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Almargem considera Barragem da Foupana uma falsa solução para a seca

14 October 2026 at 17:52

A associação submeteu um parecer negativo e exige uma decisão ambiental desfavorável. Aponta riscos para espécies, património e praias do Sotavento.

O conteúdo Almargem considera Barragem da Foupana uma falsa solução para a seca aparece primeiro em Barlavento.

Justiça do Rio condena homens por estupro coletivo de jovem de 17 anos

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A Justiça do Rio de Janeiro condenou quatro homens a 15 anos de prisão, em regime fechado, pela participação no dia 31 de janeiro deste ano no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos de idade, em um apartamento em Copacabana, na zona sul da cidade. 

Os condenados são Bruno Felipe dos Santos Allegretti, João Gabriel Xavier Bertho, Mattheus Verissimo Zoel Martins e Vitor Hugo Oliveira Simonin, que tinham idades entre 18 e 19 anos, quando o crime foi cometido.

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Além da condenação, a sentença da 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e ao Adolescente da Capital do Rio de Janeiro determina o pagamento de indenização pelos danos morais causados à vítima, no valor de 40 salários mínimos.

Os quatro foram absolvidos da acusação de cárcere privado.

Conforme as investigações, a vítima foi levada por um jovem de 17 anos a um apartamento que seria de um amigo e quando chegou lá ele insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi recusado por ela. Em um quarto do imóvel estavam os quatro que foram condenados agora pela Justiça do Rio e que insistiram em manter relações com a vítima.

Em abril deste ano, a juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude da Capital, determinou a internação do adolescente que planejou a ida da jovem ao local, onde outros homens também participariam de estupro coletivo. 

A magistrada considerou a gravidade da conduta e a violência empregada, com base no entendimento de que ele armou uma emboscada contra a vítima, com quem mantinha um relacionamento afetivo.

Na época, o jovem foi condenado à medida de internação, sem possibilidade de atividades externas por um período inicial de seis meses.

“A gravidade da infração e a falha da rede familiar em prover limites adequados justificam a medida extrema, visando à ressocialização do jovem e a preservação da ordem pública”, argumenta a juíza na sentença, que teve como um dos pontos centrais, a valorização do depoimento da vítima.

Barragem da Foupana é uma falsa solução para a seca, que destrói o património natural do Algarve

14 October 2026 at 14:01

A Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve submeteu um parecer negativo ao projeto da Barragem da Foupana. A Almargem considera um atentado ambiental, e um potencial desastre financeiro, o investimento de 90 milhões de euros que ameaça transformar-se num “elefante branco” sem água. A ribeira da Foupana é um […]

Encuentro entre Ana Mestre y CSIF Andalucía para avanzar en la defensa de los trabajadores públicos

14 October 2026 at 11:17
La presidenta del Parlamento de Andalucía recibe a los representantes del sindicato, que trasladan sus principales reivindicaciones y abogan por reforzar la colaboración institucional para mejorar los servicios públicos

Ana Mestre se reúne en el Parlamento de Andalucía con el CSIF. Fuente: Parlamento de Andalucía

Cesan al consejero de la Cámara de Cuentas Antonio López por "incompatibilidad sobrevenida"

By: C.A.B
13 October 2026 at 23:05

- De este modo figura en una resolución de la presidenta del Parlamento, Ana Mestre, adoptada a partir de un acuerdo del Pleno de la Cámara de Cuentas 

- Fue reelegido por el Pleno del Parlamento como consejero del órgano fiscalizador a propuesta del Grupo Socialista

Antonio López en imagen de archivo

Barragem da Foupana é uma falsa solução para a seca, que destrói o património natural do Algarve – Almargem

13 October 2026 at 19:16

A Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve, em comunicado enviado às redações, que se transcreve a seguir, diz que submeteu um parecer negativo ao projeto da Barragem da Foupana. A Almargem considera um atentado ambiental, e um potencial desastre financeiro, o investimento de 90 milhões de euros que ameaça transformar-se num “elefante branco” sem água.

A ribeira da Foupana é um dos últimos cursos de água livres do Algarve. Enquanto que a maioria dos rios do Sul foi profundamente alterada por barragens e espécies exóticas, na Foupana, cerca de dois terços dos peixes existentes são espécies autóctones que ali encontram o seu último refúgio. Erguer uma parede de betão significa destruir este ecossistema único.

O “fim da linha” para a vida na ribeira

A alteração do curso da ribeira e a criação de uma albufeira terão um impacto devastador sobre a fauna aquática:  

  • Risco de extinção local do Saramugo: Este pequeno peixe, um dos mais ameaçados da Península Ibérica, é incapaz de sobreviver em águas paradas. A albufeira significará o seu desaparecimento definitivo naquele troço.  
  • Bloqueio de peixes migradores: A parede da barragem impedirá a subida e descida de espécies emblemáticas como o Sável, a Savelha, a Enguia-europeia e a Lampreia-marinha. Sem o sinal dos peixes jovens a descer o rio, os adultos do mar deixarão de entrar na bacia do Guadiana.  
  • Isolamento e Invasão: Espécies nativas como a Boga-do-Guadiana e o Barbo-de-cabeça-pequena ficam encurraladas, tornando-se presa fácil para peixes exóticos invasores predadores (como o Achigã) que proliferam em albufeiras.  
  • Colapso dos mexilhões de água doce: Os mexilhões-de-rio (náiades em perigo de extinção) precisam das guelras dos peixes nativos para se reproduzirem. Sem estes peixes, as náiades desaparecerão também do vale.  

Da serra à praia, os impactes são múltiplos

  • Ameaça ao Lince-Ibérico: A albufeira vai inundar e cortar o corredor natural desta espécie, empurrando-os para as estradas e aumentando o risco de atropelamento.  
  • Perda de floresta e património: Ficarão submersos mais de 500 hectares de vegetação protegida, 70 hectares de azinhais, plantas raras e dezenas de moinhos tradicionais de rodízio e sítios arqueológicos romanos e medievais.  
  • Agravamento da erosão nas praias: Ao reter cerca de 10 milhões de m³ de areias e sedimentos, a barragem vai privar as praias e dunas do Sotavento do material necessário para combater o recuo da linha de costa.  

Aposta em alternativas sustentáveis

A Almargem sublinha que a verdadeira resiliência hídrica não passa por reter mais rios expostos à evaporação, mas sim por gerir a água de forma integrada:  

  • Resolver as fugas nas tubagens: Em vários concelhos do Algarve, grandes volumes de água potável perdem-se em roturas na rede. Reparar as tubagens gera mais água útil do que toda a barragem da Foupana.  
  • Guardar água no subsolo: Infiltrar a água das chuvas nos aquíferos subterrâneos (como Querença-Silves), protegendo-a do sol, da evaporação e da contaminação a um custo muito inferior.  
  • Reutilizar a água das ETAR: Usar água reciclada para a rega, poupando a água potável das barragens existentes para o consumo das populações.  

Participe na Consulta Pública até 16 de outubro

A Almargem exige à Agência Portuguesa do Ambiente a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental Desfavorável e apela a todos os cidadãos para que submetam a sua oposição ao projeto no portal Participa.pt (Processo de AIA n.º 3837) até ao dia 16 de outubro.

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