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9/11 Truth Investigators Expose Howard Lutnick’s World Trade Center Story as a ‘Bare-Faced Lie’

11 September 2026 at 22:09

New research has demolished Commerce Secretary Howard Lutnick’s account of why he survived 9/11, uncovering evidence that the story he told the nation about missing work at the World Trade Center that morning was a [...]

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Agentes da Polícia Municipal de Lagos detêm toxicodependente por resistência e coação, após insultos e apedrejamento no centro da cidade

11 September 2026 at 21:42

É consumidor de “drogas duras” e “ficou incomodado com a presença das autoridades, as quais mantém vigilância no local”, contou, ao ‘Litoralgarve’, uma testemunha. O caso ocorreu nesta sexta-feira, dia 11 de Setembro, na Praça Luís de Camões, em Lagos.

De acordo com o relato de uma testemunha ao ‘Litoralgarve’, um homem, consumidor de “drogas
pesadas” e que se encontrava, nesta sexta-feira, dia 11 de Setembro, na Praça Luís de Camões, no
centro da cidade de Lagos, “ficou incomodado com a presença das autoridades, as quais mantém
vigilância no local”. Tal sucede na sequência das recentes publicações que mostram indivíduos a
defecarem, conflitos com armas brancas, alcoolizados e mesmo a terem relações sexuais no
monumento em homenagem aos antigos combatentes.

Chamou “filhos da puta” e arremessou várias pedras aos agentes da Polícia Municipal de
Lagos depois de chamar “filhos da puta” aos dois agentes da Polícia Municipal de Lagos, o homem
arremessou-lhes várias pedras, acabando por ser detido. Até ao momento, não se sabe quais as
medidas de coação a que ficará sujeito.

(Em actualização)

Sydney Pastors Face Kill Threats at Home A Year After Charlie Kirk’s Murder

11 September 2026 at 21:40

LGBTQ+ activists allegedly attacked Echo church pastors at their home last Thursday.

Lead pastor Andrew Sedra said in an X post that the alleged assault occurred after their “address was leaked online.

“Four left-wing activists, including two hooded individuals, came to our home,” he recounted.

“They threatened to kill us and destroy us; they cut the electricity and attempted to break in.”

The activists, he said, “knew our whole family by name, including our newborn baby, mentioning him continuously.”

Their threats included, “I will f**ing kill you. I will take you mother-f***ers down. I know where you live, and I’ll be at your doorstep every night”

Police told the Daily Declaration’s Kurt Mahlburg they were called “to a disturbance at a Cobbitty property on Thursday 3 September and issued move-on directions to three people.”

Consequently, “a 39-year-old woman was arrested after allegedly failing to comply with the direction and was taken to Narellan Police Station, before later being admitted to hospital for an assessment.”

The apparent statement said, “Occupants were spoken to by police and provided with advice on home security.”

In an update, Mahlburg quoted police stating that “detectives were reviewing CCTV footage from the property.”

Talking about the incident again, Sedra pointed out that the incident joins a string of “constant threats, death threats” they’d received in the past year.

A separate 10 September statement from Sedra, which was published on X, linked to a GiveSendGo (GSG) page asking for people to help “the family move to a safe home.”

“After more than a year of constant death threats from the LGBTQ leftists and violent Islamists, some of the people threatening our family now know where we live,” Sedra wrote.

According to the GiveSendGo page, police allegedly told them that “their hands were tied.’ The family were then advised to take their safety into their own hands.”

Their only option, Sedra said, was to “move homes as soon as possible.”

“We have never personally asked for help, but this time we need your help,” he explained.

Their reasons for reaching out through GiveSendGo are to “cover the cost of this urgent move.”

Refusing to move out quietly, Sedra reaffirmed his commitment to speak brazenly about the state of the world.

Such as his 27 April 2023 post critiquing the “secular state of Sydney.”

“We will continue to preach the truth of the Bible with courage and boldness.

“We will continue fighting for the faith against violent Islam and woke ideologies, and we will continue fighting for freedom and liberty in America, Australia and throughout the Christian West!”

As of 11 September, the Sedras’ “preventative measure” fundraiser has raised support from over 3,000 people, with 2,860 of those giving a whopping AUD $262,176 of a $300,000 goal.

According to the GSG page, “The reality presented to the Sedras was clear: there is only so much police can do to prevent someone from returning to our home and stopping future attacks.”

