Ataque sem precedentes afetou pelo menos 150 lojas Intermarché e 80 do Carrefour. Agência francesa de Cibersegurança investiga por ordem do primeiro-ministro.
Porta-voz do governo francês diz que a França dispõe de mecanismos para verificar a rastreabilidade dos produtos petrolíferos, quer provenham diretamente da Rússia, quer passem por países terceiros.
A ministra da Energia questionou igualmente as perspetivas de uma trégua energética entre a Rússia e a Ucrânia e acusou Moscovo de não demonstrar disponibilidade para aceitar um cessar-fogo, nem sequer parcial
Incidente ocorreu em Aubagne, em França, e vítima recebeu assistência. Em Rennes, liceus continuam bloqueados e em Marselha um polícia ficou ferido. Macron apela a que protestos decorram "com ordem".