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George Soros elege 7 deputadas trans pelo Brasil

By: A A
11 October 2026 at 16:05

Sete trans eleitas no Brasil com financiamento indireto de George Soros via ANTRA, ABGLT e Washington Brazil Office. Política identitária artificial.

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Sete políticos autodenominados “mulheres trans” foram eleitos para cargos legislativos nas eleições gerais ocorridas no último domingo (04) no Brasil.

Erika Hilton (PSOL) e Duda Salabert (PSOL) foram reeleitas, enquanto Thabatta Pimenta (PSOL) estreará na Câmara Federal. Por sua vez, nos estados foram reeleitas Linda Brasil (PSOL) em Sergipe e Dani Balbi (PCdoB) no Rio de Janeiro, enquanto Sofia Favero (PSOL) foi eleita pela primeira vez para a Assembleia Legislativa de São Paulo e Natasha Ferreira (PT) também estreará na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A principal pauta dessas candidaturas é o transativismo. É a típica política identitária: defender seus próprios interesses, interesses de um setor minúsculo da classe média, contra os interesses da maioria dos explorados e oprimidos. Os transativistas vêm se destacando no Brasil por sua oposição aos direitos básicos das mulheres e pela utilização do aparato repressivo do Estado (Judiciário e polícia) para perseguir os cidadãos comuns, geralmente trabalhadores humildes, tachados de “transfóbicos”.

Tal empreitada não é feita através de um trabalho de conscientização política, nem muito menos é fruto de esforços dos oprimidos que, organizados de forma independente, conseguem criar um movimento social contra os interesses dos poderosos. Não. É um movimento integralmente artificial e financiado pelos mais poderosos entre os poderosos.

As Open Society Foundations, do especulador financeiro multibilionário George Soros, admitem abertamentem há dez anos que “há muito tempo apoiam organizações trans e intersexo em todo o mundo”. Ainda em 2013, as OSF apresentavam seu ponto de vista sobre a transexualidade: “a identidade de gênero é o sentido interno de uma pessoa de ser um homem, uma mulher ou outro gênero.”

As OSF são a ponta de um guarda-chuva, pelo qual repassam fundos para organizações captadoras de forma hierárquica. Assim, a organização mãe originada da iniciativa de George Soros ainda na década de 1980 para derrubar a União Soviética e seus aliados consegue levar financiamento a um número incontável de ONGs.

No Brasil, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) recebe financiamento indireto das OSF. Estas repassaram 25,8 milhões de reais ao Fundo Brasil de Direitos Humanos entre 2016 e 2024. O Fundo Brasil, por sua vez, aportou 400 mil reais à ANTRA em 2024.

Além disso, Bruna Benevides, presidente da ANTRA, é integrante do conselho deliberativo da Conectas Direitos Humanos, ONG que é a maior receptora de fundos das OSF (34 milhões de reais até 2024).

Em relatório com mapeamento e lista de candidaturas para as eleições deste ano, a ANTRA assegura ter um “compromisso inegociável de eleger pessoas trans”. No total, foram 116 candidaturas registradas como “trans” pelo Brasil.

Após o resultado eleitoral, a organização comemorou a eleição das sete “mulheres trans” para cargos legislativos: “estávamos ansiosas por este resultado! Ampliamos nossas presenças com votações extremamente expressivas e demos uma bela resposta à transfobia!”

Quem também celebrou o resultado foi a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT): “as pessoas LGBTQIA+ ampliaram sua participação política e demonstraram, nas urnas, a força que construímos”, destacando a eleição de “mulheres trans” para a Câmara Federal. A publicação foi feita nas redes sociais, em parceria com a ANTRA e Bruna Benevides.

A ABGLT é afiliada ao Washington Brazil Office, entidade de lobby sediada na capital dos Estados Unidos e que recebeu 300 mil dólares de financiamento das Open Society Foundations em 2023. Ela também é parceira institucional da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), que recebeu R$ 4,3 milhões de financiamento das OSF entre 2016 e 2024.

A Abong também recebeu, no ano passado, R$ 1,5 milhão em recursos de emendas parlamentares de Erika Hilton, que é presidente da Frente Parlamentar Mista por Cidadania e Direitos LGBTI+ do Congresso Nacional. Esse montante era destinado a ações de “empoderamento e capacitação da comunidade LGBTQIA+”, “fortalecimento das paradas LGBTQIA+” e “advocacy e colaboração com a Frente Parlamentar LGBT+” da própria Hilton.