They were allegedly told that “Police can take ‘reactive measures, not preventative measures’”.

Sedra’s concerns are seemingly justified. He’s vocal about the erosion of rights at the hands of the LGBTQ+ and Islamist movements.

He has also been platformed by the late Charlie Kirk and TPUSA.

Born in Egypt, the Sedras “came to Australia as religious refugees because their dad was converting Muslims to Christians.”

The family, he told Marco Garcia last year, escaped through Thailand and eventually found their way to Australia in 2007.

New Bill Grants Jews ‘Protected’ Race Status—While Rest of America Faces Hate Speech Crackdowns

11 September 2026 at 21:34

A sweeping new bill racing through the California legislature could grant Jewish people special legal protection as a racial and ethnic class—a move that will create a two-tiered justice system, silence free speech, and open [...]

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Como Vorcaro usou a imprensa para sua rota de fuga frustrada pela PF

11 September 2026 at 19:30

As relações de Daniel Vorcaro com jornalistas tiveram papel importante no seu plano de fuga no dia 17 de novembro do ano passado, frustrado pela Polícia Federal (PF) no aeroporto de Guarulhos quando ele se preparava para embarcar em um jato particular para os Emirados Árabes. É o que se percebe ao analisar a cronologia do dia da prisão, à luz de um documento da PF, liberado pelo ministro André Mendonça por determinação do ministro Edson Fachin.

No dia 17 de novembro de 2025, às 7h41, minutos depois de falar com seu então advogado, Walfrido Warde, ele conversou com o jornalista Diego Escosteguy, do site O Bastidor, sobre uma reportagem com informações que ele mesmo teria repassado ao jornalista, segundo os investigadores. Às 11h, recebe de volta o link da matéria publicada e o envia para Warde.

Daniel Vorcaro, do Banco Master, em depoimento à Polícia Federal
Daniel Vorcaro, do Banco Master, em depoimento à Polícia Federal

A reportagem de Escosteguy menciona um inquérito policial sigiloso contra o Master que corre na 10ª Vara Federal do Distrito Federal (DF), do qual Vorcaro já tinha conhecimento, inclusive do nome do juiz que o presidia, como revelam anotações anteriores no bloco de notas no celular do banqueiro preso. 

Como as informações foram obtidas de forma ilegal ou de informantes que não poderiam aparecer, Vorcaro não tinha como entrar com pedidos na Justiça. Mas, de posse da reportagem, como se fosse a partir dela que tivesse sido informado sobre o inquérito, o advogado de Vorcaro ajuiza uma petição na 10ª Vara, pedindo o conteúdo da investigação e citando como fonte a reportagem publicada pelo O Bastidor. 

No início da tarde daquele mesmo dia, às 13h35, Vorcaro recebe um link de Belline Santana, então chefe do Departamento de Supervisão do Banco Central, para participar de uma reunião articulada por ele e por seu chefe adjunto, Paulo Sérgio Neves de Souza, com o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Desde as 6h34 da manhã, Vorcaro estava em contato com Belline e Paulo Sérgio, que atuaram diversas vezes como seus conselheiros, para driblar os mecanismos de controle e fiscalização.

A reunião termina às 14h10 e depois de rumores que circularam durante a tarde, Vorcaro anunciou às 17h24 que o banco Master teria sido comprado por um consórcio liderado pela Fictor Holding, com um aporte financeiro imediato de R$ 3 bilhões. O consórcio incluiria investidores dos Emirados Árabes e, por isso, ele iria a Dubai para concluir o negócio. Nenhuma comunicação formal da transação havia sido feita ao Banco Central, embora a transação também tivesse sido comunicada por Rafael Góis, um dos sócios da Fictor.

A Fictor não tinha lastro para realizar a operação, tanto é que, três meses depois, entrou com pedido de recuperação judicial, declarando dívidas de R$ 4,3 bilhões, e o próprio Góis é hoje acusado de fraudes bancárias. Mas a notícia, amplamente divulgada, serviria de “cortina de fumaça” para Vorcaro voar para um país sem acordo de extradição judicial com o Brasil e escapar da prisão, se não tivesse sido flagrado no aeroporto pela PF por volta das 22 horas. No dia seguinte, o Banco Central deu início à liquidação do Master. 

