Habitação. Cerca de 200 pessoas saem à rua em Faro

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As mensagens do presidente francês e do primeiro-ministro Sébastien Lecornu surgem numa altura em que a França, de norte a sul, assiste a protestos violentos, com manifestantes encapuzados e com máscaras a incendiarem carros, partirem lojas e arremessar objetos contra as forças de segurança, que têm ripostado com gás lacrimogéneo e granadas atordoantes

O AVS derrotou hoje o Moreirense, da I Liga, por 1-0, em partida da terceira eliminatória da Taça de Portugal de futebol, segurando o golo de Rodrigo Pinho nos instantes iniciais da partida.
O golo solitário do brasileiro assegurou a passagem avense para a quarta eliminatória da prova rainha pelo terceiro ano consecutivo, ao passo que o Moreirense é o segundo representante do primeiro escalão eliminado nesta fase da prova, depois do Nacional.
A formação do segundo escalão entrou da melhor forma no encontro, ao inaugurar o marcador aos três minutos, com um grande remate de Rodrigo Pinho, naquele que foi o sexto golo do avançado na temporada.
Mais perigoso no último terço adversário, Talles Wander ameaçou o segundo golo aos 18 minutos, numa jogada individual em que, após vencer o duelo físico a Maracás, não definiu de forma certeira e o remate passou ao lado do poste esquerdo.
A meio do primeiro tempo, o Moreirense respondeu num passe em profundidade de João Veloso a isolar Leandro nas costas da defesa, que cruzou, de primeira, e Leonardo Vonic desviou ao lado no frente-a-frente com Raul Steffens.
Aos 28 minutos, Vonic roubou a bola perante Rosic dentro da grande área e rematou de forma perigosa para a baliza avense.
Antes do intervalo, surgiu uma nova contrariedade para a equipa de Moreira de Cónegos com o vermelho direto para Maracás, após uma entrada dura sobre Rodrigo Pinho.
No regresso dos balneários, o Moreirense voltou melhor, com Tiago Andrade a surgir nas costas da defesa após o passe de Nile John, mas a finalização saiu ao lado da baliza adversária.
Em vantagem numérica, o AVS reagiu e esteve novamente muito perto do segundo golo com um primeiro remate de Diogo Brasido ao poste e, na recarga, Roni rematou ao lado.
Aos 79 minutos, Yan Lincon desperdiçou a melhor oportunidade do Moreirense, com um remate à figura do guarda-redes dentro da pequena área.
Na reta final, o Moreirense tentou reagir à desvantagem no marcador, mas a defesa avense conseguiu afastar o perigo da sua baliza e segurou a passagem para a próxima fase da prova.
Jogo no Estádio do Clube Desportivo das Aves, na Vila das Aves.
AVS – Moreirense, 1-0.
Ao intervalo: 1-0.
1-0, Rodrigo Pinho, 03 minutos.
– AVS: Raul Steffens, Mateus Pivô (Brasido, 58), Bernardo Conde, Rosic (Carlos Ponck, 80), Leandro Rivas, Fernando Almeida, Roni (André Sousa, 79), Hiago Santos (Jorge Meireles, 80), Rafael, Talles Wander e Rodrigo Pinho (Guilherme Neiva, 62).
(Suplentes: Daniel Rebollo, Davi Schuindt, Carlos Ponck, Brasido, André Sousa, Pedro Pimentel, Jorge Meireles, Regis e Guilherme Neiva).
Treinador: Sérgio Fonseca.
– Moreirense: André Ferreira, Leandro Santos (Landerson, 61), Maracás, Kevyn, Francisco Domingues, Nile John (Manuel Mendonça, 61), Guilherme Liberato, Kiko Bondoso (Gilberto Baptista, 44), João Veloso (Rodrigo Alonso, 75), Leonardo Vonic (Yan Lincon, 61) e Tiago Andrade.
(Suplentes: Aranha, Gilberto Batista, Stjepanovic, Landerson, Álvaro Martínez, Miguel Mendonça, Rodrigo Alonso, Songa e Yan Lincon).
Treinador: Vasco Botelho da Costa.
Árbitro: David Silva (AF Porto).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Guilherme Liberato (42), Roni (52), Brasido (82) e Fernando Almeida (90). Cartão vermelho direto para Maracás (26).
Assistência: 1.117 espetadores.
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Em relação ao ano passado, as instituições de ensino superior públicas recebem mais 6.718 caloiros, que representam um aumento de 14,8% face a 2025/2026, ano marcado por um número excecionalmente baixo de estudantes colocados