Hilton tem relações mais profundas com o guarda-chuva de George Soros. Um documentário biográfico de Hilton recebeu financiamento do William Greaves Research & Development Fund. Dirigido por Chica Andrade, que é um dos organizadores da Associação de Profissionais Audiovisuais Trans, o filme aparentemente ainda não foi concluído, ou ao menos ainda não foi lançado – embora a previsão de lançamento fosse para o início deste ano. O Fundo William Greaves contemplou o documentário em seu programa de financiamento de 2023-2024 com 25 mil dólares. O Fundo pertence à Firelight Media, uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova Iorque que tem entre seus apoiadores as Open Society Foundations.

Hilton também é profundamente relacionada com a ANTRA e com Bruna Benevides. Em 2024, a deputada indicou Benevides para receber a Medalha do Mérito Legislativo da Câmara Federal e deu apoio institucional ao Guia para Migrantes Trans nos EUA, elaborado pela ANTRA. Em 2025, a associação enviou à deputada uma proposta legislativa para alterar o Código Penal e aumentar as penas por crimes cometidos contra “mulheres trans”. Em setembro deste ano, a ANTRA apresentou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral pedindo apuração de “possíveis episódios de violência política de gênero” contra Hilton – Benevides foi quem apresentou publicamente a posição da entidade.

Duda Salabert também deu apoio institucional ao guia da ANTRA. Thabatta Pimenta participou, ao lado de Benevides, do XX Seminário LGBTQIA+ do Congresso Nacional em 2023, bem como do EleiTrans, encontro de transexuais famosos que se apresentam como lideranças que foi promovido pelo Projeto Pajubá e que contou com a colaboração da ANTRA, ABGLT e Abong.

Linda Brasil, por sua vez, participou de atividades institucionais da ANTRA. Em janeiro de 2025, por exemplo, esteve na cerimônia do acordo entre o Ministério das Mulheres e a ANTRA, ao lado de Benevides. A deputada estadual do PSOL foi uma das principais figuras políticas transexuais a participar da “Marsha Trans Brasil” deste ano, organizada pela ANTRA e pelo Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat).

Dani Balbi esteve junto com Linda na manifestação. Em 2023, Balbi apresentou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto concedendo a Benevides o Prêmio Cidadania, Direito e Respeito à Diversidade

Natasha Ferreira também participou do EleiTrans e da “Marsha Trans Brasil”.

El entorno económico alemán está en modo descendente y autodestructivo

By: A A
11 October 2026 at 15:00

Según revela Instituto Alemán de Economía (IW), durante la primera mitad de la década de 2020-2025, la economía germana creció un 0,2% anual y esa tasa se debió mayormente al gasto público, el cual, solamente en el segundo trimestre del 2026, fue superior a la media anual de 2019.

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Lo que significa que se diluye la “Alemania como motor económico europeo” de la que tanto se habló en el último medio siglo.

El empresariado invirtió muy poco en estos años y en el entorno productivo y de realce económico nacional ha caído drásticamente.

El mismo gobierno federal reconoció, a principios de este mes, que la situación de crecimiento es “precaria” y, en los círculos cerrados del empresariado escasean los vaticinios halagueños para el 2027 y 2028.

Creditreform informó que 1 de cada 3 empresas está muy endeudada y que las inversiones retrocedieron a su rango de 2013.

Durante el pasado mes de abril, más de 2 mil empresas quebraron, destacándose entre estas empresas las abocadas al transporte, la logística, la hotelería y la cervecería.

Klaus Wohlrabe, jefe de estudios del Instituto Ifo de Investigación Económica, declaró que todavía no se vislumbra una recuperación real para el mercado laboral y “Los despidos continúan en la industria manufacturera y el comercio”.

Por su parte, Rolf Bürkl, experto en consumo del NIM, dijo que “La mayoría de los hogares prevé que los altos precios de la energía reduzcan su poder adquisitivo” y, en consecuencia, “se muestran más escépticos sobre sus perspectivas de ingresos para los próximos doce meses”.

El agricultor e influencer, Hannes Kuhnwald («Landwirt aus MV»), pronosticó que se avecina una crisis en la agricultura ya que “Cada vez cierran más explotaciones. Y las pequeñas son las primeras en verse afectadas. Ahora, las grandes empresas se benefician de ello. Y muchas corporaciones también”, afirmando que las explotaciones pequeñas y medianas no pueden competir con las compañías grandes y que, por lo tanto, la clase política debería aplicar medidas sensatas para proteger de la pauperización, la quiebra y la exclusión económica a los pequeños y medianos productores agrícolas.