O uso da imprensa por Vorcaro se deu principalmente pela dificuldade de checar os acontecimentos na velocidade que o mercado exige — e talvez pela confiança excessiva na fonte; Vorcaro tinha contato com vários jornalistas. No caso de Escosteguy, dono de um pequeno veículo, a PF suspeita que ele tenha participado voluntariamente da trama, já que encontrou uma planilha com o pagamento de R$ 2 milhões em nome do jornalista. A notícia foi publicada pela primeira vez na coluna de Malu Gaspar, em março de 2026, e, desde então, o jornalista nega as acusações. 

Desde 2024, circulavam rumores no mercado sobre a inconsistência dos papéis do Master e, em fevereiro de 2025, o Banco Central já havia barrado a compra do banco pelo Banco de Brasília. Uma situação que exigia cautela, mas que, pelo jeito, foi menor do que o contexto e o personagem exigiam. 

O jornalismo só ganha com o acesso público a informações relevantes para o país; vazamentos e fontes serão quase sempre direcionados ou interessados em divulgar informações. Embora a ação de Fachin, pedindo a Mendonça a retirar do sigilo de parte dos documentos, seja um avanço, para passar a crise do STF a limpo, o ideal seria liberar logo e integralmente tudo o que não prejudicar as investigações sobre os três inquéritos com impacto eleitoral: além do Master, os relacionados aos casos “Lulinha” e Dark Horse. 

11 de setembro: como o revide dos EUA moldou o mundo

11 September 2026 at 18:38

Compra de votos, chantagem, criação de dossiê e até a morte. 25 anos depois dos ataques contra os EUA por parte de terroristas, a constatação de observadores internacionais é de que não foram apenas as Torres Gêmeas que desabaram. Naquele dia 11 de setembro de 2001, ainda que ninguém ousasse saber o destino do mundo, inaugurou-se um novo período de ingerência dos EUA na diplomacia internacional.

Atacado em seu próprio território, o governo norte-americano se deu o direito de invadir, destituir, sequestrar e desmontar qualquer instituição que pudesse significar uma ameaça aos seus interesses. 

Gestos que até hoje ecoam pelo mundo e que transformaram para sempre regiões inteiras do planeta e abalaram a soberania de países. 

A década de 1990 havia sido de esperança. A ONU voltava a funcionar e o Conselho de Segurança era convocado a agir, finalmente. Mas o que parecia ser a exuberância do sistema multilateral escondia, na realidade, um fervor por parte dos EUA de manter um mundo à sua imagem e semelhança. E com a Casa Branca como o polo da hegemonia global. 

Mas bastou um teste para que a máscara da cooperação internacional fosse retirada. Os EUA nunca estiveram dispostos a dividir o poder e, machucado em seu orgulho a partir de 2001, iniciaram uma ofensiva para fazer valer sua visão de mundo e suas ambições.

O Iraque passou a entrar no radar e, com ele, o argumento espúrio das armas químicas. Derrubar o ditador Saddam Hussein era uma questão de honra, e de petróleo. Mas o argumento era frágil e logo uma das agências internacionais – a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) – alertou que poderia fazer a vistoria da suposta existência dessas armas.

Washington não gostou nada da ideia. Afinal, se houvesse um caminho diplomático, o principal argumento para a guerra estaria enterrado. George W. Bush decidiu que era hora de calar a Opaq e seu diretor, o brasileiro José Maurício Bustani. 

Lembro-me de desembarcar em Haia em abril de 2002, sede da entidade, e encontrar uma instituição no epicentro de um conflito de enormes proporções. 

Bustani, que estava no comando da Opaq desde 1997 e tinha sido reeleito por unanimidade, insistia que sua instituição tinha informações de que as armas químicas do Iraque haviam sido destruídas após a Guerra do Golfo de 1991. Além disso, a entidade dizia que o Iraque “não tinha capacidade” para repor os estoques graças às sanções sob as quais tinha sido submetido por uma década.

Ele precisaria cair e mensagens chegaram até o brasileiro, sugerindo que ele deixasse o cargo, sem alarde. Seria hipocritamente aplaudido se renunciasse. Ele não aceitou. John Bolton, que comandava parte do esforço diplomático de Bush e que tinha em sua mesa uma granada, orquestrou, assim, uma campanha contra o brasileiro. Seu argumento para derrubá-lo: “má-gestão”. 

