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Vale Rossi celebra Antonelli: “Ha tutto sotto controllo. Lo conosco da quando era piccolo, giravamo insieme col kart”

21 October 2026 at 16:52

L’Italia del motorsport, ma non solo, è pronta ad esplodere di gioia per Kimi Antonelli. Dopo 73 anni di attesa, un pilota italiano è pronto a diventare campione del mondo di Formula 1. Potrà succedere già questa domenica ad Austin, più verosimilmente tra una decina di giorni nel Gp del Messico. In ogni caso, è partito il conto alla rovescia. Un’attesa ben descritta da Valentino Rossi: “Per i tifosi italiani di motori è un sogno, perché non abbiamo mai avuto in Formula 1 un pilota italiano così forte”, ha dichiarato ai microfoni di Sky.

C’è un filo rosso che collega Rossi e Antonelli. La leggenda delle moto, capace di incollare alla tv milioni di italiani per seguire la MotoGp, e il ragazzo prodigio che porta l’Italia sul trono della F1, al posto della Ferrari. L’origine è comune, in quella terra dei motori che va proprio da Bologna a Pesaro. Infatti, Valentino Rossi racconta di aver conosciuto Antonelli quando era ancora bambino: “Lo conosco da quando era piccolo piccolo, giravamo insieme con il kart, e quindi vederlo che può vincere è una grande soddisfazione“, ha raccontato a Vera Spadini.

Rossi celebra colui che in qualche modo ne sta raccogliendo l’eredità, almeno nell’immaginario collettivo. E spiega: “Penso che, per come è andata quest’anno, abbia la situazione sotto controllo“. Domenica, nella serata italiana, arriverà il primo match point per il titolo: “Lo sentirò, lo sentirò. Sì, però non penso che abbia bisogno dei miei consigli“, scherza Rossi. Che incita anche Marco Bezzecchi, nonostante per il pilota Aprilia ora il sogno mondiale sia più lontano, visti i 46 punti di distacco dalla vetta della classifica: “È difficile, però, perché no? Ci sono tante gare. Secondo me Bez quest’anno ha dimostrato di essere il più veloce. 46 punti sono tanti, anche perché i piloti davanti sono due, quindi è difficile, però bisogna provare a vincere”.

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Antonelli busca título da Fórmula 1 em Austin, mas depende de combinação

21 October 2026 at 14:19

Kimi Antonelli está perto de se tornar o campeão mais jovem da história da Fórmula 1 e o primeiro italiano a conquistar o título em 73 anos. Aos 20 anos, o piloto da Mercedes terá, porém, de vencer e contar com uma combinação de resultados para confirmar a conquista já neste domingo (25), no Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin.

Quando Sebastian Vettel se tornou o campeão mais jovem da categoria, aos 23 anos, pela Red Bull, em 2010, Antonelli tinha apenas quatro anos. Agora, o piloto de Bolonha chega à etapa americana com uma vantagem expressiva de 102 pontos sobre o companheiro de equipe George Russell.

Após a bandeirada no Circuito das Américas, restarão no máximo 125 pontos em disputa na temporada. Em seu segundo ano na elite do automobilismo, Antonelli conquistará o campeonato se ampliar a vantagem sobre Russell em pelo menos 23 pontos neste fim de semana.

Para atingir essa margem, o italiano precisa vencer a corrida. Além disso, Russell não pode terminar acima da nona posição, enquanto Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Ferrari, precisa cruzar a linha de chegada em quinto lugar ou abaixo.

Caso essa combinação não aconteça, a disputa pelo título continuará, pelo menos, até o Grande Prêmio do México, no fim de semana seguinte.

“Sei que está muito perto, sei que está ao alcance, mas preciso garantir que continuo fazendo o melhor que posso. A mentalidade é sempre a mesma: ir para a pista, vencer e ter o melhor desempenho possível”, afirmou Antonelli após terminar em terceiro lugar no Grande Prêmio de Singapura, a etapa anterior à prova de Austin.

O resultado em Singapura representou o 14º pódio do piloto na temporada.

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Fórmula 1: Mercedes vê poucas chances de título em Austin

Bradley Lord, vice-chefe da Mercedes, reconheceu a pressão em torno da possibilidade de Antonelli conquistar o campeonato já nos Estados Unidos. Em um podcast da equipe, ele comentou a expectativa da imprensa e a comparação com o chamado match point, expressão do tênis usada para definir uma oportunidade decisiva de vitória.

“Estamos naquela fase muito desconfortável da temporada em que precisamos enfrentar a imprensa na quinta-feira, com todo mundo dizendo: ‘Ah, você pode conseguir… tem o primeiro match point'”, declarou Lord.