Dentro de la misma Alemania hay quienes se quejan de la forma en que llegan los fondos provenientes de la UE, pidiendo, como una de las soluciones más rápidas, que dichos fondos lleguen hacia abajo de una forma más equitativa.

Simultáneamente, se produce, en esta segunda mitad del 2026, un descenso pronunciado en las ventas del sector minorista, cuyos niveles son, según consignas las estadísticas más fiables, de mayor caída en los últimos cinco años.

Hay negocios de los más consolidados que, debido a la situación, están llegando al límite.

El Grupo Theo Müller -líder de la industria alimentaria- anunció, en esta semana, que cerrará dos de sus plantas más importantes con la consecuencia de cientos de empleados que serán despedidos.

Asimismo, en entorno de Volkswagen seguirá convulso en lo que resta de este año y en 2027.

Publicado originalmente por  Geopolítica rugiente

Hanning Case Triggers German Intelligence Review

11 October 2026 at 09:54
AI-generated images: One or more images accompanying this report were generated or substantially modified using artificial intelligence. They are illustrative and should not be understood as documentary photographs unless explicitly stated otherwise.Parliament examines possible control failures as former BND chief remains in custody over contested espionage allegations Germany’s parliamentary intelligence watchdog has opened an urgent […]

Il Melonellum, la Consulta e il grande circo del centrosinistra: quando la legge elettorale diventa una questione di sopravvivenza

By: A A
11 October 2026 at 10:30

L’approvazione definitiva della nuova legge elettorale, prontamente ribattezzata Melonellum, ha offerto al centrosinistra l’occasione per mettere in scena questo straordinario esercizio di equilibrismo: una mano alzata in difesa della democrazia, l’altra impegnata a sistemare le liste per il 2027.

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C’è un momento, nella vita politica italiana, in cui le grandi questioni della democrazia finiscono curiosamente per assomigliare alle piccole questioni della sopravvivenza parlamentare. È il momento in cui i partiti cominciano a parlare di rappresentanza, pluralismo, partecipazione e diritti costituzionali, mentre, sotto il tavolo, qualcuno conta i seggi, qualcun altro le firme e quasi tutti cercano di capire come assicurarsi un posto nella prossima legislatura. L’approvazione definitiva della nuova legge elettorale, prontamente ribattezzata Melonellum, ha offerto al centrosinistra l’occasione per mettere in scena questo straordinario esercizio di equilibrismo: una mano alzata in difesa della democrazia, l’altra impegnata a sistemare le liste per il 2027.

La prima reazione è stata quella di annunciare la prosecuzione della battaglia davanti alla Corte costituzionale. Il campo largo, sconfitto sul terreno parlamentare, intende trasferire il confronto su quello giurisdizionale, affidandosi a un arsenale di contestazioni che comprenderebbe la parità di genere, le sottoscrizioni necessarie per presentare le liste e il premio previsto per il Senato. La staffetta tra parlamentari e società civile, annunciata sul modello della mobilitazione contro la riforma della giustizia, dovrebbe garantire continuità alla protesta. Del resto, quando i numeri in Parlamento non sono sufficienti, resta sempre la possibilità di cercare una maggioranza altrove: nelle piazze, nei tribunali o, più precisamente, nelle pieghe della Costituzione.

Naturalmente, il ricorso alla Consulta è uno strumento pienamente legittimo in uno Stato di diritto. Una legge elettorale deve rispettare i principi costituzionali, e nessuna maggioranza parlamentare può considerarsi immune dal controllo dei giudici. Il problema, semmai, è la facilità con cui il confronto politico italiano scivola dalla discussione sulle regole alla speranza che siano le istituzioni di garanzia a risolvere ciò che i partiti non riescono a risolvere attraverso il consenso parlamentare. La Corte costituzionale non è un secondo Parlamento, né una commissione elettorale incaricata di correggere le strategie dei partiti. È chiamata a giudicare la legittimità delle norme, non a restituire ossigeno a chi non ha trovato i voti necessari per contrastarle.

Eppure, proprio mentre si denuncia la presunta natura antidemocratica della riforma, il centrosinistra si è immediatamente dedicato a una questione assai concreta: come consentire alle forze minori di partecipare alle prossime elezioni senza dover affrontare integralmente gli oneri previsti per la raccolta delle sottoscrizioni. Qui la difesa dei principi incontra la ragion pratica, e la retorica costituzionale comincia a fare i conti con la matematica elettorale.