José Maurício Bustani foi chefe e diretor geral do Departamento de Organismos Internacionais do Ministério das Relações Exteriores nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso
José Maurício Bustani foi chefe e diretor geral do Departamento de Organismos Internacionais do Ministério das Relações Exteriores nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso

Em sua sala em Haia, atrás de um quadro, foi descoberto um sistema de escutas. Bustani sabia que seu destino estaria vinculado com uma guerra muito mais ampla que sua dimensão como diplomata. 

No dia 21 de abril de 2002, a pedido dos EUA, foi realizada uma reunião especial da Opaq para votar seu afastamento. Nas semanas anteriores ao encontro, países que estavam com sua anuidade atrasada na instituição fizeram os pagamentos para poder ter direito ao voto. Alguns chegaram com dinheiro vivo, despertando a desconfiança de que a Casa Branca estaria pagando pelos votos. 

Ao final de um rápido encontro, 48 países se manifestaram a favor de seu afastamento, com sete contra e 43 abstenções. Anos depois, nos tribunais da OIT, Bustani seria recompensado por uma decisão que determinou que seu afastamento havia ocorrido sem justificativa. Mas, para os EUA, isso pouco importava. A estátua de Saddam já estava derrubada e o sequestro de um organismo internacional era realidade. 

EUA agiram para Vieira de Mello ir para Iraque e em investigação contra Kofi Annan

Não demorou para que um segundo abalo transformasse a ONU. Preocupada com o destino do Oriente Médio depois da queda de Bagdá, a entidade aceitou o papel de reconstruir o Iraque. Bush tinha chamado ao Salão Oval o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, uma espécie de bombeiro das Nações Unidas para as crises mais impossíveis. 

A Casa Branca o queria no comando do escritório da entidade no Iraque, inclusive para dar legitimidade à nova etapa. Tanto o diplomata brasileiro quanto o secretário-geral Kofi Annan hesitaram em assumir o papel. Mas, sob pressão do maior doador do sistema internacional, cederam. 

O brasileiro seria, então, enviado ao front em 2003, como representante oficial do Secretário-geral das Nações Unidas no Iraque. Mas insistia que não via a ONU como parte das “potências ocupantes”. Numa entrevista concedida a este repórter no dia 17 de agosto daquele ano, Vieira de Mello afirmava que não estava com medo e que a instituição era vista como uma aliada dos iraquianos. Criticou os EUA e admitiu que a população local estava sendo humilhada. “Imagine como nós, brasileiros, nos sentiríamos com tanques estrangeiros em Copacabana”, disse.  

Dois dias depois, em 19 de agosto de 2003, uma bomba colocada num caminhão no muro do escritório da ONU em Bagdá tiraria a vida do brasileiro e de mais 20 pessoas. 

Sob os escombros estava o fim de uma utopia.

Militares dos EUA posicionam bandeira da ONU sobre o caixão de Sergio Vieira de Mello, vítima de atentado em Bagdá
Militares dos EUA posicionam bandeira da ONU sobre o caixão de Sergio Vieira de Mello, vítima de atentado em Bagdá

O alvo não era mais apenas os EUA, mas todos aqueles que pudessem ser vistos como cúmplices. A ONU vivia o fim de sua era da inocência com uma explosão que ainda reverbera pelos corredores da entidade. 

Ao não conseguir evitar a guerra no Iraque e diante da morte de seus funcionários e de um de seus melhores amigos, Annan declarou em setembro de 2004 que a ofensiva norte-americana era “ilegal”.

O comentário foi considerado como uma afronta em Washington e, imediatamente, a Casa Branca iniciou um processo para também silenciar o chefe das Nações Unidas. Para isso, retirou das gavetas da CIA um dossiê que revelava corrupção em programas da ONU e que envolvia até mesmo o filho de Annan. Paralisado, o secretário-geral apenas teve de assistir o desmonte do direito internacional e a marginalização de sua própria instituição. 

Annan ficou tão abalado pela crise que mergulhou em uma depressão. Ficou sem voz, literalmente. Começou a faltar a reuniões importantes e deu fortes sinais de que pretendia abandonar o cargo de maior liderança da diplomacia mundial. Afônico por motivos emocionais, um dos poucos homens que poderia frear o desmonte das leis internacionais havia sido silenciado. 

A crise de credibilidade que a ONU enfrenta hoje é a mais séria em seus mais de 80 anos. Mas foi, a partir de 11 de setembro de 2001 que começou a ruir o sonho de um organismo internacional capaz de manter a paz no mundo.  

