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Clínica Catarina Fontes cresce com aposta na saúde oral e em novas valências

16 October 2026 at 15:22

VTM

Desde então, as duas unidades têm vindo a crescer, acompanhando uma procura que, segundo Catarina Fontes, se mantém constante. A primeira clínica surgiu depois de alguns anos de experiência profissional na área da medicina dentária.

Apesar de ser natural e residente em Vila Real, Catarina Fontes já trabalhava em Peso da Régua e decidiu avançar com a abertura do espaço no concelho. A ideia de chegar à cidade de origem manteve-se, concretizando-se em 2023. Atualmente, as duas clínicas contam com cerca de 18 profissionais, entre funcionários e prestadores de serviços.

A medicina dentária continua a ser a principal área de intervenção, mas a oferta foi sendo alargada a outras valências, nomeadamente psicologia, fisioterapia e medicina estética. Em Vila Real existem ainda serviços de massagens e uma componente terapêutica.

A aposta noutras áreas surgiu também da perceção de necessidades existentes na população. Em Peso da Régua, Catarina Fontes identificou a existência de uma procura por serviços que obrigavam muitas pessoas a deslocarem-se a Vila Real, enquanto na segunda clínica encontrou igualmente espaço para complementar a oferta existente. “Eu noto muito que as pessoas têm de se deslocar para muito longe para conseguir ter essas consultas”, explica a responsável, referindo-se sobretudo à psicologia e à medicina estética.

Entre as duas clínicas, a equipa já acompanhou cerca de quatro mil pacientes. A unidade de Peso da Régua, por ser a mais antiga, continua a apresentar maior fluxo. O crescimento entretanto alcançado levou ao aumento da equipa e a uma necessidade permanente de recrutamento e formação.

Suplemento Saude Catarina Fontes Peso da Regua PAM

“Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”
CATARINA FONTES

A responsável reconhece que continua a ser um desafio encontrar profissionais com formação ou experiência na área. Muitos dos elementos que integram a equipa foram formados internamente. A relação com os pacientes é, aliás, uma das componentes que Catarina Fontes considera diferenciadoras do projeto. A aposta passa não apenas pela qualidade dos profissionais de saúde, mas também pelo atendimento desde o primeiro contacto com a clínica.

A responsável assume-se exigente com a formação da equipa, defendendo que toda a experiência do paciente deve seguir os mesmos princípios. “Não vale a pena estar um dentista ou um médico muito bom lá dentro se a rececionista não fizer o mesmo papel quando as pessoas entram”, sublinha. A imagem dos espaços também foi pensada para afastar o ambiente tradicionalmente associado às clínicas dentárias. Os espaços são descritos como modernos e acolhedores, numa tentativa de reduzir o receio que muitas pessoas ainda sentem quando têm de recorrer ao dentista.

Na medicina dentária, uma das áreas com maior procura é a ortodontia através de alinhadores. A clínica afirma ter alcançado, desde os primeiros anos de atividade, níveis elevados de utilização deste tipo de tratamento, sendo atualmente a unidade com maior número de casos de alinhadores no distrito de Vila Real, segundo a responsável.

Ainda assim, os motivos mais frequentes que levam os pacientes às consultas continuam a ser tratamentos de rotina, como avaliações e limpezas, mas também situações de dor ou necessidade de extração dentária.

Apesar das diferenças entre as populações de Peso da Régua e de Vila Real, Catarina Fontes considera que existe uma preocupação crescente com a saúde oral, embora reconheça que os cuidados preventivos ainda não sejam iguais para todos. Destaca, em particular, o esforço de muitas famílias para garantir acompanhamento dentário aos filhos, mesmo quando existem limitações financeiras. “Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”, afirma.

Com as agendas preenchidas e uma equipa em crescimento, a responsável aponta agora como prioridade consolidar a área de medicina dentária e reforçar a capacidade da unidade de Vila Real, onde considera existir ainda margem significativa para crescimento.

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Clínica Fisimagna serve a população há 34 anos

16 October 2026 at 13:52

VTM

A clínica nasceu com o propósito de prestar cuidados de fisioterapia e foi crescendo ao longo dos anos, acompanhando a evolução da área da saúde e as necessidades da população.

Em janeiro de 1995, a filha, Paula Morais, juntou-se ao projeto, dando continuidade a um percurso que viria a consolidar a Fisimagna como uma clínica de referência na área da fisioterapia e reabilitação. Atualmente, a gestão está nasmãos da segunda gera çãoda família, com Paula Morais e as suas filhas, Beatriz e Filipa Morais, a assegurarem a continuidade de um projeto que soma já 34 anos de história.

Apesar da evolução registada ao longo destas décadas, há algo que permanece inalterado, refere Paula Morais, que é “a qualidade e proximidade com os utentes”.