Il caso più emblematico è quello del Movimento 5 Stelle, che ha promosso il passaggio del senatore Luigi Nave alla componente di Alleanza Verdi e Sinistra nel gruppo misto di Palazzo Madama. L’operazione, secondo la ricostruzione riportata, dovrebbe favorire la nascita di una nuova componente collegata al Nuovo PSI di Enzo Maraio e al Progetto civico Italia di Alessandro Onorato, permettendo alla futura lista centrista di beneficiare di una soglia di raccolta delle firme più favorevole: 1.500 anziché 6.000 per circoscrizione.

La spiegazione ufficiale è edificante: Nave rimarrebbe del Movimento 5 Stelle, pur cambiando collocazione parlamentare, e il suo sarebbe un gesto al servizio della democrazia e della partecipazione. Non una manovra di palazzo, assicurano, ma un’azione contro una legge definita liberticida e antidemocratica. È una distinzione che merita di essere accolta con attenzione, perché la politica italiana ci ha abituati a scoprire che le manovre di palazzo, quando vengono compiute dagli avversari, sono il segno della degenerazione istituzionale, mentre quando servono ai propri alleati diventano improvvisamente raffinati strumenti di ingegneria democratica.

Il punto, tuttavia, non è stabilire in astratto se agevolare le forze minori sia giusto o sbagliato. Un sistema elettorale dovrebbe effettivamente evitare che gli adempimenti burocratici diventino barriere sproporzionate all’accesso alla competizione politica. Il pluralismo non può essere un privilegio riservato a chi dispone di una macchina organizzativa imponente, di risorse economiche abbondanti e di una rete capillare di militanti. Ma se si ritiene che le soglie di sottoscrizione siano eccessive, la soluzione più lineare sarebbe discuterne apertamente e promuovere una modifica generale delle regole. Costruire invece una particolare architettura parlamentare per consentire a una determinata formazione di accedere a condizioni più vantaggiose solleva inevitabilmente una domanda: si sta correggendo un ostacolo alla partecipazione oppure si sta individuando una scorciatoia per un alleato?

La differenza non è secondaria. Nel primo caso si interviene su una regola nell’interesse generale; nel secondo si sfrutta la configurazione del Parlamento per ottenere un vantaggio specifico. Anche quando un’operazione risulta formalmente legittima, resta possibile interrogarsi sulla sua coerenza con la denuncia di una legge che si vorrebbe contestare proprio in nome della trasparenza e dell’uguaglianza politica.

Il Partito Democratico, dal canto suo, si è detto disponibile ad aiutare le formazioni più piccole che intendono contribuire alla costruzione di un’alleanza di centrosinistra. Una dichiarazione comprensibile, se considerata dal punto di vista della costruzione di una coalizione; meno sorprendente se si ricorda che ogni alleanza elettorale è anche un sistema di interessi reciproci. I partiti maggiori hanno bisogno di alleati, quelli minori di condizioni che rendano possibile la loro partecipazione, mentre i gruppi centristi cercano lo spazio necessario per trasformare il proprio peso politico in una presenza parlamentare. Tutti parlano di rafforzare il progetto comune. Nessuno, naturalmente, rinuncia a fare i propri conti.

Il campo largo assomiglia così a un condominio nel quale tutti invocano la ristrutturazione dell’edificio, ma ciascuno pretende di scegliere l’amministratore, decidere la ripartizione delle spese e assicurarsi il posto migliore sul terrazzo. La casa comune è evocata continuamente; la questione di chi debba abitarne il piano attico rimane, invece, irrisolta.

Ed eccoci al secondo atto della commedia: la scelta del candidato alla guida della coalizione. La nuova legge elettorale ha reso ancora più urgente il confronto sulle primarie, ma non ha certo prodotto una soluzione alle rivalità che attraversano l’opposizione. Giuseppe Conte vorrebbe arrivare rapidamente alla consultazione, dopo aver definito un programma unitario. Il Partito Democratico procede con maggiore cautela, anche in vista dell’assemblea del 18 ottobre, appuntamento delicato per Elly Schlein e per gli equilibri interni al partito. Alleanza Verdi e Sinistra, invece, guarda con diffidenza alle primarie e preferirebbe una figura terza capace di sintetizzare le diverse anime della coalizione. Nel frattempo, il nome di Silvia Salis circola nel dibattito, mentre lei stessa invita a non attribuirle dichiarazioni che non ha fatto.