The Shift: 25 years after 9/11, our country is still dominated by the “War on Terror”

11 September 2026 at 20:34
President George W. Bush addresses the nation from the White House following the terrorist attacks on the World Trade Center and the Pentagon. Photo by Greg Mathieson/Mai/Getty Images

This story originally appeared in Mondoweiss on Sep. 11, 2026. It is shared here with permission.

This week marks the 25th anniversary of the 9/11 attacks.

The United States has experienced much political and social upheaval since then, but the subsequent “War on Terror” paved the way for our current moment, and there are booming echoes of the era all around us.

Once again, the United States is waging a disastrous war in the Middle East with no discernible end in sight. Islamophobic rallies targeting NYC Mayor Zohran Mamdani conjure up memories of the “Ground Zero Mosque” controversy. The government designates activist and advocacy organizations as terrorists. The Guantánamo Bay detention camp remains open. In fact, a legal immigrant was just sent there.

CBS reveals that the Taliban seized roughly $7 billion worth of American-purchased military hardware after the United States officially lost that war 5 years ago.

“Taliban fighters patrol in armored vehicles once supplied to Afghan forces, wearing American tactical gear and carrying American weapons,” reads the report. “CBS News saw one Humvee in the Afghan capital still adorned with a faded Green Bay Packers decal — a remnant from its past operators.”

The small number of Americans who opposed that war were either dismissed or attacked. So too were those who warned that the Bush administration’s overreach would result in disaster.

“The civil libertarians were mostly ignored, and as one new threat followed another — Iraq, ISIS, ‘lone wolves’ — the president’s reach continued to grow. Across the Bush and Obama administrations, the commander in chief was given, or simply took, new powers to prosecute, shut down and seize the assets of alleged terrorist groups and their supporters,” writes Radley Balko in the New York Times. “With the arrival of armed drones, the president assumed the right to remotely assassinate anyone, anywhere outside U.S. borders, at any time, including American citizens.”

“If the ratcheting diminishment of our liberties came slowly and sometimes without much outcry under Presidents Bush, Obama and Joe Biden, the consequences of all those years of expanded presidential power are plainly visible now,” he continues. “Mr. Trump is using every authority we have given the president since Sept. 11, 2001, and some we haven’t, in ways the civil libertarians had tried to warn us about at the start.”

One of the major differences between the current war on Iran and Bush’s war on Iraq is that a sizable chunk of the population fell for the administration’s lies back then. The polling shows that’s not the case this time around, and, despite information from the region being consistently repressed, there seems to be a growing understanding that the United States military is losing quite badly.

They say Americans don’t vote based on foreign policy, but that isn’t exactly true. Many people voted for Obama over Hillary Clinton in the 2008 primary because he opposed the Iraq War. People voted for Trump because he claimed he wouldn’t launch any new wars. It’s quite obvious that Kamala Harris’s connection to Israel’s genocide hurt her at the polls.

Whether or not this typically translates into policy shifts is a separate debate.

Obama’s election effectively killed the domestic antiwar movement, and he launched the largest assassination campaign in world history. Trump’s rhetoric predictably turned out to be nonsense. The Democratic Party’s establishment certainly didn’t rethink its Israel policy as a result of the Harris loss.

This is all to say that the war in Iran, which the administration now says might last through 2029, could help propel the Democrats back into power during the midterms, but will that actually result in a foreign policy reset?

In recent weeks, Democratic leaders and presidential hopefuls have directed their anger toward Twitch streamer Hasan Piker, hoping to quash the party’s left flank before the 2028 nomination process. For them, it’s an existential battle that transcends the question of which party may or may not control Congress at any given time and there’s no broader discussion about reversing our current course beyond removing Trump from office.

Michigan’s Democratic Senate nominee, Abdul El-Sayed, was recently attacked for an old 9/11 tweet in which he expressed sympathy for those who died on that day and those who were killed in the wars after.

“Today, I mourn the 3K lives, 6K injuries, & infrastructural devastation in NYC, perpetrated ignorantly in the name of my faith,” it read. “Tomorrow, I’ll mourn ~1M lives, millions of injuries, & infrastructural devastation in 3 countries, perpetrated ignorantly in the name of my country.”

According to Brown University’s Costs of War project, an additional 3.6-3.8 million people have died indirectly in post-9/11 war zones, which brings the overall death toll to at least 4.5-4.7 million and counting.