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Depois da manifestação convocada pela CGTP, que termina no Rossio, está marcado um acampamento em defesa das políticas de habitação com o nome “Não dá mais? Então monta a tua tenda!”. Há vários outros protestos pelo país [com fotogaleria]


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A líder da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, desafiou este sábado o primeiro-ministro a assumir a sua responsabilidade na resolução do problema da habitação e a avançar com medidas como a prometida disponibilização de imóveis devolutos do Estado.
“Em 2024, o primeiro-ministro [Luís Montenegro] disse que iria pôr os imóveis do Estado à disposição das pessoas em 60 dias. Passaram-se dois anos e meio. Porque é que não está a ser feito? O que é preciso para o fazer?”, questionou Mariana Leitão.
A também deputada da IL, que esteve hoje no concelho de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, a visitar uma empresa de produção de sementes biológicas, deu como exemplo a cidade de Castelo Branco, onde existe uma centena de imóveis do Estado devolutos.
“Temos mais de 100 imóveis devolutos, fechados, [em Castelo Branco] que podiam ser disponibilizados para arrendamento acessível. Todos sabemos que os salários são baixos e as rendas estão elevadíssimas. O governo tem de garantir que os imóveis devolutos do Estado têm de estar à disposição das pessoas. Estamos a falar de Castelo Branco. Agora imaginem pelo resto do país. Estes imóveis têm de estar à disposição das pessoas. Isso tem de ser feito e já”, vincou.
Mariana Leitão deixou também um desafio aos partidos de esquerda para apresentarem propostas para resolver o problema, “mas propostas que resultem”.
“Apresentem propostas que funcionem e não propostas que já são conhecidas e que já tivemos exemplos noutros países que não funcionam. Pelo contrário, agravam o problema da habitação”, disse.
Deu como exemplo, Espanha, onde no dia em que foi aprovado um decreto para por tetos às rendas “foram quatro mil as casas que saíram do mercado de arrendamento. É isso o que as propostas da esquerda, do PS, fazem ao mercado da habitação”.
Questionada sobre a carga policial que se registou na manifestação do Porto, a líder da IL lembrou que existe uma averiguação em curso sobre a situação para se perceber se a reação policial foi ou não proporcional.
“Se se verificar que foi desproporcional deve haver consequências. Agora vamos aguardar pelo resultado dessa averiguação, dessa auditoria que está a ser feita para podermos concluir e não estar a fazer antecipações ao seu resultado” disse.

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O BE pediu este sábado ao Governo que o Estado, maior credor da Trust in News, apoie a venda imediata da Visão, mantida por jornalistas que pretendem comprá-la, alertando para o risco de encerramento até ao fim do ano.
Numa pergunta enviada aos ministros das Finanças, da Presidência e do Trabalho, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, considera que o Estado português, enquanto principal credor da empresa proprietária da revista, deve defender aquela que considera ser a “solução racional, para os credores e para o interesse público” de “vender a Visão já, como um todo e a quem garanta a continuidade do título”.
“A revista Visão, publicada desde 1993, pode deixar de existir antes do fim do ano. Não por falta de leitores, nem de jornalistas, nem de quem a queira comprar. Pode acabar porque o processo de insolvência da sua proprietária, a Trust in News, Unipessoal, Lda. (TiN), está prestes a ser encerrado ao abrigo de um plano desenhado para uma empresa que, na prática, já não existe. O maior credor dessa empresa é o Estado”, alerta o bloquista.
A revista continua a ser publicada por um grupo de jornalistas que, após o despedimento dos cerca de 80 trabalhadores da empresa proprietária da Visão, juntou mais de 200 mil euros numa campanha de angariação de fundos e criou uma sociedade para tentar comprar a publicação.
“A revista tem aumentado as vendas em banca, que o seu diretor situava em março numa média de 10 mil exemplares por semana, e acaba de receber o Prémio Património Editorial da Associação Portuguesa de Imprensa. Não é um ativo moribundo. É a parte viva de uma empresa que deixou de funcionar”, salienta o Bloco.
Porém, a venda ficou suspensa quando o Supremo Tribunal de Justiça homologou, em março deste ano, o plano de insolvência da TiN, que prevê pagar as dívidas ao Estado em 150 prestações mensais e uma injeção de até 1,5 milhões de euros do proprietário, Luís Delgado.
No Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, o Presidente da República recorda que 1,66 milhões de pessoas estão em risco em Portugal.
O conteúdo Seguro defende que «ninguém deve viver» sem habitação e apela a compromisso contra a exclusão aparece primeiro em Barlavento.
Presidente assinala Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza com comunicado colocado no site da Presidência. O número de pessoas em risco de pobreza deve continuar a “interpelar-nos”, avisou


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