“As pessoas adoram essa comparação com os match points do tênis, não é? Mas acho que existe algo como uma chance em 25 de isso ser minimamente possível em Austin”, acrescentou o dirigente, que destacou a prioridade da Mercedes: encontrar o melhor acerto para o carro e somar o máximo de pontos possível.

Russell também terá esse objetivo. O britânico sofreu um acidente na corrida sprint de Singapura e, depois, precisou largar a prova principal do fundo do grid por causa de uma penalidade relacionada ao motor.

Verstappen ganha força na disputa e ameaça a Mercedes

Antonelli venceu oito das 17 etapas disputadas até agora, mas o momento recente favorece Max Verstappen. O tetracampeão da Red Bull venceu as duas últimas corridas, na Malásia e em Singapura, e também triunfou em Austin no ano passado, depois de conquistar a pole position.

Russell reconheceu a força do adversário nas últimas etapas. “Quando você olha para as corridas recentes, a Red Bull tem sido claramente a melhor. Em Baku, Max estava em um nível parecido com o meu. Fomos para a Malásia, uma pista totalmente diferente, e depois para Singapura, outra pista diferente, e ele dominou os dois últimos fins de semana”, afirmou.

Verstappen está 119 pontos atrás de Antonelli e já declarou que pretende apenas se divertir nas etapas restantes, agora que não sente mais a pressão pela disputa do campeonato.

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Mercedes e McLaren preparam atualizações para o GP dos Estados Unidos

Os dois pilotos da Mercedes terão à disposição o pacote mais recente de atualizações do carro no primeiro de três fins de semana consecutivos de corrida. Depois de Austin, a Fórmula 1 seguirá para o México e, na sequência, para o Brasil.

O atual campeão mundial, Lando Norris, da McLaren, terminou em segundo lugar em Austin no ano passado, enquanto Charles Leclerc, da Ferrari, foi o terceiro colocado. Os dois podem voltar a brigar pelas primeiras posições neste fim de semana.

Hamilton também chega com um histórico de destaque nos Estados Unidos.

Rob Marshall, diretor-técnico da McLaren, afirmou que a equipe espera apresentar evolução após resultados recentes abaixo das expectativas. “As últimas corridas não foram muito boas para nós, mas acho que estamos voltando a melhorar, e Austin provavelmente é um circuito mais favorável ao nosso carro”, declarou. A equipe também levará algumas atualizações.

MotoGP terá participação especial no fim de semana da Fórmula 1

O Grande Prêmio dos Estados Unidos também terá uma iniciativa inédita de aproximação entre a Fórmula 1 e a MotoGP. Quatro pilotos da categoria de motovelocidade participarão de uma volta de demonstração no circuito no sábado (24).

As duas competições têm um proprietário em comum: a Liberty Media, empresa americana responsável pelo controle da Fórmula 1 e também ligada à MotoGP.

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Com Antonelli, Itália busca encerrar frustração que já dura 73 anos na F1

21 October 2026 at 14:13

A Itália não tem um campeão mundial de Fórmula 1 há exatamente 73 anos. A última vez que um piloto italiano ergueu o troféu máximo do automobilismo foi em 1953, quando Alberto Ascari conquistou o bicampeonato correndo pela Ferrari.

Desde então, a nação que sedia a mítica equipe de Maranello e o circuito de Monza vive um longo período de frustrações na categoria.

Para o torcedor que se pergunta há quantos anos a Itália não tem um piloto campeão do mundo na Fórmula 1 desde Alberto Ascari, a matemática da temporada de 2026 confirma mais de sete décadas de espera ininterrupta.

O dono da marca e o último título italiano

O nome de Alberto Ascari é sagrado na história do automobilismo mundial. O piloto milanês dominou a Fórmula 1 em seus primórdios, vencendo o campeonato mundial de forma consecutiva nas temporadas de 1952 e 1953 a bordo da Ferrari 500. Sua precisão ao volante o transformou no primeiro bicampeão da história do esporte.

O título de 1953 foi selado com um desempenho avassalador, garantindo a taça com folga sobre seus adversários.

O fato mais impressionante é que, após o trágico acidente que tirou a vida de Ascari em Monza, no ano de 1955, nenhum outro italiano conseguiu repetir o feito de levantar o troféu.

Kimi Raikkonen celebrando a vitória em Interlagos, em 2007
O finlandês Kimi Raikkonen foi campeão pela Ferrari • Darren Heath/Getty Images

A escuderia italiana Ferrari continuou colecionando campeonatos de construtores e de pilotos ao longo das décadas seguintes, mas sempre com estrangeiros ao volante, como Niki Lauda, Michael Schumacher e Kimi Räikkönen.