25 years after 9/11, the American Empire is undoubtedly in decline, but its demise seemingly remains far off, and we’ve yet to collectively reckon with its ongoing crimes.

?PUTIN: VIA IL MILIARDO D’ORO | TG 11.9.26

11 September 2026 at 20:57

– New Delhi, i BRICS senza il miliardo d’oro di Margherita Furlan
– Ucraina, la soluzione passa da Pechino? di Gionata Chatillard
– Mosca accusa, Londra prende tempo di Jeff Hoffman
– Mosca punta Vilnius, Bruxelles paga Washington di Jeff Hoffman
– Ucraina, Radev e Georgescu mettono in guardia dall’escalation di Ivan Bodyan
– Google trova l’atomo in Finlandia di Jeff Hoffman
– Italia a bordo del “Corridoio Luzon” di Ivan Bodyan
– Due stretti chiusi, il pieno a carico nostro di Jeff Hoffman
– Iran, sanzioni fantasma al Palazzo di Vetro di Jeff Hoffman
– Droni sottomarini nordcoreani per l’Iran di Ivan Bodyan
– Siria, le navi russe tornano a Tartus di Ivan Bodyan
– Lombardia, aria inquinata e capro espiatorio di Jeff Hoffman
– Buon giro intorno al Sole

A cura di Margherita Furlan Con la collaborazione di Gionata Chatillard e Jeff Hoffman Editing di Mario Ferdinandi

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La Compagnia della Buona Morte

11 September 2026 at 20:51

 

 

Roberto Pecchioli
La Compagnia della Buona Morte era una confraternita il cui scopo era garantire a tutti
una degna sepoltura ed assistere spiritualmente e materialmente i morenti. I membri
indossavano sai e cappucci per sottolineare che la morte azzera le differenze tra nobili e
umili, ricchi e poveri. Erano tempi in cui si pensava che la vita appartenesse a Dio e che nel
trapasso di dovesse esprimere il destino trascendente della creatura umana. Brutti tempi:
superstizione , false credenze, illusioni alimentate dalla religione alleata con il potere. Oggi
è molto meglio: la Compagnia della Buona Morte resiste in forme diverse. Si chiama
eutanasia, disprezzo e indifferenza per la vita. Ai suoi massimi banditori come Emma
Bonino sono riconosciuti funerali di Stato. Solidarietà necrofila: aborto non come
possibilità in casi specifici, ma diritto universale; morte di Stato; infanticidio in via di
sdoganamento in alcune legislazioni; tendenza a giustificare l’omicidio dei figli, se
commesso da madri in crisi. Il processo a Lindsay Clancy, l’americana che ha ammazzato i
suoi tre bambini, si è concluso senza un verdetto.
La sepoltura cade in disuso: l’homo sapiens odia talmente se stesso da distruggere il corpo
defunto. Chi opta per disperdere le ceneri, chi preferisce diventare compostaggio, chi
conserva i resti in un’urna sul comò. La morte viene nascosta nel gelido scenario di
ospedali, amministrata igienicamente in camice bianco da personale specializzato,
somministrata come liberazione da vite “non degne di essere vissute “. La pratica
dell’eutanasia – buona morte, dal greco- è vista come atto supremo di civilizzazione
dell’animale sapiente che annulla se stesso. Il consenso è ampiamente maggioritario, come
sull’aborto e sulla disponibilità del corpo morente a diventare un magazzino di pezzi da
asportare. Nell’era del materialismo compiuto che non rispetta alcunché se può servire al
mercato misura di tutte le cose, l’essere umano vale meno del maiale, di cui non si butta via
niente.
Abolito il concetto di anima, su cui tace anche la chiesa, resta l’ingombro del corpo, il
fastidio della malattia, della vecchiaia, del declino mentale. Oplà, la soluzione è pronta,
civilissima, igienica, altruistica. La Compagnia della Buona Morte ci fa morire a richiesta,
previa compilazione di un modulo scaricabile online . Con sprezzo della realtà- grande
assente nel manicomio occidente- la corte costituzionale ha stabilito che non si può
accedere al suicidio assistito ( l’officina della neolingua è sempre attiva) se non si è
considerati dagli “esperti” convocati alla bisogna, la necro burocrazia, capaci di intendere e
volere. Come se la condizione di chi rifiuta la vita fosse uguale a quella di chi è sano e felice.
Il sistema ha avvelenato tutti i pozzi e la grande maggioranza è convinta che aborto e
eutanasia siano avanzamenti di civiltà. I temi sono troppo profondi e delicati, attengono
alle fibre più drammatiche e alle angosce più profonde per essere trattati con negazioni
assolute o applausi scroscianti. E’ proprio la semplificazione, la convinzione che l’esistenza
valga solo a determinate condizioni e addirittura si abbia il diritto a decidere anche sugli
altri – i non nati, i malati gravi, gli invalidi- a sconcertare chi ancora si interroga sui
fondamenti dell’esistenza. Nessuno stupore se avanza la sottocultura della morte
amministrata, scelta, talora perfino pretesa come atto supremo di potere su se stessi. La
Compagnia della Buona Morte ha prima cambiato il senso della vita e le priorità dei sudditi

