Brasil prepara emissão de dívida de 1,5 mil milhões na China

© MARK R. CRISTINO/EPA

© MARK R. CRISTINO/EPA
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) indica que 44% do brasileiros têm medo da volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% temem a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
É a primeira vez desde agosto que o índice dos que têm medo da volta de um governo bolsonarista supera os que temem a permanência de Lula no Planalto. Na ocasião, 45% temiam a volta dos Bolsonaro, enquanto 41%, a eleição de Lula.
O resultado atual mostra empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Na rodada anterior da Quaest, de 14 de outubro, a maior parte dos entrevistados (44%) diziam ter medo de o atual presidente continuar à frente do cargo, enquanto 42% afirmaram ter medo de Flávio à frente do comando do país.
A pesquisa Quaest entrevistou 2.154 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) acompanhou a missa solene em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, na Basílica de Aparecida, no interior de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (12), feriado que celebra o dia da padroeira do Brasil.
Ele estava acompanhado da mulher, Lu Alckmin, e de aliados políticos, como o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), a deputada federal reeleita Tabata Amaral (PSB) e o marido, João Campos (PSB), candidato derrotado ao governo de Pernambuco.
Estava presente também Gilberto Kassab (PSD), candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado (PSD), terceiro colocado na disputa presidencial no primeiro turno.
Integrantes da cúpula do governo do presidente Lula (PT) compareceram à missa solene nesta segunda após a santa padroeira ter se tornado tema de embate político nas eleições presidenciais.
A polêmica ocorreu após o candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, ter prometido que um de seus primeiros atos, se eleito, será “decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo”. Ele não explicou o que isso implicaria para um Estado laico.
Procurada pela Folha em meio à discussão religiosa que ocupou o debate eleitoral às vésperas do primeiro turno, a campanha do senador afirmou que a ação seria apenas “simbólica”.
A declaração foi o pontapé inicial para a disseminação do boato de que Flávio iria destituir Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil.
O filho de Jair Bolsonaro (PL) acusou, sem provas, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) de colaborar com o PT para espalhar a informação falsa. Em nota, a instituição negou a acusação. “A mentira não se combate com outra mentira”, dizia o texto.
Antes da missa solene nesta segunda, o irmão Alan Patrick disse que Nossa Senhora é padroeira do Brasil “ontem, hoje e sempre”. (Mariana Zylberkan/FOLHAPRESS)
The post Alckmin participa de missa em Aparecida após polêmica eleitoral appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.