno, da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1
Discussão e votação, em primeiro turno, da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6×1

Outros dois aliados de Flávio também não votaram: os senadores Sérgio Moro (PL-PR) e Marcio Bittar (PL-AC). O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), que presidiu a sessão, não votou. Pelas regras do regimento interno do Senado, o presidente não vota. Entretanto, a norma permite que o parlamentar entregue o comando da Casa a outro senador para que este participe da votação. O texto foi aprovado em dois turnos por 75 votos a favor e um voto contrário: o do ex-vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos-RS). 

Painel de votação do Senado sobre a PEC do fim da escala 6x1
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único parlamentar a votar contra a PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1 no Senado

Rogério Marinho é autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada em maio deste ano, que prevê uma jornada por regime de horas trabalhadas — alternativa da oposição à PEC que estabeleceu o fim da escala 6×1. Flávio Bolsonaro e seus aliados sempre se posicionaram contra a redução da jornada de trabalho sem impacto nos salários, por considerarem que isso representaria prejuízos econômicos à indústria. No entanto, diante da campanha governista e da mobilização popular em favor da proposta, Flávio recuou e afirmou que votaria a favor da aprovação do texto. A mudança foi anunciada na terça-feira (13), após ele visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. 

Flávio Bolsonaro durante evento de campanha em Porto Alegre
Flávio Bolsonaro trocou a votação sobre o fim da escala 6×1 no Senado por um ato de campanha em Porto Alegre

O novo discurso foi reforçado durante a reunião no gabinete de Rogério Marinho. Além dele, três correligionários do PL estavam no encontro: os senadores Magno Malta (ES), Carlos Portinho (RJ) e o eleito José Medeiros (MT). Também estavam presentes três congressistas do PP: a senadora e ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, Tereza Cristina (MS); o senador eleito e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (AL); e o deputado federal Ricardo Barros (PR), ministro da Saúde na gestão de Michel Temer. 

“A gente não pode deixar a narrativa nas mãos do adversário”, declarou à Pública, sob reserva, um dos membros da reunião a respeito da mudança no discurso da campanha a menos de duas semanas para o segundo turno das eleições. “Foi uma decisão do presidente [Flávio] e o Lira também concordou”, completou o parlamentar. 

Questionado pela Pública após sair da reunião, Lira afirmou que não foi ao gabinete para tratar da PEC em votação.

Flávio Bolsonaro votou à distância enquanto participava de um ato político em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Ele subiu ao palanque ao lado dos governadores eleitos Luciano Zucco (PL-RS) e Sérgio Moro (PL-PR); e dos governadores reeleitos Jorginho Mello (PL-SC) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Na ocasião, afirmou aos apoiadores que o governo terá que “pagar a conta” do novo modelo de trabalho para compensar empresários que, segundo ele, estariam “quebrados”.

Senado conservador: “não teremos medo de realizar todas as mudanças necessárias”

Aliados de Flávio confirmaram à Pública que a campanha se reuniu, ao longo do último mês, com empresários para discutir as possíveis consequências da implantação da nova jornada de trabalho. A transição de 44 para 40 horas semanais será gradual e começará a valer dois meses após a promulgação da PEC —  função do presidente do Congresso. Durante o primeiro ano da nova regra, a jornada terá um limite de 42 horas. Após esse período, o limite passará a ser oficialmente de 40 horas. 

Diante disso, Flávio sinalizou ao setor empresarial que, caso eleito, pretende aplicar medidas “compensatórias”; entre elas, propostas legislativas que revertam os efeitos do fim da escala 6×1. As ações seriam possíveis com o apoio dos parlamentares do PL no Congresso Nacional. Em 2027, a legenda terá a maior bancada das duas casas: 28 senadores e 121 deputados. “Com um Senado conservador, não teremos medo de realizar todas as mudanças necessárias”, disse uma parlamentar da extrema-direita à reportagem, sob condição de anonimato. 

Após a imprensa revelar a articulação com representantes da indústria, contudo, o discurso da campanha tornou-se mais cauteloso. O senador Carlos Portinho (PL-RJ) declarou que a medida estudada por uma possível nova gestão bolsonarista é a desoneração da folha de pagamento. O benefício já é garantido a 17 setores da economia. Com ele, há uma diminuição expressiva no percentual de impostos pagos pelas empresas, decorrente de uma tributação baseada na receita bruta total, em vez de uma taxa fixa sobre o salário dos funcionários. 

“Como a gente não tem os dados [de possíveis prejuízos com a aprovação], não pode avaliar, a gente entende que a proposta para o trabalhador é um benefício. Para o setor produtivo, a gente terá instrumentos no futuro para tentar mitigar, o que só empiricamente a gente vai poder comprovar se houve dano ou não. A única coisa que falei aqui é que isso vai ser avaliado durante a execução da lei e vai ter impactos, é lógico. E, para mitigar o setor produtivo, pode voltar a desoneração da folha para tentar equilibrar essa relação”, declarou Portinho. 