O jejum italiano, portanto, contrasta diretamente com o sucesso absoluto da Ferrari como equipe.

O ranking dos italianos de maior sucesso

Embora o título mundial não venha desde a década de 1950, o automobilismo italiano revelou grandes vencedores de corridas que chegaram perto de quebrar o tabu. Abaixo, estão os pilotos italianos com maior número de vitórias na Fórmula 1:

  1. Alberto Ascari (13 vitórias): O último campeão mundial do país lidera a estatística histórica, tendo vencido 13 corridas em sua breve e intensa carreira na categoria, consolidando o recorde italiano inalcançado até hoje.
  2. Riccardo Patrese (6 vitórias): Com uma das carreiras mais longas da F1, Patrese competiu entre 1977 e 1993. Ele foi o vice-campeão mundial em 1992, correndo pela equipe Williams, na mesma temporada em que Nigel Mansell ficou com o título.
  3. Michele Alboreto (5 vitórias): Outro nome que esteve perto de encerrar o jejum. Alboreto venceu cinco grandes prêmios e foi o vice-campeão da temporada de 1985, correndo com a icônica Ferrari vermelha, mas acabou superado pelo francês Alain Prost.
  4. Giancarlo Fisichella (3 vitórias): Destaque nos anos 2000, Fisichella venceu três corridas e foi peça fundamental para os títulos de construtores da Renault em 2005 e 2006, ao lado de Fernando Alonso.

Elio de Angelis (2 vitórias): O habilidoso piloto romano completa o top 5 com duas vitórias marcantes pela equipe Lotus na década de 1980, antes de falecer precocemente em um acidente durante uma sessão de testes.

A nova geração e a chance de quebrar o tabu

O ano de 2026 trouxe uma mudança drástica nesse cenário com a consolidação de Andrea Kimi Antonelli na equipe Mercedes. Após pular etapas nas categorias de base e assumir a vaga deixada por Lewis Hamilton, o jovem nascido em Bolonha reacendeu a esperança de todo um país apaixonado por velocidade.

O automobilismo italiano não via um piloto local com equipamento capaz de disputar vitórias regularmente desde o início do século.

Com Antonelli entregando resultados expressivos na pista e assumindo o protagonismo no campeonato, a pressão por um título volta a ser o assunto principal nas arquibancadas de Monza e Imola.

O jejum de 73 anos desde a glória de Alberto Ascari representa a maior seca de uma potência tradicional na história do esporte a motor. Encerrar essa contagem não seria apenas uma conquista esportiva para a nova geração, mas a cura de uma ferida histórica para a nação que ajudou a fundar as bases da Fórmula 1.

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F1, orari Gp Usa ad Austin: la prima chance per Antonelli | Dove vedere qualifiche e gara in tv (Sky, Now e TV8)

20 October 2026 at 17:09

La Formula 1 riparte dagli Stati Uniti e soprattutto dal primo vero match-point mondiale per Andrea Kimi Antonelli. Dopo la tripletta asiatica tra Baku, Malesia e Singapore e un fine settimana di pausa, il Circus sbarca ad Austin, in Texas, per il Gp degli Stati Uniti. A differenza della passata stagione, al Circuit of the Americas non ci sarà il format Sprint. Il weekend tornerà quindi alla struttura tradizionale, con tre sessioni di prove libere, qualifiche e gara.

Tutti gli occhi saranno inevitabilmente puntati su Antonelli, sempre più vicino al primo titolo iridato della carriera. Il pilota della Mercedes arriva ad Austin con 102 punti di vantaggio su George Russell e 111 su Lewis Hamilton. Un margine che gli concede già la prima possibilità matematica di chiudere il Mondiale con cinque Gran Premi ancora da disputare dopo quello americano. Per riuscirci servirà però una combinazione complessa: Antonelli dovrà vincere e sperare contemporaneamente in risultati sfavorevoli dei suoi inseguitori.

La lotta per la vittoria al COTA promette comunque di essere aperta. Il principale avversario indicato dai risultati più recenti è Max Verstappen, reduce da due successi consecutivi. L’olandese ha vinto anche l’ultima edizione del Gp degli Stati Uniti e punta quindi al terzo successo di fila. La sua rimonta ha riaperto anche la battaglia per il secondo posto nel Mondiale, con Hamilton e Russell ormai a pochi punti.

Da seguire anche la Ferrari, che si presenta ad Austin con importanti aggiornamenti sulla SF-26. Il circuito texano è particolarmente apprezzato sia da Charles Leclerc sia da Hamilton e a Maranello confidano nelle novità tecniche per tornare a lottare stabilmente per le prime posizioni.