chiamati cittadini, poi ha sferrato l’attacco. Il sistema dominante possiede le tecnologie, ha
scoperto molte leggi della natura e della fisica. Gran parte dell’umanità è un ingombro,
fastidioso bestiame dotato di cervello, parola, diritti. Non più quelli naturali alla vita e alla
dignità, ma quelli inventati dal sistema.
Dopo aver convinto che avere figli è un fastidio, una responsabilità insopportabile, un peso
per la libertà, la realizzazione individuale, il piacere e il consumo, è stato facile chiamare
diritto sopprimere chi non potrà nascere. Il feto viene smaltito come rifiuto organico
oppure utilizzato in alcune lavorazioni industriali. L’homo oeconomicus non butta via ciò
che può essere venduto all’ homo consumens. Si comincia a giustificare addirittura la
soppressione del figlio, se la madre vive il disagio post parto, molto diffuso nelle società
individualiste in cui non esiste più famiglia o comunità che condivide, allevia, accoglie il
nuovo nato. Diventati adulti, entriamo trionfanti nel girone del consumo e delle
dipendenze. Inevitabilmente, arrivano delusioni, tragedie esistenziali, malattie, sconfitte.
La terapia è il suicidio. Puoi sparire da solo – quattromila suicidi all’anno in Italia- o con la
fattiva collaborazione delle istituzioni e dei suoi agenti, il boia collettivo. Il sistema
prospetta la “buona” morte come soluzione. A una giovane canadese paraplegica è stato
proposto il suicidio come alternativa alla costosa rimozione delle barriere architettoniche.
Tutte le campagne eutanasiche sono state finanziate dal potere economico. Siamo un costo,
un fardello insostenibile: meglio convincere a togliersi definitivamente dai piedi.
Incredibile è chi ci riesca: ben scavato, vecchia talpa. Così esclamò Amleto salutando il
fantasma del padre che aveva rivelato gli inganni della corte; così ripeté Marx descrivendo
il cammino sotterraneo della rivoluzione.
La cultura del consumo, dell’attimo da cogliere a ogni costo ed esaurire nel nonsenso
quando non siamo più giovani, performanti, sani, ha per conseguenza il disprezzo della
vita. Diventati fragili o malati, meglio levare il disturbo. Disturbiamo il bilancio pubblico, il
profitto del sistema assicurativo e sanitario, sconvolgiamo la vita di chi ci circonda, quando
c’è. Dietro le luci abbaglianti del gran teatro si ammassano i detriti di una civiltà che non
vuole saperne di rinunciare allo spettacolo. Chi non può o non vuole partecipare, si
accomodi all’uscita. Nelle società benestanti abbiamo conquistato il diritto di morire; in
quelle povere la preoccupazione è la sopravvivenza. Si chiama progresso. Si aggira in
Occidente lo spettro di un benessere indolore, di una società senza sofferenza, di una vita
senza agonia. Le élite dominanti non saranno sostituite, i proprietari dei mezzi di
produzione non cambieranno, i conflitti non cesseranno, ma il nuovo capitalismo,
autodefinito inclusivo e sostenibile, fornirà i mezzi per evitare disperazione, dolore,
afflizione, a chi è stato persuaso di non valere e non essere nulla, se non massa biologica da
sostenere con sostanze chimiche per vivere senza lamentarsi e per morire senza protestare.
In qualche paese sopprimono anche i bambini: dicono che lo hanno scelto loro, all’età in
cui non si è ancora elaborato bene e male, vita e morte. Se non hai un futuro, se non sei
utile a lungo termine o il dolore è troppo grande, c’è la soluzione che tutto azzera. Se la
chimica che dà la vita non basta più, abbiamo a disposizione la chimica letale. Se nessuno
può garantire una vita dignitosa -la promessa dello Stato sociale- possiamo però avere la
morte amministrata senza rimorso a norma di legge, previo verbale delle operazioni svolte.