La situazione è quasi didascalica: il centrosinistra vuole presentarsi agli elettori come un’alternativa unitaria, ma non ha ancora stabilito chi debba rappresentarla, con quale programma e attraverso quale meccanismo di selezione. La discussione sulle primarie, che in teoria dovrebbe servire a dare voce agli elettori, rischia così di diventare una trattativa preventiva tra apparati, nella quale il corpo elettorale viene chiamato a ratificare equilibri che i gruppi dirigenti non sono riusciti a definire autonomamente.

Il dilemma Conte-Schlein, in fondo, è soltanto la manifestazione più visibile di una questione più profonda. Che cosa tiene insieme il campo largo, oltre alla comune opposizione al governo? Quale idea di economia, politica estera, lavoro, welfare, istituzioni e collocazione internazionale potrebbe trasformare una somma di sigle in un progetto riconoscibile? Senza risposte convincenti, le primarie rischiano di scegliere il volto di una coalizione che non ha ancora deciso quale volto mostrare al Paese.

Ecco perché il monito di Massimo D’Alema, secondo cui l’opposizione dovrebbe evitare divisioni utili a mantenere l’attuale assetto di potere, coglie un problema reale, pur senza risolverlo. L’unità non può essere soltanto un imperativo pronunciato quando incombe il rischio di perdere. Deve essere il risultato di una sintesi politica, non il nome elegante attribuito a un accordo provvisorio tra gruppi che continuano a contendersi leadership, candidature e condizioni di accesso alle liste.

In questo scenario, la battaglia contro il Melonellum rischia di diventare il contenitore simbolico nel quale far confluire tutte le difficoltà del centrosinistra: la contestazione della legge, la protezione dei piccoli alleati, la ricerca di una leadership condivisa e il tentativo di arrivare al 2027 senza che le contraddizioni interne esplodano prima del voto. La riforma elettorale può certamente presentare profili da sottoporre a un serio scrutinio costituzionale. Ma sarebbe riduttivo immaginare che la soluzione delle difficoltà dell’opposizione possa arrivare esclusivamente da una sentenza o da un aggiustamento tecnico delle regole.

La democrazia, dopotutto, non coincide con la possibilità di presentare una lista, così come la partecipazione non si esaurisce nella riduzione delle firme da raccogliere. Questi elementi sono importanti, ma la qualità di un sistema politico dipende anche dalla capacità dei partiti di offrire alternative comprensibili, programmi coerenti e una classe dirigente disposta ad assumersi responsabilità. Si può facilitare la presentazione di una lista senza rendere più credibile il progetto che quella lista rappresenta. Si può ottenere una pronuncia favorevole della Consulta senza risolvere una crisi di identità. E si può organizzare una primaria impeccabile senza riuscire a spiegare perché gli elettori dovrebbero riconoscersi nella coalizione che ne uscirà.

Il paradosso finale è proprio questo: mentre il centrosinistra denuncia una legge che considera costruita per ostacolare la propria partecipazione, si trova impegnato a costruire, al proprio interno, le condizioni minime per partecipare senza inciampare nelle sue divisioni. Da una parte si contestano le regole del campo di gioco; dall’altra si discute su chi debba indossare la fascia di capitano, quali compagni ammettere in squadra e chi debba pagare l’iscrizione al torneo.

La Consulta farà il suo lavoro, se e quando sarà chiamata a pronunciarsi. I partiti, invece, dovranno fare il proprio: spiegare agli italiani che cosa intendono cambiare, con quali strumenti e a vantaggio di chi. Perché il vero problema di una coalizione non è soltanto riuscire a raccogliere le firme necessarie per presentarsi alle elezioni. È riuscire a raccogliere, prima ancora, ragioni sufficienti per essere votata.

E su questo terreno, purtroppo per chi preferisce le alchimie parlamentari alle sintesi politiche, non esistono scorciatoie burocratiche. Nessuna componente del gruppo misto può sostituire un progetto comune, nessuna deroga alle sottoscrizioni può fabbricare una leadership condivisa e nessuna sentenza può dispensare i partiti dal compito di convincere i cittadini. La democrazia non è un modulo da compilare: è una responsabilità da assumersi. E non basta dichiararsi pronti a difenderla, se poi si trascorre metà del tempo a cercare il modo più conveniente per aggirarne gli ostacoli e l’altra metà a discutere su chi debba guidare la protesta.

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