Na Câmara dos Deputados, a oposição se manifestou de forma mais incisiva contra o novo modelo de trabalho. Durante a discussão do texto no Senado, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), frisou que o partido defende a aprovação, no ano que vem, de uma PEC sobre jornada de trabalho por horas trabalhadas. Conforme o parlamentar, a proposta dará a opção de escolha entre a contratação baseada na Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) ou por meio do modelo de Microempreendedor Individual (MEI). 

Mesmo com os votos favoráveis da oposição em meio a pressão eleitoral, o plenário do Senado foi tomado pela base governista. Uma semana antes da votação, parlamentares do PL ainda acreditavam que a pauta poderia ser adiada com uma possível reavaliação por parte de Davi Alcolumbre, em meio a negociações para se reeleger presidente do Congresso. 

A proposta estava parada no Senado desde maio de 2026, quando foi aprovada na Câmara dos Deputados. Desde então, Alcolumbre fez várias declarações afirmando que não se renderia às “pressões” para votar em pleno ano eleitoral. A postura mudou após negociações com a campanha de Lula, sobretudo com a intensificação da disputa pelo Planalto e os resultados desfavoráveis a Alcolumbre no primeiro turno das eleições. Os dois candidatos apoiados por ele no Amapá foram derrotados: o governador Clécio Luís (União) e o senador Randolfe Rodrigues (PT).

Um dia antes da sessão, parlamentares do PT discutiam nos bastidores a possibilidade de o presidente Lula comparecer ao Congresso para comemorar o resultado. O presidente, por sua vez, comemorou por meio de um vídeo publicado nas redes sociais. “Quero parabenizar o povo que foi para a rua, quero parabenizar os senadores e senadoras que votaram favorável porque o povo merece respeito e conquistou esse respeito”.

FLAMUR cumple 30 años de lucha por los derechos de las mujeres rurales en Cuba

La Federación Latinoamericana de Mujeres Rurales conmemora su 30 aniversario con un llamado a defender los derechos humanos y a denunciar las duras condiciones de vida que enfrentan las familias cubanas, en medio de la escasez de alimentos, medicinas, apagones y trabas para producir y comercializar.

Daymé Arocena sobre cancelación de concierto en Washington: "Salí de Cuba para vivir sin miedo"

La cantante cubana Daymé Arocena denunció la cancelación de un concierto en Washington D. C. después de que rechazara que el espectáculo estuviera asociado a la Embajada de Cuba en Estados Unidos.

Rubio denuncia que banco cubano BICSA fue sancionado por sus vínculos con Irán

"Permítanme ser claro: la Administración Trump no tolerará que un Estado canalla albergue operaciones militares, de inteligencia y terroristas de potencias extranjeras hostiles a menos de cien millas del territorio estadounidense".

Hoje passei por aqui

15 October 2026 at 18:32

VTM

Trago-o ao meu Visto do Marão por dois motivos: o ato em si, aquele momento da apresentação, vivido por detrás do Alvão e, claro, pela obra literária, perfeitamente integrada na Literatura de Viagens.

A sensibilidade para as coisas da cultura, de uns e a capacidade criativa de outros fazem acontecer atividades deveras interessantes por estas nossas terras. A apresentação do livro “A Minha Volta A Portugal – Hoje passei por aqui”, de Luís Filipe Silva, natural de uma das aldeias daquela freguesia e que se dispôs a percorrer os 308 concelhos do seu país – “se Deus quiser, o tempo permitir e a polícia deixar” – constituiu um belíssimo momento cultural que também incluiu música e um sketch alusivo à terra – solo – à nossa terra – o local, a comunidade, o país. A dar razão, mesmo que antecipada, ao Presidente da República, no seu discurso em Chaves: «a cultura é uma forma de afirmar a nossa identidade, de abrir horizontes e de aproximar Portugal do mundo».

O livro, que tive a incumbência de apresentar, é uma obra que se enquadra claramente na literatura de viagens. Ali se encontram marcas claras que os nossos escritores cultivaram. É o tom “oralizante” do narrador, tal como marcas de bom humor, de Garret; a descoberta humanista de “Pequenos Mundos, ou a reflexão sobre a humanidade, sobre as comunidades, denunciando desigualdades e isolamento, ou o pendor “realista e documental”, tal como Ferreira de Castro; ou “alguém que se deixa afetar pelo que vê, que observa com vagar e que interage com as gentes locais”, que se foca “nos detalhes subtis, na paisagem moldada pelo trabalho e na memória coletiva”, consciente de que a viagem “opera no espaço físico – estradas, caminhos, aldeias – e no espaço interior a busca pelas origens e a consciência crítica”, tal como acontece em Saramago, autor que inspirou este outro Viajante.

Em Ribeira de Pena, com muito a propósito, fala da “história, não a lenda, da construção da ponte de arame para quebrar o isolamento da terra do Padre Álvaro Pimenta” e agarra o tema de Camilo Castelo Branco, que explora também em Vila Real, com especial realce na visita a Vilarinho da Samardã, onde encontrou um sobrinho trineto do escritor. Não deixa passar em claro, na visita à Vila Velha, a cantilena dos sinos na Festa de S. Brás. Numa sequência que, nesta 1.ª parte, o leva pelo interior Norte e Centro até à ilha das Flores.

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