Malati e disabili, depressi ed emarginati, giovani senza futuro e anziani decrepiti, poveri e
disoccupati: se lo Stato non si cura di loro e il Mercato li ignora per scarso potere
d'acquisto, basterà una semplice iniezione per smettere di soffrire, piangere e lottare
quando il corpo si deteriora, la mente si affievolisce e non si è utili per lavorare,
consumare, rivendicare “diritti”. La buona morte sarà inclusiva: potremo richiederla per
esercitare il diritto a non disturbare, a non essere un peso, a non soffrire. È a disposizione
qualcosa di più sofisticato del soma, la droga euforizzante del Mondo Nuovo di Aldous
Huxley; dobbiamo approfittarne. Contribuiremo a salvare il pianeta sfoltendo l’umanità
eccedente, sgradite alle élite divenute progressiste. Avere figli è inutile, il tempo delle
rivoluzioni è passato. Senza la coscienza di essere schiavi fungibili, sopportiamo senza
reagire. Ai sopravvissuti continuerà a essere detto che le innumerevoli dipendenze fornite
dal sistema, nonostante gli effetti indesiderati, rappresentano la salvezza dal buio passato e
la promessa di libertà del futuro. Ci hanno convinti che ognuno è dio di se stesso; uccidere
per “compassione” sarà legale, un diritto inalienabile in continua evoluzione. Prima per
coloro che non hanno speranza, poi per i fragili, infine per tutti gli altri. O una vita
funzionale o la morte di Stato. Se il consumismo non permette più di sfuggire ai problemi,
se ti stanchi di usare e buttare via cose e relazioni, se le dipendenze mostrano il loro vero
volto, se nessuno ti sostiene quando il corpo cede e la mente vacilla, una semplice,
economica iniezione ti fornirà la perfetta soluzione.
Il materialismo adempirà la sua profezia: non saremo uguali nella vita, ma nella morte.
Selezione naturale. L'eugenetica, in versione democratica e umanitaria, ha spianato la
strada. Con i diritti civili di nuova generazione il darwinismo sociale raggiungerà livelli
senza precedenti: colpirà malati depressi, bambini depressi, anziani depressi. L’eutanasia è
applicata in modo discreto e rapido: nessuno ascolterà l’ultimo sospiro. Nessuno deve
soffrire, nessuno può dettare le nostre scelte, nessuno deve dirci come lasciare questo
mondo; possono toglierci i mezzi di produzione, ma non quelli di distruzione. La morte
assistita è un tuo diritto e devi esigerlo: un servizio pubblico gratuito erogato senza
indugio. Non ci saranno classi sociali nell'eutanasia. Smetteremo di essere imperfetti in un
mondo che vende la perfezione, disfunzionali in un meccanismo funzionale, sconfiggeremo
il dolore con l’ analgesico definitivo. Che bellezza morire per sfuggire la sofferenza che non
riusciamo a sopportare.
Il cinema, controllato dall’oligarchia dominante che sparge il seme dei nuovi valori,
anticipa i tempi . Nel film I figli degli uomini (2006) si parla di Quietus, la pillola per il
suicidio, commercializzata legalmente, sponsorizzata dallo Stato e pubblicizzata in TV.
Non finiremo all'inferno. Nessun Dio può giudicarci per una scelta sovrana. È la “mia” fine,
nient’altro, di un qualsiasi prodotto con data di scadenza legalmente definita o
obsolescenza programmata. Marx insegnava che l'uomo è l'essere supremo per l'uomo. Lo
hanno preso in parola seguaci e avversari. Non siamo liberi nell’esistenza, però possiamo
decidere quando fare l'iniezione letale, anzi liberatrice. Di fronte al declino della vita,
legalmente saremo eguali: chiunque, sena dolore, potrà essere trasformato in polvere. La
Compagnia della Buona Morte comanda di sparire “con dignità”. Niente cure palliative,
affetto, assistenza spirituale. Nell’obitorio progressista siamo semplici prodotti. Scarti,
falliti, sofferenti, non aspiriamo a vivere meglio dei vostri genitori, ma a morire meglio

L'articolo La Compagnia della Buona Morte proviene da Blondet & Friends.

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