Segundo Paula Morais, a Fisimagna disponibiliza atualmente um conjunto diversificado de serviços na área da fisioterapia, saúde e reabilitação. Entre as valências encontram-se a Fisioterapia, Fisio terapia ao Domicílio, Cinesiterapia Respiratória, Massagem de Drenagem Linfática, Pressoterapia, Mobilidade e Fortalecimento, Massagem de Relaxamento e Acupuntura.

A Fisioterapia e a Reabilitação continuam a ocupar um lugar central na atividade da clínica, com uma abordagem direcionada para as necessidades e objetivos de cada utente.

Segundo a responsável, o processo com eça pela avaliação da situação clínica. Através da consulta de Fisiatria é realizada uma avaliação cuidada, que permite definir o tratamento mais adequado, tendo em conta a condição apresentada, os objetivos de recuperação e a evolução de cada pessoa.

Mais do que aplicar uma solução igual para todos, a Fisimagna procura “adaptar o acompanhamento a cada caso, ajustando a intervenção sempre que necessário e dando especial atenção à evolução e segurança do utente”, revelou Paula Morais.

Ao longo de três décadas, a fisioterapia e a reabilitação sofreram uma evolução, tanto ao nível do conhecimento como das técnicas e abordagens terapêuticas.

A Fisimagna tem acompanhado esse percurso através da atualização de conhecimentos e da formação dos seus profissionais, procurando integrar boas práticas e acompanhar a evolução da área.

Segundo Paula Morais, cuidar não se resume ao tratamento. “Cada pessoa que chega à clínica deve sentir-se acolhida, ouvida e acompanhada”.

Com 34 anos de história, a clínica olha agora para o futuro com o objetivo de “continuar a crescer de forma sustentada, reforçando a qualidade dos serviços sem perder a proximidade que sempre caracterizou o projeto”, refe riu Paula Morais.

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“Correr é o ponto de partida, mas o verdadeiro valor está naquilo que acontece entre colegas, equipas e empresas”

16 October 2026 at 08:00

Depois de 26 anos de história em Espanha, a Corrida das Empresas Quirónprevención estreia-se em Portugal a 15 de novembro, em Lisboa. O evento pretende aproximar colaboradores, reforçar o espírito de equipa e promover hábitos de vida saudáveis, num formato que alia desporto, convívio e networking. Em conversa com o ECO, Luís Sepúlveda, CEO da LastLap, explica o potencial desta iniciativa para transformar as relações dentro das organizações e revela a ambição de afirmar a corrida como uma referência nacional.

Luís Sepúlveda, CEO da LastLap

Ao fim de 26 anos de história em Espanha, a Corrida das Empresas acontece pela primeira vez em Portugal. Porquê agora? Que oportunidade identificaram no mercado português?

Portugal reúne hoje condições muito favoráveis para receber um evento desta natureza. As empresas estão cada vez mais atentas à importância do bem-estar dos colaboradores, da cultura organizacional e da criação de experiências que promovam o sentimento de pertença. Acreditamos que existe espaço para trazer para o mercado português um conceito consolidado em Espanha, que combina atividade física, espírito de equipa e relacionamento entre empresas.

A primeira edição portuguesa da Corrida das Empresas Quirónprevención, marcada para 15 de novembro, em Lisboa, pretende responder a essa oportunidade, criando um ponto de encontro entre organizações de diferentes setores e dimensões, através de uma experiência acessível, inclusiva e com uma forte componente de convívio.

O que explica o sucesso em Espanha de um evento que já reuniu 32 mil corredores de 1.600 empresas?

O sucesso resulta, em grande medida, da capacidade de transformar uma atividade individual numa experiência coletiva. Correr é o ponto de partida, mas o verdadeiro valor está naquilo que acontece entre colegas, equipas e empresas.

"As empresas querem reforçar o espírito de equipa, promover hábitos de vida saudáveis, melhorar a motivação e criar uma ligação mais forte entre os colaboradores e a organização”

Luís Sepúlveda, CEO da LastLap

O formato permite que pessoas com diferentes funções, níveis de responsabilidade e condições físicas participem num objetivo comum. Ao mesmo tempo, introduz uma componente de competição saudável e de diversão que torna a experiência mais envolvente.

Este é um momento para se estar com colegas da mesma empresa, mas também uma oportunidade de fazer networking com as muitas empresas que vão estar presentes no evento. Será um contexto específico, no qual todos estão em pé de igualdade e poderão ter conversas de igual para igual. Não há clientes nem parceiros, apenas atletas com o objetivo de passar um bom momento.

Os números alcançados em Espanha demonstram que existe uma procura real por iniciativas que aproximem as pessoas através de experiências partilhadas, fora do contexto habitual de trabalho.

O que procuram hoje as empresas quando investem em experiências para os colaboradores?

As empresas procuram experiências com significado, capazes de gerar um impacto que vá além de um momento pontual de lazer. As empresas querem reforçar o espírito de equipa, promover hábitos de vida saudáveis, melhorar a motivação e criar uma ligação mais forte entre os colaboradores e a organização.

