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Passeio em Cacela Velha revela os hábitos alimentares da época medieval

17 October 2026 at 15:02

Os hábitos alimentares das comunidades que viveram em Cacela Velha durante o período medieval vão estar em destaque num passeio de interpretação da paisagem, marcado para domingo, 25 de outubro, que dará a conhecer o que os vestígios arqueológicos revelam sobre os alimentos consumidos e a sua origem.

Integrada na iniciativa “Passos Contados – Passeios Pedestres de Interpretação da Paisagem”, a atividade terá início às 9h30, com ponto de encontro em Cacela Velha, e será orientada pelos arqueólogos Maria João Valente e Hugo Oliveira, professores da Universidade do Algarve, e por Cristina Santos, estudante do curso de Património Cultural e Arqueologia.

Ao longo do percurso, os participantes vão explorar os vestígios de ossos, conchas, sementes e outros materiais encontrados em escavações arqueológicas, que ajudam a reconstruir a alimentação das comunidades locais, desde o período islâmico às possíveis transformações associadas à época cristã.

Os restos identificados apontam para uma alimentação diversificada, que incluía ovelhas, cabras, aves domésticas, animais de caça, peixes e moluscos recolhidos na Ria Formosa. Os estudos de sementes e de outros vestígios vegetais permitem também aprofundar o conhecimento sobre os alimentos de origem vegetal e a sua importância na dieta da época.

O passeio propõe, assim, uma leitura da paisagem de Cacela Velha e da sua envolvente enquanto testemunho dos recursos naturais, das práticas alimentares e das tradições culturais das comunidades que habitaram o território.

Maria João Valente é especialista em zooarqueologia e no estudo das dietas humanas do passado, enquanto Hugo Oliveira se dedica à arqueogenómica e à paleobotânica. Cristina Santos encontra-se a analisar os restos botânicos identificados em Cacela.

A participação é limitada e requer inscrição prévia junto do Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela, na Antiga Escola Primária de Santa Rita, através do telefone 281 952 600 ou do endereço de correio eletrónico ciipcacela@gmail.com. Os interessados devem indicar o nome e um contacto.

Abóbora em destaque em nova edição do “Almanaque da Aldeia”

17 October 2026 at 10:04

O CIIPC – Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela promove, a 20 de outubro, pelas 12h00, mais uma edição do “Almanaque da Aldeia”, desta vez dedicada à abóbora.

A iniciativa decorre nas instalações do centro, na antiga Escola Primária de Santa Rita, e destina-se à comunidade local e ao público em geral.

A participação está sujeita a inscrição prévia, que pode ser feita através do telefone 281 952 600 ou do endereço de correio eletrónico ciipcacela@gmail.com.

Município algarvio investe 424 mil euros nos espaços verdes

16 October 2026 at 11:31

A Câmara de Vila Real de Santo António vai avançar com a empreitada de requalificação e reabilitação de zonas ajardinadas no concelho.

O conteúdo Município algarvio investe 424 mil euros nos espaços verdes aparece primeiro em Algarve Marafado.

Biblioteca de Vila Real de Santo António promove palestra sobre plantas tóxicas

14 October 2026 at 12:11

A Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, recebe, a 22 de outubro, pelas 17h30, uma palestra dedicada aos riscos das plantas tóxicas para pessoas e animais. A iniciativa é organizada pela biblioteca e pelo Gabinete Municipal de Proteção Civil.

Intitulada “Plantas Tóxicas: reconheça os riscos, proteja pessoas e animais”, a sessão será dinamizada pelo engenheiro silvicultor Joia da Silva e pretende alertar para os perigos associados a determinadas espécies vegetais e para a importância de as reconhecer.

Dia da Juventude: Jovens pelo Ambiente juntam-se a voluntários da Junta de Freguesia de VRSA na Reserva Natural do Sapal

17 August 2026 at 07:00

Para assinalar o Dia da Juventude, os Jovens pelo Ambiente participaram numa ação conjunta com um grupo de voluntários da Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António, que decorreu na passada quarta-feira, dia 12 de agosto, na Reserva Natural do Sapal.

Os dois grupos tiveram a oportunidade de ficar a conhecer todos os pormenores sobre a salinicultura, tendo ainda experienciado a sensação de colher sal e flor de sal, utilizando materiais e ferramentas próprias, com a ajuda de salicultores.

No final, os jovens embalaram o sal e flor de sal que recolheram e que puderam levar para casa, e posteriormente foram visitar a sede da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, onde puderam assistir a um vídeo do projeto SAL C, desenvolvido naquela zona protegia, na área do carbono azul, e de seguida assistir ao documentário dos 50 anos deste território natural, realizado no âmbito da Comissão de Cogestão.

Esta iniciativa contou ainda com a participação do presidente da cooperativa Terras de Sal, Miguel Silveira, que teve oportunidade de falar sobre a importância desta área natural na biodiversidade e da importância da salicultura tradicional na proteção da mesma, bem como a importância de todos nós tentarmos minimizar os impactos das alterações climáticas e que as empresas e entidades têm que se adaptar às mesmas e tentar reduzir os seus impactos.

Participou ainda a técnica do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, Rosa Madeira que falou sobre a importância desta reserva como zona húmida e de enaltecer a importância da área protegida para este território.

Esta iniciativa foi promovida em conjunto pelo Município de Castro Marim, em colaboração com a Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas.

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