Il Circuit of the Americas ospita il Gran Premio degli Stati Uniti dal 2012. La pista misura 5,513 chilometri e presenta 20 curve, 11 a sinistra e nove a destra. La gara si disputa sulla distanza di 56 giri, per un totale di 308,405 chilometri. Il programma comincerà venerdì 23 ottobre con le prime due sessioni di prove libere. Sabato 24 ottobre spazio alle Libere 3 e alle qualifiche, in programma alle 23 ora italiana. La gara scatterà invece domenica 25 ottobre alle 21.

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La causa di Minardi contro Kimi Antonelli, il legale dell’ex manager: “Il Tribunale ha chiesto a Mercedes e al pilota una copiosa mole di documenti”. In ballo una richiesta milionaria

15 October 2026 at 15:34

Prosegue di fronte al Tribunale di Bologna la causa avanzata da Giovanni Minardi, figlio di Giancarlo, contro Andrea Kimi Antonelli. Mentre il 20enne pilota italiano è ormai lanciato verso uno storico titolo Mondiale di Formula 1, il suo ex manager continua a chiedere una cifra milionaria, ovvero una percentuale tra il 10% e il 20% dei guadagni percepiti e ancora da percepire da parte del pilota fino al 2028. Minardi infatti contesta il recesso unilaterale da parte di Antonelli dell’accordo con la Minardi Management, dopo che il giovane bolognese ha firmato con la Mercedes nel 2019: un contratto che appunto doveva durare fino al 2028. Un accordo tra le parti che eviti il contenzioso in tribunale pare ancora lontano, come ha confermato l’avvocato Mattia Grassani, che difende gli interessi di Minardi.

Nell’ultima udienza il Tribunale di Bologna “in accoglimento della nostra istanza, ha ordinato a Mercedes e a Kimi Antonelli” entro il 6 novembre “la produzione di una copiosa mole di documentazione. In particolare, si tratta di tutti i contratti stipulati dall’inizio del rapporto ai giorni nostri tra il team e il pilota e dell’esibizione della documentazione contabile integrale attestante tutti i pagamenti erogati a qualsiasi titolo da Mercedes a Antonelli”, ha detto il legale a LaPresse. Questi documenti, secondo l’avvocato Grassani, serviranno a Minardi di ” conoscere nel dettaglio quasi siano stati gli accordi raggiunti tra il team e il pilota”. Si parla, in sostanza, dei compensi percepiti da Antonelli in questi anni: una volta noti, Minardi e il suo legale potranno avanzare una precisa richiesta economica. Si tratta in ogni caso di una somma milionaria, appunto, considerato che solo nel 2025 Antonelli ha guadagnato oltre 10 milioni di euro tra ingaggio e bonus.

Minardi continua a sostenere che il contratto “è stato illegittimamente receduto, quindi interrotto anticipatamente da Antonelli”, sottolinea ancora il legale. D’altro canto, invece, c’è la versione del pilota e della sua famiglia. Antonelli, che all’epoca dei fatti era già inserito nel programma giovani della Mercedes e seguito dal team anche sotto il profilo della gestione professionale, è convinto di aver operato nel pieno rispetto delle regole. Le posizioni, insomma, sono molto distanti. E lo conferma lo stesso avvocato Grassani, parlando all’Adnkronos: “Premetto e ribadisco che la soluzione migliore a mio avviso era e rimane quella dell’accordo tra le parti. Non giova a nessuno coltivare un contenzioso che coinvolge anche soggetti terzi, mi riferisco a Mercedes, e sta comportando ordini di esibizione e pubblicità negativa che non aiuta a distendere i rapporti e individuare una soluzione di comune condivisione. Detto ciò, bisogna prendere atto del fatto che una transazione, per essere perfezionata, necessita del consenso di entrambi i protagonisti di questa vicenda, e se non c’è un’intesa, se manca unità d’intenti, la causa intentata dal mio cliente verrà coltivata e proseguita“.

La vicenda sarà ora approfondita nelle prossime udienze, durante le quali potrebbero essere chiamati a testimoniare anche Toto Wolff, attuale team principal e amministratore delegato della scuderia tedesca, e Gwen Lagrue, responsabile del vivaio Mercedes e figura chiave nella crescita del pilota italiano. Intanto per Kimi Antonelli la priorità oggi resta il titolo mondiale, che potrebbe conquistare già domenica 25 ottobre ad Austin. Il countdown è iniziato, per rivedere un italiano trionfare in Formula 1 73 anni dopo Alberto Ascari.

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