Existe também uma preocupação crescente com a saúde física e mental e com a qualidade das relações no local de trabalho. Neste contexto, iniciativas como a Corrida das Empresas permitem trabalhar várias dimensões em simultâneo, de uma forma prática, positiva e participativa. O desafio é criar experiências em que os colaboradores não sejam apenas espectadores, mas protagonistas.

A Corrida das Empresas não é apenas um evento datado. Não começa nem acaba no dia 15 de novembro. Há todo um processo anterior que é tão ou mais importante do que o dia da corrida. Há alguém que toma conhecimento do evento e que se torna num influenciador dos colegas, levando à criação e inscrição de uma equipa; há sessões de treino em conjunto e provavelmente, a partir daí há um estreitamento de relações e a criação de grupos de corrida dentro das empresas ou reforço daqueles que já existem. É natural que com este pretexto, nasçam novos corredores nas empresas portuguesas, que irão repetir a sua presença na Corrida das Empresas, nos próximos anos.

Como pode uma corrida contribuir para quebrar hierarquias e aproximar as pessoas dentro das organizações?

Uma corrida cria um contexto diferente daquele em que as pessoas se relacionam diariamente. Durante a preparação e no próprio dia do evento, os cargos e as hierarquias passam para segundo plano. O que ganha importância é a participação, a entreajuda e a vontade de alcançar um objetivo comum.

Um diretor pode correr ao lado de um colega de outra área, uma equipa pode apoiar quem tem um ritmo mais lento e pessoas que raramente trabalham juntas podem descobrir interesses comuns. São estas experiências que ajudam a construir relações mais próximas e autênticas. O impacto não se esgota no dia da corrida: as memórias e as histórias partilhadas podem prolongar-se no quotidiano da organização.

O que distingue a Corrida das Empresas de uma corrida tradicional?

A principal diferença está no facto de o evento ter as empresas e as suas equipas no centro da experiência. Não se trata apenas de cumprir uma distância ou alcançar um determinado tempo, mas de representar uma organização, partilhar um desafio com os colegas e viver um momento de convívio com pessoas de outras empresas.

O formato combina desporto, competição saudável, diversão e networking. Além disso, procura ser acessível a diferentes perfis de participantes, com provas de 5 e 10 quilómetros e uma caminhada, permitindo que cada pessoa encontre a forma mais adequada de participar.

"A ambição da LastLap é afirmar a Corrida das Empresas como uma referência nacional na ligação entre desporto, empresas e bem-estar dos colaboradores”

Luís Sepúlveda, CEO da LastLap

O objetivo é que todos se sintam parte da equipa, independentemente da sua experiência desportiva, até porque não existe uma competição individual, mas sim de grupo. Cada um é, como nas empresas, parte de uma organização, a dar o seu melhor pelo bem coletivo e não individual.

Como funcionam os rankings, desafios e ativações que tornam este formato diferente?

A componente competitiva é pensada para ir além do desempenho individual. A participação das empresas permite criar uma dinâmica de equipa, com rankings e desafios que incentivam os colegas a envolver-se, a mobilizar outros participantes e a representar a sua organização.

A isto juntam-se as ativações e os momentos de interação associados ao evento, que ajudam a prolongar a experiência para além da corrida propriamente dita. Queremos que as empresas possam transformar a participação numa iniciativa interna, envolvendo os colaboradores antes, durante e depois do evento. A competição é importante, mas o objetivo é que seja sempre uma competição saudável, que estimule a participação, a diversão e o espírito de equipa.

Qual tem sido a resposta das empresas portuguesas e como estão as inscrições para novembro?

A primeira edição está a permitir-nos apresentar o conceito às empresas portuguesas e demonstrar o potencial de uma iniciativa que alia desporto, bem-estar e cultura organizacional. Temos procurado chegar a organizações de diferentes setores e dimensões, porque acreditamos que este é um formato com capacidade para mobilizar empresas muito distintas.

Que ambição tem a LastLap para transformar esta primeira edição num evento de referência em Portugal?

A ambição da LastLap é afirmar a Corrida das Empresas como uma referência nacional na ligação entre desporto, empresas e bem-estar dos colaboradores. Queremos construir um evento com identidade própria, que as organizações reconheçam como uma oportunidade relevante para investir nas suas equipas e que os participantes queiram repetir ano após ano.

A experiência de 26 anos em Espanha dá-nos uma base sólida, mas sabemos que é essencial construir uma relação próxima com o mercado português, perceber as suas características e adaptar o evento à realidade das empresas nacionais.

Esta primeira edição é o ponto de partida. O nosso objetivo é crescer de forma sustentada, aumentar a participação de empresas e corredores e criar uma comunidade em torno de valores como a saúde, a colaboração, a inclusão e o espírito de equipa.

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